mirz MiRz

Hyoga gosta de deboches, provocações e argumentações. Quem diria que ele encontraria outra pessoa com os mesmos gostos que ele.


Hayran Kurgu Anime/Manga Sadece 18 yaş üstü için.

#universo-alternativo #saint-seiya #cavaleiros-do-zodíaco #Ikki-de-Fênix #Hyoga-de-Cisnes #Hyokki
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Capítulo Único

Athenas, 06 de outubro de 2018


A música ridiculamente alta e energética que tocava na boate lotada bombava nos ouvidos de Hyoga de uma maneira que para muitos poderia ser desconfortável, mas que para ele era eletrizante, como um choque capaz de trazer de volta à vida um morto. Seu coração parecia pular no mesmo ritmo das batidas de uma maneira que o fazia sentir vivo.

Seus movimentos na pista de dança eram descompensados e fora de compasso, provavelmente fariam um dançarino chorar de desespero, mas o balanço de seus quadris eram lânguidos e sensuais, atraindo a atenção das pessoas ao redor. Era delicioso perceber o efeito que seu corpo trazia nos outros e seu contentamento pela atenção que atraia era tanto, que nem se incomodava com o suor que escorria pela pele, grudando sua franja loira na testa ou os fios mais longos na nuca. O calor provocado pelo ambiente fechado era estranhamente prazeroso também.

Na mão esquerda segurava de maneira displicente um copo com um coquetel de vodka qualquer. Deveria estar quente àquela altura, mas Hyoga não o escolheu pelo sabor agradável, mas sim pelo efeito que bebida lhe traria após vários goles.

Jacob, seu amigo mais próximo, havia lhe criticado por sair para beber nas vésperas de uma prova importante, mas era exatamente por isso que precisava sair e espairecer os pensamentos. Precisava se dar algumas horas de liberdade para não pensar em nada, caso contrário teria permanecido em casa, focado nos estudos até seu cérebro derreter de tanta informação que recebeu, incapaz de relaxar ou achar que já estudou o bastante. Ser perfeccionista parecia ótimo para quem gostaria de sê-lo, mas trazia uma carga negativa para a mente que só quem era perfeccionista sabia o que era cobrado.

Era tentar, e tentar, e tentar, e tentar, e tentar de novo, mas nunca parecer ser o suficiente. Era não conseguir parar porque estava cheio de defeito, porque o seu tentar não era bom o bastante. Como naquela noite, que parecia que não estudou o código penal corretamente. Foram apenas cinco vezes que revisou todos os artigos em vigor e três vezes os que foram revogados, mas talvez devesse ter revisado quatro ou cinco vezes ao invés de três. Seria bom ter estudado mais sobre a lei de tráfico e de corrupção também. Não estava na grade de cobrança na prova, mas talvez pudesse ter alguma pegadinha no meio das questões e ele poderia não se lembrar e cometer um deslize, igual ao que aconteceu na prova de direito penal do terceiro semestre, quando esqueceu a exceção da exceção. Crimes cometidos contra uma vítima nacional no estrangeiro, o foro para julgamento é o local do crime e não a nacionalidade da vítima, sendo a exceção os crimes dolosos contra a vida. A exceção da exceção? Latrocínio é considerado crime contra o patrimônio e não contra a vida, mesmo que o resultado tenha sido a morte. A regra vale até para o Presidente da República.

Ao perceber que estava pensando no teste do dia seguinte e querendo voltar para casa para abrir os livros novamente, Hyoga levou o canudo do copo aos lábios, sugando um longo gole, mas sem deixar de mover os quadris na esperança de dispersar esses pensamentos de sua mente.

Sentiu o álcool rasgar sua garganta em uma dor viciante, aquelas que te forçam a parar em um primeiro momento, mas que no instante seguinte te causa saudade da sensação e clamam por mais. Bebeu com vontade até a última gota e só largou o canudo da sua tentativa de conseguir sugar mais quando sentiu mãos firmes e confiantes segurarem sua cintura atrevida e lhe encoxar com um corpo musculoso por trás. Finalmente alguém com coragem para se aproximar.

― Parece que um rapaz muito bonito precisa de mais um drink para continuar rebolando tão bonito ― disse uma voz masculina ao pé do seu ouvido para se fazer ouvir na música alta.

Um arrepio gostoso subiu a nuca ao ouvir aquele barítono rouco do homem misterioso. Era grossa e máscula, um tom que lhe prometia o melhor dos pecados.

Hyoga virou a cabeça para trás e ver quem era o homem que falava com ele e precisou se segurar para o queixo não cair. Diante dele estava o homem mais bonito que ele já viu. Havia nuances de traços orientais nos olhos, mas de alguma maneira, ele também se parecia com um lutador espartano, com a pele morena e o rosto quadrado e forte. As mãos em seu quadril lhe seguravam com uma força moderada com bastante naturalidade, lhe dando ideias sujas de onde ele poderia usar toda a sua força.

― Eu diria que o rapaz muito bonito não se oporia a um estranho lhe pagando mais um drink ― o loiro flertou de volta, falando próximo do ouvido dele também.

― Tão fácil assim? Achei que você seria mais difícil ― o moreno provocou e arrancou risadas de Hyoga.

― Tolinho. A bebida é só para ver se você valerá o meu tempo ou se será só mais um otário que vai me pagar a minha bebida, como o cara dessa bebida aqui foi ― Hyoga disse petulante ao pé do ouvido do moreno, erguendo o copo na mão.

O loiro não viu, mas graças a proximidade dos lábios do estranho em seu rosto pôde sentir o sorriso do homem. As mãos do moreno viajaram pelo seu corpo levemente, como se soubessem o resultado futuro daquele drink e se atrevessem a ter uma amostra do que poderão explorar mais tarde, quando for apenas os dois e se entregarem ao fogo que se iniciava entre eles com esses meros contatos. Seria um toque incômodo e embaraçoso caso Hyoga não estivesse tão de acordo com eles.

― Agora você está apenas sendo atrevido ― o moreno provocou mais um pouco. ― Mas eu gosto assim, de homens com a língua afiada.

Hyoga riu do comentário e se virou de frente para o moreno, enlaçando seus braços em torno do pescoço dele como forma de ser mais provocativo, mas assim que mirou nos olhos do homem, perdeu o fôlego. Eram pequenos, brevemente repuxados nas bordas, como é característico dos orientais, mas eram tão ferozes e selvagens, que roubavam toda a atenção que o rosto harmonioso poderia ter. Havia uma cicatriz relativamente grande em seu cenho, começando da sobrancelha direita, cortando na diagonal na ponte do nariz e quase chagando na maçã esquerda do rosto. Essa cicatriz poderia dar ao homem uma aura mais brutal e lhe afastar, mas como era, servia apenas para deixar o loiro com ainda mais tesão.

O russo poderia ter ficado calado e apreciar o fato de ser o alvo daquele olhar, talvez elevar o flerte para outro nível e conseguir a bebida prometida, mas ele não era o tipo de cara que deixava alguém dar a última palavra, então continuou a empurrar o homem e ver até que ponto ele aguentaria.

― Então agora eu sou um homem? Achei que você gostava de rapazes, do tipo jovens e ingênuos ― disse Hyoga, usando as palavras que o moreno usou.

― Se formos em um lugar mais privado para conversar, posso explicar como separo os homens de rapazes; não tem nada a ver com a idade, embora você esteja certo sobre a ingenuidade ― disse o moreno quando uma música ainda mais alta começou a tocar, impedindo-os de se ouvirem até quando estavam gritando no ouvido um do outro.

Ao invés de responder, Hyoga agarrou a mão grande do moreno e puxou para fora da pista de dança, levando-o para o bar.

A área do bar estava mais iluminada, porém ainda muito barulhenta para uma conversa mais longa, portanto Hyoga apontou no cardápio no galpão a bebida que queria, sorrindo maliciosamente para o moreno. A bebida prometida.

O homem, quem Hyoga percebeu que ainda não sabia o nome, mas o chamava mentalmente de “Samurai Tesudo”, deu um sorriso ladino com seu gesto, entendendo muito bem qual foi a sua intenção ao apontar para a bebida no cardápio. Tirou a carteira do bolso da calça enquanto olhava para o garçom e apontou com o queixo o lugar onde o dedo de Hyoga ainda estava parado.

O garçom ergueu dois dedos como se questionando se eram dois drinks, mas o moreno devolveu apenas um dedo.

Hyoga olhou a troca e ergueu a sobrancelha arrogantemente, feliz por ter ganhado mais um embate. O loiro e o moreno trocaram olhares enquanto esperavam pela bebida, mas mesmo sem poder se falar por causa da música, continuaram argumentando com caretas, gestos com a mão e balanço com a cabeça. Estranhamente, ambos pareciam entender o que o outro estava querendo dizer ou então estavam tendo duas conversas completamente paralelas, mas o loiro apostava que era o primeiro caso. Quem era dado a linguagem da provocação, que era o caso dele ― e aparentemente do Samurai Tesudo também ―, tendia entender tudo nas entrelinhas com um mero contrair dos lábios. Sem nunca desviar os olhos um do outro, o olhar do Samurai Tesudo parecia lhe comer, mas Hyoga devolvia o olhar com um “pegue-me se puder”.

Depois do que pareceu a eternidade, o bartender trouxe a bebida de Hyoga, mas antes que o loiro pudesse estender a mão para pegar o copo, o Samurai Tesudo se antecipou e pegou para ele, indicando para segui-lo.

Suas mãos se entrelaçam enquanto seguem para algum lugar que apenas o moreno saberia e Hyoga apenas acompanhou despreocupado, um pouco encantado pela gentileza do outro em levar o copo enquanto atravessavam a multidão.

O destino final deles era a área dos fumantes, que na verdade era a calçada do lado de fora, ao lado do balcão da segurança onde verificavam as identidades, e que foi cercada por barras móveis para delimitar quem já entrou e quem estava para entrar. Àquela hora da noite não havia mais fila para entrar na boate, mas os seguranças continuavam ali, mal-encarados, apenas observando o entorno procurando focos de problemas.

Antes que Hyoga pudesse dizer alguma coisa, o moreno se encostou na parede que fazia parte da fachada e levou o canudo do drink aos lábios.

― Ei! Essa bebida é minha! ― reclamou Hyoga fazendo um biquinho.

O moreno sorriu de lado, achando que o loiro fazendo biquinho o fazia parecer um pato. Um pato adorável, mas ainda um pato. Porém sem intimidade para fazer esse tipo de brincadeira, decidiu responder de outra maneira:

― Não, tolinho, essa bebida é minha, afinal eu não pago por bebidas sem saber se o cara vale o meu tempo ou se será só mais um otário.

Hyoga deixou o queixo cair de maneira exasperada, chocado com a audácia do moreno de usar suas palavras contra ele, mas apesar da surpresa das palavras, vez que não esperava por algo assim, a atitude lhe excitou. O russo não tinha nenhuma preferência física por seus amantes de uma noite, mas gostava de quem mostrava mais personalidade e passionalidade. Jacob falava que deboches, provocações e argumentações era o seu ritual de acasalamento.

― Talvez o otário seja você então, porque tenho certeza de que me prometeram mais um drink.

― Não, eu disse que um rapaz precisava de mais um drink para rebolar mais, você disse que não se oporia a alguém lhe pagar mais um, porém em momento algum disse que seria eu a pagar pelo seu drink ― o sorriso do moreno era astuto e quase maléfico, como seria o sorriso de um tubarão caso sorrisse.

― Você me pareceu inteligente, achei que entenderia a semântica da indireta ― respondeu Hyoga.

― O problema da semântica, loiro, é que cada pessoa interpreta da sua forma, escolhe o tom de voz que lhe é conveniente e se convence de que o que aconteceu foi exatamente como quer que seja, por isso prefiro levar as palavras ao pé da letra. Contra fatos, não há argumentos.

― Então se eu quiser alguma coisa, terei que pedir ― concluiu Hyoga, passando a língua pelos lábios secos e olhando para a boca carnuda do moreno, percebendo o quão perto ambos estavam.

― Sim, vai ter que pedir com jeitinho, palavra por palavra ― o moreno respondeu, enlaçando a cintura do menor e puxando-o contra seu corpo, aproximando-o ainda mais.

Seus lábios estavam quase se tocando quando uma voz os interrompeu:

― Hyoga! Finalmente te achei! Está na hora de ir.

Quem se aproximou do loiro era um rapaz de tez um pouco bronzeada, olhos azuis bem clarinhos e cabelo castanho todo enrolado, fazendo-o parecer um querubim crescido.

― Hora de dormir, garotinho? ― brincou o moreno para o loiro em seus braços.

Hyoga revirou os olhos, disposto a não retrucar a provocação óbvia, decidindo apenas explicar casualmente:

― Não. Eu tenho uma prova importante amanhã e pedi para o Jacob me arrastar daqui quando começasse a ficar muito tarde.

― Prova? Estamos no começo do semestre. Sei que saí da faculdade há alguns anos, mas duvido que o calendário escolar tenha mudado de lá para cá ― respondeu o moreno, achando que talvez se tratasse de um código entre amigos, tipo um “tira-me desta situação”.

― Não é prova da faculdade. É uma seleção para um estágio em um escritório renomado. Todo ano tem e só os melhores passam.

O Samurai Tesudo o olhou com um ar divertido e inclinou levemente os lábios, como se houvesse uma piada ali que Hyoga não sabia.

— Você deve estar bem confiante então para estar aqui ao invés de seguir um ritual de boa sorte como a maioria.

— O que posso dizer? Eu não sou a maioria — Hyoga disse convencido.

— Confiante. Gosto disso também. Rapazes não tem isso. Bom, não vou tomar mais seu tempo. Se você for esse menino inteligente, nos veremos novamente em breve — disse o moreno com aquele sorriso Mona Lisa nos lábios.

— O que isso quer dizer? — Hyoga questionou, começando a se sentir incomodado por não conseguir adivinhar o que aquele sorriso dizia.

— Você descobrirá. Boa sorte, patinho.

Em uma despedida ousada, o moreno lhe roubou um beijo. Não um selinho nos lábios, mas naquele canto da boca. Nem por um segundo, Hyoga achou que foi um erro de cálculo do Samurais Tesudo, mas sim algo como um petisco para algo maior, como tinha sido todas as suas ações naqueles breves minutos que se passaram.

Sem dizer mais nada, o moreno se afastou e se perdeu na multidão sem ao menos dizer seu nome ou perguntar o do loiro. Apenas se afastou. Hyoga sentiu que havia uma promessa ali, mas não conseguia entender como poderia, não naquela noite, pelo menos, mas tomou um susto no dia seguinte, enquanto esperava entediado o fiscal do exame chegar.

Quase caiu da cadeira quando viu o Samurai Tesudo entrando na sala, vestindo um terno muito bem alinhado, deixando-o ainda mais gostoso. Os olhos vorazes percorrendo a sala, como se estivesse em busca de alguém específico até que seus olhares se cruzaram.

Hyoga podia jurar que viu a sombra de um sorriso provocante, embora o moreno ainda parecesse muito sério.

— Bom dia, meu nome é Ikki Amamaya, sou o advogado assistente do Dr. Saga e o coordenador dos estagiários. Um dos futuros chefes de quatro de vocês. Vou aplicar o exame de hoje, lembrando que apenas os quatro melhores serão admitidos no estágio. Quem não está confiante pode ir embora agora para não perder seu tempo e nem o meu em corrigir isso inutilmente.

Hyoga não podia ter certeza de que as palavras provocativas foram para ele, visto que a sala tinha mais de cem pessoas e ele olhava para outro lado, mas aceitou o desafio como uma afronta pessoal. Esse tal de Ikki lhe passou a perna na boate na noite passada e estava na hora de lhe dar o troco. Conseguir esse estágio agora era questão de honra. E se depois ele continuaria em contato com o moreno, podendo jogar sua conquista na cara dele por um ano inteiro, era um mero bônus do estágio.

Talvez Jacob tivesse razão, deboches, provocações e argumentações são mesmo o seu ritual de acasalamento.

A mão de Ikki roçou sutilmente o seu braço quando passou entregando o caderno de questões. Foi sutil, mas a provocação estava lá. Agora era tudo ou nada.

Felizmente, Hyoga estava habituado ao tudo. Depois de quatro horas, ele tinha certeza de que havia conseguido. Ao entregar o gabarito, sorriu confiante e provocador para o moreno.

— Te vejo semana que vem, Doutor — disse Hyoga e saiu rebolando sutilmente. O suficiente para prender os olhos selvagens de Ikki nele.

Aquele estágio prometia.


Fim


Notas da Autora


Olár, amores mio! Então que eu ressurgi das cinzas para postar essa história, embora chamá-la de história seja uma maneira delicada de chamá-la. Na verdade, isso que vocês acabaram de ler era uma cena de um primeiro rascunho de uma fanfic maior. Ano passado — talvez retrasado, eu não lembro — eu fazia de um projeto de Saint Seiya, mas ele não foi para frente. Na época, já havia um tema para trabalhar, tanto que até comecei a escrever os primeiros rascunhos da fanfic, mas um monte de coisa aconteceu e fiquei com a metade de um capítulo abandonado e descontinuado.

Eu tinha gostado dessa interação entre o Ikki e o Hyoga e não queria desperdiçar ou não mostrar, então aqui está. Foi um primeiro rascunho, não trabalhei mais nela a não ser para concluir o final, então está crua de tudo, provavelmente poderia estar mil vezes melhor se eu quisesse sentar e trabalhar mais nela, mas confesso que até o momento eu não planejo dar sequência ao que era para ser a história e nem dar um novo rumo a essa, por isso eu postei.

De qualquer forma, espero que tenham gostado desse pouco que mostrei, adorei trabalhar nesse Hyoga.

Por fim, a imagem de capa — que é totalmente ilustrativa para o ship, já que não existe mutas fanarts — foi retirada desse Twitter: https://twitter.com/syamoseiya/status/1354108790681948161?s=20, portanto os créditos a essa pessoa que eu não sei ler o nome, mas desconfio que é Syamoseiya.

Chega de falar.

Obrigada a todos que leram, beijinhos de megawatts de luz! <3

28 Nisan 2021 17:01:24 2 Rapor Yerleştirmek Hikayeyi takip edin
2
Son

Yazarla tanışın

MiRz Olár, amores mio, bem-vindos ao meu perfil! Me chamo MiRz e amo escrever para brincar um pouco com a minha imaginação e dar asas a minha criatividade. Obrigada por terem passado por aqui. Beijinhos de megawatts de luz! <3

Yorum yap

İleti!
Isís Marchetti Isís Marchetti
Olá, Mirz! Tudo bem com você? Faço parte do Sistema de Verificação e venho lhe parabenizar pela Verificação da sua história. Ai ai, o que falar dessa relação que provoca o amor e o ódio em quem está lendo? Haha. Já consigo até imaginar como vai ser esse estágio, queria muito poder ler uma continuação, alias. Acho que o ponto que mais me prendeu na história é a confiança, a liberdade e esse entendimento que só eles têm, da aquela impressão de que mesmos sem saberem eles já pertenciam um ao outro. Bom, vamos lá. A coesão e a estrutura do seu texto estão ótimas. A narrativa do conto proporciona para o leitor aquele sentimento de saber que eles sabem bem o que estão fazendo e que são seguros de si mesmo. Isso torna a leitura bem agradável e faz com que as ações dos personagens sejam imprevistas, o que é uma delicia já que só vamos desvendar o que está pra acontecer se acompanharmos até o fim. Quanto aos personagens, eu não sou familiarizada com o fandom, isso fez com que eu tivesse a sensação de que eles nasceram para estarem juntos e não me deixou com aquela sensação estranha de que eles não se pertencem. Acho que comentei algo um pouco diferente em uma outra história sua, sobre um shippe que eu particularmente não conseguia imaginar juntos. Quanto à gramática, seu texto está muito bem escrito, eu adoro quando vejo que eu tenho uma história sua para comentar e nunca deixo de me sentir surpresa com o conteúdo que encontro. Desejo a você sucesso e tudo de bom sempre. Abraços.
May 18, 2021, 14:57

  • MiRz MiRz
    Olár de novo! A fic fazia parte de um projeto que não foi para frente, infelizmente. Porém como eu tinha esse trecho pronto, não quis desperdiçar e acabei postando assim mesmo. Muita gente não vê os personagens agindo dessa forma canonicamente, mas me diverti muito escrevendo. Fico feliz que tenha se divertido também! Mais uma vez, obrigada por esse comentário lindo, é sempre uma delícia receber esse carinho todo da equipe do Inkspired. Beijinhos de megawatts de luz! <3 May 20, 2021, 01:29
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