Zargraxath Seguir história

makitasama Makita Sama

Nem sempre a succubu que comanda a relação


Erótico Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#sexo #SuccubuxHumana #succubu
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Zargraxath

— A gente precisa mudar! Não dá mais para continuar desse jeito! Pelo amor de qualquer entidade Yasmin, a gente precisa apimentar a nossa relação!

— Olha quem fala! Estamos planejando algo há anos e você nunca tomou vergonha na cara para arranjar os objetos no seu mundo, custa encontrá-los e trazê-los para cá? Assim economizamos dinheiro que depois virarão combustível para mim.

Um diálogo no mínimo estranho para você, ou não, sei lá. Mas o que importa é que isso não é de hoje, se voltarmos lá nos primeiros anos, notaremos a mesma coisa acontecendo entre elas, isso pelo fato de que Zargraxath é uma succubu extremamente desorganizada.

— Ei! Não sou desorganizada! — É sim, inclusive acha logo suas algemas, cordas, tornozeleiras, coleira etc, como você quer que eu narre algo sexual sem elas?! Ajude meu trabalho! — Ok, vou tentar de novo.

— Obrigada, meu querido. Sempre aqui para me ajudar. — Nem parece que quando pode briga comigo, porém isso não importa.

Bem, enquanto a infeliz procura os objetos vou falar como tudo isso começou, afinal, nada começa já com essa discussão sexual, não é?

Enfim, ontem a noite, às oito horas em ponto, tudo ia ótimo, até elas perceberem que fariam as mesmas coisas de novo, o mesmo movimento, a mesma fala. Então Yasmin ficou brava, começou a reclamar da atitude da sua namorada, fazendo-as brigarem e nada de mudança.

Não que não dê prazer para ambas, contudo ficou sem graça, ficou monótono, chato. E como a única que possui esses acessórios sexuais é a succubu, ela não pôde mais fugir da sua dona, digo, da sua namorada. Ai você me pergunta se isso vai acabar e eu respondo somente que não sei, porque elas fazem questão de não terminarem nada.

— Achei! Agora par ou ímpar, só assim decidiremos quem será quem na cena.

— Para que? Eu já te domino sempre e agora com mais meios será ainda melhor. — O sorriso malicioso junto com a voz extremamente sexy já indicavam que aconteceria o ato sexual naquela hora.

Os olhos do ser com rabo, com ponta de coração, chifres e asas ficavam rosados e cheios de corações. Além disso, o rabo se movia mais que o normal, afinal, ela sabia os rumos dessa cena de dominação e submissão.

Antes do sexo começar elas fizeram um acordo para não terem imprevistos problemáticos.

— Qual a nossa palavra de segurança? Quais objetos você quer? Posso te usar contra você?

— Vermelho, acho mais prática. Adoro cordas, algemas, mordaça, tornozeleiras. Claro que pode, mestra. — Ao ouvir tal palavra ela corou de imediato, como se nunca tivesse cogitado essa possibilidade. — Fofa.

Agora que tudo estava pronto, elas podiam de fato iniciar a primeira vez no BDSM, a primeira vez em um momento de dominação e submissão.

Cada peça de roupa era retirada lentamente, mas Yasmin não achava isso suficiente, logo pediu para Zargraxath fazer isso enquanto rebolava em cima do corpo humano.

Dito e feito, a mulher descia seu corpo de forma que não envolvesse muita velocidade e ao mesmo tempo envolvesse sensualidade. A bunda aos poucos chegava às pernas negras de sua mestra, em conjunto com os peitos colocados pouco a pouco na face dela, com a retirada lenta da vestimenta.

Sem que pudesse falar, pois queria aproveitar ao máximo essa experiência, apenas olhava para todos os locais possíveis, desde o rosto até as lindas coxas.

Ao sair da camiseta, a coleira rosa começava a fazer parte da cena, fazendo a submissa corar diante do ato, visto que, mesmo que não fosse a primeira vez sendo serva de alguém, era primeira vez com a sua namorada.

— Mestra. — A voz saía com ofegância, essa adquirida após sua líbido aumentar diante do olhar malicioso em cima do seu corpo quase nu.

— Termine sua obrigação antes de falar qualquer coisa, serva. — Ao ouvir tais palavras sentia ainda mais prazer e sem pensar duas vezes retirou seu sutiã e sua calcinha, deixando assim seu corpo sem quaisquer roupas. — Assim mesmo que eu te quero sem qualquer roupa, sem esconder nada de mim.

Yasmin percebia ser a hora certa de atacá-la, dessa forma pegou em seu rabo e passou a mão por ele de maneira lenta, dedo por dedo, arrepiando-a até fazer seus mamilos ficarem ainda mais eretos. No entanto, o toque mais pesado estava por vir, já que sua dona passou sua unha na ponta de coração, raspando-a e a apertando de forma intensa.

— Yasmin! — Não demorou nada para ela ter um orgasmo, isto é, orgasmos múltiplos.

— Já? Que venha a segunda rodada. — Como se não fosse suficiente usar a técnica anterior, agora o rabo era utilizado no clitóris, massageando-o e depois colocado dentro da vagina.

— Não! Você vai acabar comigo desse jeito! Não vou aguentar!

— Você fala demais, serva. — A mordaça era colocada na boca de Zargraxath, impedindo-a de continuar a gritar durante seus outros orgasmos. Todavia isso a fazia apenas sentir mais prazer, logo ao retirar o rabo de dentro da vagina, percebeu que estava mais encharcado do que ela havia imaginado.

Vendo essa atitude absurda da sua submissa, a mestra de cara a colocou na cama e prendeu seus pulsos com a corda atrás da cabeceira do móvel, além de realizar o mesmo ato com os pés, porém sem deixá-los atrás, somente no lençol branco.

Para que ela ficasse confortável, fez com que sua cabeça ficasse no travesseiro, assim não teria problemas de dores inesperadas durante os acontecimentos.

— Pronta? Espera ai, você não pode falar não é? Que pena, querida. — Conforme os dedos passavam no corpo da succubu, ela aproveitava estar na posição de dominadora e falava no seu ouvido, excitando-a muito mais, principalmente em conjunto com todas as ações anteriores.

Foi então que Yasmin retirou a mordaça, porém não para permitir a sua fala, mas sim para que ela chupasse sua vagina. Portanto a dominadora sentou na cara dela, posicionando seu órgão nos lábios da sua submissa.

— Faça-me ter tanto prazer quanto eu te fiz antes. — A língua entrava na vagina, enquanto isso o rabo excitava o clitóris, afinal, ela não prendeu essa parte do corpo, que esperta. — Isso! Perfeito! — A voz ficava cada vez mais maliciosa, até a saliva atrapalhar sua fala, deixando-a mais baixa e com um tom diferente. — Zargraxath! — Sem nem precisar dizer o que aconteceria, a succubu aumentou a intensidade, até engolir seu líquido.

Após o orgasmo acontecer, retirou seu corpo e a beijou, corando-a ainda mais. Quando terminou de utilizar seus lábios, obrigou a colocar seu rabo no ânus da sua mestra, nisso realizou tal atitude de forma lenta e aos poucos, para não dar qualquer tipo de problema.

— Está bom?

— Sim e coloque tudo de uma vez, não fique com receio. — Depois que recebeu tal ordem, enfiou tudo de uma vez, fazendo-a gemer bem alto, então teve que colocar massagear os seios dela, desamarrando seus pulsos, e falar inúmeras vezes que a ama.

— Você é uma submissa perfeita. E saiba que após isso tudo terminar, continuará sendo a minha serva, afinal, você foi feita para tal. — Ao ouvir esse elogio ficou sem qualquer tipo de medo e intensificou tudo, fazendo sua mestra gritar ainda mais, até deixá-la fraca de tanto prazer.

E rapidamente ela teve orgasmos múltiplos, deixando-a sem forças para continuar tudo isso.

— Vá, busque água para mim. — Dito isso deixou-a livre para voar, literalmente, assim em pouco tempo ela voltou com um copo cheio de água. — Obrigada.

— E ai, como foi se sentir dominante? É tão diferente assim dos nossos momentos vanilla?

— É claro que é diferente e eu adorei. Alias, se eu não tivesse adorado, jamais pediria para ser sua mestra por todo sempre, ou até quando eu estiver com você.

— E você será.

Elas se beijaram e foram tomar um banho, dessa forma conseguiriam recuperar as energias para assistirem um filme juntas.

Ambas lavaram seus corpos por inteiro, não deixando uma parte sequer sobrar. Isso claro, com o pedido da mestra de vê-la bem limpinha para continuarem sua noite.

Ao terminarem de usar a água, secaram-se e foram fazer a pipoca para verem a obra cinematográfica, o que elas mais gostam e que assistem desde o começo do relacionamento. Tudo isso para comemorarem o início de uma nova era da relação.

Sinto de longe o cheiro da pipoca, além de ouvir o estouro do milho. É ótimo ver como elas saíram de uma briga e entraram em sincronia total, chega dá um quentinho no coração por ver meu casal favorito se amando cada vez mais.

— Vai assistir conosco ou não?

— Vou sim. — Bem, agora ficarei com elas por mais tempo, acompanhando o filme que até eu amo de tão bom que é.

— Essa cena me lembra do nosso primeiro beijo! Você também lembra?

— Lembro sim, meu amor. A gente era tão nova, nem sabíamos que era possível sentir tanto amor romântico por alguém, muito menos entre espécies diferentes.

— É verdade, eu nem tinha mais de trezentos anos na época e olha que para mim o tempo passa mais rápido por eu ser succubu. — Já que insistem tanto vou narrar essa cena final.

Os cabelos pretos e azuis eram massageados pela humana, isso enquanto ela beijava o rosto por inteiro da sua parceira, fazendo-a corar e sorrir de tanta felicidade e amor romântico envolvido.

1 de Março de 2020 às 02:29 0 Denunciar Insira 1
Fim

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