javytaxime14 Javiera Hidalgo

Em "Silêncio da Ausência", uma melodia envolvente revela a jornada emocional de um coração dilacerado pela perda de um filhote amado. Entre lembranças vívidas e o vazio da ausência, a música ecoa a eterna saudade e a busca por redenção na tristeza. *Orgulhoso vencedor do terceiro lugar no desafio "A Música da Alma ".


Поезия ода Всех возростов.

#melhoramigo #amúsicadaalma #drama #amor #triste
Короткий рассказ
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A Melodia da Saudade

Na sombra de um céu pintado de dor,

A história se desdobra com pesar e torpor.

Um filhote, tão terno, nos braços um dia,

Partiu para longe, onde a tristeza ardia.


No jardim da alegria, um broto nasceu,

Pelos campos da vida, a esperança cresceu.

Olhos de brilho, pelo sol acariciados,

Pelos laços da amizade, fomos abraçados.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


Ao redor da lareira, seu calor se esvai,

Onde brincadeiras vívidas dançavam como alegres raios.

A coleira repousa, silenciosa e fria,

Na estante vazia, uma lembrança sombria.


As patas miúdas, agora ausentes,

Deixam pegadas nas memórias latentes.

A grama, outrora palco de sua dança,

Agora testemunha da solidão que avança.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


Nas noites escuras, sob o manto da lua,

O uivo do vento sussurra uma triste mútua.

No canto do quintal, ecoa o silêncio,

Onde antes ecoavam latidos, agora é um vazio intenso.


A bolinha colorida, agora perdida,

Rolando sozinha, sem alegria compartilhada.

O comedouro vazio, um eco de ausência,

Na casa que outrora transbordava de presença.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


No cobertor, uma mancha que não se desfaz,

Onde a ternura repousava, agora o descompasso jaz.

As pegadas na areia, marcadas pela dor,

Um rastro de lágrimas, uma trilha sem cor.


O vão da porta, uma entrada esquecida,

A espera em vão por patas que não regressam mais.

A cada rangido, uma ilusão momentânea,

A tristeza se estende como sombra castanha.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


O sol se põe, tingindo o céu com melancolia,

A lua, testemunha silente da agonia.

Nas estrelas, reflexos dos olhos que se apagaram,

No coração, ecos dos latidos que se calaram.


No canto do sofá, a almofada intacta,

Onde sonhos compartilhados se desfazem em fumaça.

O olhar perdido, procurando no vazio,

A sombra do companheiro que partiu.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


A coleira, agora uma corrente de lembranças,

Um elo invisível entre duas almas que se balançam.

No tapete desgastado, rastros imaginários,

De uma corrida que se perdeu nos caminhos solitários.


A chuva cai, como lágrimas do céu entristecido,

Lavando a dor que o coração não tem esquecido.

Na janela embaçada, uma espera que não cessa,

A busca por um retorno, uma doce promessa.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


Na coleira pendurada, um leve balançar,

Como se o vento acariciasse o que resta do olhar.

As lembranças dançam no ar, como folhas ao vento,

A dor, um eterno e doloroso lamento.


O prato vazio, a água sem ondulação,

O canto do pássaro, um triste lamento de solidão.

Na caminha vazia, o aroma do peludo amigo,

Uma presença ausente que ainda parece comigo.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


Na fotografia, um sorriso congelado no tempo,

O brilho nos olhos, um registro do sentimento.

A sombra do passado, tão nítida e real,

A ausência, um peso que não cessa de pesar.


A porta entreaberta, como a esperança teimosa,

Um latido imaginário ressoa na brisa chorosa.

O crepúsculo revela a tristeza que esconde,

O coração, um livro de páginas que a saudade esconde.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


As estrelas brilham, como olhos que observam lá do alto,

Um lampejo de conforto em meio ao desassossego mais

alto.

A noite abraça a dor, como uma manta de escuridão,

E as lágrimas se misturam ao orvalho da solidão.


No livro das lembranças, páginas viradas pelo vento,

Histórias de amor que ecoam em cada momento.

A cada palavra, um eco de um latido distante,

Na saudade que abraça como um manto constante.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


A tristeza se torna um eco constante,

Em cada cantinho da casa, em cada instante.

A sombra do passado, uma presença silente,

Na alma marcada por uma perda tão presente.


Na curva do caminho, um suspiro se perde,

No olhar vazio, a esperança se esconde.

Na memória gravada, o amor nunca se apaga,

Mesmo na ausência, como uma chama que nunca se apaga.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


O sol se ergue, como um sinal de renovação,

Mas no coração, persiste a mesma escuridão.

A sombra do passado, um fardo que carrego,

Na jornada da vida, um pedaço que não entrego.


A memória permanece, como um farol na escuridão,

Guiando-me através da dor, rumo à redenção.

O amor eterno, um laço que não se desfaz,

Na eterna lembrança do meu amigo que se vai.


Na solidão da noite, onde as sombras dançam,

A lua banha a terra com sua luz que alcança.

No silêncio do meu quarto, a dor me consome,

Enquanto lá fora, a saudade ecoa como um estrondo.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


Na brisa da manhã, um suspiro é levado,

Como uma prece ao vento, um pedido ao céu estrelado.

Na memória, um flash de alegria ainda brilha,

Um lampejo de esperança em meio à dor que me cintila.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


O sol se põe, pintando o horizonte de tons de rubi,

E no canto da minha alma, um suspiro se perde em desafio.

Os olhos fechados, buscam o conforto do passado,

Onde as lembranças são tecidas em um manto sagrado.


Mas o tempo, impiedoso, nos roubou o riso,

A melodia da vida tornou-se um aviso.

No lamento da alma, ecoa a saudade,

O vazio persiste, como sombra de maldade.


Assim como as estrelas brilham no vasto céu,

A lembrança do meu amigo nunca desvaneceu.

A dor pode persistir, mas o amor é eterno,

Na melodia da vida, um refrão que nunca é supérfluo.

24 февраля 2024 г. 3:26 2 Отчет Добавить Подписаться
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Об авторе

Javiera Hidalgo 🇪🇸: Chilena, viviendo en Santiago, escritora novata (por ahora al menos 😊). Creo que, como escritora, todo lo que necesitan saber es que soy espontánea. También me gusta crear historias en las que le doy una perspectiva única a los personajes y situaciones. /// 🇬🇧: Chilean, living in Santiago, novice writer (for now at least 😊). I think, as a writer, all you need to understand is that I am spontaneous. I also like to create stories where I put a unique spin on characters and situations.

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