Borealis (MARVEL) Seguir história

jessicavieira Jessica Lourenço

𝓐 Aurora Boreal, um fenômeno lindo que como ondas de cores com sua iris esplendorosa, iluminam o céu. Michelle Jones era uma garota comum, que havia perdido o pai recentemente e estava se preparando para uma prova para poder entrar na faculdade de seus sonhos, até ela desviar de seus objetivos e descobrir que herdou as habilidades de seu pai, que era um cientista que havia viajado para Islândia e adquiriu poderes que foram transmitidos pelo fenômeno espetacular no céu, a Aurora Boreal. | Inspirado na maravilhosa série "Criando Dion" |


Fanfiction Seriados/Doramas/Novelas Para maiores de 18 apenas.

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I. A garota Imbatível

11 AM, Domingo, Residência Jones, Brooklyn, New York

Michelle permanecia concentrada em seus estudos, estava se preparando para a prova da faculdade da califórnia que estava determinada a entrar. A morena começa a transpirar de nervosismo e faz um coque folgado com todo o seu cabelo que a incomodava por ser tão armado, que a causaria ataque de ansiedade se ela não resolvesse isso logo, a irmã mais velha de MJ, Lydia, aparece sorrindo com uma caneca de café na mão e a cumprimenta se direcionando a cozinha.

— Arrasando no seu simulado da faculdade? — Exclamou em pergunta a irmã eufórica.

— Arrasando no meu simulado para a faculdade!! — Exclama MJ sorrindo e dançando sob cadeira, a mais velha ri e se serve com mais café. — Ei, cuidado com isso, não é saudável ingerir tando café.

— Todo mundo tem seus vícios.

— É eu sei disso, por isso digo para a nossa mãe parar de fumar tantos cigarros em um dia. — Diz Michelle indignada.

— Não é a mesma coisa.

— É claro que é. Cafeina se torna uma droga se você toma demais. — Diz Michelle.

— Aí cala boca, nada haver.

— Não, cala boca você.

— Calem a boca meninas, não me irritem. — Diz Grace, mãe das garotas que discutiam na cozinha.

— A Lydia não está acreditando que cafeina demais vai fazer mal a ela. — Diz Michelle indignada.

— Não se preocupe com isso MJ, o café acabou para a sua irmã. — Diz grace jogando todo o café pelo ralo da pia e dando uma tragada no cigarro. — Onde está Dwayne? — Perguntou Grace.

— Não sei, deve ter saído outra vez. — Diz Lydia sem nenhuma importância

— Espera? — Começa Grace. — Por favor, não diz que ele saiu novamente com aqueles Skatistas?

— Tá bom, não digo. — Diz Lydia.

— Aí, eu não acredito. — Diz Grace colocando a mão na cabeça em ato de nervosismo.

— Nossa, mas qual é o problema disso? — Pergunta Lydia e Michelle suspira por não conseguir se concentrar.

— Eles são drogados! Fumam maconha! — Exclama Grace e Michelle vê como uma oportunidade.

— E você está chateada por eles não terem te convidado? — Pergunta Michelle e Lydia ri.

— Você se acha a engraçadinha, não é? — Pergunta a mulher e Michelle dá de ombros. — Se concentre no seu simulado e vá cuidar da sua vida.

— Pensando bem, acho que vou dar uma pausa, beber um chá e dar uma volta. — Diz Michelle se levantando e guardando o simulado na mochila, colocando-a em um canto qualquer da sala e se direcionando a cozinha.

Lydia e Grace começam a discutir sobre Dwayne, o irmão do meio, que estava metido com drogas. Michelle não se preocupa com isso, pois confia em seu irmão.

Ela abre a porta do armário e agarra uma caneca e a derruba no chão, fazendo um corte profundo na palma de sua mão.

— Michelle?! — Exclama Lydia e Grace em uníssono correndo até a garota, que escorria sangue de sua mão.

— Michelle você está bem? — Pergunta a irmã maior em preocupação intensa avistando toda aquele vidro mesclado com o sangue sob o azulejo branco da cozinha, mas a mão de Michelle parecia intacta, sem corte algum.

— Que sangue todo é esse? Aonde você se cortou? — Perguntou a mãe das garotas.

— Eu acho que acabei de menstruar, vou ao banheiro. — Diz ela se levantando. — Vou limpar isso depois, ok? — As duas se entreolham e afirmam se oferecendo para limpar enquanto ela estivesse no banheiro.

Ela corre para o banheiro abrindo a porta em súplica e a trancando rapidamente. MJ se olha no espelho, tentando assimilar o que havia acontecido, ela encara sua mão que a poucos minutos estava escorrendo sangue com um corte profundo na pele, ela abre o armário do espelho e agarra a pequena caixa de lâminas que havia ali, ela torce para que não seja uma escolha errada e pega uma das lâminas, ela encosta a ponta do dedo na parte afiada na lâmina e o tira rapidamente quando sente o objeto pontiagudo perfurar sua pele formando um corte profundo e visível na ponta do dedo, ela sente uma ardência e encara o dedo esperando acontecer o mesmo que aconteceu na cozinha, e o corte se junta o deixando intacto novamente, como se ela nunca tivesse o perfurado.

Quando ela sai do banheiro e avista sua mãe e a irmã conversando na cozinha, distraídas, limpando o sangue e os cacos de vidros caídos sobre o azulejo, sorrateiramente, ela agarra as chaves, pega o casaco e sai da casa, batendo a porta acidentalmente, o que chama a atenção das mulheres que antes distraídas agora corriam para impedir que Michelle saísse antes de explicar o que havia acontecido.

[...]

Michelle olhava em volta, sentindo-se espionada, cobriu a cabeça com a touca do casaco e esperou parar em sua estação.

11 AM, Domingo, Residência Brant, Queens, New York

Michelle se posiciona em frente a porta dos Brant e bate três vezes, a porta se abre e a figura de uma mulher extremamente arrumada aparece em sua frente.

— Ahn... Oi, Senhora Brant, a Betty está? — Perguntou Michelle e a mulher a olha de cima a baixo em desprezo.

— Entre. Vou chama-la. — Diz a mulher dando espaço para a mesma passar que pede licença a mesma.A mulher some de vista subindo as escadas e depois aparece novamente.

— Ela mandou você subir. — diz a mulher séria, e MJ sorri pedindo licença e subindo as escadas.
Ela abre a porta em suplica e Betty se assusta.

[...]

— Deixa eu ver se entendi... Você se cortou com os cacos de porcelana e sua pele se regenerou?— Perguntou Betty.

— Você tá duvidando!— Exclamou Michelle, parando de rodear o quarto e parando diante a loira que estava com uma expressão visivelmente confusa.— Qual é o seu problema Betty?! Eu tô dizendo que eu me cortei e a porra da minha ferida se fechou, sem deixar cicatriz alguma e em menos de dois segundos!— Exclamou Michelle.

— Calma, MJ, só estou tentando entender!— Disse Betty indignada.

Michelle corre até a penteadeira da amiga e abre a primeira gaveta e dá de cara com uma tesoura extremamente pontuda. Sem se preocupar, Michelle rasga a pele de sua bochecha.

— MJ! Não! — Grita Betty. Osangue escorre caindo sobre o carpete rosa e a ferida se fecha novamente.— Aí meu deus...— Sussurra Betty.


14 de Janeiro de 2020 às 21:03 0 Denunciar Insira 0
Leia o próximo capítulo II. Um amigo em comum

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