A Península (As crónicas dos Rochedos) Seguir história

patty-andrade1579135077 Patty Andrade

“Há factos que merecem ser contados, outros que somente deveriam cair no esquecimento para nunca mais serem lembrados. Não sei em qual dos dois insira os acontecimentos que presenciei e que vivi, mas que acima de tudo eventualmente causei… “ A Península é uma história de intriga, amor e dissimulação onde todos parecem ter algo a esconder e algo a revelar. Elissa é uma jovem criada numa velha abadia, irá ser ela a personagem central, que nos conduzirá neste estranho mundo de tudo que parece ser não o é.


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Prólogo

Há factos que merecem ser contados, outros que somente deveriam cair no esquecimento para nunca mais serem lembrados. Não sei em qual dos dois insira os acontecimentos que presenciei e que vivi, mas que acima de tudo eventualmente causei…

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Foi já há algum tempo que soltei o meu primeiro grito neste mundo, dentro do velho castelo de Sarrinne, lugar este que em poucos anos, após o meu nascimento, tornou-se na região mais inflamada do Grande Reino Peninsular de Laínne… desde então muito mudou…

Não vivi durante muito tempo onde nasci, de facto a minha estadia em Sarrinne fora tão breve quanto os meus tenros meses de vida. Durante os dezassete anos que se seguiram o "meu lar" seria na já milenar Fortaleza de Adocree, situada na pequena ilha rochosa à entrada da baía de Adorr.

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Consta nos antigos arquivos de Ataric, de onde escrevo estas memórias, que Adocree fora durante gerações incontáveis uma fortaleza importante, um ponto estratégico indispensável na defesa da península, especialmente eficaz contra as invasões dos temidos Varshan, vulgarmente conhecidos por todo o Reino e até para alem deste como “Sombras Negras”, pois tinham por costume pintar os seus rostos de negro. A voracidade dos seus ataques, tornara-se lendária, e foco dos mais variados mitos e folclore, mas tão misteriosamente como surgiram, simplesmente desapareceram… nas ilhas que habitaram por centenas de anos nada mais pareceu reinar a não ser um misterioso e gélido silêncio de morte.

Os mais religiosos ainda falam, com profundas certezas de um castigo tenebroso, vindo diretamente dos Céus, ou até antes do mais negro dos Profundos dos Infernos. Uma calamidade tão sombria, quanto a mais escura das noites de Inverno, caíra sem aviso sobre aquele povo. Tudo em resposta pelas suas atrocidades.

A verdade, esta menos divina, é de que uma estranha moléstia atingira os grandes guerreiros Varshan, assim como todos os restantes ilhéus, homens e animais sucumbiram à pestilência, que rompia pelos seus corpos como chagas abertas com um cheiro pútrido.

Ninguém ousara aventurar-se até às pequenas ilhas, pelo menos ninguém o fizera, não desde que estes terríveis rumores se espalharam, já há muitas gerações. O medo de sofrer do suplício Varshan, uma morte lenta e dolorosa, afastava qualquer um… desde que esse “um” tivesse bom senso.

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Há cerca de quatrocentos anos um então emissário vindo de Brikos, um tal de Hariodes de Karrd, escrevera nas suas crónicas de viagem, o que teria sido a chegada ao território de Laínne, de um estranho grupo de mulheres, nunca dantes vistas por aquelas paragens… monjas devotas de uma estranha religião de um Deus único e sem nome, a quem chamam simplesmente de “O Deus”! Durante largas centenas de anos o isolamento da velha península mantivera-a até então fiel aos deuses supremos do seu panteão sagrado liderado por Shiigek, O Punidor, e Lisantya, A Que Concebe, os Irmãos Criadores, mas a maior devoção essa estava inteiramente reservada ao filho destes dois, Olumar, o deus da Morte e Senhor da Guerra supremo.

Sobre certas circunstâncias, que ainda permanecem seladas, o então Rei de Laínne, Arkrios da Casta Real de Agitonn, cedera a estas mulheres a imponente fortaleza, que possuía na ilha de Adocree, então abandonada, para que estas vivessem ali e pudessem professar a sua fé, isoladamente. Sem que assim entrassem em conflito com os restantes habitantes da península.

Para o infortúnio do Rei, estas mulheres não se mantiveram assim tão isoladas, e aos poucos o pequeno grupo inicial cresceu, das poucas dezenas para bem mais de uma centena. O pior estaria para vir quando entre estas mulheres surgiram certos grupos, que instigavam e causavam ataques diretos à milenar e a então muito sagrada religião do Reino. Queimando e arrasando todos os altares ancestrais que se encontravam até então intocáveis sob a proteção das florestas e cavernas circundantes. Despedaçaram com desdém os ídolos sagrados, cravando símbolos toscos, mas profundos, nos trocos das árvores, “sangrando-as”, marcando-as para todo o sempre, numa atitude rancorosa e insana, nos limiares do fanatismo, atitudes que rapidamente se voltariam contra elas.

A postura complacente que o Rei tivera, perante estas ditas religiosas, não fora bem-recebida, assumida de imediato como uma grande afronta, quase como que uma blasfémia, “afinal, não era ele Arkrios, o protetor do Reino?! Porque ignorava tamanho ultraje?!” Um desagrado que muitos não estariam dispostos a aceitar de ânimo leve. Em especial, os orgulhosos Senhores da Guerra, os Alamar, que viam de dia para dia aquele grupo a aumentar. Sentiam-se de tal forma injuriados, que juraram perante o próprio Soberano se este não voltasse atrás com o absurdo que cometera e não tomasse uma atitude digna de um Rei, que isso só teria um único desfecho, nas suas palavras: “...as pedras de Adocree tornar-se-ão vermelhas com sangue...

Em consequência desse juramento, muitas das mulheres perderam atrozmente as suas vidas, a maioria destas inocentes, que nada tinham a ver com as loucuras cometidas.

Ataques violentos, foram praticados inicialmente sobre os pequenos grupos que se deslocavam periodicamente à península, em busca de mantimentos, que sempre escassearam na ilha rochosa.

Numa tentativa de lhes vergarem tanto a determinação como o espírito foram assim constantemente perseguidas, aterrorizando-as com todo o tipo de torturas, violadas e espancadas sem qualquer remorso digno de um Ser Humano, às que resistiam e lutavam contra os seus agressores a morte chegaria das formas mais atrozes e desumanas possíveis.

Em breve, os seus corpos apareceriam dilacerados, esventrados, enforcados com… com as suas próprias entranhas, eram assim expostas ao longo das estradas principais, deixadas a apodrecer aos olhares dos que por ali passavam, num espetáculo de horrores nunca dantes testemunhado, como que numa derradeira humilhação seriam lentamente devoradas pelos abutres, até que nada mais restasse dos seus corpos.

A carnificina fora de tal forma horrenda que o próprio Hariodes, testemunha real destes ataques, não os conseguiu descrever sem que a sua pena borrasse os pergaminhos nos quais relatava aqueles eventos, tal era o horror que sentia daquelas memórias.


"Olumar, deve banquetear-se esta noite... os que o veneram tão ferozmente neste pátio fizeram jus ao seu nome, mais uma vez... oiço risos e cânticos de alegria vindos destas bocas vis, enquanto lá ao longe em campos enlameados ecoam perdidos no ar gemidos de dor... estes animais que os lideram, a quem chamam, tão orgulhosamente, de "Guerreiros Sagrados do Reino", estes tais Alamar... são nada mais que bestas repugnantes que mereciam desaparecer da face deste mundo... e com eles caminho... sorrindo como se nada fosse!


Já não importa quem começou tudo isto, quando a loucura é já superior a qualquer réstia de sanidade que aqui ainda possa existir... homens, mulheres e crianças vejo nos olhos de todos eles a sede da vingança e o regozijo pela morte."

Estes ataques indiscriminados, em poucos meses, tiveram por sua vez uma reviravolta inesperada para os grandes Alamares, pois apesar de todas as suas possíveis razões causaram o repúdio generalizado da população de Laínne, surgindo entre o povo, defensores dispostos a dar a vida pelas mulheres de Adocree. Numa discórdia sangrenta, que rapidamente se alastrou por todo o Reino, como se de uma seta em chamas, disparada em todas as direções se tratasse… transformando-se numa guerra civil sem precedentes, que ficaria conhecida para todo o sempre como a “Guerra do Ramerrão”*, tal era a monotonia repetitiva que se tornara. Uma guerra condenada à desgraça desde o seu inicio. Os pobres coitados que se insurgiram, que a tentaram travar, esses partilhariam no fim do mesmo destino daquelas que tentavam defender… a morte.


*

1. Som monótono e continuado. = LADAINHA, LITANIA, SALMODIA

2. Hábito de fazer uma coisa sempre da mesma forma. = COSTUMEIRA, ROTINA, ROTINEIRA

3. Repetição monótona.


Poucas foram as mulheres do grupo original que sobreviveram a estes acontecimentos, acontecimentos estes que se alastraram por mais de vinte anos, as que não conseguiram fugir entretanto, a todo aquele banho de sangue, foram capturadas e vendidas como escravas em Brikos, terra onde o comércio de almas, em especial o de mulheres jovens, sempre fora bem aceite pela "Irmandade Mercantil", um grupo reservado às grandes elites e que desde sempre ditou as regras comerciais… ou melhor adulterava-as, se o negócio fosse proveitoso, em especial se esse negócio envolvesse prazeres carnais e o dinheiro fácil. Brikos era assim um lugar duro, distante e agreste, onde as leis do Rei Arkrios e de todos os reis que o sucederam nunca chegariam.

O velho Rei, desgastado pelos conflitos gerados, era repudiado como "Senhor Soberano" pelo seu Povo, aliado a isto contava ainda com o total desrespeito, revelado pelos Alamar, supostamente os seus mais fiéis vassalos.

Num último golpe para recuperar o seu já quase inexistente poder no Reino, ordenou à sua Guarda de Honra, os únicos juramentados que lhe eram ainda fieis, que executassem sem qualquer piedade, quer pelo garrote ou pelo cume da espada, todo aquele que incentivasse à discórdia ou que causassem algum mal às restantes mulheres de Adocree. Isto independentemente de serem nobres ou plebeus. Num ciclo que parecia não ter jamais fim, foram mais achas atiradas para uma fogueira que já possuía labaredas incontroláveis, muitos foram aqueles que acabaram executados em consequência desta ordem, as suas famílias despojadas de qualquer título de nobreza ou bens que possuíssem.

O poderio de guerra dos Alamar caíra pura e simplesmente por terra, mas mesmo assim ataques esporádicos aconteciam, num desafio aberto à ordem real, em que o objetivo deixara de ser a morte das monjas, mas sim a do próprio Rei. Nada havia a fazer para Arkrios a não ser procurar refugio dentro das muralhas impenetráveis de Adocree. Daí e determinado a parar de vez com toda aquela insanidade, Arkrios criou, à revelia da maioria dos seus, já poucos Conselheiros, que o seguiram, uma Ordem Guerreira exclusivamente para proteger as mulheres, dentro e fora da Ilha de Adocree, mas mais especialmente a si. Surgiam assim os “Cavaleiros da Rosa Púrpura de Agitonn”, nome escolhido devido à Casta do Rei, que tem por escudo uma espada bifurcada com rosas entrelaçadas, esta Ordem residiria a partir desse momento na própria Abadia, lado a lado com as monjas, acompanhando estas para onde quer que se deslocassem.

Com o passar do tempo e com o findar destes trágicos acontecimentos que mencionei, começaram a correr pelo Reino burburinhos que o Rei teria abraçado aquela nova religião e que abandonara todas as crenças dos seus antepassados, fora de tal forma aceite que hoje Arkrios é conhecido como o “Convertido”. Rumor ou não, a verdade é que uma a uma, as Castas dos mesmos Senhores. que odiaram aquelas mulheres e lhes juraram a morte converteram-se de facto, todos eles em questão de duas gerações.

Somente nas altas montanhas do Kunne erguem-se ainda majestosos e intocáveis os velhos altares dos nossos antepassados, onde quase em segredo preces e cânticos são ainda entoados aos Céus.

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Devido ao extremo isolamento da ilha de Adocree, em relação à península, perguntei-me muitas vezes o porquê de ter sido levada para um lugar assim, tão afastado da realidade. As "Jumal Sisaria" (irmãs do deus) eram na sua maioria mulheres bondosas, mas também podiam ser muito severas nas suas ideologias e castigavam ao mínimo sinal de rebeldia, posso dizer que tinha uma boa dose dela, a suficiente para levar à loucura a mais santa das mulheres que ali habitasse. Devido a isso senti bem o ardor de alguns fortes açoites, resultado direto do que seria abusar um pouco demais da paciência daquelas religiosas!

Apesar das atribulações que lhes causava constantemente, ensinaram-me coisas que jamais esquecerei, especialmente a sobreviver, algo que elas sabiam e bem, mas infelizmente nem sempre soube usar na altura certa alguns desses ensinamentos, tais indecisões marcariam para sempre o meu destino e drasticamente o de outros.

Era encoberta pela frágil luz do crepúsculo, que subia às velhas torres de vigia, para dali observar o mar. Ali naquele retiro imponente que considerava como só meu, imaginava a minha “outra vida”, a que me fora vedada logo após o meu nascimento. Desconhecia, até então, o sofrimento de Ellianne, a minha mãe, e toda a história obscura que estava por detrás do seu Casamento, com o meu temido pai, Var de Cretoneh e claro toda a história por detrás da criação do Condado de Sardone, que somente ganhou esse nome após a “estranha” morte do Senhor do Castelo, Aaeire, o meu avô materno, isto resultara na consequente unificação do seu condado com o ducado de Cretoneh. Até então era conhecido por Sarrinne, nome pelo qual ainda chamam o castelo que me viu nascer.

Quando finalmente voltei a ver a minha mãe ela era pouco mais do que uma sombra, poderei mesmo dizer que era mais um fantasma desgarrado, agarrada à vida somente por esperanças vãs de uma justiça que tardava, justiça essa que ano, após ano lhe era negada. Os seus olhos cor de mel, em tempos vívidos e expressivos tornaram-se distantes e opacos, as olheiras que os circundavam eram bem a prova das muitas noites de choro e sofrimento por que tinha passado, pálida como uma laje de mármore branca, eram raras as vezes tirava um véu que usava constantemente para cobrir o seu rosto, à exceção dos olhos.

Pouco sei sobre o meu avô materno, lembrado como sendo um homem austero e duro, mas acima de tudo como um homem honrado e de bom senso, que fazia cumprir as leis do no seu Condado de forma exemplar, devido a isso tanto era amado por quem o servia como detestado por muitos dos seus pares.

Estivera durante sete longos anos nas Ylittah, as demandas sagradas... participando aí numa infeliz campanha, onde a norte da Cidade Santa de Çapraz sofrera uma terrível emboscada, perdendo de uma só vez, os seus dois filhos varões, Ellis e Aetoris, que o acompanhavam naquela infeliz jornada, sobrevivendo ele mesmo quase que por um milagre.

Ellissa, a minha avó materna, da qual herdei o meu nome, também não teve melhor sorte, depois de ter sofrido a morte prematura dos filhos, e esperado por cerca de oito anos o regresso do esposo das Ylittah, viria a falecer, contagiada pela Peste, que contraíra numa viagem ao Condado de Arryeinne. Chegou a Sarrinne com febres muito altas, em profunda agonia. Fora imediatamente levada para a zona mais resguardada do castelo, devido ao medo do contágio. Não demorou muito tempo para começar a delirar e perder a noção de tudo que a rodeava.

Foram dias de grande tormento para o meu avô, e para a minha mãe, que na altura não passava de uma criança, que estava então com quem julgava ser o pai pela primeira vez desde que nascera, para ela nada mais que um total estranho.

O anexo onde a Senhora de Sarrinne passara os seus últimos dias de vida fora incendiado logo após a sua morte, para purgar toda e qualquer réstia da doença que por ali tivesse ficado, ainda hoje se vê as marcas negras das chamas em algumas das pedras.

Devido à sua morte precoce ainda hoje correm burburinhos pelo castelo de que o seu espírito nunca o abandonou, vigiando aqueles que amou em vida e por consequência todos os seus descendentes.

Acredito até que terá sido a sua presença que ajudou a minha mãe a superar tudo o que aconteceu ali, não muitos anos depois.

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Não saberia contar grande parte desta “triste história”, não fosse Anjou de Chaat’ir, ironicamente um “Cavaleiros da Rosa Púrpura de Agitonn”, agora a guarda de elite dos Reis de Laínne. Anjou conhecera a minha mãe quando ela teria aproximadamente dezassete anos, e testemunhou de perto as mudanças e tragédias anteriores ao meu nascimento. Anjou foi um dos homens que foi-me buscar à Fortaleza, lembro-me como estava nervosa, iria sair do meu exílio, e regressar ao local onde nascera... não seria só a minha vida mudaria a partir daquele dia, como a de todos!

16 de Janeiro de 2020 às 17:02 3 Denunciar Insira 1
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Rodrigo Borges Rodrigo Borges
Eu gosto bastante de histórias com uma narrativa macro dos acontecimentos, então naturalmente gostei da forma narrada neste capítulo. Achei interessante como você apresentou as duas faces da história sobre os guerreiros Varshans, sempre por detrás de alguma lenda há uma outra versão não tão atrativa para se ter em livros de história, cantigas para espantar as crianças ou até mesmo para se construir uma cultura. Bom, entretanto, eu senti falta da variedade de pontuações, como ponto e vírgula ou hífen; tais se adequam bem quando a narrativa explica muito conteúdo. Também achei que, por mais que todos os acontecimentos tivessem conexão, eles se dariam melhor se separados em capítulos diferentes, desenvolvidos em histórias únicas; são muitos nomes diferentes que o leitor entra em contato, e as muitas histórias ainda podem deixar a leitura um tanto cansativa ou rodeada. Mas essas são opiniões minhas de escritor, formas que eu alteraria no MEU processo criativo. Agora, como leitor, eu achei bem legal ter reservado um tempo para ler sobre, apesar de não saber muito sobre os países ou, me perdoe, cidades e vários outros nomes autênticos da história. É interessante os detalhes dos acontecimentos com as monjas e todos os paliativos que o Rei adotou para não afogar sua imagem perante o povo e corte. Bom, me desculpe se eu faltei com sensibilidade; caso tenho faltado, peço desculpas. Ademais, queria convidá-la a ler meu conto recém publicado: Campos de Eucalipto, caso tenha tempo e, o principal, vontade.

  • Patty Andrade Patty Andrade
    Muito obrigada por ter comentado na minha história, que tive metida na gaveta por anos! É a primeira vez que a publico numa plataforma online e tenho feedback de outra pessoa fora do meu círculo de amigos. Muito Obrigada por ter me dado a oportunidade de receber o seu comentário. Sim a gramática sempre foi o meu pé de Aquiles... uma amiga chegou a oferecer-me um prontuário devido à minha pontuação falhar algumas vezes! Irei ler a sua história em breve (como tenho um bébé pequeno o tempo é menos, mas irei lendo aos poucos!) Mais uma vez os meu sinceros agradecimentos e espero que continue a ler os restantes capítulos:) 2 weeks ago
  • Rodrigo Borges Rodrigo Borges
    Ah, essa questão gramatical, eu acho que assola a todos nós. Eu sugeri, mas também peco nesse quesito; mas é sempre bom avisar uns aos outros, assim a gente compartilha conhecimento além de só histórias. Quanto ao meu conto, por favor, leve o tempo que precisar, e não se sinta pressionada; primeiramente eu vim até aqui porque eu quis ler a sua história, espere para querer ler a minha também ^^. Ah, bem-vinda ao Inkspired! 2 weeks ago
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