Mestria químico-biológica, submissão histórica Seguir história

makitasama Makita Sama

Espero que esse acordo jamais termine, mesmo com 30, 40 anos com meus parceiros, pois eu adoro ambos e perdê-los não é uma opção para mim.


Erótico Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#trisal #poliamor #professorxprofessor #bdsm
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Mestria químico-biológica, submissão histórica

Era uma sexta normal como qualquer outra, eu daria aulas até a noite no cursinho, além das aulas no ensino médio. Mas da mesma forma, era mais um dia para encontrar meu escravo fora da nossa casa, sem ver seu lindo rosto pedindo por mais prazer.

Amo como ele finge ser a pessoa mais rígida do mundo, sendo que é tão fofo em quatro paredes, com aquele olhar cheio de vontade para me ter cada vez mais.

— Como você aguenta aquela sala? Sério, eles quase não sabem dos assuntos e ainda por cima eu que sou o desagradável, o chato, também, para quem passou para o terceiro ano raspando é de se esperar.

— Eu adoro meus alunos, adoro como eles gostam da minha aula, adoro como eles são maravilhosos. Sei que você não entende esse sentimento, afinal, conheceu-os agora, mas eu garanto que valerá a pena no final das contas.

— É o que eu espero mesmo. — O tom cruel era típico dele enquanto um professor autoritário, cheio de regras pesadas quando está na sala de aula. É uma pena somente eu saber como ele é de verdade, porém nem tudo pode ser revelado aos estudantes.

Continuamos nossos caminhos até as classes, ele para o cursinho de medicina e eu para o terceiro, a minha sala favorita, meus alunos favoritos, mesmo que falem um pouco mais do que o deveriam, são ótimos e incríveis.

Chega a ser chato ver o rumo atual da Química, mas nada posso fazer se o meu dever é dar o conteúdo da melhor forma possível, senão eu ficaria em casa, vendo Ana Maria Braga, como meu parceiro adora dizer.

Terminei os exercícios antes da hora, nisso deixei um tempo livre para eles colocarem todos os assuntos em dia e tirarem todas as dúvidas sobre os cálculos, afinal, nem todos são bons nesse tipo de disciplina.

— O que fará no almoço? Temos meia hora afinal.

— Irei comer e só, não gosto muito de perder tanto tempo com esse tipo de coisa. Aposto que você deve estar planejando as aulas dos outros turnos. — Afirmei, pois já o conheço há anos e sei como ele é de frente e verso.

— Com certeza, eu não posso deixar um detalhe passar senão eu serei um mero professor que brinca com os alunos de point. Enfim, não quer fazer nada comigo enquanto os outros professores não estão aqui? — Por mais tentador que fosse o pedido, ainda era o ambiente escolar e há alunos menores de idade no plantão, ou seja, é arriscado demais.

— Melhor não, Fernando, imagina se alunos menores de 18 anos nos pegam em uma situação dessas?! Poderemos ser demitidos da rede e nunca mais poderemos dar aula aqui de novo. Eu sei que você precisa se aliviar, mas há momentos impróprios, achei que já havia te ensinado isso, escravo.

Por mais lindo que seu olhar fosse arriscar minha carreira pelo prazer é e sempre será indevido. Nunca que meu amor pela escola, pelos dias e noites ensinando jovens e adultos, pode ser superado por momentos irracionais.

Saímos de uma vez para comer ou ficaríamos sem uma refeição completa por horas, algo completamente sem sentido e horrível para nós, pessoas de mais idade.

Quase 30 minutos passaram feito um jato, então nós tivemos que entrar mais uma vez no prédio, ele se ajeitando ao máximo para nenhum detalhe passar despercebido e eu olhando bem a teoria, pois ela é sempre longa demais.

— Boa aula, mestre. — Sua voz um pouco rouca de tanto manter o mesmo tom cruel sempre me chama a atenção pelo timbre bem diferente da minha, afinal, minha voz continua fofa mesmo após anos e anos falando por um bom tempo.

— Igualmente, servo. — Abrimos as portas e mais uma vez ensinamos nossos saberes aos mais jovens.

Depois da tarde terminar, descansamos nossas mentes com um beijo em longo e nos preparamos ao anoitecer cheio de alunos noturnos. Felizmente ele sairá junto a mim, visto que seu horário termina na mesma aula.

Como o dia terminado possibilitava o nosso aproveitamento pós-aula, fomos ao nosso lar, e tomamos um belo banho quente e eu peguei os acessórios para usarmos nessa noite cheia de energia luxuriosa.

— Quais desses você deseja hoje, amado?

— Todos, afinal, você sabe usá-los de uma forma incrível em meu corpo. — Uma resposta maravilhosa vinda de um escravo bem dominado por mim. Diante dessa situação deitei-o na cama e fiquei em cima do seu lindo corpo.

Segurei as mãos e beijei seus lábios, utilizando a minha língua para proporcioná-lo ainda mais prazer durante o primeiro ato nessa noite incrível.

Terminei o beijo, levando minha boca até seu mamilo esquerdo, mordendo-o com uma intensidade média, de forma que ele conseguisse aguentar e ao mesmo tempo testasse seus limites da dor prazerosa.

— Mauro! Por favor, continue! — O grito ecoou pelo apartamento, causando-me uma excitação ainda maior, nisso parei um pouco o movimento para escolher um dos brinquedos para lhe dar ainda melhores sensações.

Prendi os mamilos claros com o objeto, junto a isso, peguei o vibrador em formato de pênis, passei um pouco de lubrificante, além de relaxá-lo com unhas no abdômen e mordidas em seu pescoço sem tanta intensidade.

Aos poucos fui aumentando a vibração em seu ânus, fazendo-o gemer com sua voz excitante.

— Mestre, deixe-me te dar prazer também, por favor. — Com tamanhas palavras dóceis eu não pude recusar um pedido bem feito do meu servo. Dessa forma, senti meu pênis ser chupado com os lábios macios.

Os movimentos eram recíprocos à vibração intensa em seu interior, com isso sua língua movia de um lado para o outro, assim como ia para a glande e descia por todo meu órgão.

Sem nem pensar duas vezes empurrei sua cabeça para ir cada vez mais fundo naquele oral, foi quando meu sêmen saiu todo em sua garganta.

— Foi bom?

— Foi sim, mestre. — A voz saia em meio aos gemidos pela quantidade de prazer em seu corpo. Então coloquei a coleira com corrente junto à retirada dos prendedores, visto que eu usaria a chibata na região.

Peguei o objeto com a minha mão direita e bati com força em seu peitoral, além de bater em seus testículos com uma força menor.

Ao ver sua expressão com todo o prazer possível, masturbei-o enquanto realizava lhe um oral forçando meus lábios e usando um pouco meus dentes.

— Mauro! Assim eu não consigo mais me segurar! — Os sons de orgasmo se juntavam à ofegância pela quantidade de excitação em um tempo curto.

Logo senti que seu líquido sairia em minha boca, portanto aumentei ainda mais a velocidade e isso o fez soltá-lo de uma vez por todas. Com o sêmen ainda perto dos meus dentes, olhei-o durante o ato de engolir.

— Se sentiu bem? — Perguntei ao mesmo tempo em que tirava o vibrador de seu ânus.

— Sim, foi muito bom, você realmente sabe como me dar prazer. — Eu o levei para tomar mais um banho e depois fomos dormir juntos, já que amanhã ainda teríamos tempo para tudo isso de novo.

************

É estranho não dar aula para os alunos do terceiro ano, mas eles precisam de férias assim como qualquer pessoa, afinal, um descanso não faz mal para ninguém.

— Pensando naqueles estudantes? Se é que estudam mesmo. Aposto que eles aproveitarão para realizar o point, é uma pena.

— Até parece que você é tão cruel assim, mas eu e o Mauro sabemos a verdade. — Seu olhar envergonhado foi maravilhoso de se ver, porém o tempo era curto entre uma aula e outra, logo era necessária a minha saída até a sala de medicina.

Quando eu entrei naquele local, notei o quão nervosos estavam os jovens e adultos, fazendo-me pensar em algumas piadas sobre a matéria para melhorar esse humor sempre ruim dessas pessoas. Sei como medicina pode ser cruel, mas meus alunos não podem sofrer desse mal logo cedo ou eu não me chamo José Roberto.

— Levantem-se! Balancem seus braços e gritem! Quero ver cada um de vocês com tanta energia quanto eu! — Muitos estranharam essa abordagem, contudo eu precisava tomar uma atitude senão minha aula seria muito chata.

Após passar os ensinamentos para meus queridos estudantes, deixei um tempo livre e poucos conversaram sobre coisas sem ser estudar. Por isso eu não tive escolha, senão brigar com eles na cara dura.

— Gente presta bem atenção aqui! Eu sei que vocês são de medicina, sei que é um curso bem concorrido, mas vocês estão acabando com a felicidade sem nem pensar duas vezes! É bom conversar, gritar, bater em algo quando precisarem e agora que vocês podem jogar conversa fora, estão mais é querendo estudar e isso é errado! Vivam um pouco ou o sistema imunológico não funcionará direito, além da falta de sono. — Todos me olharam e refletiram seus atos durante esse curso pré-vestibular, pois estudar é necessário, entretanto só fazer isso não é bom.

Só sei que foi eu piscar que acabou o primeiro momento com aquela galera, se bem que eu fiz a minha parte, então o resto é com eles e com os outros professores.

Cheguei ao nosso esconderijo com um atraso, afinal, eu sempre tenho esse tipo de problema por conta da minha lerdeza causada pela idade. Enfim, ao sentar no sofá, alertei-os sobre meu aviso e fiz um pedido:

— Se vocês pudessem me ajudar com essa meta, eu seria muito feliz e agradecido. Sei o quanto estamos dando duro por esses futuros médicos, mas não só de estudos que eles são formados.

— Faremos o possível e você também tem que colaborar Nunes. — Ver meu escravo olhando baixo por não poder mais dar bronca nesse dia, foi a coisa mais fofa de hoje, com toda certeza.

Pularemos o resto das aulas, porque não importa na narrativa, então agora é a hora do almoço.

— Vai comer aonde? — Respondi mesmo sabendo que ele jamais comeria junto comigo, já que esse momento é do outro mestre. Ainda sim aproveitei a falta de olhares em cima de nós para beijá-lo rapidamente antes do meu almoço.

Continuei a olhar todos os lados daquela unidade, afinal, nunca devo me fazer de bobo enquanto continuarem a frequentar os cursos pessoas com até 30 anos. Falo com sabedoria, já que com esse tempo de vida a gente só faz merda.

Enquanto eu comia, conseguia apenas pensar naquele homem e em como ele é fácil de mudar suas atitudes, algo positivo e negativo, apenas depende do momento, do dia, da relação que ele possui com cada pessoa.

— Chegou atrasado de novo! Quantas vezes eu preciso reclamar de você. — A voz começou a ficar cada vez mais lenta e baixa, além disso, em seu rosto havia expressões de prazer por um objeto.

— O Mauro te deixou com um objeto? Alias cadê ele? — Demorou pouco para eu vê-lo atrás do nosso submisso.

— Chamou-me? Eu não coloquei nada nele hoje, acho que ele está imaginando uma repreensão vinda de você, José. — Eu sequer pensei nessa situação, mas já que ele imaginou isso, por que não?

Segurei seu queixo e bati em seu rosto, contudo a gente esqueceu o fato dos outros professores nos pegarem nessa situação e nessa hora Leonardo entrou na sala para respirar um pouco antes de começar seu turno da tarde.

Seu rosto ficou avermelhado junto às mãos impedindo a visão, com isso fechei a porta com o cadeado e comecei o questionamento intenso em cima do professor mais novo.

— Gostaria de participar? Nós sempre estamos abertos a novos escravos e mestres, ainda mais um jovem como você. Não vamos te obrigar a nada, mesmo assim, agora que já viu isso, jamais poderá contar aos outros colegas de serviço ou teremos sérios problemas.

— Eu não sei, é que eu nunca tentei algo do tipo. E vocês já são experientes no assunto, isso me amedronta um pouco. — É fofo ver alguém no começo desse estilo de vida, mas não devemos fazer sua entrada na escola.

— Encontre-nos depois da última aula da noite, porque o José só sai depois disso. — Ele concordou, deixando-nos confortáveis para abrir a porta e liberá-lo.

Depois dessa vergonha sem tamanho, obrigamo-nos a nunca mais realizar atos sexuais dentro do ambiente escolar.

Embora tudo tenha ocorrido fora do esperado, demos as aulas normalmente e aproveitei meu tempo livre com esse jovem para ter uma conversa com ele, afinal, sexo de cara não é legal para ninguém, ainda mais no começo.

A sua vergonha e timidez eram fofas e me lembram de quando eu me descobri nessa vida de dores prazerosas, naquela época eu achava que eu era submisso, até eu notar meu lado sádico me dominar no sexo.

— Fique tranquilo, Leo, eu não realizarei nada hoje, pois quero apenas conversar. Diga-me, já fez algum ato parecido com masoquismo ou sadismo? Se sim, preferiu mais ser o dominante ou o submisso?

— Nunca fiz nada desse tipo, nem mesmo tive relações com homens. — Ele de fato é novo em tudo aqui, ainda bem que eu não fiz nada.

— Isso é bom, já que te iniciaremos em tudo. Enfim, vá dormir e pense bem na nossa proposta, se não desejar isso, entendemos também. — Vê-lo sair com tanto medo me deixou triste, então o segui para pedir desculpas pela forma um tanto cruel de tratá-lo.

— Tudo bem, é difícil lidar com pessoas novas. — Diante dessa situação, voltei à minha casa e encontrei meu submisso dormindo por conta do horário, com isso deitei ao seu lado e caí no sono também.

Já no dia seguinte acordei com uma mensagem daquele professor, surpreendendo-me pela rapidez na resposta, entretanto eu não consigo ler direito ao acordar por isso esperei um tempo até lê-la de vez.

“Eu pensei bastante sobre o assunto e eu aceito! Mas eu não sei se eu sou masoquista ou sádico, então isso eu só saberei no dia, isto é, teremos um dia?”, meus olhos brilharam com uma intensidade fora do normal, pois eu jamais imaginaria esse tipo de pergunta vinda dele! Isso é maravilhoso!

Ainda sim eu estou me esquecendo do principal, meu próprio submisso e sei como ele deve estar se sentindo com essa situação, já que eu o deixei de lado sem prestar atenção.

— Posso conversar com você, Fernando? — O olhar fixo aos meus olhos demonstrava cada sentimento pelo tempo sendo ignorado por mim e isso me deixou mais mal ainda.

— Já sei que vai me pedir desculpas e eu sei que isso é importante para você, então vai logo e quando voltar dê-me prazer também! Mostre-me por que eu aceitei ter dois dominantes, entendeu? — Que dia cheio de coisas inusitadas, mas enfim, se eu consigo dar prazer ao meu escravo há mais de 20 anos, então tem um motivo e eu vou mostrar isso ao Leonardo.

Beijei meu submisso histórico e fui ao local marcado por nós, afinal, não há hora para um bom sexo, para o prazer.

Por mais que eu esteja no processo de aceitação dos fatos, sinto-me bem ao saber que farei outra pessoa bem com os meus atos, com os meus movimentos em seu corpo. Se bem que hoje ele deve realizar seus desejos comigo e não o contrário.

Ao vê-lo com o rosto corado, lembrei-me da minha juventude e em como eu morria de vergonha fácil, além de eu ter cabelo, mas isso nem me afetou igual ao amadurecimento ao longo dos anos.

— Demorei?

— Não. — A rapidez na fala era típica de um nervosismo pela primeira vez.

— Vamos? — A fala positiva era sinal de consentimento, o que me deixou mais calmo e feliz. Com isso, paguei o quarto mais confortável para lhe dar o luxo junto a uma primeira vez incrível.

Assim que entramos no local vimos o quão organizada era a cama, além da quantidade de preservativos e uns brinquedos para quem possui um fetiche parecido com o nosso.

Depois de olharmos todo o ambiente, retiramos todas as roupas presentes nos corpos já quentes pelo clima cheio de sensualidade.

— Está pronto? — As palavras não saiam com facilidade, no entanto aos poucos o jovem se abria para mim, causando-me uma vontade ainda maior de lhe ensinar formas novas de se sentir maravilhosamente bem.

— Sim, mestre. — Adoro ouvir vozes novas utilizando essa palavra para se referir a mim, visto que me sinto mais importante.

— Escravo, diga-me quais seus desejos para eu realizar. — Demorará a eu vê-lo mais calmo nessa situação, porém eu quero chegar a esse momento! Se eu consegui acalmar o Fernando há anos, eu também obterei com o Leo.

Mesmo com a mente cheia de incertezas, disse em seu ouvido:

— Está tudo bem, Leo. Eu jamais vou ultrapassar seus limites. — Seu olhar mais calmo causou a minha felicidade, logo beijei seus lindos lábios de forma leve, além de utilizar a língua sem tanta velocidade.

Durante o ato passei meus dedos em suas costas, arrepiando-o junto a uma sensação de excitação corporal em meio aos arrepios.

— Isso foi bom? Quer ser arranhado, mordido, quer receber um oral?

— Foi sim e eu quero tentar um pouco de tudo, mesmo com medo, porque quero sentir prazer na minha primeira vez.

— É a sua primeira vez tendo relação sexual? Então eu serei ainda mais cuidadoso, pode ficar tranquilo, querido. — Mais uma vez notei o vermelho dominar as bochechas e isso me fazia pensar na minha perda de virgindade, contudo o foco é esse adulto fofo e não eu.

Antes de ir a fundo naquele dia, fui aos movimentos menos intensos para acostumá-lo com toques em seu corpo feitos por outra pessoa, senão o medo não desapareceria e causaria problemas.

Comecei com seu pescoço, beijando-o diversas vezes, além de massagear seu peitoral enquanto masturbo seu pênis já ereto.

— Pode continuar José. — Com a permissão dada, beijei-o mais uma vez e continuei a masturbação, mas coloquei um dedo em seu ânus, movendo-o levemente enquanto aumentava a intensidade do beijo.

Ao ouvir seu gemido comecei a mover um pouco mais rápido aquele dedo, assim como parei o beijo para utilizar meus lábios em seu local íntimo.

— Isso é bom! — Ouvi-lo gritar me deu mais vontade de continuar toda àquela movimentação corporal, nisso usei minha língua em sua glande, fazendo-o soltar mais gemidos e sons.

Pouco demorou a seu sêmen sair em minha boca e diante daquela situação engoli o líquido sem pensar duas vezes.

— Não é ruim? — Seu tom de voz estava mais fofo do que o normal, então eu o deixei respirar por uns minutos, senão ele começaria a ficar irracional no sexo.

— Não, tanto que eu tomaria mais. Por enquanto é bom você respirar, já que foi algo novo.

— Obrigado, mestre. Quem sabe a gente não continua outro dia?

— Com certeza, escravo. — Beijei sua testa e coloquei suas roupas em cima da cama para auxiliá-lo no processo, na verdade, eu não coloquei por me sentir responsável demais por ele e isso me deixa desconfortável.

Com ambos já prontos, levei-o ao seu lar e voltei ao meu, ainda mais agora que preciso fazer isso com o meu submisso.

Antes mesmo de pensar em sexo, fui direito ao banheiro por conta da relação ser recente, ou eu não estaria pensando no meu parceiro de longo prazo.

Quando eu terminei de me lavar e secar, chamei-o para a nossa cama e na hora que retirou sua primeira peça de roupa, mostrou seu torso com as correntes já colocadas e isso para me surpreender que fofo.

— Use-me, por favor. — O pedido foi perfeito, dando-me orgulho pelo nosso relacionamento estar como no começo, inclusive aproveitei esses pensamentos e fiz um pedido.

— Fernando, podemos fazer igual na nossa primeira vez como dominante e submisso? É que esse momento foi muito importante para mim. — Os olhos se encheram de lágrimas, mas isso durou pouco, uma vez que deitei seu lindo corpo em meio aos lençóis roxeados.

Eu comecei a me sentir mais novo ao vê-lo com a coleira, além da venda que o impedia de ver meus movimentos, ainda que ajudasse a senti-los.

Não esperei minuto algum e peguei nosso chicote, colocando-o de quatro para chicotear suas costas e a região das nádegas, deixando-as com a cor vermelha em predominância assim como seu rosto por me imaginar mais novo.

— Fer, está gostando?

— Sim! Eu amo quando você me usa! — Jamais o vi tão empolgado quanto hoje, então utilizei isso a meu favor, logo prendi seus mamilos e com um pouco de lubrificante coloquei um vibrador em seu ânus na intensidade máxima.

Ao mesmo tempo em que os eventos ocorriam, mordi seu lábio inferior com uma intensidade média, preparando-o quanto ao prazer em seu pênis.

Antes de chupá-lo, prendi-o com um laço mais grosso e comecei os movimentos na glande até descer lentamente com o uso leve dos dentes.

— José! Isso é incrível! Ah! — Retirei aos poucos cada objeto, nisso realizei uma garganta profunda, fazendo-o soltar seu sêmen em minha garganta, uma sensação incrível.

— Acho que já deu escravo. Mas antes de terminar. — Beijei seus lindos lábios e disse em seu ouvido:

— Não há escravo melhor do que você, querido. — Com isso retirei a venda e mais uma vez suas lágrimas saíram de tanta felicidade.

— Obrigado, eu realmente não sei como você e ele conseguem me dar tanto prazer, mas eu sei que quero retribuir isso um dia.

— E você vai. — Ele ainda não sabe, mas marquei um dia com o Mauro para ele aproveitar ainda mais.

************

Poderia ser um domingo como qualquer outro, porém meus mestres falaram que precisam realizar algo sem mim durante umas horas e isso está acabando comigo. Por mais que eu não devesse sentir tais emoções, o início da semana é o único dia com ambos disponíveis.

Durante essa espera eterna, peguei todos os livros das minhas estantes para começar uma leitura de horas, afinal, se esse era o tempo necessário e imposto a mim, logo ser produtivo torna-se prioridade.

Páginas e mais páginas devoradas em poucos minutos, nisso tentei diminuir o ritmo ao máximo, ou meu tédio voltaria com uma intensidade maior.

Foi quando ouvi batidas na porta, deixando-me curioso pelo horário e dia.

— Bom dia, Fernando. — Pela aparência era uma monitora da escola, mas como ela sabia meu endereço? Isso é no mínimo estranho.

— Bom dia, Claudia, o que faz aqui? — Naquele instante fiquei com meu coração acelerado, pois mesmo fora de um namoro, ainda possuía um acordo entre eu e meus mestres.

— O José e o Mauro me pediram para eu te fazer companhia, então eu aceitei. Se bem que você já deve saber dos meus sentimentos perante a você. — Não entendi de começo o motivo dos dois terem armado tal encontro, contudo aceitarei por conta da leitura estar para chegar ao final logo.

Embora continuasse sem saber o real motivo da visita, comecei um diálogo com ela, mesmo com as suas bochechas coradas.

Após diversos assuntos notei o quão fico só sem a presença deles e nesse ponto a Claudia não pode me ajudar, afinal, sai da nossa zona de conforto dentro de qualquer lugar.

— Desculpe se parecer invasivo, mas aqueles dois falaram alguma coisa de mim? Deram algum tipo de ordem para você? — No começo ela não quis se abrir comigo, no entanto depois de uns minutos disse a verdade e eu fiquei sem acreditar naquele pedido. — Espera! Eles querem que a gente tenha uma relação sexual com a minha pessoa sendo ativa?! Faz muito tempo que eu não faço isso!

— Acalme-se, sabe que eu não farei se você não quiser. Alias que tipo de relação é a de vocês? Sempre vejo a porta da sala dos professores fechada em alguns momentos das sextas e das quartas, o que vocês fazem nesses dias?! — Chega a ser vergonhoso falar sobre isso com outras pessoas, além do nosso novo subordinado, já que tentamos manter isso em segredo pelo nosso bem.

Por mais que eu devesse falar a verdade, fui dominado pelo medo das consequências pelos nossos atos dentro do ambiente escolar, tanto que meus olhos apenas olhavam os quadrados do piso e não o rosto dela.

A cada tentativa de falar as palavras corretas, aumentava a quantidade de sangue nas minhas bochechas, junto às batidas intensas do meu coração.

Diante dessas reações a curiosidade era intensificada, obrigando-me a responder naquele instante.

— Nós realizamos atos para diminuir a nossa vontade sexual, uma vez que só podemos fazer o sexo nas noites, mas promete que não vai contar para ninguém? Somente o Leonardo sabe desses atos, pois nos esquecemos de fechar a porta nessa sexta.

— Só vocês mesmo para usar a escola desse jeito, mas tudo bem, não contarei. Ainda sim quero saber o resto da resposta, só me contou uma parte. — De fato havia me esquecido da primeira pergunta, porém todo mundo tem esses momentos.

— Enfim, nós temos uma relação de dominância e subordinação, com o José e o Mauro sendo meus mestres e eu o escravo deles. É estranho quando não faz parte da relação, contudo a primeira regra desse estilo de vida é ter o consentimento de todas as partes, senão sai do BDSM e vira estupro. Ai você me pergunta, como que uma pessoa que se faz de cruel para os alunos é escravo de duas pessoas, pois é, gosto bem mais de ser dominado do que dominar. — O rosto dela ficou mais avermelhado do que no começo da nossa conversa, fazendo-me imaginar quais eram seus pensamentos sobre esse assunto.

Ainda que eu estivesse gostando da conversa, notei a presença deles na porta, entretanto antes que eu pudesse abri-la, uma mensagem de celular era recebida pela Claudia e falava para eu colocar meu uniforme do exército. Achei suspeito, mas eu não o uso há anos, portanto seria uma oportunidade maravilhosa.

Despedi-me da mulher e fui direto aos meus mestres, abraçando-os com várias lágrimas em meu rosto pela saudade sentida durante as horas sem eles.

— Limpe essas lágrimas, escravo, pois o momento agora será muito bom e elas só aparecerão de novo mais tarde. Sem contar que não queremos vê-lo com os olhos avermelhados em momento algum, certo? Enfim, vamos?

— Vamos. — Antes de sairmos recebi um beijo em meus lábios que me fez parar de chorar.

Surpreendi-me ao ver um carro para nos levar até o local desejado, porque as casas de ambos não possuem uma distância longa a partir da minha casa. Isso me deixou com mais vontade de saber o plano desses homens incríveis para hoje, já que poderá melhorar as minhas expectativas para a surpresa.

Somente por aquela diferença nos encontros eu estava maravilhado, mas havia mais, pois dentro do veículo tocava a minha música favorita e tema dos primeiros encontros. Se o domingo não será perfeito com tantas evidências, com certeza me decepcionarei, contudo eles jamais fizeram isso comigo e tem que ter um motivo.

Conforme o caminho tornava-se mais amplo, também se ampliavam meus pensamentos diante da tarde de prazeres.

— Logo mais chegaremos. — A voz doce do Mauro aquecia meu coração de gelo e tudo parecia mais perfeito do que o normal.

Demorou apenas alguns minutos após a fala para que nós chegássemos ao local alugado pelos dois em conjunto, fazendo-me ter mais batidas aceleradas em meu coração.

— Se você queria retribuir todo o prazer sentido durante os últimos momentos, sinta-se a vontade. — O jeito galanteador do José me dava mais vontade de mostrar que eles também podem sentir o que eu sinto durante cada noite.

O tamanho da cama era absurdo, cabíamos nós três e sobrava espaço, algo sem cabimento para mim. Ainda sim era o móvel certo para eu ter um jeito de dar-lhes tamanha excitação corporal.

— Por mais que a gente sinta prazer em dominar você, queremos ver do que é capaz querido. — Meus olhos se encheram de brilho e no mesmo instante retirei todas as roupas do meu corpo, assim como os dois também realizaram esse ato.

Ao ver mais uma vez aqueles lindos peitorais nus, sem nem pensar duas vezes fui aos mamilos. Em um deles meus lábios chupavam a área e em outro meus dedos apertavam e com as unhas eu pressionava mais a região.

Quando ouvi o primeiro gemido aumentei a intensidade dos movimentos, com isso a saliva saia cada vez mais dos parceiros, dando-me mais desejo de vê-los com as faces fora do clima sádico. Entretanto no primeiro beijo voltei a posição de escravo, só que era apenas por um momento, para não perdermos o costume.

— Continue Fernando. — O tom da fala estava mais doce, mostrando-me o caminho correto naquele ato sexual fora do comum.

Ambos os olhos focavam em cada local dos meus membros, incluindo meus pés, estes colocados pertos dos seus lindos lábios macios para receberem o amor devido.

— Usem suas línguas, queridos. — Com a utilização das línguas comecei a sentir cócegas na região, fazendo-me rir fora do horário apropriado.

— Fique tranquilo, é normal rir durante o sexo. — Após ouvir tal fala fiquei mais calmo e consegui voltar ao clima sem muitos problemas.

Sem meus pés atrapalhando a minha visão, pude notar a ereção de cada um, além do líquido antes do sêmen estar saindo aos poucos diante do prazer sentido nos poucos toques e beijos. Junto a tantos estímulos percebi também o vermelho do rosto e a expressão incrível parecida com a que eles falam sobre mim.

Para dar-lhes uma sensação ainda melhor, coloquei meus lábios aos poucos em cada um dos pênis, mudando-os de posição para ambos terem a mesma excitação em suas lindas áreas intimas.

Conforme as veias foram aparecendo com maior grossura, continuei com a mão de um lado e com a boca de outro, assim eu tomaria sêmen naquele momento e ainda limparia mais uma região.

— Fernando. — As vozes saíam com ofegância, mas isso era apenas uma armadilha para eu realizar com ainda mais força e objetos.

Por isso peguei os vibradores e o prendedor, no caso, cada prendedor em um mamilo, o direito do José e o esquerdo do Mauro, juntando-os além da dominância.

— Eu sabia que você era bom nisso. — Várias pausas em meio aos sons eram notáveis e isso me deixava mais feliz e excitado do que nunca, pois eu jamais me imaginei sendo o dominante dos meus mestres.

Mas isso durou menos do que eu pensei, pois logo eu pedi uma rodada comigo sendo o escravo, já que eu amo essa posição e não consigo vê-los somente como masoquistas.

— Peça seu prazer, escravo. — Não demorei um minuto para ter meu momento de prazer.

— Mestres, usem-me como nunca antes, pois eu sou apenas de vocês e de mais ninguém, todinho de ambos. Cada pedaço. — Com o sorriso sádico dos dois me identifiquei novamente com meu lado masoquista.

Sem pensar duas vezes pedi para colocarem a coleira em mim como sempre, afinal, continuo sendo subordinado deles e jamais pedirei o rompimento do nosso acordo, ainda mais com mestres que me deixam sem palavras.

— Sente-se melhor assim? Agora volte a ser o nosso brinquedo. — Minha saliva começou a escorrer somente de imaginar os brinquedos utilizados em meu corpo, além do tom extremamente sensual dos dois mestres.

Mas antes de qualquer ato, pedi para colocar a minha roupa do exército de novo, porque queria ser dominado com essa vestimenta nada usual. Com a permissão, retiraram a coleira e ao me verem com a roupa ficaram ainda mais cruéis.

— Humilhe-se a mim, militar. — Com tamanho pedido feito pela mestria biológica não pude recusar, então sentei na sua frente e desejei vários xingamentos, puxões na corrente da coleira, empurrões e que me colocassem de quatro com ao me empurrarem.

— Não fez mais do que seu dever, nojento, escroto. — Meu coração acelerou como jamais ocorreu em outros momentos sexuais, nisso a minha língua saiu e eu engoli a sua saliva, mostrando-lhes que eu faço qualquer coisa.

— Até mesmo saliva? Por essa eu não esperava, mas vindo de um idiota como você não é para menos. Agora é a sua hora de ser algemado para entender essa sensação horrível. — Nunca desejei tanto ser algemado pelos meus mestres, pena que nenhum brinquedo havia sido colocado em meu ânus.

— E é claro, o vibrador mais robusto. — Após colocarem lubrificante, enfiaram-no na minha região anal, dando-me um prazer imenso.

No entanto deixaram-me sem o colar do pênis, permitindo-me soltar o sêmen sem problemas, principalmente pelo prazer ser imenso com tanta humilhação.

Meus sons ecoavam no imenso quarto e pouco a pouco minha mente ficava branca de tantas sensações maravilhosas dadas pelos meus lindos dominadores.

— Acho que já sofreu o suficiente, mas por que não chicotadas e chibatadas? Mauro, pegue o chicote e eu fico com aa chibata. — Era incrível, tantos objetos bons e dolorosos me lembrando das excitações de cada noite, seja na quarta ou na sexta. Ainda por cima me mordiam por todos os lados, marcando-me como prioridade deles.

— Perfeito, agora seu militar, tome mais sêmen ainda. — Cada vez mais o sêmen saia dos meus parceiros e o gosto era uma delicia.

— Pode respirar agora, Fernando. Troque-se com as roupas reservas e vamos jantar.

Realizei as ordens dos dois e mais uma vez fomos naquele carro com as músicas favoritas, nisso ouvi-os conversar sobre mim e eu fiquei sem reação diante de tantas falas lindas, como se eu fosse mesmo uma pessoa boa e com jeito para tal.

— Pronto, a melhor mesa reservada para nós. — Amei a recepção e me senti mais feliz e calmo com essa situação, por isso agradeci-os por serem meus parceiros durante esses mais de 20 anos juntos, desde o nosso começo de vida adulta.

Claro, a comida estava deliciosa e nós brindamos mais um ano e eu espero que dê 30, 40 anos sem o rompimento do nosso acordo. Enfim, eu quero tanto agradecer todos os dias por tê-los comigo durante essa vida, a melhor parte da minha vivência como masoquista.

— Não precisa agradecer, pois todos nós adoramos essa vida e enquanto conseguirmos transar continuaremos nessa, entendido?

— Sim! — Segurei as duas mãos e derrubei lágrimas na mesa diante de tanta emoção, felizmente fora da comida.

Terminado o melhor dia fui dormir ainda mais feliz e sem palavras pela situação perfeita.

1 de Março de 2020 às 01:39 0 Denunciar Insira 0
Fim

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