Intempéries Seguir história

atherabeckman Ruana Aretha Beckman

Nesta escrita refuta meus ideais , descrita nos meus 15 a 16 anos ( 2009 - 2010) quando conheço a literatura e faço dela meus refúgios mentais e físicos, onde posso desaguar toda tempestade própria , por perceber o quão esdrúxula é a indiferença ao caos verde e social. Uma leitura subjetiva de cada ser.


Poesia Todo o público.
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O esgazeado pensar

Hoje pude ver a singelidade humana ...

E que não vejo por onde passo ...

Vejo apenas o asco vulgo perplexo na sua sintonia uníssona ...

Não percebo qualquer sintonia entre eles ...


Porém são vulgos que lutam contra o tempo ...

Em uma verdadeira ciclovia falante ...

Estes não sabem o verdadeiro elo perdido da vida ...


Entrementes ...

A vida é um mundo estroína ...

O hiperbolismo magnífico ...

Que nos atrai errantemente ...

Adentro de situações inusitadas ...


Ou talvez desesperadas ...

Meras palavras elouquentes ...

Percebo a sintonia entre a vida e a morte ...

Talvez seja a incredulidade heroica ...

Que extermina o ser refutável ...


Que mundo é este?! ...

Oh ... céus ...

Eu hei de partir em estribeiras ...

Pois as lamúrias tacanhas ...


Deixaram a rabona por entre ladrilhos esgadelhados ...

Se este for nosso legado ...

De bandos esgazelados ...

Que salutam por vosso desterro exilado ...


Do mais profundo sarcófago funesto ...

Que pelintra é a vossa audaz sabedoria ...

Por provida acidez erbúrnea ...

Eu empacara aqui ...

Por palavras encafuadas ...

Que destas acabrunhadas ...


Deixaram-me com a astuta indulgência ...

De mais um dia ...

Crispar a chofre palavra anódina ...


Por que ser astuto ...

Não é ser audaz ...

E conseguir o que desejas ...

Deves ter o voluptuoso caduco ...


Pois a agrura é malsã ...

Mas não sejais ríspido ...

Sejais lépido ...

E verossímil ...


Pois a rija dignidade ...

Está minguada na água de um riacho ...

E gradas são as gotas crispadas ...


Que assomam na veemência ...

Por a galharda perenidade ...

Trás esta luz anômala ...

Prestes a prostração ...

Por que cavaco ?! ...


Asco vulgo ...

Sois uma despótica ?! ...

Esbatida ?! ...


Só tenho a possança e que esta me pertence ...

Os indigitados a veemência ...

Sofregamente se tornaram vil ...


Infaustos, esgadelhados, impassíveis ...

São desterros pelintras ...

Tornaram-se rábulas encafuados ...


E o vulgo lúgubre ...

Desancava nas palavras ...

Porém este vulgo esgazeado ...


Empacara na anódina indulgência ...

Este prurido ...

Precisa de sufrágios ...


Mais que estes ...

São beatérios vilipendiados ...

Que mundo é este de sufrágio universal ?! ...


E de estrondosos errôneos ...

Que triste é a diplomacia ...

Para onde está este legado mentiroso ?! ...


Fugiu consternado ...

E misteriosamente encafuado por habitáculos de ratos ...

Onde estais ?! ...


Fugiu com nossa servilidade ...

E em um só instante ...

De arrufos eruditos inolvidáveis ...


Esta é a nossa vã filosofia ...

De padrão opróbrio ...

Para dizer o que ?! ...


Que destes vastos pastos vos fazem volver a agrura anódina infausta ...

De enormes pilastras pungidos ...

Mas é este sinal de desgraça ...


Que vos aboletamo-nos sofregamente ...

E nos prostramos diante destes infaustos ...

E estes indigitados por vós ...


Onde está vossa soberania ?! ...

E o brado encalce chofre ...

Grita de dor ...


Rio Xingu ...

Oh ... intempéries ...

Este expia anômalamente ...


E eu padeço ascamente ...

Consternados os ambientalistas, índios e ribeirinhos ...

A legitimidade vós assombra ...


Com suas velas pretas ...

Oh ... Belo Monte ...

Oh ... natureza consagrada divinamente ...

Não vós deixe ...


Estes pródigos ! Dissipadores de beatitudes ! ...


Estes serão os indigitados malsãs ...

De ríspidas esbatidas epidemias retorquidas ...

Não sejais monólogo ...


Nem sub-repetício ...

E o chilrear de vossos belos passáros ...

Extintos ...


Nossa Amazônia ...

Onde irá parar ?! ...

Vossas paragens verdes ...

Vossos animais ...


Porém nossos mares ...

As sombras já apossaram-se deste plácido arraigado ...

E o tingiram de preto e vermelho ...


Seus peixes se tornaram lisonjeiros ...

Sua maresia perdeu seu martírio ...

As aves que antes rodopiavam ...


Já não rodopiam mais ...

Pois a água agrurenta a atingiu fustigamente ...


Escasso será este desgarrado fugaz ...


Vale, onde está nossos minérios? ...

Para onde levas este vosso galhardo encafuado ? ...

O que este "ouro " vos reserva ?! ...


Esperança ...

E a bonomia exorta o zelo ...


Está é a minha pátria fúnebre ...

Mas que o opróbrio a fascina ...

E a sua agonia me trefega ...


Me trepana os nervos céleres ...

Que a celeuma anódina ...

Com a sua impetuosidade inaudita ...


Resvala ...

A nossa geração perdida ...

Que destes espantosos desvaneios ...


Estes indigitados ...

Vos fazem de nossa geração uma estróina indigente ...

Que nestes pilastes de modismos ambulantes ...


Emagreça, enlouqueça ...

Bulimia, estremeça a rudeza ...


Anorexia, a fadiga perdida ...

Que prurido é este televisivo ?! ...


Que lúgubre é este irrequieto modismo ...

Coloridos , emos , evasivos ...

O exílio veicula estas asperezas de arrufos ...


Revolucionários, vos devemos mui ...





27 de Janeiro de 2020 às 17:44 0 Denunciar Insira 2
Fim

Conheça o autor

Ruana Aretha Beckman Um mero ser neste planeta que escreve o que vem a mente, aprecia o pequeno ao maior ser puro, protetora da sociedade fofinea, temida entre eles, pois quer apertar todos, possui grande amor pela natureza , sempre ao dispor dos sonhos e da fantasia. *Ps. Espero que sigam e curtam as histórias e poesias, agradecida por toda gentileza.

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