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Cintilante - Adora

O castelo de Lua Clara era reconfortante e acolhedor com seus tons lilas, seus corredores amplos e seus jardins coloridos, totalmente diferente do aspecto frio, claustrofóbico e opressor da Fortaleza do medo. Adora, uma ex-membro da Horda e ex-residente da Fortaleza do medo, caminhava apressada pelo castelo. Havia retornado de uma missão contra a Horda a pouco e estava ansiosa para encontrar-se com Cintilante e matar as saudades de sua companheira.

Com um sorriso bobo no rosto, Adora pensava em quanto gostava de Cintilante e como não conseguia mais se imaginar longe dela. De inicio, a princesa de Lua Clara era uma amiga sempre animada, uma confidente leal, mas, com a convivência, um sentimento forte foi nascendo entre elas e, após poucos messes, começaram a namorar.

Adora teve que conter-se para não correr pelos corredores do castelo até o quanto de Cintilante. Quando lá chegou, bateu duas vezes na porta e, como não recebeu resposta, abriu-a de uma vez.

- Cintilante! Adivinha quem deu uma surra nos soldados da Horda?!

Mas Cintilante não estava ali, o cômodo estava vazio. Era um quarto bonito, digno de uma princesa, com uma cama repleta de almofadas macias, cortinas rosas cobrindo as janelas e até mesmo uma grande banheira. Adora corou de leve ao fitar a banheira, já havia perdido a conta de quantas vezes fizera amor com Cintilante ali, com as duas com os corpos molhados colados enquanto trocavam caricias e beijos.

- Cintilante…? - perguntou confusa. Os servos do castelo haviam lhe afirmado que a princesa estava em seu quarto.

Foi então que ouviu um grito animado e um peso vindo de cima derrubou-a no chão. Adora nem teve ideia do que acontecera, mas quando se dera conta, estava deitada de costas no chão com uma Cintilante sentada sobre sua cintura. A garota lhe recebera com uma bela surpresa e um de seus sorrisos radiantes no rosto.

- Me procurando? - perguntou com um sorriso doce. Suas mãos acariciando as costas de Adora por cima das roupas.

- Sim, mas você me achou primeiro – respondeu Adora aos risos – poderia sair de cima de mim, por favor?

Cintilante era bastante bonita e fazia jus ao nome, pois possuía uma beleza radiante. Seu corpo era um pouco cheiinho, com braços e pernas grossas e, embora esse não fosse o padrão de beleza que muitos idealizavam, Adora a achava linda como era e, mais importante que isso, a própria Cintilante sentia-se assim. Para Adora, não havia coisa melhor do que abraçar o corpo macio de sua namorada e enchê-lo de carinhos. Os cabelos eram curtos e de tom lilas e ela era um pouco baixa. Adora, por seu lado, era loira, magra e com cabelos longos e lisos, normalmente presos em um rabo de cavalo, como estavam naquele momento.

Adora tentou levantar-se, mas não obteve sucesso, pois Cintilante manteve-se firme em cima dela. A princesa deu um sorriso malicioso para a namorada.

- Nada disso. A invasão do quarto da princesa por um membro da Horda é um crime imperdoável e precisa ser punido severamente.

Aquela era uma brincadeira comum entre as duas, um fetiche em que elas adoravam participar. Adora rapidamente entrou na brincadeira fazendo uma expressão assustada e tentando libertar-se.

- Ah, não! Por favor princesa, peço clemencia, não faça nada comigo! - era difícil fazer aquilo sem cair na risada. Cintilante também estava prestes a rir, mas manteve seu papel de alteza rígida prestes a punir uma invasora.

- Nada disso. Primeiramente, devera ser amarrada e em seguida revistada para que eu tenha certeza que não traz nenhuma arma escondida!

E com essa desculpa, Cintilante colocou as mãos de sua namorada nas costas e amarrou-as com um faixa rosa que trazia consigo. Então, já excitada em ver a namorada presa, sentou Adora no chão, de joelhos, e começou a apalpar-lhe o corpo enquanto despia as roupas da garota.

Adora se remexeu um pouco, segurando-se para não gemer quando Cintilante apalpou com firmeza seus seios ou quando deslizou as mãos pelas suas coxas sem o menor pudor. Aquilo era muito bom e, embora preferisse ser a dominante, não podia reclamar de sua situação atual.

Em pouco tempo, Cintilante deixou-a apenas com uma lingerie branca curta. Adora tinha um corpo bem bonito. Seu porte era atlético devido aos anos de treinamento na Horda. Possuía músculos sutis se delineando nas curvas atraentes de seu corpo. Naquele exato momento, Cintilante aproveitava para apalpar cada um daqueles músculos aos quais conhecia tão bem. Suas mãos apertavam os seios de Adora e desciam pela barriga da garota. As duas já estavam bem excitadas, mas Adora mexia-se desconfortavelmente, queria tocar no corpo da namorada, mas, em vez disso, era deixada a merce das caricias dela. Em dado momento, com um sorriso cheio de malícia no rosto, Cintilante enfiou a mão no meio das pernas de Adora, por debaixo do tecido da calcinha e começou a mover seus dedos em uma masturbação torturante de tão prazerosa.

- Ah… Isso é abuso de poder alteza! - falou entre um gemido forçado a outro – é assim que Lua Clara trata seus prisioneiros?

- Quieta! Prisioneiros não tem direitos – retrucou a outra, aumentando o ritmo da masturbação fazendo-se passar por uma governante bastante cruel e, na opinião de Adora, sexy.

Aquilo estava muito bom. Os dedos de Cintilante tocavam com destreza nos pontos mais sensíveis de Adora. A garota não conseguia mais conter os gemidos, mexia-se angustiada, ansiosa por mais, mas Cintilante levava aquilo a seu próprio ritmo. Com a mão livre, a princesa segurou com um pouco de firmeza no rosto de Adora e deu-lhe um beijo intenso, penetrando sua língua na boca da outra.

Adora derreteu-se com o beijo, que era ainda melhor devido a masturbação. Retribuiu com desejo, enroscando sua língua na da namorada. Quando o beijo enfim terminou, após uma batalha de línguas e chupões, Cintilante afastou seu rosto ofegante e visivelmente excitada.

- Ah, as coisas que farei você! - disse arfando.

Sem perder tempo, retirou o sutiã de Adora, revelando seios medianos com os mamilos já rígidos. Sem parar a masturbação, caiu de boca neles, chupando o seio esquerdo com gosto, arrancando gemidos altos de prazer de Adora que mal conseguia se controlar. As mãos da princesa eram rápidas e firmes deixando Adora louca. Ela tentava soltar os pulsos, porém sem sucesso, estava morrendo de vontade de arrancar as roupas de Cintilante ali mesmo e enfiar sua língua em cada pedacinho do corpo dela.

Seu prazer chegou ao ápice quando sentiu o orgasmo quente escorrendo por entre suas pernas. Cintilante retirou sua mão dali, exibindo os dedos lambuzados com o líquido pegajoso e sorrindo em triunfo com aquilo. Ela levou os dedos a própria boca e os chupou com um sorriso cheio de luxuria no rosto. A expressão que fez nesse momento foi tão excitante que Adora quase teve outro orgasmo.

- Quem lhe deu permissão para ter um orgasmo prisioneira?

- A culpa foi sua princesa – Adora sorriu, claramente querendo mais.

- Quanto insolência, acho que não foi punida adequadamente ainda! - retrucou Cintilante atuando com bastante fervor o seu papel.

Ela retirou a calcinha de Adora, deixando-a totalmente nua, ao contrário dela própria que permanecia vestida. Deitou a namorada no chão, abrindo-lhe as pernas e observando com desejo a vagina da loira, úmida e com alguns ralos pelos. Então, seu olhar se tornou doce e meigo e ela desfez seu papel, exibindo todo o amor que sentia pela namorada.

- Ah, Adora, eu te amo tanto.

E com essas palavras começou a despir-se, retirando a blusa e as calças e, em seguida até mesmo a lingerie. Ficou completamente nua, com os seios fartos e as coxas e braços grandes e macios totalmente descobertos. Com gentileza, deitou-se sobre Adora, seus seios enroscando-se nos seios da namorada, enquanto seus lábios se encontraram com os dela mais uma vez.

As duas se demoraram em beijos gentis, gemendo baixo enquanto esfregavam seus corpos em movimentos lentos e estimulantes. Cintilante desamarrou a namorada e, quando Adora enfim ficou com as mãos livres, acariciou as costas de Cintilante, pousando as mãos na bunda cheiinha da namorada e apertando-a de leve.

- Ahh… isso é tão bom – disse Cintilante levemente vermelha. Tão dócil e frágil que nem parecia com a personagem que encenava instantes atrás.

Adorava amava esse lado da namora, tão delicada na cama. Cintilante era corajosa e guerreira, mas sem por isso deixar de ser meiga e delicada a sua maneira. Elas se completavam perfeitamente, seus corpos se encaixavam com exatidão.

Com muito amor, Adora acariciava os cabelos de Cintilante com uma mão, a outra ainda apalpava-lhe a bunda. Enquanto isso, beijava o pescoço da princesa, lambendo-o de forma provocativa. Cintilante derretia-se com as carícias.

Adora rolou no chão, invertendo a posição das duas. Agora estava por cima e tinha sob si o corpo macio de Cintilante. Levou as mãos aos seios dela, tão perfeitos e saborosos, e começou a massageá-los lentamente. Cintilante fechou os olhos e aproveitou o carinho, gemendo baixo e falando o nome da namorada de vez em quando.

Aquele era um momento só delas, um momento especial e único, tão raro diante dos confrontos constantes contra a Horda. Era por causa do amor de Cintilante e do apoio de seus amigos que Adora continuava a ter forças para lutar e tentar se redimir pelas coisas que fizera enquanto ainda servia a Horda.

Adora inclinou o rosto para frente e estava prestes a dar mais um beijo em sua amada quando uma terceira voz pegou-as de surpresa.

- Cintilante, filha, precisamos conversar – era Angela, a mãe de Cintilante e rainha de Lua Clara. Soava de fora do quarto, bem próxima da porta.

O trinco da porta do quarto começou a girar. Adorou viu a cena em câmera lenta, apavorada. Ser pegue em um momento íntimo era constrangedor, mas ser pegue em um momento íntimo pela sogra e extremamente rígida Ângela era uma catástrofe.

Então, de uma hora para outra, Adora se viu em pleno ar, no meio da floresta. Caiu de uma altura de pouco mais de um metro e precisou de alguns instantes para compreender o que havia se passado.

- Nossa, essa foi por pouco! - disse Cintilante, a garota levantou-se, haviam algumas folhas presas em seus cabelos – que bom que sou mestra em fugir de minha mãe! Me teleportei bem a tempo!

Adora soltou um suspiro de alívio. A namorada havia salvo sua vida, pois enfrentar Ângela seria mil vezes pior do que enfrentar toda a Horda do mal de uma vez só. As duas se olharam por um breve instante e, como se tivessem combinado, caíram na risada juntas.

- Sim, foi mesmo por pouco. Precisamos voltar assim que possível – disse Adora após conseguir controlar sua crise de riso.

Cintilante aproximou-se da namorada, abraçando-a com carinho e firmeza, suas mãos envolvendo a cintura de Adora. Ela sorriu e deu um beijo demorado e romântico na loira.

- Precisamos mesmo? Acho que podemos terminar o que estávamos fazendo aqui. Já te disse como adoro fazer amor ao ar livre?

Adora sorriu e, acariciando o rosto de Cintilante, concordou que poderiam deixar a rainha Ângela esperando mais um pouco. No momento, tudo que queria era se perder nos beijos de sua amada.

22 июня 2020 г. 0:28:13 0 Отчет Добавить Подписаться
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Об авторе

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

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