Aisuru chīsana ippo. - Um pequeno passo para amar. Seguir história

yukisenpai Yukki Kenji

A historia gira em torno de Takashi Hiroshi, um garoto rico que não gosta de se expor a ninguem, mas tudo começa a mudar quando conhece Rinna, uma garota que se senta ao seu lado.


Romance Romance adulto jovem Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#jovem #romance #escolar #adolescente #amor #comedia
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Passo 1 - A chame de manequim.

— (Toca*)(Toca*)(Toca*)

O despertador soa dando inicio a mais um dia, toco na mesinha ao lado de minha cama na tentativa de desligá-lo, (clack*)... o som finalmente para.

— Ah... . Me espreguiço e saiu da cama.

Na parede em um cabide está um uniforme, juntamente a ele está uma nota dizendo:

— "Este é seu novo uniforme escolar, não se esqueça de pegar o dinheiro que deixei em baixo de seu despertador, com amor Papai". Olho para o mesmo e então vejo algumas notas em baixo dele, as pego juntamente com o uniforme e começo a me vestir.

— Que amor é esse que nem mesmo está aqui para me desejar um bom dia. Resmungo.

— (suspiro*) Mais uma escola cheias de riquinhos convencidos... Eu mereço. Desço as escadas ao segundo andar.

— Onde está... Onde o deixei... Ah! Aqui está. Pego meu celular e um par de fones de ouvido.

Desço ao andar de baixo.

— Bom dia Senhor!. Um dos empregados me cumprimenta.

— Meu pai?. Pergunto a ele.

— Teve que resolver uns assuntos na empresa então saiu cedo de casa. Me responde.

— Sempre assim... .

— De qualquer forma já estou indo. O digo

— O carro já está pronto. Diz ele.

— (suspiro*) Não preciso, irei á pé. O respondo.

— Como quiser. Concorda ele.

Começo a caminhar pelas ruas da cidade, por elas vejo mais e mais carros indo em direção a tão renomada escola Agnus. Caminho por cerca de 20 minutos e então chego ao meu destino. Há um aglomerado de carros em frente aos portões, todos eles com algum aluno dentro.

— ...

Entro na escola passando pelos portões, me dirijo a sala dos professores para apresentação.

— Com licença... . Chamo a atenção de um dos professores.

— Pois não? Posso ajudá-lo?. Ele me olha de cima a baixo me analisando.

— É... Eu fui transferido hoje pra cá... . Ele me olha novamente e pergunta:

— Hum... Você é?. Já quase perdendo minha paciência com esses olhares o respondo.

— Sou Takashi Hiroshi. O professor sua por um segundo e diz:

— Ah! (limpa garganta*) Me desculpe, me acompanhe por favor Sr.Takashi.

— Então... Se eu pedir pra você lamber meu sapato, você lamberia?. O pergunto.

— O-o que está dizendo Sr.Takashi? Haha. Ri sem graça.

— Da próxima vez que olhar pra mim desse jeito... . O alerto.

— T-tudo bem, não acontecera de novo. Me responde aflito.

O professor me leva até uma sala no segundo andar, por um momento aguardo ao lado de fora até que ele me chame.

— É... Por motivos maiores, teremos um aluno novo em nossa classe.

— Por favor, entre Sr.Takashi. Ele me chama.

— Hum... Quem será que é? De que Empresa ele é?. Ouço um dos alunos.

Paro em frente ao quadro negro, com letras esgarranchadas escrevo meu nome.

— Takashi, Sou Takashi Hiroshi. Os digo sem interesse.

— É... Poderia nos dizer de onde você veio?. Pergunta o professor.

O olho com desgosto e respondo:

— Vim da escola Haito. Todos olham para o lado, escuto alguns dizendo:

— Mas... Essa não é... a escola publica de Isato?. Alguns me olham com deboche.

— (Limpa garganta*) Pode assentar-se em algum lugar vago.

Olho para a sala, vejo que todos estão me ignorando, tentando evitar contato visual. Me direciono a um lugar vago próximo a alguém que olha a janela sem interesse no que acontece na sala. Me assento ao lado dessa pessoa, uma garota, que olha incessantemente para fora, ela me olha por um instante e logo perde o interesse, o professor então começa a aula. A aula percorre por um tempo até que...

— Professor!. Chama um dos alunos em pé.

— O que houve?. Responde o professor.

— Eu acho que isso é muito para o nível do Takashi, poderia passar algo mais fácil?. Ele sorri, o restante da sala ri em deboche.

Não me contento com o que acontece, me levanto e digo:

— A resposta é: Y²-2y = 63-2x²+7².yx= 0. Me assento novamente.

— E-excelente Sr.Takashi. Responde o professor.

A sala permanece em silêncio, o aluno que tentou-me fazer de idiota, me olha com desgosto e se assenta novamente.

A aula mais uma vez percorre e então o sinal toca anunciando o intervalo. O mesmo garoto que tentou me prejudicar vem a minha mesa com mais algumas pessoas.

— Então... O meu pai é dono de uma Multinacional o seu pai faz o que?. Ri em deboche.

— O meu pai... vende langeris. Ele tenta segura o riso mais deixa sair.

— Hahahahaha! Hilário, seu pai vende... langeris? Hahaha, é algum vendedor ambulante?. O restante da sala ri junto a ele.

— Talvez... o que você acha?. O respondo olhando em seus olhos.

— F-fico imaginando o que teve que fazer para entrar aqui, de qualquer forma, vamos galera. Diz ele um pouco tremulo e sai com seu bando.

A maioria da sala sai para comprar seus lanches, enquanto eu e a garota ao meu lado permanecemos em nossos assentos.

— Ei!. Digo um pouco incomodado.

— ... . A garota permanece em silêncio.

— Ei, manequim!. A chamo de novo.

— O-o que? Quem você está chamando de manequim? Seu... Seu... Cabeça-oca!. Me responde ela.

— C-cabeça-oca?. Fico confuso com seu xingamento.

— Hunf*. Ela vira a cara.

— (limpa garganta*) De qualquer forma, me sinto desconfortável com você ai quieta nesse canto, sou Takashi Hiroshi. Me apresento.

— Hunf*... Rinna, Kagashi Rinna. Ela me responde olhando para o outro lado.

Me levanto e saiu da sala. Do lado de fora há muitos alunos, todos com conversinhas tipicas de riquinhos. Procuro um lugar para descansar, então coloco meus fones de ouvido e fecho meus olhos.


[Uma hora depois]

Lentamente abro meus olhos, com preguiça tento me levantar, olho para o lado e vejo alguém.

— Você... . A digo.

— ... . Ela não me responde, se levanta e sai.

— Ei!. A chamo, mas ela não olha para trás.

— O que ela estava fazendo aqui?. Um pouco confuso volto para sala.

Volto ao meu lugar e me assento, o mesmo garoto de antes me olha com desgosto sem motivo aparente.

— Tsk* Isso me irrita. Resmungo

— Você... . Alguém fala comigo.

A garota de antes, Rinna, começa a falar.

— Não deveria dormir daquele jeito, as pessoas daqui não se dão bem com pessoas "humildes" como você... acho melhor tomar cuidado na próxima vez. Rinna me alerta e então se vira para janela novamente.

Não compreendo o que ela quis dizer com isso, mas antes de poder descobri o professor entra na sala.

— Todos fação silêncio, a aula vai começar!

— É... Sr.Takashi, você tem os livros de inglês?. Me pergunta ele.

— Não. O respondo.

— Certo... Alguém pode dividir um com ele?. Pergunta ele á classe.

Ninguém se pronuncia até que...

— Tome. Rinna estende sua mão segurando um livro.

O pego e então ela volta a olhar a janela.

— Srta.Kagashi, não precisa se incomodar com isso, tenho certeza que deve ter alguém disposto a empresta-lo. Responde o professor.

— Deixa. Ela responde.

O professor então se cala e continua a aula.

— Nesta frase vemos o uso do verbo 'Need', alguém poderia ler?. Diz o professor.

Rinna se levanta e começa a recitar:

— "Needed your love, today I no longer need, because you no longer satisfy me, every night we spent together is no more."

— Excelente, Srta.Kagashi!. Diz o professor satisfeito.

— Então... alguém pode me dizer em que tempo está o verbo "Need"?. Pergunta ele.

Um dos alunos responde.

— No passado e no presente professor.

— Isso mesmo. Responde o professor.

— O verbo need se encontra no passado e no presente... . O professor continua a aula.

O tempo passa,o fim da aula chega, pego o livro que Rinna me emprestou e tento devolve-lo.

— Obrigado. Estendo o livro a ela.

— Não preciso mais dele, já o decorei todo... Fique pra você. Me responde ela.

— Ei!. A chamo novamente

— Hum?. Ela me olha.

— São 300 paginas. A digo serio.

— Sim. Ela responde como se fosse normal.

— Sim uma ova, como que você decorou 300 paginas!?. A digo espantado.

— Decorando?. Me responde como se não fosse nada novamente.

— Você... é pequena só no tamanho em. A respondo.

— ... . Ela me olha com cara de brava.

Junto minhas coisas e começo a ir embora, do lado de fora dos portões o mesmo garoto de antes se exibe num carro importado.

— Ei, estudante transferido!. O olho com desgosto.

— Precisa de algo? O pergunto.

— Não quer que eu te de uma carona? Talvez você possa impressionar os seus amigos, hahaha. Ele ri em deboche.

— ... . Não o respondo e continuo a caminho de casa.

Chego em casa e me jogo na cama, descanso por um tempo e então vou para o banho. Depois do banho, me jogo na cama novamente e então durmo.










8 de Fevereiro de 2020 às 06:22 0 Denunciar Insira 2
Leia o próximo capítulo Passo 2 - Brigue com o pai dela.

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