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diogo alves


A vila de um rapaz chamado Thomas Sultton é atacada por soldados do reino de Legalidda liderados por Alwyn Ingram que acaba por matar toda a gente que lá estava. Thomas e os seus companheiros vão se aventurar numa viagem para poderem vingar as vitimas do ataque.


Aventura Todo o público.
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Prólogo

Era uma manhã na qual os pássaros cantavam alegremente e em sintonia. Os animais pastavam no prado sem nenhuma preocupação e os pastores conversavam animadamente. O céu estava totalmente limpo, não se via uma única nuvem e o sol brilhavam, cobrindo o prado com a sua luz, e o vento percorria sem nenhuma pressa, as árvores que rodeavam este mesmo prado. Os pastores contavam histórias de quando eram jovens e livres, os tempos em que namoravam com todas as mulheres quem podiam. Os tempos em que podiam embebedar-se e lutarem sem que ninguém lhes proibi-se. Eram bons tempos, diziam eles e ainda acrescentavam que davam tudo para poderem viver mais um dia destes.

Até que são interrompidos. Um dos pastores havia avistado um rapaz que corria entre as árvores. De início, pensaram que era só um rapaz que estaria a brincar, mas, depois de ele se aproximar mais um pouco, deu para ver uma cara de desespero no rosto do rapaz. Os pastores perguntavam ao rapaz o que se passava, mas este não tinha folgo suficiente para poder falar e limitava-se a apontar para o caminho que acabara de percorrer.

Depois de arranjar força suficiente para poder respirar, avisa que um grupo de soldados caminhavam na sua direção. Naquele momento, já era tarde de mais, pois um grupo de soldados vestidos de azul fez-se aparecer por entre as árvores. Seguravam espadas curvas que ainda estavam cobertas pelo sangue das vitimas anteriores. O grupo de soldados era composto por, no mínimo, cinquenta homens, todos vestidos de azul e tinham o brasão do reino de Legalidda ao peito, um urso pardo. Estavam montados em cavalos que corriam a uma velocidade bastante rápida. Sem darem chance nenhuma aos pastores, os soldados penetram as suas espadas neles, deixando os corpos no chão a serem banhados pelo seu próprio sangue.

Após o massacre, o único sobrevivente era o rapaz. Então, um homem desmonta o cavalo e vai ter com o rapaz, perguntando se ele estava ferido. O rapaz responde que não, acenando com a cabeça, ainda dominado pelo medo que os soldados lhe transmitiam. Esse homem, com bastante calma, diz ao rapaz para este correr em direção á próxima cidade e avisar-lhes que ursos pardos se aproximavam. Naquele momento, a rapaz corria o máximo que conseguia enquanto umas lágrimas lhe saiam do rosto.

28 de Abril de 2020 às 21:12 0 Denunciar Insira Seguir história
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diogo alves Tenho 16 e tenho o objetivo de melhorar tanto a nivel das histórias, como na ortografia. Por isso, se alguem quiser ajudar é sempre bem vindo.

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