Valentine's Day Подписаться

sophiagrayson Sophia Grayson

Marie odiava o dia de São Valentim, mas não imaginava que em uma saída fosse se deparar com um moreno muito bonito. | MarcoXOC | | Universo Alternativo | | Escrito em Fevereiro de 2019 |


Фанфик Аниме/Манга Всех возростов.

#fluffy #romance #shingeki-no-kyojin
Короткий рассказ
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Capítulo Único

Catorze de fevereiro de dois mil e dezenove. Dia de São Valentim, a cidade estava toda festiva, arrumada e o centro comercial lotado de pessoas, especialmente de casais. Não se podia parar em uma loja que já era abordado pelos vendedores loucos para lucrarem em cima das vendas. Marie, comparava-os com uma alcateia de lobos prontos para pegarem suas presas.

A morena cruzava a passos rápidos as calçadas das lojas. Evitava qualquer olhar para os lados e dar uma chance para os “lobos”. Quando falavam com sigo ou queriam entregar panfletos, fazia um sinal de não e seguia em frente aumentando os passos.

Odiava essa época. Achava uma tremenda babaquice. Não, esse ressentimento não tinha nada haver dela não ter um namorado. Era uma opinião própria formada ao longo de sua jovem vida.

Passou por uma perfumaria e quase passou mal de tanto cheiro enjoativo misturado. Se sua amada mãe não tivesse pedido para ela fazer umas compras no mercado nem teria saído de seu aconchegante quarto, enchendo seu caderno e livros com post it.

No momento desejava ter comprado também uma plaquinha que tivesse escrito “não obrigada" para mostrar todas as vezes que passasse por um vendedor irritante. Será que não percebiam de longe que ela não queria nada?!

Suas mãos começavam a doer pelo peso das sacolas e sua cota diária paciência estava sendo totalmente consumida. Além do fato de que iria ganhar umas boas rugas de tanta careta que estava fazendo ao ver os casais melosos e se beijando em público. Poxa! Não poderiam fazer isso em outro lugar, que não fosse em público? Ela não era obrigada a ver esse tipo de coisa.

Quase tropeçou no piso desnivelado e cometeu um erro — ou não — de olhar para o lado. Viu uma moça comprando uma rosa — nada fora do normal — mas o que atraiu sua atenção imediatamente foi o moreno que a vendia. Era o mais belo que já tinha visto em toda sua vida.

Tinha uma aparecia cansada, provavelmente de está o dia todo naquele lugar, vendendo todo tipo de flores e rosas. Mas mesmo assim um sorriso estampava seu rosto, com covinhas adornando as bochechas salpicadas de sardas, os olhos castanhos brilhavam, os curtos cabelos estavam rebeldes, dando mais credibilidade de que tinha passado o dia ali. Usava um avental verde musgo estampado de rosas que tinha o nome bordado em azul claro, Marco Bodt, cobria a blusa polo azul e a calça jeans de lavagem clara.

Nem percebeu que encarava o moreno por muito tempo, só quando sentiu o olhar do outro, sendo pega em flagrante. Marie virou um pimentão ambulante. Sorriu amarelo.

— Posso ajudar? — perguntou Marco sorridente não percebendo que era encarado a bastante tempo, a morena sentiu um arrepio passar pelo corpo ao escutar a rouca voz — Gostaria de ver alguma rosa? — começou a fala ensaiada — O dinheiro empregado aqui vai ser doado a organizações a vítimas de violência doméstica. Por favor, divulgue para seus amigos e familiares...

Marie ficou encantado com a voz meiga do outro. Não assimilou nada do que foi dito, prestando mais atenção nos gestos leves que fazia. Deixou as compras no chão e pegou a carteira na sua bolsa no automático. Nem sabia o motivo certo de estar fazendo isso com tamanha impulsividade. Só que queria comprar as rosas e entregá-las para o mesmo. Porque o moreno era muito belo e fofo, queria muito agradá-lo de alguma forma. Retirou as notas não vendo o valor.

— Vou querer — murmurou, mais um pouco e Marco não tinha escutado.

Bodt piscou surpreso pela rapidez do outro, diferindo dos outros clientes, e o dinheiro que foi pragmaticamente jogado. Pegou a quantia que dava para pelo menos uma dúzia de rosas.

— Oh, obrigado. Mas isso dar para comprar uma dúzia. Vai querer troco? — perguntou olhando com uma sobrancelha levantada em confusão. Marie negou com a cabeça quase tento uma tontura. Era muita rosa, mas no momento não se importava — De qual tipo vai querer? — o moreno mostrou a diversidade que ainda tinha no momento.

— A que preferir — falou, não estava se importando de qual tipo era. Pegou um banco que jazia ao lado, sentando-se sem tirar os olhos do moreno.

Marco então escolheu as mais bonitas. Embrulhou-as, deixando cada uma lado a lado. Percebeu que a morena teria um pouco de dificuldade de levar todas aquelas rosas além das compras que já trazia.

Voltou-se para ela pensativo. Nem se quer percebeu que o outro estava estudando todo aquele tempo.

— É muito para a senhorita carregar — afirmou, Jean ficou ainda mais vermelho pelo outro ter voltado a falar — Gostaria que eu pedisse para entregar?

— Não, está tudo bem — se levantou pegando todas as compras com uma mão, abraçando um punhado de rosas e com a outra mão pegou o restante, em uma fração de segundo.

Marie olhou-o acanhada. Sentia aquela onda de sensações um tanto estranhas, seu coração bombardeava o oxigênio do corpo mais rapidamente e seu sangue indo direto para as bochechas as tingindo ainda mais de vermelho. O que ela estava fazendo?!

— Realmente tem muitas — sussurrou escondendo um pouco o rosto com as plantas — Mas você é muito fofo, quer ficar com algumas? — estirou a mão com o pequeno buquê. Internamente estava surtando, era uma atitude muito impulsiva, poderia se dar mal, e ele poderia não ter uma visão tão boa dela. E que diabos de flerte era aquele?! E por que estava fazendo aquilo?! Marie não se entendia mais.

Marco piscou, ficando tão vermelho quanto o outro ao assimilar o que estava se passando. Havia comprado para ele? Que fofo. E um pouco esquisito, pois um homem não recebia flores, eles davam. Mas era lindo ver o oposto. Pegou as rosas. Sorriu envergonhado e um tanto feliz, ninguém nunca tinha dado um presente assim e com esse significado pior.

— Obrigado...? — olhou questionativo.

— Marie Todd.

— Obrigado, Marie — sorriu abertamente, permitindo-se então de analisar a cliente. Casaco cor de rosa, blusa da paladina verde de Voltron — Pidge — calça cinza que deveria ser de algum pijama e sapatilhas caramelo. Cabelos negros e medianos. Olhos verdes e rosto completamente vermelho. Muito encantadora, ainda mais agora que o viu por completo. Segurou a vontade de apertar as bochechas, era mais bela envergonhada.

O coração da morena quase saiu de seu peito com a afirmação. Fitou o chão, todo seu ser queria ir embora de tamanha vergonha. Que clichê ela se apaixonar à primeira vista em pleno feriado que odeia e ainda flertar dessa forma. Cadê um buraco para se enterrar?

— Ahn... — pronto, agora era mais idiota ainda, deu um passo para o lado pensado se corria ou corria mesmo. Apertou as compras com o restante das rosas. Sua mãe iria adorar, com certeza, e depois perguntar o motivo de ter as comprado. O que diria?! A verdade não parecia tão... sem sentido, na sua cabeça — Tchau — acenou, o quanto antes sair melhor na sua cabeça.

Sentiu um punho o impedir de sair que nem doido.

— Espere — Marco pediu, pegando um cartão fazendo uma rápida anotação. Marie o encarou sem entender nada por dois segundos. Pegou o cartãozinho com nome e número do moreno com a letra mais bem desenhada que tinha visto. Conteve outro surto, tinha sido tão idiota, como aquilo funcionou?! Sorriu mínimo.

— Me ligue ou mande mensagem qualquer dia — afirmou o moreno mais de seus sorrisos. Marie acenou positivo, “qualquer dia” seria, tipo, ainda naquele dia, depois dela sair de seu momento de vergonha. Saiu em disparada, somente parando quando chegou em casa e fechando a porta da mesma. Soltou a respiração que prendia sem saber.

O que raios tinha se passado?! Com a mão penteou os cabelos para trás. Até que essa saída não tinha sido tão ruim.

27 декабря 2019 г. 11:57:36 0 Отчет Добавить 1
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Sophia Grayson Só uma garota que gosta de escrever.

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