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João Vitor Souza dos Santos


Uma cidade cheia de desaparecimentos, ninguém questiona nada, até que um jovem detetive decide ir atrás de respostas.


Suspense/Mistério Impróprio para crianças menores de 13 anos.
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Alívio delirante

O dia a dia nos leva a crer que tudo a nossa volta é rápido e normal. As pessoas vem e vão no centro da cidade, apertam umas as outras tentando passar, é um nojo sentir o suor dos outros nos tocando, os seus cheiros, mas não há o que fazer. Essa é uma cidade cheia de vícios e de pecado, as pessoas não enxergam umas as outras, apenas andam como se fossem zumbis vagando pela estrada infernal da eternidade.

A nossa história começa com um jovem detetive, recém-formado. A sua mesa está cheia de cartazes de desaparecidos, não há muita relação entre eles, as pessoas somem as vezes simplesmente por vontade própria. Ele batia cabeça com aquilo tentando encontrar um padrão, mas não via nada. Ele olhava para o relógio que ficava pendurado em cima da porta de seu escritório, podia ouvi-lo bater. O cheiro de morfo do carpete da sala ajudava-o a ficar cada vez mais enjoado com tudo, não era nem meio dia e estava com fome, mas aquele cheiro impedia que comece qualquer coisa. O seu celular tocava em sua mesa bagunçada, enquanto procurava feito louco a secretária bate em sua porta e avisa-o que tem alguém querendo vê-lo.

Quando finalmente encontra seu celular, uma jovem de certa forma bela entra em sua sala. Ela pergunta se podia falar com ele, então ele desliga o celular e a mandar sentar - olá! Muito prazer, sou o detetive John, em que posso ajudá-la? - perguntava ele com um ar de sério - Oi... Sou Christ, quero dar uma informação sobre os desaparecimentos que vem ocorrendo nos últimos meses - John ficava com os olhos arregalados, não podia entender como finalmente teria alguma coisa que o ajudasse, mas também poderia ser nada. John se levantava, ia até sua janela que dava de cara com uma praça no centro da cidade, ele respirava fundo e a indagava - Que informação é essa? e como ela pode nos ajudar? - A jovem então olhava para o teto empoeirado, ela pensava se devia falar aquilo mesmo e então dizia o que sabia - Eu sei que você pode achar que sou louca, mas o que tenho a dizer pode dar uma pista sobre os desaparecimentos - John se virava para sua mesa com uma expressão de curiosidade e ao mesmo tempo alívio, ao olhar ele fica espantado com o ocorrido, a moça já não estava mais lá! Ele se aproximara da mesa e em cima encontra um envelope encardido, parecia que haviam derramado café nele. Ao abrir o envelope ele se depara com uma inscrição, um código que poderia ser ou não uma pista, ou talvez apenas um delírio da noite sem dormir e da cafeína no seu sangue.

2 de Abril de 2020 às 01:44 0 Denunciar Insira 0
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