fay Gabrieli Rodrigues

O céu azul já não esbanja mais paz, e torna-se carmesim em meio às tragédias. Somente um grupo de jovens guerreiros pode restaurar a paz. Serão eles capazes de vencer a Noite?


Aventura Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#ação #rpg #aventura #drama #fantasia #horror #romance #Anime-Manga
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A Noite Vermelha

Nossa história se inicia em uma pacata cidade do continente de Chimanao, a cidade de Chima. Lar da virtuosa Ishiba, a menina prodígio. Seus cabelos são pretos e longos, porém sempre gostou de usá-los presos em Twintails. Seus olhos são pretos como uma obsidiana e sua pele é branca.

Seu traje usual é o seguinte:

A garota nasceu em berço de ouro: Primeira filha do casal Hiroto e Yua, um comandante nato das forças armadas e uma sacerdotisa. Mais tarde vieram a ter Yukina, uma menina muito parecida com Ishiba, mas quatro anos mais nova.

Desde cedo, Ishiba demonstrou uma qualidade não muito apreciada por sua mãe: Desejo de combate. Para ela, o mais importante era que a filha aprendesse os ramos de todas as mulheres da família e se tornasse uma sacerdotisa também. Entretanto, quando completou dez anos de idade, Ishiba insistiu muito para que fosse matriculada na academia de cavaleiros da região, pois almejava proteger a cidade dos monstros que lá fora viviam. Yua ficou inconformada com a ideia, já que ,na linhagem do clã, nenhuma menina havia sequer manifestado tal aspiração. Recusou por várias vezes a aceitar que sua filha era diferente do que imaginava, mas ,depois de muita luta, aceitou que a menina fosse matriculada na academia.

Dentro desta fase de sua vida, Ishiba conheceu Yuuta, um aspirante a cavaleiro, assim como ela.

Yuuta é um menino cujo cabelo apresenta a cor marrom escuro com alguns detalhes mais claros nas extremidades. Geralmente o usa com uma franja e alguns pontos arrepiados dos lados. Sua pele, diferentemente de Ishiba, é um pouco mais morena. E seus olhos exprimem o mais puro castanho.

Sua amizade mais forte foi construída com ele, que parecia ser o extremo oposto da garota, mas, de alguma forma, os dois combinavam muito bem. Sempre formaram uma dupla de destaque nas provas e desafios da academia. Ishiba possuía, naturalmente, uma performance melhor, mas seu companheiro não desanimava de andar ao seu lado, nem que isso significasse treinar dobrado para estar perto de seu nível.

Quando completou dezesseis anos, foi a espadachim mais nova a derrotar seu sensei em uma batalha, o que fez com que ela se destacasse ainda mais dentro da academia. O garoto sentia na pele o quão atrasado era perto de Ishiba, mas isso nunca o incomodou.

Aos dezoito anos concluiu o teste que a formaria como uma cavaleira de primeira, conquistando mais um mérito em sua carreira. O dia da formatura foi extremamente emocionante tanto para seus pais quanto para Yuuta, que a acompanhou desde o começo. Neste dia em específico, fora tirada uma fotografia de toda sua família e esta havia sido emoldurada para ficar no centro da sala de sua casa. Sua mãe, inicialmente, ficou relutante sobre colocá-la ali, alegando que "enfeiava o ambiente".

Aos dezenove anos, Ishiba e Yuuta foram condecorados capitães reais da corte, tornando-os responsáveis pela proteção da cidade, e, também, o treinamento especializado dos novatos. Mudaram-se para uma casa perto dos acampamentos de treino, e lá viviam como irmãos: Cada um em seu respectivo quarto.

Além das ocupações, ambos também faziam visitas periódicas a seus familiares. Ishiba visitava seus pais e, especialmente, ia para brincar com a irmã mais nova. Yuuta, por outro lado, visitava seus pais mais como uma forma de cuidado, visto a idade da qual estavam se aproximando.

Os dois, como dupla, lutavam em conjunto contra ocasionais invasões de monstros, geralmente notificadas pelo soar de um sino na torre central da cidade. Os monstros não pareciam possuir qualquer motivo para invadir. Era como se estivessem sendo comandados por algum poder maior.

Como toda rotina normal, Ishiba estava vivenciando um pequeno impecilho com seu colega. Yuuta havia voltado para casa a fim de buscar alguns equipamentos, mas algo o distraiu no meio do caminho:

-Yuuta! Qual a sua dificuldade em arrumar um simples equipamento? – Exclamava a garota, adentrando o quarto.

Yuuta estava capotado em meio aos equipamentos, dormindo.

-Ei! Alô!

Ishiba balançava seus braços na frente do companheiro, buscando uma reação.

O escudeiro parecia imerso demais em seu cochilo.

Ishiba, irritada, pisava com força no solo, despertando o garoto.

-Oh! Desculpa! Eu dei uma apagada!

– Se apronte logo, hoje iremos iniciar os novatos no treinamento.

-Nossa? Já é hoje? Eu jurava que ia demorar um pouco mais!

-Se você não fosse um relaxado com tudo, saberia! -Suspirava, decepcionada.

Assim, os dois prosseguem até o campo de treinamento para dar início ao compromisso previamente mencionado por Ishiba. No meio do caminho, Yuuta indaga:

-Mas aí, por que ficar tão bolada comigo? Eu só estava tirando uma sonequinha!

-Eu não estou bolada, apenas acredito que compromissos tem hora para acontecerem. Se você quer ser um relaxado pelo resto da vida, o problema não é meu. Mas estamos atados na mesma situação, e preciso te trazer junto.

-Eu só fiz uma pergunta, não precisa jogar facas em mim.-Dizia, com um tom de voz um pouco triste.

-Eu não joguei nada em você. Não ainda.

Dentro do campo de treinamento, os novatos são apresentados um a um a Ishiba e Yuuta e os dois se dividem em dois grupos para treiná-los com maior eficácia. Enquanto Yuuta ditava regras de leitura de combate, Ishiba ensinava táticas ofensivas de grande precisão.

Treinaram até que a tarde caiu e já estava na hora de se recolherem.

-Ooof! Hoje eu realmente gastei tudo de mim. -Comenta, Yuuta, expressando cansaço.

-Nossa cidade ficará mais segura se todos esses iniciantes treinarem a sério. – Comenta, Ishiba, ofegante.

Yuuta se deitava na grama enquanto olhava o sol se pôr.

-Sabe, acho que eles têm futuro sim.- Comenta, Yuuta, com certo orgulho.

-Se não forem desleixados iguais a você... – Ishiba provoca, rindo.

-Ei! Eu sei me virar muito bem quando em combate, tá?

Conforme a noite pintava o céu de azul, os dois ainda repousavam do árduo treino. Mas o repouso era interrompido por barulhos de passos.

-Eu acho que ouvi alguma Coisa - Diz Ishiba, em um tom sério.

Os arbustos por perto começam a se mover, revelando dois Goblins.

Os dois se levantam, rapidamente, em frente à ameaça.

Ishiba retirava sua katana da bainha, pronta para atacar os monstros.

O primeiro golpe era certeiro. Um corte frontal que rasgava o bucho do primeiro monstro, banhando Ishiba de sangue e, logo após, desaparecendo em uma névoa negra. O segundo monstro aproveitava o momento para atacar a garota pelas costas.

A espadachim virava sua espada para trás, a fincando na cabeça do monstro.

-Esses monstros são ridículos de fracos, mas essa não é minha preocupação no momento, e sim o sino da cidade não ter nos alertado da invasão.

Essa não era uma simples invasão que pudesse ser notificada, e sim um verdadeiro escarcéu. A cidade estava tomada por chamas e destruição a cada um dos passos que os dois davam em meio ao centro. O ambiente pacífico e bonito se transformava em um verdadeiro mar de sangue e gritos. A visão da dupla era de uma horda de monstros destruindo sua terra natal.

-Mas o quê está acontecendo?! – Ishiba comentava, assustada.

-Eu não sei ao certo, mas realmente não é bom ficar vagando sem proteção.

-Eu não estou nem aí para proteção! Precisamos contê-la!

Ishiba corria em frente à horda de monstros por impulso.

-Mas, Ishiba!

O escudeiro, relutante, seguia a menina sem ter muita opção, pegando uma espada de um soldado morto no caminho.

A luta continuava, mas a ofensiva dos humanos estava melhor por conta da adição dos dois novos guerreiros. Ishiba era letal e veloz, conseguindo eliminar com precisão um por um, enquanto que Yuuta cuidava da retaguarda da garota ao bloquear possíveis golpes, controlandoo espaço. Ao fim da batalha, muitos soldados estavam mortos e Ishiba, apesar dos esforços de Yuuta, relativamente ferida. Era quase conclusivo que a invasão havia sido parada.

-Pelo menos protegemos a maioria dos inocentes. –Dizia Ishiba, cansada.

-Eu estou totalmente esgotado. -Exclamava Yuuta, enquanto respirava de forma ofegante.

O comandante da divisão, Hiroto, chegava ao local para prestar os primeiros socorros necessários.

-Vocês estão bem? Foi uma luta e tanto por estas bandas. Eu não consegui chegar antes porque outro ataque estava sendo feito em outra entrada da cidade.

-Eu só estou cansada e com alguns ferimentos, papai. –Explicava Ishiba.

-Eu me encontro na mesma condição, comandante. -Responde Yuuta.

-Tudo bem. Eu mandarei uma unidade de resgate em breve, apenas busquem repousar e deixem o resto conosco.

O comandante então assumia as providências necessárias para reparar a cidade e acudir os feridos, tranquilizando Ishiba e Yuuta. Porém, algo começa a ocorrer com os corpos dos monstros mortos. A névoa negra por eles expelida começa a se condensar em grande quantidade dentro de um ponto específico, chamando atenção. Da névoa, um novo monstro, com o dobro do tamanho dos antigos, surgia. Desta vez, se tratava de um Orc armado com dois machados e uma aura negra que envolvia seu corpo.

Sem perder muito tempo para pensar no que poderia ser, Hiroto imediatamente envia seus homens para combater a ameaça. O Orc facilmente consegue derrotar as forças do comandante, seja dilacerando seus corpos ou engolindo seus membros.

Como ele mesmo acreditava que esse dia chegaria, deu um pequeno beijo na testa de Ishiba e se armou para o combate. Usando o mesmo estilo de luta da filha, pretendia enfrentar o monstro sem a ajuda de ninguém. Ishiba estava muito cansada e ferida para protestar.

A derradeira batalha entre o demônio gigante e Hiroto tinha início:

-Eu vou impedir que você consiga o que quer, criatura medonha. – Disse Hiroto, com determinação e calma.

O comandante desembainhava sua katana, uma muito parecida com a que deu à Ishiba quando ela era mais nova. Com uma velocidade imensurável, conseguiu cortar um dos braços do monstro, que caía e desaparecia, sem deixar os rastros de fumaça.

No calor da batalha, deixou sua guarda aberta e uma machadada fatal acertou seu ombro, fazendo-o perder suas forças. Vendo que não conseguiria mais seguir a diante, tomou uma decisão. Sabendo que a besta poderia atacar sua filha e o resto de seu reino, canalizava todo seu poder em um último golpe.

Com as duas mãos segurando firme em sua espada e sua visão começando a ficar turva, ele preparava a energia.

Rapidamente, o corpo do homem começa a se queimar em chamas e sua espada fica coberta por uma energia avermelhada.

A seguir, corre para cima do monstro e o empala. Conforme o sangue do monstro banha a espada de Hiroto, o corpo dos dois entra em chamas.

Ishiba assiste a cena, paralisada:

-Pai! Por que?! -Gritava, chorosa.

Como quem tinha plena certeza do que estava fazendo, o guerreiro a responde, sorrindo:

-Deixo tudo em suas mãos, querida. Sei que você vai se tornar uma excelente comandante.

A carne de Hiroto queimava, assim como do monstro. Ambos sentiam uma dor indescritível, ficando frente à morte.

Ao término da técnica, o monstro foi feito em cinzas, assim como Hiroto.

A invasão havia terminado, mas não sem deixar estragos: Um estonteante cheiro de sangue, cadáveres por toda parte e várias casas destruídas.

Mesmo que já soubessem, em seu íntimo, o que havia acontecido com suas respectivas casas, a dupla resolve se separar e checar, cada um, sua moradia.

Ishiba era a primeira a sentir o choque. Sua mãe foi encontrada com várias marcas de impacto na cabeça, cobrindo algo com os braços. Abrindo-os, percebia que era um quadro da família: Ishiba, a irmã, a mãe e o pai, todos juntos no dia em que a garota se formou na academia de cavaleiros. A mãe havia protegido, com seu corpo, a moldura.

A vontade de desmontar em choro era tamanha, mas Ishiba apenas pegou o objeto e o guardou em uma mochila.

Mais adiante, ouvia um murmuro familiar que se parecia muito com o de sua irmã mais nova, Yukina. Adentrando o aposento em que as duas , naturalmente, ficavam, notou que sua irmã estava com metade de seu corpo esmagado por uma coluna de pedra da casa.

-Yukina?! – Questionou Ishiba, com um tom de preocupação na voz.

A menina estava muito ferida. Com poucas energias restantes, mal conseguia pronunciar o nome da irmã mais velha.

-Ei! Você vai ficar bem!

Ishiba tentava, inutilmente, com todas as forças, remover a coluna de pedra que esmagava o corpo da irmã.

-Ishiba... Leve isso...

A garota abre a palma da mão e entrega uma espécie de caixinha.

- Eu ia te dar quando chegasse em casa.

Yukina ria de forma fraca.

-Não, maninha! Poupe suas forças! Eu vou arrumar ajuda!

Pegando na mão da irmã, Ishiba conseguia sentir a vida de seu corpo esvair por completo. Yukina já havia se encontrado com seus pais.

Como pedido da pequena, pegava a caixinha e, desolada, saía da residência.

Do lado vizinho, Yuuta via que seu pai estava deitado ao chão, com um ferimento fatal no peito, mas respirando com dificuldade. Sua mãe, porém, já estava morta. Ele não esperava nada diferente, pois ambos eram idosos e não poderiam lutar, mas se sentiu extremamente culpado por não estar lá. Enxugando as lágrimas, ouvia seu pai tentar, com o resto de suas forças, dialogar com o filho

-Yuuta... Você cresceu, meu filho.

-Pai, por favor, não gaste mais da sua respiração. Eu vou pedir ajuda. Você vai ficar bem!

O senhor de idade mexia sua cabeça como se dissesse não.

-Acabou para mim, Yuuta. Mas você ainda está aí, forte e sadio.

-Não acabou para você! Não fale asneiras!

O garoto tentava estancar o ferimento desesperadamente.

-Yuuta... É inútil.

O senhor sentia sua visão ficar cada vez mais escassa.

-Cale a boca! Eu não vou deixar você ir!

Ele tentava uma massagem cardíaca também, mas nada funcionava.

Em meio ao desespero de Yuuta, o senhor lentamente perdia sua pulsação, até finalmente descansar em paz.

-Pai... Eu juro que vou honrar sua presença neste mundo. Eu vou me tornar o melhor cavaleiro que qualquer um já viu! – Ele dizia , secando as lágrimas que não paravam de sair.

Colocou a manta da família sob o corpo de seus pais e se armou com o escudo e a espada do falecido guerreiro.

As consequências daquele dia eram nítidas. A grande cidade iria se reconstruir em algum ponto, mas as feridas deixadas nos corações daqueles jovens? Sem previsão de cura.

E apesar do episódio ter durado até o amanhecer, Ishiba e Yuuta viveriam , eternamente, aquele dia cuja noite parecia não ter fim.

A única visão que tinham era de uma noite vermelha, marcada por perdas.







22 de Julho de 2022 às 19:40 2 Denunciar Insira Seguir história
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Conheça o autor

Gabrieli Rodrigues Apaixonada por ler e escrever. Busco aprimorar-me cada dia mais no campo da redação e também dar mais vida e sentido às minhas obras. Meu público? Fãs de anime, games e afins.

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Isís Marchetti Isís Marchetti
Olá, tudo bem? Faço parte do Sistema de Verificação e venho lhe parabenizar pela Verificação da sua história. Eu achei bem interessante o tema que você escolheu para a sua história, escrever sobre fantasia e medieval não é fácil, ainda mais quando se trata de cavaleiros e orcs. Por mais que possamos encontrar muitos filmes e coisas do tipo, histórias assim são um pouco mais complicadas, deve ser porque o gênero não é fácil, ter uma base de conceito de como as coisas eram, e fantasiar tudo é realmente difícil. Mas confesso que sua história me atraiu bastante. A coesão e a estrutura estão boas. Os diálogos estão bem estruturados e com bases, não é uma conversa que inicia do nada sem motivo algum e tal, apesar disso, aconselharia você a revisar os diálogos, pois não se usa travessão no final da conversa, por exemplo: "Yuuta! Qual a sua dificuldade em arrumar um simples equipamento? - Exclamava a garota adentrando o quarto -." Ao longo do texto, em várias caixas de diálogos eu encontrei. A sinopse apesar de curta está pequena e bem atrativa, ela envolve a gente no texto logo ali no comecinho. Quanto aos personagens, eu gostei bastante da Ishiba, apesar dela demonstrar certa frieza, acredito que isso era normal na forma em que ela foi criada, ainda mais se parar para pensar que ela sempre teve o desejo em ser uma cavaleira, já Yuuta, me parece ser aquela pessoa que só está ali porque a melhor amiga também está. Eu não sei não, mas acredito que um romance está no ar. Quanto à gramática, você escreve muito bem, ainda mais em comparada com a forma a qual você escolheu para narrar seu texto, é muito difícil encontrar compreensão em quem escreve como se fosse uma história vivida. Apesar disso, tem alguns vocativos que precisam de vírgulas obrigatórias e você acabou não usando, porém tem outros lugares que você usou certinho, então eu imagino que tenha passado despercebido, vou usar o mesmo exemplo que foi usado em cima: "Yuuta! Qual a sua dificuldade em arrumar um simples equipamento? - Exclamava a garota adentrando o quarto -." O correto seria: "Yuuta! Qual a sua dificuldade em arrumar um simples equipamento? - Exclamava a garota, adentrando o quarto" outro exemplo: " "- Ei! Alô! - Ishiba balançava seus braços [...]" em vez de " Ishiba, balançava seus braços". Não são erros que estragam o texto e nem o prejudica de qualquer maneira, mas eu aconselharia a você a dar uma revisada nos pontos apresentados. No geral, você realmente me impressionou com a sua história, desejo a você sucesso e tudo de bom! Abraços.
July 18, 2020, 00:39

  • Gabrieli Rodrigues Gabrieli Rodrigues
    Nossa? Sem palavras para agradecer sua revisão. Fiquei muito contente mesmo em saber disso tudo. Vou buscar ampliar meu leque usando suas sugestões. Muito obrigada mesmo. July 18, 2020, 05:08
~

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