felipe-herrero1645842324 Felipe Herrero

Uma história sobre o personagem Zayka, aonde sua personalidade o perturba e o seu passado o assombra.


Fantastik Tüm halka açık.

#hacedordefantasia
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okuma zamanı
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Começo de uma jornada.

Deitado embaixo de uma árvore entre as raízes grossas saltando para fora da terra um rapaz entre seus vinte anos, folheava as folhas de um livro como se procurasse algo entre elas.

— Droga, Droga. Resmungava o garoto. Não pode acabar assim, está faltando algo, mesmo que eu releia não encontro. — Basta, esse livro está me deixando doido.

Esse era Zayka, um garoto de 1,80 de altura, seus olhos era um de cada cor, um azul e outro vermelho, olhava para cima entre as folhas tentando captar o reflexo do sol, tinha um cabelo engraçado era curto e lizo, mas viva arrepiado e era avermelhado por natureza.

Então coloca sobre o rosto como se estivesse escondendo dos raios solares e fecha seus olhos, bufando de raiva ele tenta colocar sua mente sobre outra coisa.

Então ouve uma voz fina o chamando, era de uma criança, então mantêm na posição fingindo que não ouviu, assim pode ser quem o chame desista e vá embora!? Então percebe que a voz fica, mas perto até percebe que tem alguém ao seu lado.

— Zayka vamos acordar! Balançando com suas mãozinhas pequenas. — Precisam de você lá na cozinha.

Suspirando tira seu livro da cara, e avista Liza, era uma criança magrinha, de cabelos brancos longos e lizo, olhava fixamente para mim com seus olhos azulados e com um sorriso estampado no rosto. Ela usava um vestido de um azul bem clarinho era cheio de talhes e com alguns bordados no meio dele. Então se levanta. Bate em seu sobretudo para tirar as folhas secas que estavam grudas. Usava um sobretudo numa cor de ferrugem, era longo e grosso, tinha bastante bolso como fora e dentro dele e tinha um sinto preso nele e uma fivela no sobretudo. Já é segunda vez que me procuram, o que será dessa vez.

— Liza que faz aqui? Não era para estar estudando com a Senhorita Morgana? Guardou seu livro em sua bolsa que ja tinha um aspecto surrado de tanto que a utilizava.

Ah ela é muito chata, olhando para ele, reparando em sua camiseta azul escura de gola V com detalhe, tinha uma corda que interlaçava um lado ao outro de baixo de seu sobretudo, então fugi para cozinha para pegar uns doces, então nesse momento foi que me perguntaram se eu tinha visto você, aí peguei uns biscoitos e sai de lá.

— Então que dizer que ninguém te mandou vim me procurar? — Não, mas supus que se perguntaram de você que estão precisando da sua ajuda. E deu uma risadinha para ele. — Traduzindo você só queria fugir da aula e inventou essa desculpa de me chamar, está bem vamos voltar, pelo menos distraio minha cabeça desse livro.

Então os dois voltaram para mansão.

Na entrada avistaram a Senhorita Morgana muito brava. Era uma senhora de um 1,70 de altura, tinha uns 50 anos, mas não aparentava, no máximo uns 40, de cabelo curto de castanho escuro, seu olhar dava medo com seus olhos pretos, ela era muito inteligente, seu nome era conhecido por todo lugar em parte de ensino, era muito boa no que fazia.

— Estou vendo que alguém está encrencada kkkk Então Liza vai para trás de Zayka se escondendo de levar uma bronca. Ele vê a carinha de medo dela então suspira “Hoje é o dia...”

Morgana brava. — Senhorita Elizabete, o que pensa fugindo da minha aula de novo, isso é modo de uma dama, as aulas são muito importantes para…

Então Zayka a interrompe. — Oi! Morgana, como você está radiante hoje, sempre que tenho a oportunidade de te encontrar é uma alegria sobre meu dia em presenciar essa sua magnífica beleza.

Morgana olha para Zayka — O que você quer, vindo me bajulando dessa forma.

— Bem a Liz não teve culpa em sair da sua aula, na verdade, foi minha, ela só tinha ido até a cozinha para pegar um copo com água para ir à sua aula, mas infelizmente está tendo um imprevisto e pediram para que ela me chamasse, nisso ela veio sem pensar nas consequências que teria. — Peço desculpa por esse incidente. Sei que vai entendo o lado da nossa jovem senhorita.

Olhando para Elizabete — Isso é verdade?

Ficando visível, mas não saindo de trás de Zayka ela a responde. — Verdade professora Morgana, peço desculpas.

Olhando para os dois — Então está bom, que isso não se repita, me dê sua mão e vamos voltar para aula.

Liz vai até à direção da Professora sorrindo de sua mão para ela e às duas adentram para a mansão.

Nisso Zayka coloca a mão sobre sua testa e diz em voz alta -Bora! Lá ver essa confusão. E vai em direção a cozinha.

Chefe Gasmort irritado berrava em sua cozinha, mas rapidez pessoal, daqui a uma hora os convidados estão chega! Indo em panela em panelas dos cozinheiros experimentando e desaprovando os resultados. Gasmort era um excelente chefe de cozinha para sua idade, tinha uns 60 anos, mas trabalhava como um jovem de 30. É isso que vão servir, refaz tudo de novo está horrível, vamos mais rápido e sem erro dessa vez!

Então Zayka aparece na porta da cozinha. — Gasmort estou vendo que você está passando sufoco, no que posso ajudar.

— Zayka os convidados irão chegar e faltam alguns pratos para serem preparados ainda!

— Então a sua solução chegou me passa a receita que irei fazê-los agora mesmo!

Zayka pega um avental pega a receita com Gasmort dá uma lida rápida e vai em direção a um dos fogões e começa a cozinha.

Gasmort olha em ação “parece que a cozinha está interligada a ele”questão de tempo os pratos começaram e criar formas e saírem.

— Vamos pessoa peguem os pratos feitos por Zayka e os que estão prontos e vão montar as mesas!

— Os convidados estão chegando, vamos, vamos!

Depois de um tempo a loucura se encerrar. — Obrigado Zayka, vocês apareceram na hora certa. — Que isso Gasmort, você que é um grande chefe de cozinha sem você nada tinha saído perfeitamente. Bem vou até o pastor ver os cavalos qualquer coisa só mandar me chamar.

Então Gasmort acena com a cabeça e Zayka vai até o pasto.

Então sai pelas portas do fundo da cozinha e foi em direção ao pasto, Zaka vivia na mansão dos Mars, era a família mais rica, não só isso eles tinham uma enorme influência na política do local, qualquer decisão a ser tomado para a região tinha que passar por eles antes.

Olá, meninos e meninas, cheguei, como estão, garanto que estão melhores que eu kkk, não vão se incomodar se eu se deitar um pouco nesse monte de feno.

Zayka então se joga no meio dos fenos e se deita um pouco. Que relaxante, que bom ficar um pouco longe das pessoas. Nisso ele se acomoda um pouco fecha os olhos e em questão de minutos acaba cochilando.

— Bora! Acordar dorminhoco, Ramone está a sua procura sabia e não está muito feliz.

Zayka então se desperta. — Aquele velhote nunca está feliz com nada, nunca vi um mordomo tão mal-humorado como ele!

— Dessa vez ele tem um pouco de razão, você esqueceu de levar a documentação para a central dos correios.

— Meu deus eu esqueci! Um pulo se levantando. — Ele vai me matar!

HAHAHAHAH você é muito voado! Não esquenta eu já fiz isso para você está bem!

— Muito obrigado Frederico! Estou te devendo uma!

— Que isso já está pago, minha irmã contou que você fez por ela hoje de manhã! E por Gasmort também!

Frederico era o segundo filho da família, ele era atlético e alto tinha 1,79 de altura, ao contrário da sua irmã mais nova tinha os olhos de seu pai, castanho-claro e os cabelos eram lisos, mas eram ruivos.

Bem vou lá ver Ramone antes que ele fique mais doido ainda kkk; E Frederico hoje de manhã cedo seu irmão estava te procurando já foi falar com ele, se não é melhor você ir até ele.

— Ainda não fui, estou evitando-o.

— Bem, mas parecia ser sério dessa vez, vá velo e outra ele é seu irmão mais velho tem que obedecê-lo.

— Está bem, vou velo assim que terminar de mimar os cavalos.

Vá sim! Bem estou indo lá, não quero me encrencar mais ainda.

Moleque desleixado por onde você estava, estamos cheios de compromisso e você vagabundeando por aí, o nosso almoço foi um sucesso com os grandes, isso quer dizer que em dois dias o nosso anfitrião chegará.

Ramone era o mais velho da mansão, era um senhor perto dos seus 80 anos, mas tinha um condicionamento físico de um jovem, com seu cabelo curto escuro jogado de lado e com uma explosão facial de sempre nervoso com seus olhos azulados olhando fixamente para você dava medo em qualquer um, ele sempre estava bem alinhado, nunca o vi com uma roupa se quer amassada sempre impecável.

Não se preocupe estarei aqui no momento que você mais precisar, então velhote não se estresse mais, vou conversar com nossos seguranças se precisam de algo ou se apareceu algo estranho por aqui perto.

Moleque mais respeito você pensa que é alguém por aqui, sou o mais antigo dessa mansão então me res.....

Zayka se vira e sai as presas para não ter que aguentar o sermão de Ramone, ele era um ou mais antigo empregado da mansão, então eu entendia as suas preocupações, mas ele tinha que relaxar mais, se não acabaria tendo um ataque do coração.

Então foi direto para sala de treinamento dos seguranças, onde saberia que encontraria o chefe Kazang treinando.

Ao chegar, repara que está tendo um treino intenso hoje. Encosta na porta e fica observando Kazang dando uma lição nos novatos, ele era um excelente lutador de artes márcias, sabia mais de 5 estilos de artes e tinha desenvolvido um estilo próprio que ninguém até hoje conseguiu o copiar ou vencê-lo. Kazang era chefe da guarda pessoal da família.

Então a lutar termina com seus alunos todos no chão, exaustos e Kazang de pé em formação de luta como se tivesse acabado de se aquecer.

— Pravo Kazang, incrível como sempre, acho que ninguém consegue te cansar. Mas ao contrário dos seus alunos, não acha que está pegando pesado demais?

— Olha só se não é o preguiçoso do Zayka, você acha que os inimigos quando atacar vai ter piedade deles, claro que não primeira brecha que tiver vai aniquilá-los. E você o que faz aqui?

— Eu vim ver se estava tudo bem e receber seu relatório de hoje se teve algum incidente, mas pela sua animação de hoje parece está tudo OK.

— Está sim, meu amigo, não está a fim de participar do treinamento de hoje?

— Muito obrigado, mas não estou cheio de coisas para fazer.

Então dos alunos mais velhos fala do fundo da sala. — Vai correndo para algum lugar aonde ninguém o encontre para se esconder da responsabilidade como sempre faz.

Kazang olha para ele bravo. — Mais respeito com Zayka.

— Está tudo bem, ele não está errado, irei procurar uma árvore onde possa descansar kkk.

Nisso Zayka se vira e sai andando.

Então outro aluno fala em voz alta. — Como um rapaz como esse é responsável pela guarda da senhorita não passa de um inútil preguiçoso, é zé ruela vagabundo. Enquanto o pessoal daqui à rala duro dia e noite e ele só se esconde dos seus afazeres.

Kazang dá um berro — Já chega não vou mais aturar ofensa ao jovem Zayka.

— Mestre está tudo bem.

Um dos alunos se levanta — Se está tudo bem, lute com a gente e mostra que é superior a nós a uma luta.

Kazang ia dar uma bronca nele, mas Zayka interrompe. — Eu aceito seu desafio, venha 5 de vocês que não estão satisfeitos comigo e vamos nos enfrentar.

Kazang então aprova a luta e 5 dos melhores alunos se levantam.

Zayka fica no meio deles e se posiciona para os enfrentar. Esperando o sinal do mestre para começar a luta. Então o sinal é dado e dois deles vãos correndo para cima dele, rapidamente ele desvia dos dois com facilidades, mas em seguida os outros três avança inserindo golpes e sua direção, então ele os broqueia e num deles acerta um golpe certeiro mando para trás e logo em seguida mobilizas os outros dois jogando para o chão e antes que os dois primeiro que tivessem reação para ata-lo de novo Zayka avança rapidamente inserindo golpe e os derrubando então questão de minutos todo estavam no chão e a luta estava acabada.

Ele então agrade pela luta e sai do ring. — Desculpa pela bagunça mestre. E sai do local de treinamento e vai embora.

Kanzang olha ele indo embora e vira para os seus alunos dando risada e bravo. — Seus idiotas, não acredito poder imaginar que venceriam ele, Zayka foi meu melhor aluno, ele já chegou a me vencer uma vez das vezes que lutamos, já, mas vocês teriam chance contra ele. Agora 100 flexões cada um de 500 voltas pela mansão.

Zayka volta para mansão e vai visitar a senhorita, ela estava em seu quarto. Ao chegar em frente à porta de seu quarto repara estar um pouco aberta, então espiona pela fresta da porta e avista sentada numa cadeira de balanço do lado da porta da varando, olhando para o céu, sobre sua perna um livro.

Bate na porta — Senhorita Ryna, posso entrar?

— Entre, meu querido.

Senhorita Ryna era nova tinha uns 30 anos e já tinha 3 filhos, ela tinha uma explosão de cansada, devido a sua doença genética, seus cabelos era liso e cheio que sobre as costas da cadeira só dava para notar eles chegando até o chão, eram brancos como a neve, eram mais brancos que da sua filha Liza, seus olhos eram azuis, mas diferente da sua filha eles eram mais claros.

— Posso ser útil em algo? Ao entrar tem uma vista de um quarto muito bem-organizado e chique, tudo em seu devido lugar como fosse uma casinha de boneca.

— Estou bem meu querido; venha aqui ao meu lado.

Então Zayka se aproxima lentamente e observando aos redores se não tinha nada de errado e ao se aproximar observa um livro que está sobre as pernas dela e deu uma risadinha.

— Que foi Zayka, qual o motivo da risada?

— Me desculpa, um livro de contos de fadas não são muito infantis para você. — Vindo de você uma possa que ninguém a leva a sério estou surpresa, mas esses livros de contos de fadas me fazem sair um pouco fora da realidade por isso que gosto deles.

Olha Zayka como o céu está lindo hoje, teremos uma noite bastante estrelada.

Então ele olha para o céu e percebe que esse tempo todo não tinha parado para perceber quanto o céu estava azul e limpo de nuvens, acho que ninguém da mansão tinha reparado nisso, com a correria do dia a dia ou pelos seus afazeres particulares ninguém chegou a parar e olhar como o céu estava lindo trazendo um ótimo dia para seus afazeres.

— É verdade senhorita ele está lindo hoje. Olhando para ela, então uma leve brisa sopra em seu rosto deixando limpo de seus cabelos fazendo voarem para trás, eles eram dourados que com reflexo do sol deixavam mais dourados ainda e seus olhos azulados, mas bem clarinho se destacavam.

Então ela olha em direção para ele. Fixa seus olhos em minha direção. E dá uma risadinha.

Sem entender nada. — Algo em grassado em meu rosto, senhorita?

— Nada não Zay, você é um mistério, seu faça esboça uma reação de felicidade ou mesmo de timidez, mas se olharmos fixamente para seus olhos não demostram a mesma coisa algo como posso dizer sem emoção mesmo assim de segurança.

— E isso é algo bom ou ruim?

— Não sei te dizer, mas me sinto segura estando perto deles. Os olhos de Zayka eram mistos o esquerdo era avermelhado e outro azul, mas um azul bem escuro bem diferente do da senhorita.

— Muito obrigado pelas palavras gentis, nunca deixarei que algo aconteça com você, te protegeria com a minha vida.

— Você sabe que quero que proteja os meus filhos com essa bravura não a mim.

— Mas nunca deixarei que nada aconteça algo...

— Obrigada por se preocupar comigo. Acho que já está na hora de você voltar para os seus afazeres antes que alguém fique bravo.

— Ah! Porco-espinho cuidado para não furar alguém kkkk.

Zayka passando a mão em seu cabelo percebe que eles estão arrepiados.

Então Zayka olha para a senhorita. — Pode deixa. Pede licença e sai de seu quarto encostando a porta.

Pronto não tem mais nada para eu fazer agora acho que irei voltar para o meu projeto no meu quarto.

Horas se passou e então Zayka falando em voz alta, exausto e massageando o pescoço.

— Chega por hoje, esse projeto não irar ficar pronto tão rápido mesmo.

Que horas são, olhando para seu relógio de pulso, era um relógio simples e pequeno, não chamava muita atenção.

Nossa já é tão tarde assim. Relógio apontando seis horas da tarde.

Bom irei parar por hoje soltando o lápis e empurrando sua cadeira para trás se afastando da mesa e logo em seguida dando uma boa despreguiçada em seu corpo.

Nossa parece que eu petrifiquei nesse pouco tempo trabalhando nesse projeto. Levanta de sua cadeira e pega seu casaco que estava num cabide, um casaco um pouco judiado, mas era o que ele mais gostava, veste e sai de seu quarto trancando a porta na chave.

Passando pelo corredor que levava para uma escadaria que dava para porta de saída da mansão ele vai em direção a garagem.

Com passos curtos ele caminha em direção a garagem com seus pensamentos ao seu projeto. Será que mudo aqui, não mais ficara fora de equilíbrio, mas talvez... Não vai dar certo, mas é isso vai do certo. Nisso ele se depara de cara com o portão da garagem.

Então retira a chave de seu bolso e abre o portão. — É vai do certo, bem agora deixa eu ver a minha menina.

Indo em direção a uma motocicleta, um modelo antigo para época, ele esfrega sua mão a alisando. — Vamos dar uma volta agora. Então sobe nela e conecta a chave no contato e da partida, dá umas aceleradas e sai voado do estacionamento superanimado.

Indo em direção ao subúrbio da cidade, Zayka vai em direção ao um bar de um conhecido seu. Acelerando pelas ruas da cidade, percebe que naquele lugar parece que a população não para nunca e agitação dia e noite.

Então chega num bar chamado Corvo Negro, estaciona sua moto e adentra no estabelecimento. Vê que hoje não estava muito lotado, vai em direção ao bar e dá um berro.

— Jack meu grande amigo Jack venha me atender.

Um homem alto e musculoso, parecia mais um soltado do que um barman, se vira secando uma das canecas. — Olha só se não é o rato imundo do Zayka. Oque faz aqui, conseguiu se libertar da (quele) lugar de engomadinhos.

— Oh! Jack não fala assim, é na (quele) lugar que consigo meu dinheiro para beber uma bela caneca de cerveja nesse bar caindo aos pedaços.

— Não fala assim do meu estabelecimento, pelo menos está mais modernizado do que aquela sua motocicleta do museu. Não já pensou em vender para um colecionador, dá para ganhar um dinheiro bom e comprar um moto novo e dessa vez sem rodas kkkk.

— Não quero trocar minha menina para um planador e outra gosto da nostalgia.

Nisso Jack joga uma caneca cheia de cerveja para Zayka e pega no ato e vira numa golada só. — Me manda outra que hoje estou a fim de beber.

Então Jack dá um sorriso e manda outra em seguida.

Horas passa e o papo flui entre eles.

Zayka já bêbado então chama Jack para perto dele e diz algo fora do seu costume.

— Jack meu amigo, vou te contar um segredo. Então olha fixamente para seu amigo. — Eu não sou desse presente e vim de muito longe de um passado bem distante e para ajudar tenho uma outra pessoa dentro de mim.

Jack olha seu amigo. — Amigo todos nós temos um lugar de onde viemos um passado distante e a outra pessoa, sempre temos aquele outro ser em nós auxiliando ou dificultando nossa vida. E nisso dá um gole em sua cerveja.

Zayka percebe que seu amigo não entendeu nada que ele quis dizer, então deita sua cabeça no balcão desanimado e olha para seu relógio de pulso.

— Como está tarde! — É melhor eu ir andando. Jack deixa na conta que já estou indo.

Jack olha para ele e faz um gesto de confirmação e volta a atenção para sua caneca de cerveja.

Saindo do estabelecimento, vai em direção até sua moto e apoia sobre ela, dá uma bela despreguiçada por seu corpo este muito tempo sentado na (quele) banco de madeira.

Colocar a mão em seu casaco e tira um isqueiro personalizado que ele sempre carregava com ele e no outro, tira um maço de cigarro todo a maçado. Bate ele sobre a mão e então sai um cigarro de lá, olha para o maço e ver que está vazio.

— Então você é meu último, bem isso me lembra que tenho que parar de fumar. Arremessa o maço na direção de uma lata de lixo que estava ali perto.

Leva o cigarro até a boca e o acende, dá uma traga e olha para cima. — Olha só e não era verdade que o céu ia estar estrelado hoje. Fica um tempo olhando para o céu, nisso olha para o relógio, nossa já está tarde. Era dez da noite já.

Jogou o cigarro no chão e pisou o apagando. — Deixe me ir e bem se eu chegar com cheiro de cigarro a Eliza vai reclamar. Sobe na moto dá a partida e vai embora do local.

Chegando em frente do portão da mansão ele desliga a moto e a leva empurrando até a garagem sem fazer barulho. Complementa os seguranças que faziam a ronda noturna e entra na mansão.

-Acho que irei atacar algo na cozinha. Então vira à direita da entrada principal e vai em direção a cozinha. Chegando a lá encontra a luz acesa e uma leve bagunça sobre a mesa.

Era Frederico fazendo alguma gororoba para comer. — Que aprontas rapazinho?

— Olha só se não é Zayka, estou criando uma arte culinária, quer experimentar?

Olha para aquele prato cheio de misturas estranhas. — Melhor não, mesmo assim obrigado.

— Nãos sabe que está perdendo. Levando uma colher cheia até a boca e em seguida fazendo uma careta. — Está muito gostoso.

— Estou vendo, não que ir ao banheiro vomitar isso. Sem muita pressa Frederico sai correndo em direção ao banheiro.

— Cada uma, deixa eu ver se sobrou alguma coisa para come. Abrindo um dos armários acha um saco de bolachas. — Perfeito, vai cair bem com um café.

Frederico sai do banheiro limpando a boca. — Ainda irei acertar nessa receita. Então se depara com a cozinha limpa da sua bagunça e Zayka sentando-se de frente da mesa de madeira, sobre ela uma caneca que logo descobriu ser café só pelo cheiro e num prato estava cheio de bolacha e ao lado dele outra cadeira vazia e de frente dela uma outra caneca, ao chegar perto dela deparou ser café com leite. Olhou de canto para Zayka. — Irei te acompanha dessa vez. Senta-se na cadeira, pega a caneca e dá uma golada e logo vem um sorriso em seu rosto, por estar gostoso, pega umas bolachas para acompanhar.

— Zayka você é de mais.

Então Zayka que estava só olhando para frente esse tempo, de canto olha para ele e logo em seguida dá uma golada em seu café.

Frederico era uma criança muito inteligente pela sua idade, ele tinha apenas dez anos e era muito prodígio para sua idade.

Um tempo os dois sentados ali bebendo e comendo Zayka percebe que Frederico tinha adormecido. — É garotão está na hora de irmos dormir. Então pega ele no colo e leva até seu quarto.

Então foi até a sala principal e subi a escadaria que levava largos e longo corredores onde ficavam algumas salas de escritórios e alguns quartos de funcionários, subiu mais um lance de estada onde ficava os quartos das crianças e o da Ryna. Deixa-o em seu quarto e sai de lá e fecha a porta sem fazer muito barulho.

— Chega por hoje melhor eu ir tentar dormir um pouco também. Mas Zayka indo em direção ao seu quarto ele resolve se desviar e ir em direção ao pequeno escritório que ele tinha e voltar para o seu projeto. Então ele se tranca no escrito e por lá fica.

Um arremesso do lápis voa para longe. — Droga, droga travei de novo. Levantando a cabeça para cima e colocando suas mãos na cara e esfregando. — Bom melhor eu parar. Olha para o relógio e vê que era de madrugada.

Fica de pé e começa ir de um lado para outro — Se eu tivesse um dispositivo que fizesse ela se manter por mais tempo sobre... Ia dar certo. Bom vou pegar um café. Zayka fica atento e olha para direção da porta. Algo estranho está acontecendo. Sente presença de pessoas que não são da casa. Corre e apaga a luz do escritório e fica em silêncio.

Um tempo e silencio começa a ouvir passo no corredor em direção do escritório que estava. Então observa o que vai acontecer. A maçaneta então se mexe, alguém tentando abri-la, mas percebe que estava fechada, então continua andando para o final do corredor.

Achou muito estranho por ter alguém na casa, era impossível passar pela segurança sem ser percebido, quem la estava.

Então Zayka saca uma adaga que escondia dentro da sua bota e de baixa da barra das calças, então se prepara para o que vem em seguida, destranca a porta e vira a maçaneta de vagara para que não fizesse barulho e a abre bem devagar. Assim que uma fresta da porta se formou e ele pode ter a visão do corredor, observou se avistava alguém, mas ninguém estava mais lá.

Vai para o meio do corredor. — Está na hora de trabalhar. Seus olhos brilham um pouco e logo em seguida perde a cor. Olha para que direção que o intruso foi e o segue. Zayka não era normal, ele tinha poderes e era muito bom na furtividade, entrava dentro das sombras do local como se nadasse entre elas, mas não fazia nenhum barulho era um perfeito assassino.

Então persegue o intruso até o próximo quarto que ele estava tentando entregar e a pega de surpresa, saindo de dentro das sobras e dando um golpe fatal com sua adaga.

Com o corpo caído no chão Zayka olha para o rosto dele e percebe que não era da região, achou estranho eles pertenciam a uma raça diferente, então pensou ser um assassino contratado.

Então deixou o corpo no chão e se camuflou entre as sombras e correu em direção ao quarto superior.

Subindo as escadas escondido entre as sombras se perdeu por alguns instantes em sua mente — Quem será elas, porque alguém atacaria essa família e como entrou aqui sem ser notado. Chegando ao topo da escada ele é surpreso por um golpe de espada. Mas rapidamente o devia dele.

Como notou minha presença, quem será ele, o intruso corre em direção de zayka lançando outro golpe, mas não foi pareô para ele, que broqueou rapidamente com sua adaga e em seguida deu um golpe fatal no adversário.

Então observou o rosto do próximo assassino e achou muito estranho, também era de uma raça diferente, mas o problema não era a raça, mas sim às duas estarem trabalhando juntas.

O primeiro pertencia à raça do elfos demoníacos e o segundo dos elfos da luz, eles jamais trabalhariam juntos por serem rivais a décadas. Às duas raças são grandes guerreiras, achou muito estranhos dos golpes que o segundo deu sobre ele, não eram habilidades de um elfo da luz.

Parado ali percebeu uma presença vindo do quarto da Ryna, então saio disparado em direção dele, chegando lá avistou a porta meio aberta. Parou de frente dela, empurrou a abrindo, viu o intruso de pé em frente a cama de Ryna que dormia sem notar sua presença, mas não demorou muito e Ryna acordou e deparou com aquela cena.

Um ser em frente da sua cama e Zayka de pé em sua porta, segurando uma adaga. Ficou apavorada, mas não gritou, apenas se agarrou em suas cobertas.

Estava aliviada só pela presença de Zayka está ali.

Zayka então chama atenção do intruso. — Quem é você e que deseja aqui? Dois do seu bando já foi morto, seja sábio e não queira ser o terceiro.

Então o intruso olho para ele dando uma risada sinistra. Zayka fica muito alerta no que ver, é um elfo negro, o pior de todas as raças, mas não só isso ao olhar para ele percebe algo muito estranho, ele já estava morto. Mas não era um zumbi.

Então o Elfo Negro olha de volta para Ryna e avança em sua direção. Zayka avança para impedir, mas é surpreendido por um circo magico de prisão que a deixa imóvel.

Nesse tempo o Elfo agarra Ryna pelos cabelos e a puxa até perto dele deixando seu pescoço sobre seu braço e coloca a adaga em direção de seu pescoço.

Zayka entra em desespero e não consegue se soltar de lá, que tipo de selo magico era a quele, não era familiar com nenhum que tinha visto.

Elfo olha para ele. — Melhor você parar de fingir e seja quem realmente é. Tira a adaga de seu pescoço e logo seguida inserindo um golpe no estomago de Ryna e a solta, fazendo cair direto no chão.

Zayka então fica sério e seu olho azul e vermelho brilha e por questão de segundo o selo se quebra e avança em direção e desarma tão rápido que o elfo não teve chances de reagir e inseri um golpe numa velocidade que arranca a cabeça dele fora. Parado Zayka se vira ver a cena, Ryna caída no chão.

Corre em direção de Ryna solta a adaga, se ajoelha e se aproxima dela — Está tudo bem, já passou. Colocando a mão sobre a barriga tentando estancar o sangue que se espalha manchando a roupa de algodão.

Sem acreditar na situação que se encontrava.

Uma mão se levada e vai em direção ao seu rosto, olha para baixo e ver Ryna sorrindo. — Está tudo bem. Olhando para os olhos de Zayka.

— Zayka não fique assim, já sabíamos que eu não ia viver por muito mais tempo mesmo. Zayka olha para ela — Eu a prometi que ia proteger e falhei, na hora que mais precisava de mim, eu falhei.

Então os dois ficam se olhando em silêncio, e Zayka fala algo.

— Você sempre quis saber quem eu sou de verdade, então irei te contar. Ele desse até ouvido de Ryna e conta o seu segredo para ela.

Ryna meio assustada pelo que ele a conta e volta a sorrir — Agora faz mais sentido. – Zayka sempre soube que você era diferente. Ryna continha um poder único passado ela podia ver a áurea das pessoas e não só isso seu sangue era especial, trazia consigo uma magia poderosa passada por geração, mas não despertava em todos.

Ryna olhando para Zayka. – Sinto sua tristeza, mas você não a sente, seu peito permanece gelado, deve ser pela falta de um coração quente. Te peço me abrace sobre seu peito e me deixa esquentar ele para você na falta de um coração.

Zayka ao ouvir isso abraça ela, fazendo ficar bem aconchegada entre seus braços. Começa a sentir um calor entre seu peito, aquele calor fez se sentir bem o deixou mais vivo então algo estranho começou a acontecer com ele, lagrimas começaram a escorrer entre seus olhos.
- Quem diria que você poderia chorar um dia. Ela se arruma entre seus braços e fica em silencio e fecha seus olhos.
Zayka fica na quela posição por um tempo e começa a perceber que aquele calor que o confortava começou a sumir, o corpo que a segurava começou a esfriar.

Nisso ele olha para ela e percebe que já tinha mais pulso, ele se levanta com ela em seus braços e coloca ela sobre a cama.

Zayka olha para os lados pega a adaga que tinha soltado no chão então faz um corte em sua mão e na de Ryna. Em instante Zayka começa a citar um encantamento, que parece que seu sangue cria vida própria e começa a se misturar com a da Ryna e o sangue dela começa e entra pelo corte sua mão para seu corpo. Segura sua a mão — Não pude salvar sua vida, mas poderei salvar de uma outra pessoa querida.

Zayka então se levanta e começa a ouvir passos no corredor. Pelo barulho que teve agora a pouco deve ter alertado os seguranças.

Nisso corre em direção a cabeça arrancada e a segura. Olhando para os olhos dele. — Vamos descobrir o que fazia aqui. Então usa uma magia que faz entrar em sua mente, mesmo após morto.

Ao entrar nela, não encontra nada além de um vazio escuro, então surge uma mão controlando umas cordas, como se tivesse o elfo fosso um ventríloquo dele.

Então uma voz surge. -Eu te achei e te acharei de novo. E a expulsa da mente do Elfo negro.

Então os seguranças chegam no quarto e avista a cena Zayka com a cabeça na mão, corpo decapitado e Ryna morta deitada na cama, com a barriga toda ensanguentada. Logo em seguida Kazang entra empurrando seus homens e avista a mesma cena e dá uma ordem na hora.

— Levem ele para o interrogatório agora e chamam um médico.

Algumas horas depois do ocorrido sentado numa cadeira de ferro algemado numa sala vazia Zayka olhava para baixo pensativo. — Como alguém conseguiria ter acesso a um celo magico como da (queles).

Alguém gira a maçaneta da porta e entra de vagar na sala trazendo consigo uma cadeira de ferro do mesmo modelo que Zayka estava sentado.

Colocando a cadeira de frente ao rapaz e se sentando em simultâneo. — Bom Zayka bora começar nosso interrogatório! Era Kazang nada feliz por estar lá interrogando uma das pessoas que ele mais confiava.

— Por onde gostaria de começar! Zayka levanta a cabeça e olha para ele fixamente e com uma expressão seria que deixou Kazang um pouco intimidado.

— Me conte tudo que aconteceu e como você foi para lá no quarto?

— Vou resumir, eu senti a presença de umas pessoas e matei todas, mas infelizmente o último conseguiu me abater e eu falhei em salva a vida de Ryna, mas coloquei um fim na vida de quem a tirou a dela.

— E como uma pessoa do seu nível pode ser abatido por seres como eles? Algo não se encaixa.

Então Zayka fica em silencio sem dizer mais nada, um guarda entra na sala pede para se aproximar e fala em seu ouvido.

— Zayka fique mais um tempo com seus pensamentos, irei me retirar logo eu volto. Kazang se levanta e sai da sala.

Zayka se debruça sobre a mesa e cansado de tudo aquilo acaba pegando no sono, até a volta de Kanzang.

Kanzag, chama atenção de Zayka o despertando. — Acorda Zayka vamos para sua cela.

Então zayka o acompanha até a cela. Então dois dias se passaram, e Zayka manteve na posição os dois inteiros que se passaram sentado numa cadeira de ferro.

Um dos guardas chama sua atenção.

— Vamos se levanta alguém que o ver, vai se arrumar e tomar um banho.

Nisso o soltam, Zayka se levanta sai do local sem falar com ninguém pega suas coisas, se direciona a um banheiro que tinha no local.

Momentos depois na mansão em frente a sala do anfitrião que tinha chegado de viagem, pede o para entrar.

Zayka entra e avista um homem, bem-arrumado sentado de frete uma mesa cheia de documento virado em direção a porta.

— Olá Conde de Mars aqui estou. Fazendo uma leve saudação.

— Já nos conhecemos a muito tempo pode me chamar de Magnus apenas. Sem olhar para Zayka estudando os documentos que estavam sobre a mesa. – Sabia que foi muito difícil achar informações verdadeiras sobre a sua identidade. -Quando ter aceitei a morar aqui a dez anos atras, fui atras de registro sobre sua identidade, achei apenas isso, informações fragmentadas.

Zayka então se aproxima da mesa sem dizer nada.

— Sempre achei curioso sobre suas várias identidades e não só isso o que me deixou mais surpreso é que você é muito mais velho que eu, achei documentos sobre a guerra de Armagedom isso já tem mais de cem anos.

Zayka continua calado e olhando firmemente para o Conde Magnus, ele tinha cinquenta anos, tinha olhos castanhos claros, cabelo curto e bem-arrumado era um ruivo que de longe se destacava, ele era de uma linhagem Devil-humano, cinquenta ano para eles ainda era jovem. E sua mulher era de uma linhagem de magos, mas que a tornava especial que era de uma linhagem muito antiga, onde seus genes misturaram com a espécie das fadas.

— Você teve até um apelido, o chamava de a Maldição.

— Quem é você e verdade, sempre tive essa dúvida, mas minha amada nunca deixou tocar nesse assunto com você. Algo me fazia confiar nela para apenas aceitar você entre nois.

Zayka então se aproxima mais da mesa e inclina seu corpo em direção de Magnus. E sorrir. – Você me manteve por perto por seus interesses próprios, sabia que do meu poder de curar, mas nos dois sabíamos que ela não poderia ser curada, por ser tratar de uma doença genética.

- Você é muito interessante. Bem-queria mandar o decapitá-lo agora

-Algo te impede né conde, você também é alguém interessante, tenho até suspeita que foi você que causou aquele incidente para salvar um de seus filhos, sabemos que o senho é conhecido como como o melhor estrategista de guerra da região.

Magnus olha fixamente para ele, cruza seus dedos um entre o outro e apoia seu queixo em cima deles. – Quem sabe, isso você terá que descobrir.

-Mas está expulso daqui, jamais poderá entrar nessa cidade de novo. Tenho um recado para te dar.

Zayka fica curioso sobre o recado.

-Me diz qual seria.

Magnus tira seu queixo sobre a mão. -Ele me mandou dizer que a guerra não a acabou só adiou, seu diário nada o contará, porque seu criador o quer morto.

Zayka ficar surpreso com a informação dada ele, fica querendo saber o monte de informação sobre quem o mandou, mas sabendo que não teria nenhuma reposta se manteve calmo.

Os dois se entre olham por um tempo. — Pode ir andando daqui.

Zayka se vira sem dizer uma se quer palavra e sai da sala.

Ao chegar na garagem pega sua moto que estava na, então vai embora da mansão.

Ao passar pelos portões da cidade, olha para traz como se tive-se se despedindo da Cidade de Ragna e direciona para o leste seguindo uma estrada de terra.

Horas após viagem Zayka olha para o retrovisor da moto e percebe que já estava longe e um com um novo destino.

Nisso para a moto e tira um mapa de seu casaco, e começa a analisar e a traçar um destino.

- Se aquela informação estiver corretar alguém conseguiu vim do passado para essa hera, quem será que conseguiu fazer isso?

Olha para o mapa, irei para floresta encontrar a cidade dos Angels. Pensei que nunca mais voltaria para lá e após encarar lá irei para a cidade das máquinas. Pronto por enquanto vai ficar nisso.

Zayka guarda o mapa de volta ao bolso do seu casaco liga a moto e começa a ir em direção ao seu novo destino.

15 Temmuz 2022 14:58:00 0 Rapor Yerleştirmek Hikayeyi takip edin
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Sonraki bölümü okuyun Um novo amigo.

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