jace_beleren Lucas Vitoriano

Em um futuro alternativo, a princesa Peach torna-se maligna, transformando o reino do cogumelo em um reino caótico e cruel.


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#mario #peach
Короткий рассказ
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Capítulo único

O castelo de Peach não era mais o mesmo de anos atrás. Suas construções antes tão belas agora eram sinistras. Toads não andavam mais por lá, mas o lugar estava repleto de kopas, ou esqueletos de kopas reanimados. Fantasmas rondavam tanto dentro quanto fora do castelo, assombrando aquele lugar, que agora, representava toda a maldade e impiedade de sua rainha.

Sentada em seu trono feito de um minério negro e adornado com ossos, Peach, observava, com um sorrisinho de satisfação, a sua mais nova prisioneira sendo arrastada em sua direção.

Seus servos, esqueletos de kopas mortos, caminhavam a passos lentos. Eram criaturas pequenas, com cerca de um metro de altura. Andavam curvados, como pequenos corcundas. A vida havia lhes abandonado a muito tempo, mas Peach os trouxera de volta com sua necromancia. Ela soubera fazer uso da magia negra muito melhor do que Broswer jamais sonhou. Os esqueletos de kopas eram desprovidos de cascos, como também de emoções. Não passavam de seres vazios. Servos incondicionais da grande feiticeira que lhes reanimara.

- Ora, ora, ora... a quanto tempo amiga – disse Peach, esbanjando veneno e sarcasmo a cada palavra – você está ótima Daisy.

A prisioneira tinha os pulsos acorrentados e caminhava apavorada, forçada pelos copas reanimados que a escoltavam. Era uma garota de beleza rara, uma flor naquele castelo mórbido e sombrio. Seus cabelos castanhos eram deslumbrantes, mesmo despenteados devido a forma nada educada com que os kopas a levaram até ali. Seu vestidinho amarelo, decorado com elegância e charme, parecia um pedaço de luz perdido em toda aquela escuridão. Ela era a princesa Daisy, mas, naquele momento, não passava de uma reles prisioneira da sinistra rainha que a fitava.

Um dos servos esqueletos empurrou a prisioneira, fazendo-a cair de joelhos no chão, humilhada. Ela tremia. Sua cabeça levantou-se para fitar a mulher a sua frente. Peach, sua antiga amiga. Uma pessoa que antes fora meiga e gentil, agora era só maldade e cobiça. Ela havia deixado de lado o título de princesa e se auto-proclamara rainha suprema do reino dos cogumelos. Não vestia mais seu vestidinho rosa tradicional, mas sim um longo e imponente vestido negro, com detalhes em roxo.

No momento ela parecia de bastante bom humor. Mas Daisy já havia visto a fúria da princesa quando enviara suas tropas invadir o castelo da princesa. Os servos de Daisy foram mortos da forma mais cruel possível, mas nada aconteceu a princesa. Ela fora trazida intacta para o castelo de Peach. Daisy temia só de pensar o que a rainha planejara para ela.

- Por que está fazendo isso? – perguntou Daisy de joelhos no chão. Lagrimas escorrendo de seus olhos – toda essa destruição, toda essa morte... você era uma pessoa boa. Éramos amigas...

A rainha Peach apenas a fitava com um sorrisinho malicioso. Ela gostava de ver sua antiga companheira no chão, aos prantos e humilhada. Isso lhe dava um indescritível prazer.

- Eu era uma pessoa boa? – perguntou a rainha delicadamente – acho que o certo era dizer que eu era tola. Sempre deixando que homens como Broswer e Mario ficassem me levando de um lado para o outro como se eu fosse um brinquedinho deles. Eu era só um troféu para eles conquistarem e exporem, um prêmio e nada mais – ela deu de ombros, deixando de lado aquilo – mas tudo bem, isso é passado. Eles são passado. Já estão mortos. Você, por outro lado, pode ficar viva.

Daisy tremia e choramingava. Não reconhecia a mulher que estava a sua frente. Era como se Peach houvesse se transformado completamente, tornando-se outra pessoa.

- Levante-se querida – disse a Rainha de forma gentil. Apesar da gentileza era claramente uma ordem. Com as pernas tremulas, Daisy obedeceu.

Peach acariciou o rosto de Daisy, limpando suas lagrimas e tocando docilmente nos tão bem cuidados e brilhantes cabelos castanhos da princesa.

- Tão delicada, tão fofa... agora sei por que Broswer adorava tanto me raptar. Você é uma gracinha Daisy – ela aproximou seus lábios dos da princesa, dando um beijo delicado na boca de Daisy.

A princesa não soube como reagir, apenas aceitou, atônita, aquele gesto da rainha. Sabia que era melhor não desagradá-la. Mario a havia desagradado e as coisas não acabaram muito bem para o encanador. Não sentiu nada além de nojo e medo com aquele beijo, mas Peach parecia estar gostando, pois pressionava seus lábios contra os dela. Sua língua se enroscado com gosto na língua da princesa.

O beijo terminou, para o alívio de Daisy. Ela finalmente pode respirar aliviada ao sentir que Peach saia de dentro dela.

- Você vai ser meu novo brinquedinho princesa. Se comporte e eu irei lhe tratar com carinho, me desobedeça... – ela não completou a frase, deixando-a solta no ar. Peach lançou um olhar frio aos seus servos esqueletos – levem-na até os seus novos aposentos reais. Ela ficara lá, presa, até que eu volte para brincar um pouco com ela.

Eles puxaram a pobre princesa. A garota chorava e murmurava para Peach parar com aquilo tudo, parar com aquela loucura, mas a rainha não lhe deu ouvidos. Quando Daisy foi levada dali, Peach voltou a se sentar em seu trono, pensativa.

Quase todo o Reino do Cogumelo estava sob seu domínio. Em um ano no máximo, Peach reinaria absoluta ali. Alcançaria uma glória que Broswer jamais chegara perto. Ela, a antes tão doce e frágil princesa, iria reinar absoluta acima de tudo e de todos.

26 августа 2019 г. 10:54:07 0 Отчет Добавить 0
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Об авторе

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

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