Parasitic Seguir história

adrluiiz André L.

Após a devastação causada por um enxame de moscas, pessoas são atacadas por todas as partes do mundo. Desastres Naturais assolam o planeta dando indícios de um suposto apocalipse. Portanto, quatro jovens presenciam acontecimentos sem explicações, assim procuram formas de ajudar a raça humana e buscando conhecer mais sobre "O Lugar Sem Cor", um local sombrio e duvidoso.


Ficção científica Impróprio para crianças menores de 13 anos.

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Prólogo

Texas 05/07/1985

Texas National Laboratory


Apenas um corredor extenso ao qual circulavam várias pessoas com roupas de proteção, numa das várias portas fechadas, com o número de cento e cinquenta e nove, era possível ouvir sussurros.

— Como está o processo? — Preguntou um homem cujo sua voz era de rouquidão, expressava não ter confiança.

— As moscas estão bem, porém o sistema imunológico delas está completamente alterado, diferentemente de uma mosca comum. — Respondeu uma mulher com a voz um tanto alterada.

— Não precisa se preocupar Dra. Fien, está tudo sob controle, é apenas um experimento, logo logo elas não iram suportar tamanha exposição sobre o gás. — Falou o homem na tentativa de acalmar a mulher.

— Não, não está sob controle, nem sabemos o que estamos injetando naqueles insetos. — Ela continuou alterada levantado o tom de voz até que um som brusco soa na sala.

— Escute bem, não tem o direito de gritar comigo. — Ele falou arrogante.

— Me solte! — Gritou.

— Nunca mais levante a voz para mim, se acontecer novamente, você está no olho da rua. — O homem continuou raivoso.

A porta se abre e uma mulher negra com coque em seus cabelos cacheados, corre para fora aparentando estar desesperada segurando o pescoço. Dentro da sala um homem ficou parado, por trás dele havia uma grande parede de vidro formando um local isolado dentro da grande sala. Haviam cerca de setecentas moscas no espaço.

Após andar até um grande painel de controle, o homem apertou uma sequência de botões. No local, foi liberado um vapor esverdeado impossibilitado a visão dentro donde as moscas estavam, as mesmas começaram a se chocar de encontro ao vidro.

— Sr. McPyeth! — Um jovem apareceu ofegante aos pés da porta. — Uma moça, ela está na recepção, disse que é da fiscalização nacional.

— Diga que não será possível atendê-la.

— Ela disse que não irá até falar com o senhor. — Falou o jovem saindo da porta.

Ao sair da sala, McPyeth encosta a porta com tremor em suas mãos, vindo no corredor estava uma mulher de roupas sociais segurando uma maleta juntamente a outros doutores que à acompanhava

— Boa tarde McPyeth. — A mulher estendeu sua mão para cumprimenta-lo.

— Boa tarde. — Ele cumprimentou.

— Eu me chamo Jenet, vim fazer a fiscalização a mando do governo.

— Eu acho que... — McPyeth estava nervoso. — Não é um bom dia para isso.

— Irá fazer o mesmo que fez com o fiscalizador da semana passada? — Perguntou a mulher — Sinto lhe dizer, mas esse é um laboratório do governo, e irei fiscalizar, o senhor queira ou não.

McPyeth estava preocupado perante a tudo.

— Está bem, se puder me seguir. — O homem respirou fundo.

Jenet seguiu o homem observando tudo enquanto passava pelos corredores, tudo parecia estar correto até se aproximarem da sala donde estavam as moscas. O zumbido ecoava pelo corredor.

— De onde vem este barulho? — Perguntou ela se virando para trás.

— Barulho? — Perguntou o homem no intuito de disfarçar.

— Um zumbido. — Jenet começou a andar indo de encontro aos zumbidos.

— Jenet! — McPyeth segue rapidamente a moça em passos largos.

— Senhor. — O jovem de antes o chamou pelas costas. — Dra. Fien pediu pra chama-lo.

Observando a mulher sumindo pelo corredor McPyeth continuou demostrando preocupação.

— Ajude Fien, não posso deixar a fiscalizadora encontrar os insetos. — Ele volta a correr atrás de Jenet. — Sejam discretos, façam menos barulho possível.

—Mas senhor, o Thrancolium matou os animais da área B. — Diz o jovem na intenção de que McPyeth ouvisse. — Aí droga!

Colocando os ouvidos pelas portas Jenet acabou encontrando a sala a qual estava vindo o zumbindo. Ao abrir, a mulher se depara com as moscas quietas perante o vidro, com pavor em seus olhos, andando pela sala, incidentalmente esbarra no painel apertando um dos botões, fazendo o vapor ser disparado nas moscas que começam novamente a se chocar com o vidro. Em desespero, a mulher sai correndo até esbarrar com McPyeth pelo corredor.

— O que foi? — Pergunta o homem vendo o desespero da mulher. — Por que está assim?

— Ainda pergunta? — Ela responde com ignorância. — As Moscas, oque estam fazendo?

— Não deveria ter entrado lá. — Diz o homem olhando fixamente para a mulher.

— Não me importa, depois que souberem do que você faz aqui, com certeza essa espelunca não irá para frente.— Ela diz ofegante. — Este lugar irá fechar Sr. McPyeth.

O homem olha espantado enquanto Jenet se afasta indo embora do local.

— Droga. — McPyeth disse esmurrando a parede.

Após duas semanas se passarem, o laboratório foi interditado, tendo que encerrar os experimentos e pesquisas. Indo para a saída, estava McPyeth e Fien levando caixas com documentações.

— Senhor e as moscas, não iremos extermina-las? — Disse Fien preocupado.

— Não é necessário, com o passar do tempo elas irão morrer, não iremos dar o trabalho de mata-las. — Respondeu McPyeth.

Ao desligarem a luz do corredor e saírem pela porta da frente, foi possível ouvir um barulho de vidraças se quebrando, o zumbido se aproximou da porta da frente enquanto as luzes começaram a oscilar perante o ocorrido.


25 de Novembro de 2019 às 17:18 1 Denunciar Insira 0
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Conheça o autor

André L. Tenho 16 anos, amo ficção e fantasia.

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December 05, 2019, 17:49
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