sopeeana Sope Ana

Jung Hoseok é um garoto de programa e jamais pensou que sua vida ficaria do jeito que está agora. Min Yoongi é um herdeiro chaebol e teve toda a vida planejada pelos pais. Os dois sentem que falta lhes algo, mas ainda não tem certeza do que é. Talvez juntos eles consigam descobrir


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#yoonseok #minyoongi #junghoseok #sope #bts
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Capítulo 1


Avisos

Oi, gente.
Tutu pom com vcs?
Espero que sim.
Então... Eu cheguei com uma nova fic (perdão, let go, talvez vc entre em hiato).

Avisos importantes: 🔞
- A fic vai ter cena de sexo;
- Vai ter prostituição, mas NÃO vai ser romantizada e nem vai ser o foco principal. Porém, se esse assunto não lhe deixa confortável, talvez seja melhor você não ler a fic, ok?

OBS: Eu tô meio nervosa pq não gosto mto de escrever em terceira pessoa e pq não sei se vou saber desenvolver direitinho a história que planejei, já que costumo escrever namorinhos mais fofos e leves. Mas é isso... Pra aprender tenho que praticar né?

Espero que gostem.
Se não gostarem, perdão. Tentaremos melhor na próxima.
😌
Beijinhos pra vcs.



***



Chaebol (do coreano: família rica)
Substantivo
1. Grandes corporações ou empresas administradas por uma ou mais família;
2. Diversas empresas e suas afiliadas controladas por um proprietário cujo poder excede a autoridade legal;
3. Um tipo de conglomerado empresarial familiar que se assemelha a uma dinastia empresarial.



O homem sentou no sofá já sem roupa e puxou Hoseok para o seu colo com brutalidade.

– Rebola pra mim.

Hoseok obedeceu, o quadril balançou para frente e para trás habilmente, enquanto as mãos percorriam o peito e abdômen do outro. Sem nenhum pedido ou indicação do que iria fazer, o rapaz levou as mãos até a cintura de Hoseok, empurrando-o para baixo, e forçou seu pênis para dentro dele.

Hoseok fechou os olhos, tentando se concentrar em qualquer outra imagem que não fosse aquela que acontecia na sua frente. Sua mente percorria outros lugares, mantendo-se longe daquele sexo mecânico, sem desejo ou cuidado. Daquele sexo em que se sentia apenas um objeto feito para dar prazer, nunca para receber. Mentalizou outro corpo, outra situação e continuou rebolando, procurando o próprio ponto de prazer enquanto se apertava para fazer o outro gozar mais rápido. Não demorou muito para isso acontecer. Logo se sentiu ser preenchido com a ejaculação alheia. Apressou a masturbação em seu próprio pênis e gozou segundos depois. Levou os dedos sujos de semem até a boca e lambeu-os com uma expressão sedutora, fingindo ter se deliciado com o sexo e o parceiro a sua frente.

O homem o empurrou para o lado indiferente. Já havia gozado, não tinha porque continuar com aquele toque e intimidade. Ficou alguns segundos sentado, pegou alguns lenços umedecidos, se vestiu, deixou um dinheiro em cima da mesa e saiu.

Assim que se viu sozinho, o sorriso e expressão confiante de Hoseok sumiram. Não tinha mais porque fingir. Se limpou devagar, tentando fingir que cada noite assim não matava um pouco de si e o esvaziava um pouco. Nem todos os clientes o tratavam desse jeito. Alguns às vezes pareciam tão carentes por carinho quanto ele. Mas todos sem exceção o faziam se sentir usado e sujo. Todos o olhavam como se ele fosse um objeto que poderia ser comprado em qualquer sex shop ou qualquer boate como aquela.

Levantou para pegar o dinheiro e suspirou fundo. Pelo menos tinha conseguido o valor que precisava. Isso ia bastar. Por hora.

No térreo, o barulho ensurdecedor da música pop com batida ruim tornava impossível manter uma conversa naquele local. Yoongi ignorou as mesas e sofás espalhados por ali e foi direto para a escada que dava acesso ao terceiro andar e às salas VIPs, onde era comum herdeiros chaebol, políticos, artistas e pessoas influentes se encontrarem para beber e discutir sobre negócios.

A atendente exageradamente maquiada sorriu ao ver Yoongi e o levou até uma das sala, lá dentro, cinco rapazes bebiam e conversavam enquanto garotas com roupas provocantes lhes faziam carinhos e riam das piadas ruins que contavam. Mal sentou e já lhe foi entregue um copo de uísque e mais uma mulher entrou na sala para lhe fazer companhia. O combo de toda reunião: bebida e mulheres (ou homens).

Depois mais de duas horas bebendo e conversando sobre amenidades, taxa de desemprego, mulheres, empresas, basquete e o PIB do país, Yoongi precisava dar uma volta. Com a desculpa de que ia ao banheiro, saiu da sala e foi até o terraço da boate.

Acendeu um cigarro, deu uma tragada e soltou a fumaça para cima, mirando o céu. Merda de cidade! Nunca tinha uma estrela. Ficou mais alguns minutos sozinho, torcendo para que os outros herdeiros se embriagassem o mais rápido possível e fossem embora, jogou o cigarro no chão e caminhou em direção à escada para voltar àquela sala maldita novamente.

– O que o gatinho faz aqui sozinho?

Um rapaz estava parado próximo à porta que dava para o andar de baixo.

– Perdão, mas eu o conheço?

– Não – O rapaz exibiu um sorriso quadrado adorável que contrastava completamente com o olhar e movimentos sexys e perigosos – Mas isso é algo que podemos resolver – Estendeu a mão para Yoongi e o cumprimentou – Kim Taehyung. E você?

O desconhecido definitivamente queria saber mais do que o seu nome. Já Yoongi estava decidindo se queria mais do que isso também.

– Yoongi.

– Yoongi? Apenas Yoongi?

– Apenas Yoongi – Ainda não sabia quem era o jovem e não queria arriscar que o nome de sua família fosse parar nas páginas de fofoca dos jornais coreanos. De novo.

– Apenas Yoongi, o que faz aqui em cima sozinho?

Antes que respondesse, Taehyung continuou.

– Deixa eu adivinhar. Você é um daqueles empresários riquinhos que vem aqui atrás de bebida e sexo.

– Quase.

– Onde eu errei?

– Eu posso beber em casa – respondeu com um sorriso irônico.

Taehyung sorriu de volta. Agora malicioso. Um sorriso que em nada lembrava o sorriso quadrado e adorável de agora há pouco. Se aproximou quase colando seu corpo ao de Yoongi, olhos cravados em seu rosto, parecendo dispostos a despir sua alma.

– Eu posso te ajudar com a outra parte – Sussurrou rente a sua orelha.

– Tenho certeza que sim – Yoongi roçou o nariz no pescoço de Taehyung, que aproveitou a abertura para levar as mãos até a sua cintura e puxar seu corpo para mais perto.

– Taehyung! – Uma terceira voz, forte e autoritária, interrompeu os dois – Acho melhor você entrar.

Um calafrio percorreu o corpo de Yoongi e ele se afastou nervoso e atrapalhado. Enquanto isso, Taehyung virou para ficar frente a frente com o rapaz que havia acabado de chegar. Os dois se encararam em silêncio por longos segundos até o desconhecido fazer sinal com a mão para que o mais novo saísse dali.

Mesmo parecendo indeciso, Tae obedeceu. Passou lentamente ao lado do rapaz, quase encostando seu ombro no dele, e antes de entrar se virou para Yoongi uma última vez.

- Nos vemos por aí, Gatinho.

Yoongi sorriu e acenou levemente com a cabeça. Assim que o garoto saiu, seus olhos caíram sobre o outro.

– Não se meta com ele, Yoongi – O tom do mais alto era calmo e sério. Não chegava a ser uma ordem, mas também não era um pedido.

– Oi pra você também, Hoseok. Estou bem por sinal. Obrigado por perguntar. E você? Como tem andado?

Hoseok suspirou fundo, numa mistura de constrangimento e irritação.

– Não vamos fazer isso, né?

– Isso o quê?

– Fingir uma conversa qualquer...

Yoongi mordeu os lábios e deu de ombros.

– Perdão por tentar ser educado. Mas acho estranho que depois de anos sem nos falar a primeira coisa que diz quando me encontra é isso.

– Yoongi... Eu estou pedindo. Tae é novo e deslumbrado. Não o quero metido com... – A frase ficou presa e interrompida – Eu não quero ninguém brincando com ele.

– Quem disse que eu ia brincar com ele?

– É o que pessoas como você fazem com quem não tem dinheiro.

Hoseok se arrependeu na mesma hora daquelas palavras.

– Olha... Não foi isso que eu quis di-

– Tudo bem, Hoseok. Eu entendi.

Quando estava na porta, parou e virou o corpo para encarar Hoseok mais uma vez.

– Hoseok – Chamou-o calmamente – Você não pareceu surpreso em me ver. Você sabia que eu tinha voltado e não veio falar comigo?

– Assim como você voltou e não veio falar comigo.

Respondeu dando de ombros. Despretensioso. Fingindo não se importar. Agindo como se estivesse falando com um desconhecido e não com alguém que conhecia desde criança.

Entrou novamente na boate, foi até o térreo e encontrou Taehyung com um copo de uísque na mão.

- Me devolve - Hoseok sibilou autoritário.

- O quê? - O outro perguntou com uma expressão inocente.

- Me devolve, Taehyung - O olhar de Hoseok demonstrava que ele não iria aceitar ser desobedecido.

Taehyung revirou os olhos e levou a mão até o bolso do casaco de onde tirou uma pequena carteira de couro e entregou-a Hoseok, que guardou-a no bolso do próprio casaco.

- Não se meta com ele, entendeu?

- Até parece que você não faz a mesma coisa.

- Taehyung, eu não estou pedindo.

- Você não manda em mim.

Hoseok aproximou o rosto do dele impaciente.

- Ele não é pro seu bico.

- Nem pro seu.

- Eu sei - E saiu, deixando um Taehyung furioso e ainda mais interessado no riquinho que havia acabado de conhecer.

21 мая 2021 г. 16:56:38 0 Отчет Добавить Подписаться
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