Secretária e chefa Seguir história

makitasama Makita Sama

Nem sempre é a chefa que domina tudo.


Erótico Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

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Secretária e chefa

Minha secretária é uma mulher maravilhosa, não sei como eu seria uma empresária tão grande se não fosse com a presença dela. É como se ela tivesse aparecido na hora certa, com seus poderes fora da minha esfera, algo sensacional.

E agora estou pensando em promovê-la, deixá-la em um cargo ainda mais precioso na minha vida, no caso, a minha namorada.

— O que houve? Achei que estivesse no seu turno, estou enganada? — Dei um sorriso e antes de pedir a sua presença nos meus momentos pessoais, respondi à pergunta, pois é feio mudar de assunto de forma brusca.

— De fato, mas não é esse o caso agora. — Ela me olhou de forma curiosa, então falei de uma vez o que eu precisava — Aceita ser a minha namorada?

Os olhos castanho-claros brilharam, além de sair lágrimas de felicidade. De fato eu queria algo a mais após esses longos anos de trabalho em conjunto, contudo devo tomar cuidado para não cometer erros graves, principalmente sexo no trabalho. Ou não é tão errado assim?

Pela reação já era garantido o sim, então pedi a permissão para dar-lhe um beijo antes de voltar ao meu cargo chato.

— Faça e é obrigatório você voltar após esse ato. — Concordei com essa condição, com isso segurei seu rosto de forma leve, aproximei-me aos poucos, passei a outra mão nos seus lindos cabelos com mechas roxeadas e azuladas, por fim selei nossos lábios.

Quando terminei o beijo, vi-a corada, uma reação que eu jamais havia visto mesmo ela sendo 26 anos mais velha. Bem, como combinado voltei ao meu posto, óbvio, nada mais justo não é mesmo? Além disso, não há nada que eu não faça por ela, não envolvendo a lei pelo menos.

Enquanto eu subia as escadas, notei o quão séria ela ficava mesmo depois daquilo tudo, ela é de fato bem distanciada dos seus sentimentos dentro do trabalho, uma meta ainda não conquistada por mim, infelizmente.

Dá-me uma tristeza ao ficar longe dela, uma insegurança pela falta da presença da minha amada, ainda que seja temporário, visto que hoje é sábado! Ou seja, nos veremos mais tarde! Isso é ótimo! Espera ai, eu não deveria estar pensando nisso, que empresária irresponsável.

O tempo demora para passar, pareço estar presa em um momento temporal, talvez esteja igual naquela música do garoto, mas talvez eu esteja impaciente demais como sempre. Espero mesmo não estar igual a ele, senão estarei ferrada, se bem que eu ganho poderes.

Tudo que eu queria era conversar com o corpo da minha mulher maravilhosa, dessa forma do seu pensamento, pois eu não aguento mais apenas olhá-la de longe, ir aos bares, baladas e botecos para ser a sua amiga, isso é passado.

— Para qual lugar deseja ir hoje? Para a sua casa? Para um motel? Para a minha casa? — Meu coração acelerou e eu engoli seco de vergonha, uma vez que eu jamais contei a alguém sobre meu lado masoquista. Ainda sim eu a respondi de forma maliciosa.

— Para a casa da namorada é sempre mais gostoso. — Ela deu um sorriso com o mesmo tom e antes de nós entramos no carro, puxou-me pela gravata, dando-me um beijo intenso, um beijo afrodisíaco de uma mulher com esse ar sensual.

Por mais que estivéssemos no clima, resolvemos conversar no caminho, por ele ser longo e por eu não poder deixar de dirigir ou demorará mais. Durante essa troca de falas, notamos as nossas semelhanças, mas não só isso, porque percebemos que nesses dez anos de empresa grande, inúmeras coisas mudaram. Nós mudamos. Eu mesma estava me preparando para a crise dos 30 anos, enquanto ela comemorava ter mais de 40 anos, no auge dos seus 42.

Eu era uma jovem ainda em desenvolvimento, mal tinha encontrado um lugar para morar e ela tinha uma casa, filhos, um marido. Não, não eu não fui o motivo da separação, eles já estavam a ponto de um divórcio e como o filho mais novo completou a maior idade, eles aproveitaram para assinar os papéis. Jamais gostaria de ser esse motivo problemático, tanto que eu esperei ela estar livre para conquistá-la e isso durou anos.

— Você imaginava que namoraria sua chefa? Ou eu que fui lerda demais? — Ela começou a rir de forma excessiva, deixando-me envergonhada por não ter notado isso antes.

— Eu te paquerava, chamava-te para comer, chamava-te para os bares, botecos e baladas, nós trocamos inúmeros olhares, eu já te cantei várias vezes, nós quase beijamos quando ninguém estava lá. Isso não é prova suficiente? — De fato, como posso ser tão idiota? De qualquer forma, pouco importa agora, principalmente por ela estar comigo. — Betânia, pelo amor né! Eu só estava esperando o pedido de namoro, não para menos que eu aceitei de cara.

— Não fala assim comigo, poxa, eu não sei identificar isso de cara, Gislaine, você mesma sabe disso. Eu não soube nem identificar que eu era trans mesmo com a mídia em cima do assunto, quem dirá entender que a minha paquera era correspondida.

— E só para lembrar, amo-te muito. — No mesmo instante nós chegamos ao local do nosso momento íntimo, algo que eu imaginava muito, mas nunca imaginei ser real.

— Eu também te amo muito, ainda mais uma mulher que por mais que tenha nascido no século passado, tem a mente de uma mulher atual, tanto que me ama mesmo eu sendo trans, tanto que nunca hesitou em me namorar, em me amar. Eu te amo demais, eu quero que você seja a minha mestra para sempre. — Espera ai! Eu não deveria ter contado isso! Como ela vai reagir?! Ela vai estranhar muito eu ser submissa e masoquista! E agora?!

Ela não me respondeu ainda, será que fiz algo de errado? Que nervosismo!

— Você é precipitada, achei que contaria isso na cama. E eu já sabia. Afinal de contas, um mestre sabe de cara se a pessoa é submissa, além disso, um sádico reconhece um masoquista. Você achou mesmo que eu era baunilha? Jamais.

Senti as batidas do coração de longe, sem contar no meu brilho dos olhos combinado com as minhas lágrimas de felicidade. Eu com certeza me apaixonei pela mulher certa.

— Podemos começar? Minha mestra.

— Lógico. — Assim que eu terminei a minha frase fui colocada na cama e por precaução, ela resolveu me perguntar se eu era virgem, afinal, a primeira vez é sempre vista como a mais importante, então ela faria algo maravilhoso comigo, ainda mais do que se eu não fosse e eu não sou mais.

Após a pergunta, retirou as minhas peças de roupa, junto às delas. A forma com que olhou meu corpo, deixou-me ainda mais excitada com esse momento, sem contar com a sua maneira de mover os lábios antes de utilizá-los em mim.

Os dedos negros passavam lentamente no meu corpo, a boca com batom de tom azul atuava nas minhas orelhas, os pés pisavam em mim, proporcionando-me um prazer imenso. A cada passo, a cada beijo e mordida, a cada arranhão, eu sentia meu corpo delirar.

A minha saliva começava a escorrer em conjunto com a minha língua já fora da minha boca, pois eu não conseguia demonstrar isso de uma forma melhor.

— Gislaine! Por favor, use-me mais! Faça-me ainda mais a sua serva! Ah! — Ao ouvir a minha voz ela intensificou ainda mais seus atos, contudo decidiu me colocar na posição de quatro, transformando-me em seu animal.

— Sua imunda, não acredito que gosta tanto assim de algo tão imprestável! Você nem merece ser a minha serva de tão porca, escrota que é! E ainda me chama de mestra! Como consegue ser tão escrota?! — A cada frase a minha mente ficava branca, como se eu ficasse ainda mais excitada com cada xingamento dessa mulher maravilhosa, dessa mestra deliciosa.

Depois disso ela puxou meus cabelos e colocou seu punho na minha vagina, fazendo-me gritar de prazer. Eu já não conseguia pensar, era apenas orgasmo depois de orgasmo, jamais senti tantas sensações boas em tão pouco tempo.

A mão negra que estava puxando meu cabelo foi aos meus seios, apertando-os tanto com os dedos quanto com as unhas. Os lábios mordiam meu pescoço em diversas áreas e ao terminá-lo, mordia as minhas orelhas.

Não demorou muito para aquele membro que me apertava, bater de forma intensa na minha bunda, deixando-a extremamente vermelha. Era como estar no paraíso. E para fechar com chave de ouro, parou o fisting para arranhar de forma intensa as minhas costas. Mas é claro que ela não ficaria sem usar seu corpo de outra forma, nisso colocou a sua vagina no meu rosto, obrigando-me a chupá-la com a recompensa de ela realizar o ato no meu corpo.

— Chupe mais, mostre seu potencial, ah! Sua serva imunda, ah! — Ouvir os gemidos me dava ainda mais vontade de continuar tudo isso, por isso a chupei com ainda mais intensidade, intercalando entre a vagina e o clitóris. — Droga, você é boa demais! — Pouco demorou para seu líquido sair no meu rosto e na minha boca e claro, eu engoli com vontade.

Não falei palavra alguma, visto que nem pude respirar e já comecei a ter meu órgão utilizado por ela, sua língua, seus dentes no clitóris, tudo era perfeito, uma sensação sensacional. Era como se a própria perfeição estivesse me dando um prazer imenso, tudo com maestria dela.

— Ah! — Empurrei a sua cabeça, segurando em seus cabelos volumosos e crespos, e logo a fiz engolir da mesma maneira que eu fiz.

— Só não receberá punição, porque precisamos de uma pausa urgente e de um banho. Nem eu tenho forças.

— Então iremos logo ao banheiro, oras. — Decidimos tomar banho juntas para ser mais rápido, o que eu não contava era que ela lavaria as minhas costas com seus seios, deixando-me sem jeito após tanta coisa que aconteceu.

— Não resisti. — Sorri e não demorou nada para voltarmos ao quarto, ainda mais com cada uma lavando a outra.

Bem, resolvemos dormir para aproveitarmos bem o novo dia, visto que o domingo pode ser legal se estiver com a sua amada. Além de que eu estou tendo um pressentimento bom, espero estar certa, não é mesmo?

Já é amanhã?! Parece que nem dormi de tão rápido que passou! Calma, cadê ela? Será que acordei tarde demais? Não sei, verei isso depois.

Que objeto é esse? Uma coleira! Não acredito que ela comprou uma para eu usar com ela! Estou tão feliz! Pena que ela não está aqui para eu beijá-la com toda a felicidade desse mundo.

— Já acordou? Vejo que encontrou meu presente, algo que eu sempre quis te dar, no entanto tinha medo da sua reação.

— Eu amei! Posso ter o prazer de te beijar com a coleira?

— Claro! — Ela colocou meu cabelo para frente e rapidamente meu pescoço possuía essa beleza de acessório com as nossas iniciais. Com isso fui puxada pela corrente e nos beijamos mais uma vez.

1 de Março de 2020 às 02:15 0 Denunciar Insira 0
Fim

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