hellicamiranda Hellica Miranda

Ela deixou o passado para trás para viver uma nova vida. Seus passos rebeldes a levaram até o futuro e até ele. Juntos, eles vão se envolver em um mundo sem regras e sem limites, a um passo de perder a sanidade.


Приключения 13+.

#amor #ontherun #fuga #rebelde #aventura #criminal #songfic #pureheroine #lorde #ficstape
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Today is my birthday

And I'm riding high

Hair is dripping

Hiding that I'm terrified

But this is summer

Playing dumber than in fall


Desceu do carro e bateu a porta com força.

Jogou o cigarro no chão e esmagou-o com o salto grosso da bota de couro que vestia.

Sentiu os olhares dos homens no posto sobre si, mas não ligou. Continuou caminhando em direção à loja de conveniências.

Uma senhora de cabelos mal tingidos de loiro cumprimentou-a com simpatia, mas o olhar frio que a garota de preto lançou a ela fez com que se calasse.

Ela pegou duas garrafas da vodca mais cara do bar e dirigiu-se ao balcão.

A mulher não pediu nenhum tipo de identidade, e encarou com a naturalidade mais fingida possível o cartão dourado que a jovem lhe entregava.

Ela não agradeceu. Apenas pegou de volta o cartão e tomou para si as garrafas de vodca.

Olhou para o cartão em sua mão e, sem hesitar, quebrou-o ao meio, jogando os pedaços na calçada.

Voltou para a caminhonete de luxo que dirigia, onde acendeu outro cigarro e colocou o cinto de segurança apenas para calar o alarme.

Deu a partida e ligou o rádio no volume mais alto. Precisava espantar todos os pensamentos, mandar tudo para longe...


Responsibility, an anchor around my neck

(Responsabilidade, uma âncora em volta do meu pescoço)

Dependability, made me a nervous wreck

(Confiabilidade, me fez uma ruína de nervos)

Accountability, I live from check to check

(Contabilidade, eu vivo de cheque em cheque)

Volatility, neglect and no respect

(Volatibilidade, negligência e nenhum respeito)


No banco do carona, o celular tocava.

Ela esticou a mão, abriu o vídeo e, com raiva, atirou o celular pela janela.

Faltava pouco. Faltava pouco para apagar de vez tudo que restava daquela vida.

O relógio em seu pulso marcava 23:50. Dez minutos, dez minutos para o fim, dez minutos para começar a moldar seu novo destino.

Dirigiu cantando alto a música que tocava, tentando esvaziar a mente de tudo que não fosse letra e melodia.

Às 23:59, parou o carro, desceu, tirou sua mala do banco de trás e soltou o freio de mão.

A luz refletida pela lua iluminava seus longos cabelos molhados.

Era meia noite quando o estrondo foi ouvido. Olhando para o abismo à sua frente, sorriu.

Era seu aniversário.

Era o fim, era o começo.

O começo de tudo.












29 января 2020 г. 18:31:16 0 Отчет Добавить 0
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