nany-ross Nany Ross

Se você busca muita sensualidade, extravagâncias sensuais e corporais que mexem com a imaginação e com o desejo sexual, seja muito bem vindo! Uma coletânea de contos eróticos. Textos divertidos e extremamente excitantes.


Erótico Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#contoerotico #picante #oral #amor #tentação #sensual #+18 #sexy #258
0
1.4mil VISUALIZAÇÕES
Em progresso - Novo capítulo Todas as Segundas-feiras
tempo de leitura
AA Compartilhar

Ele gosta é de chupar

Estava ficando estressado.

Era taxista, mas nem a intensidade do trânsito o deixava tão irritadiço quanto não poder fazer o que ele mais gostava.

Era casado a mais de dez anos. Adorava sua esposa, mas havia um problema. Ela não deixava que ele chupasse sua buceta. Que é o que ele venerava em fazer.

Ela dizia que homem de verdade dava pau, metia fundo. Os que não se garantiam usavam a boca pra fazer o serviço.

Sua boca salivava quando transava com a esposa e quase podia lamber a fenda, mas era logo interrompido pelos gritos dela pedindo para ser fodida.

Apesar desse detalhe e dos anos de casados, não caíram na rotina e mantinham uma vida sexual ativa.

Trabalhava até de madrugada e estava rodando pelo centro na possibilidade de só mais um passageiro e depois seguir para casa. Preferia a noite porque podia se manter mais tranquilo sem o barulho de tráfego intenso de carros e assim, sem estresse, era melhor recebido em casa.

No centro, onde se mantinham a maioria das boates, fez uma parada e esperou alguns minutos, logo recebeu uma batida na janela e uma mulher entrou dizendo logo para onde queria ir.

A mulher era jovem e bonita. Estava vestida de forma sensual com um pequeno top e uma minúscula saia. Além disso aparentava estar levemente bêbada.

Ele deu a partida e se manteve atento a rua e ao mesmo tempo a aquela mulher. Pode ver, pelo retrovisor, que ela estava relaxada no banco de trás. Relaxada até demais.

Se surpreendeu ao perceber as pernas dela abertas e a visão da sua buceta estava livre diante dos seus olhos.

Lambeu os lábios e desejou poder parar o carro e lamber por horas aquela pequena abertura e seu nervo sensível.

Lembrou de uma vez, já desesperado para chupar uma boceta, ter pagado por uma profissional do sexo para ter esse prazer. Pagou cinquenta reais para chupar por uma hora a buceta da profissional. Aquele dia foi fantástico, tanto que ao chegar em casa deu a sua esposa o que ela mais gostava por bastante tempo.

Queria repetir, mas não podia se dar ao luxo de ficar gastando com essa prática.

O endereço dado por sua passageira estava a quase meia hora de distância, então iniciou uma conversa com ela, sem desviar os olhos daquela buceta que estava se oferecendo sem sua dona perceber.

Ela respondeu calmamente as perguntas dele e, olhando alheia para fora, revelou que era nova na cidade e estava conhecendo as casas noturnas diariamente. Gostava de ter uma noite agitada. E aquela noite foi diferente pois conseguiu perder a calcinha numa atitude atrevida.

Ele disse que também gostava, mas o cansaço do trabalho o impedia de fazer isso com frequência. E ficou surpreso com a revelação da moça.

Ate que sem medo a perguntou:

ㅡ Desculpe o atrevimento, mas você gosta de ser chupada?

Ela assentiu calmamente como se a pergunta fosse normal e o indagou sobre a curiosidade.

Ele falou sobre o seu casamento e revelou que adorava chupar uma buceta, mas sua esposa não permitia que o fizesse com ela.

Suspirou pela coragem de falar sobre aquilo com uma desconhecida e mesmo temendo um escândalo, aproveitou que a moça se distraiu e, colocando o braço direito para trás, passou o dedo na buceta dela.

Ela fechou os olhos e ele se sentiu aliviado por não ter tido recusa do seu ato.

Aproveitou e circulou o clitóris com a ponta do seu indicador deixando-o mais sensível e ouviu um breve gemido sensual.

ㅡ Moça, deixa eu te chupar? - perguntou com a respiração desregular.

Ela sem se fazer de rogada, levantou sua mini saia e abriu mais as pernas.

Ele nao perdeu tempo e estacionou sem se preocupar com o lugar, já que era madrugada e a rua estava deserta.

Saiu do carro e abriu a porta de trás.

Ela deitou levantando as pernas e ele ajoelho de frente a sua buceta salivando de desejo.

E quando sua língua pode explorar o lugar se sentiu o melhor dos homens.

Deslizava a língua majestosamente por aquela buceta. Lambia sem cessar. Mordiscava o nervo sensível puxando e provocando arrepios em sua passageira.

Separou os grandes lábios deixando a buceta mais exposta. Não cansava de chupar. Lambia, lambia e lambia sem pensar nas consequências daquele ato.

Ela não conseguiu se segurar e gozou na boca dele. Ele não quis desperdiçar nada daquela buceta e não deu trégua continuando a chupar avidamente enquanto sua passageira tremia e gemia como uma profissional do sexo.

Sugou tudo dela e ficou por alguns minutos esperando ela se recompor. Parecia que ela não gozava a muito tempo e ficou desfalecida no seu carro. Ajudou-a a colocar a saia no lugar e ela se sentou novamente como estava.

Nada foi dito. Ele voltou para o banco da frente e deu novamente a partida seguindo para onde deveria.

Chegou no destino. Ela pagou e desceu do carro, mas antes de se afastar parou de frente a porta do motorista e levantou a saia.

Como um ato de despedida pode lamber um pouco mais aquela deliciosa buceta.

Se despediram, trocaram telefones e mantiveram contato para que ele pudesse satisfazer seu desejo caindo de boca naquela buceta sempre que quisesse.

28 de Abril de 2020 às 00:11 0 Denunciar Insira Seguir história
1
Continua… Novo capítulo Todas as Segundas-feiras.

Conheça o autor

Comentar algo

Publique!
Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a dizer alguma coisa!
~

Mais histórias

Toda Sua Toda Sua
Mudanças Mudanças
A arte da guerra e da paz A arte da guerra e d...