Yakumo e Mushirambo Seguir história

jace_beleren Lucas Vitoriano

Yakumo e Mushirambo continuam a viajar para o oeste, em direção a lendária cidade de Shinzo. Enquanto estão nessa jornada, os dois também aproveitam um tempo para ficarem juntos.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#Mushirambo #Yakumo #Shinzo #pwp
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Capítulo único

NOTA DO AUTOR: Nesta fanfic, os três acompanhantes de Yakumo não existem e são substituidos por Mushirambo (eu sei que os três se fundem para tornar-se o Mushirambo, mas nessa história não é assim, eles não existem)


*****


Yakumo era a última humana em um mundo pós-apocalítico. Um mundo em que a raça humana fora devastada por um vírus e as criaturas conhecidas como enterranos, criados a partir da mistura de DNA humano com o DNA de diversos animais, reinavam absolutos.

Ser a última humana era horrível, mas ela tinha como seu amigo, companheiro e protetor o enterrano Meshirambo. A presença dele tornava o fardo um pouco menos insuportável. De início ela o temia, mas aos poucos começara a confiar nele. Mushirambo era seu porto seguro, ele era o único enterrano que não queria matá-la e também o homem ao qual estava apaixonada. Os dois meio que tinham uma relação complicada que ela não conseguia chamar de namoro. Parecia mais uma amizade colorida, mais colorida que as amizades coloridas normalmente são.

Ela tinha apenas dezesseis anos, era do tipo gentil e pacifista, o tipo de pessoa que via sempre o bem nos outros e odiava conflitos. Cabelos castanhos claros, olhos azuis, vestindo longas calças brancas e uma blusa verde clara de mangas. Yakumo seguia sempre ao oeste, em direção a cidade lendária de Shinzo. De acordo com as lendas lá haviam refugiados humanos ainda vivos e ela precisava confirmar se as lendas eram reais ou não, custe o que custasse.

Mushirambo era bem mais velho que ela. Aparentando seus vinte e dois anos possuía um físico atraente e longos cabelos roxos, os quais mantinha sempre presos em um rabo de cavalo. Usava roupas negras e uma armadura vermelha, além de levar consigo uma espada presa a cintura.

Eles estavam viajando por uma floresta. Ainda era cedo e a luz do sol banhava tudo ao redor. Havia um rio fluindo a esquerda deles. Uma ruína do que parecia ter sido um antigo castelo podia ser vista um pouco mais a frente.

- Estou tão cansada... – lamentou-se Yakumo com um longo suspiro. Os dois não faziam nada além de viajar desde o último mês. Já havia se passado mais de uma semana desde que dormiram em uma cama de verdade. Nessa ocasião haviam enfrentado e derrotado Ryuma, o rei dos repteis. Um dos sete reis enterranos. Ryuma era também alguém que tinha uma atração, nada saudável, por Yakumo. A garota por mais pacifista que fosse, não podia negar que dormia mais tranquila sabendo que o rei dos repteis não estava mais nesse mundo.

Ao contrário dela Mushirambo não aparentava estar tão cansado. Seguia seu caminho calado, apenas olhando cautelosamente para os lados, procurando sinal de algum inimigo haja visto que eles constantemente eram atacados por enterranos hostis.

- Podemos descansar naquelas ruinas – disse Mushirambo em seu tom calmo de sempre.

A ideia de dormir em ruinas não era exatamente boa, além do fato de que eles ainda precisavam andar muito até chegar lá. Yakumo deu outro suspiro. Apesar disso, por não ter opção melhor, ela seguiu até as ruinas. Procurou não reclamar, mas estava muito cansada, seus pés doíam e ela sentia fome e sede.

- Não fique fazendo essa cara Yakumo. Essas ruinas nem estão tão longe assim. Deve estar só a um ou dois quilômetros de distância.

- Eu não sou uma enterrana como você. Me canso muito mais rápido sabia? –Tivera que acompanhar o ritmo de Mushirambo aquele tempo todo e isso a estava esgotando.

Ele ficou em silêncio por alguns instantes. Ponderou sobre o que ela havia falado e reduziu o ritmo de sua caminhada, algo que Yakumo agradeceu mentalmente. Chegaram nas ruinas cerca de uma hora depois. As dores em suas pernas a estavam matando e tudo que ela queria era uma cama. As ruinas do castelo, como toda ruína, estavam em um estado deplorável. Os dois vasculharam o local, mas não havia muito o que se ver, era apenas os restos de um castelo antigo com a maioria de seus cômodos destruídos.

Se houveram objetos de valor ali antes já haviam sido saqueados a muito tempo. Yakumo viu alguns tapetes velhos e já bastante danificados por roedores além de livros muito antigos esquecidos em uma estante. Para sua sorte encontrou um quarto em um estado razoavelmente conservado Havia uma grande cama que era possível usar para um rápido descanso. Seus olhos brilharam de felicidade e suas pernas agradeceram quando ela sentou-se na cama.

- Aqui está tudo e ordem – disse Mushirambo se aproximando. Ele sentou-se ao lado da garota sorrindo gentilmente para ela – dei uma volta pelos arredores e não vi sinal de nenhum outro enterrano. Estamos seguros.

- Que bom. Obrigada.

Eles estavam bem próximos e Yakumo corou devido a isso. Sentiu a mão de Mushirambo tocar gentilmente a sua, subindo pelo seu braço até chegar ao seu ombro. Eles se encararam o que a fez corar ainda mais.

- P... porque está em olhando desse jeito? – perguntou desviando o olhar, suas bochechas bastante vermelhas. Ela sabia o porque. Podia sentir o desejo dele por ela, podia sentir a tensão sexual pairando no ar.

Isso sempre acontecia quando eles estavam sozinhos, e eles estavam quase sempre sozinhos. Mushirambo acariciou o rosto de Yajumo delicadamente, sua mão apenas tocando gentilmente o rosto dela. A garota fechou os olhos esperando o beijo que não demorou a vir. Os lábios deles se tocaram, lentamente, de forma gentil e agradável.

Ela sempre se sentia embaraçada mesmo com simples beijos. Ainda possuía dezesseis anos e nunca havia sequer namorado ninguém antes de começar a se relacionar com Mushirambo. Ele por seu lado era mais experiente e sempre tomava as inciativas. Daquela vez não fora diferente.

Mushirambo aproximou-se mais de Yakimo intensificando ainda mais o beijo. Suas mãos começaram a acariciar o corpo da garota por cima da roupa. Tocando-a nas coxas, seios e barriga. Ela arfava de leve sentindo a temperatura de seu corpo subir. Delicadamente Mushirambo retirou a blusa de Yakumo. Ela não usava sutiã e por isso seus seios ficaram expostos.

- Lindos como sempre – elogiou-a acariciando os seios e dando-lhes beijos lentos. Yakumo gemeu baixo derretendo-se de prazer com os toques gentis de seu parceiro.

Sem pressa ele estimulou-a meticulosamente. Aplicava lambidas delicadas nos seios de Yakumo. Beijando os mamilos e dando-lhes leves mordiscadas. Ela gemia baixo, agarrando-se aos ombros dele. Mushirambo deixou de dar atenção aos seios para beijar-lhe mais uma vez nos lábios. Após o beijo separaram-se um pouco. Ele sorria levemente enquanto ela já arfava devido aos estímulos.

Muito tímida, e sem dizer uma palavra sequer. Yakumo começou a retirar cada uma das peças da armadura de seu amado. Ele parecia se divertir muito ao vê-la fazendo isso. As vezes acariciava o rosto ou os cabelos dela e lhe dizia algo romântico. Ela corou ainda mais e, quando por fim retirou-lhe toda a armadura, contemplou mais uma vez o físico de Mushirambo por cima das roupas negras.

- Me chupe – sussurrou nos ouvidos dela. Beijando sensualmente o pescoço de Yakumo em seguida.

Ela sentiu seu coração bater mais rápido. Nervosa e excitada sentou-se de joelhos no chão abrindo as pernas de Mushirambo que estava sentado na cama. Abaixou lentamente a calça dele e seu membro logo surgiu. Era grande, muito grande, inchado e com a ponta levemente avermelhada. Ela o segurou com as duas mãos, beijando-o de leve e dando leves chupadas na cabeça do pênis.

- Muito bom Yakumo – a cada dia ela ficava melhor naquilo e isso só o deixava mais excitado. A expressão tímida toda vez que o chupava era como um extra para excita-lo. Ele sentia a língua dela movendo-se lascivamente, envolvendo a ponta de seu pênis, umedecendo-o com saliva.

- A-assim está bom? – perguntou a garota. Ela tremia de leve. Um pouco de sua saliva caia entre seus seios, melando-os sutilmente.

Ele apenas acenou positivamente com a cabeça. Sentindo-se um pouco mais ousada Yakumo foi mais longe, colocando todo o membro de Mushirambo na boca. Devido ao tamanho era difícil, mas ela conseguiu com algum esforço. Começou a fazer movimentos de vai e vem, chupando com gosto. Saboreando todo aquele membro potente e viril.

Ele gemia baixo. Estava bastante excitado. Estava louco para entrar dentro dela e possui-la. Yakumo era como uma droga viciante para ele. Desde que provara do gosto da garota nunca mais conseguira ficar sem.

Ela manteve-se firme e empenhada chupando-o. Ele ficava cada vez mais duro, contorcendo-se de prazer. Quando não aguentou mais de tanto desejo pediu que Yakumo para-se. Ela o obedeceu prontamente. Mushirambo levantou-se da cama, seu membro balançava firme derramando algumas gotas de sêmen.

- Tire suas roupas e fique de quatro – pediu enquanto despia suas próprias roupas. Yakumo ficou parada vendo-o despir-se, hipnotizada pela beleza do enterrano.

E não era para menos. Ele tinha um corpo invejável. Seus músculos eram firmes e grossos. Havia algumas cicatrizes em seu corpo, mas, na opinião de Yakumo, só davam a ele um charme ainda maior. Suas pernas eram grosas, seus braços potentes e seu pênis... era simplesmente perfeito.

Ela também se despiu, um tanto vagarosamente. Retirou suas calças e calcinha exibindo curvas sutis, uma bunda atraente e uma vagina linda e depilada. Cobria-se com as mãos, muito vermelha de vergonha. Mushirambo acariciou o rosto da garota que baixou a cabeça sem jeito.

- Agora, de quatro Yakumo – repetiu seu pedido em um tom galanteador.

Ela obedeceu, ficando de quatro com a bunda apontada para ele. Mushirambo ajoelhou-se no chão apalpando as coxas e bunda da garota. Inseriu dois dedos em sua vagina e divertiu-se masturbando-a lentamente. Ela soltou alguns gemidos fofos enquanto ficava instantaneamente mais úmida. Ele adorava vê-la assim.

Quando percebeu que ela já estava pronta encostou a ponta de seu pênis na vagina dela. Esfregou sem membro nesse local apenas para deixá-la mais excitada e dar maior expectativa para o que viria a seguir.

Alguns instantes depois, com muito cuidado, começou uma penetração. Iniciou com movimentos lentos para que ela se acostumasse com seu ritmo. Foi, aos poucos, acelerando. Os gemidos da garota tornavam-se mais altos e ela rebolava, estimulada de prazer. Mushirambo segurou com firmeza a cintura dela e mantinha a penetração, tentando não ir rápido demais. As estocadas eram cada vez mais fortes e logo os gemidos da garota se transformarem em gritos.

Yakumo também nunca acompanhava o ritmo dele nesses pontos. Ela fechou seus olhos com força e mordeu o lábio inferior. Cada estocada a fazia tremer de prazer. Era gostoso e doloroso ao mesmo tempo.

Ele sentia-se impulsionado por um forte desejo. Yakumo despertava isso nele, um desejo sedento por sexo. Porem ele sempre tentava lembrar-se que ela era apenas uma humana, adolescente por sinal. Ele no entanto era um enterrano e não um comum, era um dos mais, senão o mais poderoso, de sua raça.

Suas estocadas eram cada vez mais firme, era difícil se controlar mas ele fazia o que podia. Quando não aguentou mais liberou todo seu orgasmo dentro dela em um único jorro abundante e espesso. A garota caiu no chão exausta com sêmen escorrendo de suas partes intimas. Mushirambo cambaleou para trás, cansado embora não tanto quanto ela.

Foi então que algo macabro repentinamente aconteceu. Um homem pássaro adentrou no quarto pela janela agarrando Yakumo nos braços e levando-a para fora dali, pela abertura da janela, em um piscar de olhos. Foi tudo tão rápido que Mushirambo nem sequer teve tempo de reagir.

Ele vestiu apenas suas calças e pegou sua espada, correndo atrás da criatura. Quando saiu das ruinas percebeu que as mesmas estavam cercadas de homens pássaros. Eram soldados com penas dourados e longos bicos pontiagudos portando lanças ou espadas. Trajavam armaduras leves, nada que as impedisse de voar. Eles pairavam no ar, eram inúmeros, dezenas deles. Com uma rápida olhada Mushirambo supôs que fossem cerca de cinquenta.

Viu Yakumo debatendo-se e gritando nos braços de um homem pássaro. Uma linda mulher de longos cabelos loiros e inconfundíveis asas brancas, claramente a líder do grupo, admirava Yakumo com um sorriso indecifrável no rosto.

- Então essa é a humana? – disse com uma voz delicada e maliciosa – nunca imaginei que fosse tão... – ela fez um silêncio antes de continuar - crescidinha.

- Senhora Rusephine o que faremos com ela? – perguntou um soldado pássaro. Pelos seus trajes era o segundo em comando.

Mushirambo avançou para resgatar Yakumo, mas muitos soldados pássaros se colocaram em seu caminho. Não eram muito fortes, mas eram numerosos e ele demorou-se tendo que abaté-los um a um. Rusephine demorou-se alguns segundos a observa-lo lutando, mas rapidamente perdeu o interesse nele. A expressão dela mostrou desgosto ao fita-lo.

- Você foi um dos sete reis enterranos e agora rebaixou-se a isso Mushirambo? – disse baixo para si mesma.

- O que disse senhora? – perguntou o homem pássaro que tinha Yakumo como refém.

- Você acaba com ele. Eu levarei a humana para meu castelo – respondeu a mulher.

E com isso Rusephine se afastou, seguida de alguns homens pássaros, incluído o que trazia Yakumo nos braços. Mushirambo abatia enterrano atrás de enterrano até perceber, frustrado, que sua amada havia sido levada.

Ele havia se descuidado. Fizera uma vigília olhando apenas pelos rastros no chão e por isso sem percebeu que os pássaros poderiam estar de tocaia. Fora uma tolice dele. Devia ter se dado conta de que havia entrado nos territórios de Rusephine, a rainha das aves.

E devido a esse erro havia perdido Yakumo. Talvez para sempre. Com uma fúria incontrolável ele fitou os soldados pássaros que o cercavam. Eram tão tolos ao achar que poderiam vence-lo? Ele, quem já fora um dos sete reis enterranos?

Não poderia ferir Rusephine, mas descarregaria sua raiva em seus subordinados. Não deixaria que nenhum homem pássaro saísse vivo dali e depois. Depois iria atrás da rainha dos pássaros. Rusephine pagaria pelos seus atos com a própria vida.

18 de Novembro de 2019 às 15:43 0 Denunciar Insira 0
Fim

Conheça o autor

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

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