Contos eróticos - Marvel Seguir história

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Contos eróticos envolvendo os personagens da Marvel.


Fanfiction Comics Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

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Psylocke (Betsy) - Tempestade (Ororo)

O pequeno jato pousou no gramado do Instituto Chcarles Xavier para jovens superdotados, ou, como era mais comumente conhecido pelos seus membros, a sede principal dos x-men. Haviam poucas pessoas no jardim do instituto naquele momento. Bob, vulgar homem de gelo, um homem com cerca de seus vinte e sete anos, caminhava despreocupadamente pelo gramado. Seus curtos cabelos loiros foram despenteados pela pequena ventania, causada pelo pouso do jato recém-chegado.

Bob franziu o cenho ao ver aquele jato. Não que desconfiasse de que algum inimigo estivesse nele, pois o mesmo possuía o grande X, pintado em suas laterais, indicando que pertencia aos x-men. Além do mais, o veiculo havia se identificado e recebido autorização para pousar ali, caso contrario o sistema de defesa do instituto teria sido acionado, interceptado a nave. Mais que isso, caso fosse uma nave não identificada, seria o próprio Bob a intercepta-la.

Mesmo assim a chegada de naves assim nunca era sinal de boa coisa. Era uma nave pequena, podendo conter um, ou no máximo dois, tripulantes. Ela se ajustava lentamente, pousando no gramado, a alguns metros de uma arvore aonde a jovem Kitty Pride estava encostada a ler um livro.

- Ah, não! – lamentou a garota, com um leve tom de irritação na voz. As paginas de seu livro viravam rapidamente, fazendo-a perder-se na leitura – sério que isso tinha que acontecer logo agora?!

Uma pequena escotilha abriu-se na nave e de lá saiu uma bela inglesa. Era uma mulher de estatura mediana, pele branca, corpo atlético e longos cabelos morenos. Usava uma roupa colada no corpo, com tonalidade azul escura, com o formato semelhante a um maio. Meias calças e luvas do mesmo material, descendo até os cotovelos, completavam o traje da moça. Como toque especial, um X negro dentro de um circulo amarelo completavam sua vestimenta de combate.

- Betsy! – Kitty esqueceu-se do livro e foi até a moça, abracando-a com carinho – a quanto tempo! Você nunca mais anda por aqui.

Elizabeth Braddock, também chamada pelos amigos de Betsy, sorriu de leve, retribuindo ao abraço. Possuia vinte e seis anos, dez a mais do que a linda o joviam garota em seus braços. Kitty ainda era uma adolescente animada, seus longos cabelos castanhos estavam presos em um rabo de cavalo.

- Ando meio ocupada querida – a expressão da inglesa tornava-se mais leve ao fitar a jovem – muitas missões. Estava com saudades de você. Como estão as coisas aqui no instituto?

Kitty corou de leve quando a mais velha acariciou sua cabeça, como se ela fosse um animalzinho muito fofo. Ela sempre admirara Betsy. Não apenas ela, mas todos aqueles mutantes mais velhos, experientes em combate, veteranos de guerra. Logan, Scott, Ororo, todos eles eram incríveis, sempre tão determinados, tão inteligentes e perspicazes. Kitty imaginava se um dia seria como eles.

- Tudo na mesma. As aulas, os treinos. Ah adivinha só? Agora eu tenho um novo nome de mutante – disse a garota animada.

- E qual é? – perguntou Betsy. Kitty tinha a alcunha de Spirit devido a sua habilidade de se tornar intangível, exatamente como um espirito. A inglesa não conseguia pensar num nome melhor para a garota.

- Lince negra – ela disse as palavras com orgulho, depois deu um risinho – eu sei, não combina tanto quanto Spirit. Mas soa muito melhor não acha? Spirit é tão... comum. Agora Lince negra impacta, soa bem aos ouvidos.

- Eu preferia Spirit, mas quem sou eu para escolher os nomes dos outros? – era Bob quem falava. O mutante se aproximara das duas. Trocou um rápido e discreto aceno de cabeça com Betsy. Eles eram velhos conhecidos, lutaram muitas vezes juntos, lado a lado.

- Bob – disse Betsy cordialmente – bom revé-lo.

- Eu também fico feliz Betsy, mas algo me diz que se você está aqui é porque algo sério aconteceu. O que foi agora? A irmandade? Sentinelas? Doutor Destino? As ameaças são tantas que eu podia passar o dia inteiro especulando.

A reação de Betsy foi formal, até mesmo um tanto fria.

- Desculpe Bob, assunto confidencial. Não posso falar.

Kitty ficou parada olhando de um para o outro. Os dois mutantes trocavam olhares sérios. A garota quase podia sentir faíscas entre eles. “Dois mutantes de altíssimo nível” pensou a garota. Um confronto entre eles seria algo épico de se ver.

- Psylocke – disse ele em tom sério. Toda vez que Bob a chamava assim era sinal que estava falando muito, muito sério – sei que as operações que você participa não são da minha conta, mas eu também não posso fingir que não vejo o que vejo. Você, Logan, Warren, Jean Philip... meu deus até mesmo Wade! Sei que estão agindo nas sombras, fazendo alguma coisa que desconheço. Agora o que estão fazendo? Isso me preocupa.

- Bob, é por estarmos agindo nas sombras que vocês aqui do instituto acabam não precisando se preocupar com muita coisa – seu tom não foi hostil, mas soou um tanto arrogante – não posso lhe falar mais do que isso. Agora... eu estou com um pouco de pressa. Preciso falar com Ororo, ela está?

- Na biblioteca – respondeu Kitty – eu a vi não faz nem vinte minutos quando fui pegar esse livro – disse, mostrando o livro que tinha em mãos. Era um exemplar de O corcunda de Notre Dame.

Bob olhou sério para ela, repreendendo-a friamente. A garota se encolheu assustada, percebendo que não devia mesmo estar se metendo na conversa daqueles dois.

- Obrigada Kitty – Betsy voltou seu olhar para Bob e completou – sei o que vai dizer “ainda não acabamos aqui”. Podemos continuar nossa conversa depois Bob, mas agora eu preciso ver Ororo.

A expressão de Bob se fechou, seu lábio tremia devido a raiva, mas o mutante era controlado o suficiente para não perder a compostura.

- Agora está lendo minha mente sem permissão? Não sabia que tinha se rebaixado tanto.

- Não estou lendo sua mente. É que essas palavras estão estampadas na sua cara.

E assim, sem esperar resposta, Betsy afastou-se dos dois. Bob nada disse, apenas ficou fitando sua amiga afastando-se até entrar nas portas principais do instituto Chavier. Ele não sabia o que ela queria com Ororo, mas esperava que não a arrasta-se também para suas missões obscuras.

Betsy não tinha tempo, nem paciência, para lidar com Bob. Ela sabia que ele a estava encarando, mas não olhou para trás. A mutante seguiu até entrar na grande mansão que era o instituto Chavier

O local era grande, bonito, passando uma sensação de paz e conforto. Era assim que deveria ser afinal, um local aconchegante para jovens confusos, muitas vezes abandonados pelos pais devido ao fato de serem mutantes. E, falando em jovens, o local estava cheio deles. Betsy viu muitos conversando nos corredores, sentados nos sofás, estudando em mesas. Haviam tantos deles ali, uma boa parte ela nem sequer conhecia!

Betsy subiu pela grande escada em espiral, passando por uma garota de curtos cabelos loiros e um mutante com características reptilianas. Seguiu por um longo corredor (haviam muitos deles), chegando em fim a biblioteca.

Aquele era um dos locais favoritos da mutante, era calmo, espaçoso e com uma grande quantidade de livros, bons livros. Clássicos de toda a literatura mundial se encontravam ali. Charles Xavier sempre valorizara a cultura e isso podia ser visto no tamanho daquela biblioteca, com seu acervo vasto e diversificado.

Betsy passou por algumas estantes de livros e mesas, aonde pessoas liam em silêncio. Não demorou muito para que visse Ororo, a mulher de longos cabelos brancos. No momento estava quieta, tão tranquila e serena em sua leitura que não parecia ter nenhuma relação com sua alcunha, Tempestade, como era conhecida entre os mutantes.

- Ororo – disse, tocando gentilmente no ombro da companheira.

A mutante baixou o livro que lia e fitou a inglesa a sua frente. Um singelo sorriso surgiu em seus lábios.

- Betsy, a quanto tempo. Estava pensando muito em você ultimamente.

Ela dissera “em você”, mas Betsy sabia que ela queria dizer “em nós”. As duas tinham um romance... inconstante. Uma era como o porto seguro da outra. A relação delas fazia com que ambas não acabassem surtando demais com tantos problemas que as cercava. Era algo bom. E sim, Betsy também estava pensando muito nelas ultimamente. Mas não era por isso que estava ali.

- Eu também, mas precisamos conversar, a sós.

Ororo fechou o livro e caminhou com a companheira para longe da biblioteca. As duas seguiram até o quarto da moça, um dos melhores do instituto por sinal. Ororo era uma das mutantes mais antigas, membro fundadora dos x-men. Seu quarto ficava no terceiro andar. Havia uma mesa ali, muitos jarros com plantas e uma grande e confortável cama. Betsy demorou seu olhar na cama. Quantas vezes já havia se unido em amor a Ororo ali? O número era tão vasto que ela não conseguia nem contar.

- Então, conte-me a que veio. Pelos seus trajes imagino que seja uma missão.

Betsy sentou-se na cama, juntamente com Ororo. Ela respirou fundo e começou a falar. Era muito o que dizer, então acabou falando por bastante tempo. Disse da x-force, o grupo secreto que tinha com Warren, Wade, Jean Philip e Logan. Eles eram, respectivamente: Arcanjo, Deadpool, Fantomex e Wolwerine. Mutantes poderosos, com habilidades diversas. Betsy esperava que juntar as habilidades de Ororo ao grupo. O poder de controlar alterações climáticas, provocando tempestades, chuvas e vendavais seria uma adição poderosa ao time

Ela falou o que eles faziam e o porque deles fazerem aquilo. Era um trabalho sujo, com certeza, mas alguém precisava fazê-lo certo? O mundo não seria salvo se algumas pessoas não sujassem suas mãos de vez em quando.

Ororo ouviu tudo atentamente, com sua calma e serenidade habituais. Ela absorveu cada palavra daquele relato que, aos poucos, transformava-se em um desabafo. Betsy falou de tudo que já havia, dos assassinatos, tanto dos em legitima defesa como os que não o eram. Falou de seus medos, angustias e preocupações.

Após ouvir tudo Ororo tocou no ombro da companheira de uma forma gentil.

- Eu irei com você Betsy. Depois que tudo que você me disse, não posso imagina-la realizando essas missões perigosas sem estar por perto – ela sorriu, acariciando o rosto da companheira com as pontas dos dedos – mas antes... acho que poderíamos ter um momento para nós. Um momento intimo...

A mão desceu, deslizando pelo pescoço até chegar aos seios de Betsy, tocando-os por cima da roupa apertada. A inglesa nada fez para impedir, a verdade é que ansiava por um contato íntimo já fazia algum tempo. Ororo massageou os seios da companheira, sentindo a macies deles. Ela inclinou seu rosto, beijando a morena.

Seus lábios pressionavam-se em uma luta silenciosa. Betsy não se contentava apenas em se manter passiva. Seu corpo a muito queria ser saciado. Claro que ela já tinha tido um romance, fracassado, com Warren, e uma relação cheia de reviravoltas com Jean Philip, mas, como dito, Ororo era seu porto seguro.

As duas moças entregaram-se a beijos lentos seguidos de caricias estimulantes. Betsy sempre se sentira particularmente excitada com Ororo. A mutante tinha a pele negra bem cuidada, seus cabelos brancos lhe davam um charme especial, destacando-se do negrume de seu corpo. Sem pressa, a inglesa deitou Ororo na cama, retirando-lhe as roupas até deixa-la apenas com uma provocante lingerie negra.

E o que dizer do corpo da moça? Ororo era uma obra de arte, pernas fortes, seios fartos, uma vagina inchada e suculenta, oculta atrás de uma calcinha de renda. Betsy passa as mãos pelo corpo dela, saboreando cada pedacinho daquela mulher que fazia seu sangue ferver. Os carinhos eram recíprocos, Ororo tocava nas coxas de Betsy, ansiosa para despir a amiga de suas poucas roupas.

- Está excitada – disse apalpando os seios de Ororo – me pergunto que coisas devo fazer com você.

A mutante deu um sorriso discreto, com um toque de malicia. Ororo poderia ser muito calma, mas na cama mostrava um lado mais ousado e sensual. Lado esse que Betsy amava. A moça abriu mais suas pernas, oferecendo sua intimidade para a parceira.

- Poderia começar me despindo, ou se despindo – sugeriu a de cabelos brancos.

Com um riso bem humorado, Betsy apalpou os seios da companheiro, sentindo o qual volumoso eram. Não demorou muito para retira-lo, tendo assim a visão privilegiada dos seios de Ororo. Eram grandes, bem grandes, com auréolas largos e mamilos inchados. Quantas vezes Betsy já havia chupado aqueles mamilos? Ela já perdera a conta, mas sabia que o numero iria aumentar. Deitando-se sobre a amiga Betsy segurou os seios com gosto. Sua boca foi direito ao mamilo direito, abocanhando-o com paixão. Chupando-o com força e ímpeto.

Ela ouviu um gemido recompensador sair da boca da parceira, a cara de tesão que Ororo fez ao ser chupada era impagável, muito excitante. A mutante acariciou os cabelos de Betsy com uma das mãos enquanto, com a outra, tentava retirar-lhe o traje de lutas.

Era difícil se concentrar em despir a companheira quando se estava sendo chupada e apalpada com tanta competência. Ororo gemia seguidamente. Ela ao menos esperava que não fossem gemidos muito altos, não queria que todo o instituo Charles Xavier soubessem que ela estava transando.

Com um pouco de tempo, apesar do jeito atrapalhado, ela conseguiu despir Betsy. A inglesa tinha um belo copo, seios grandes, pele branquinha e macia, músculos sutis. Uma beleza de mulher. Ororo afastou delicadamente Betsy de seus seios. Com um movimento gracioso, inverteu a posição das duas ali. Ororo ficando em cima enquanto uma sensual e despida Betsy estava por baixo.

- Adoro quando estou por cima...

- Eu prefiro estar ai também, mas não posso dizer que ficar por baixo não tem suas vantagens – respondeu a inglesa com um de seus sorrisos provocantes.

Ororo estava apenas de calcinha, uma calcinha já bem molhada por sinal. Ela achou que não era a hora de tira-la, ainda. Primeiramente queria divertir-se um pouco com a intimidade de Betsy. Sendo assim penetrou com dois dedos no meio das pernas da inglesa, arrancando-lhe um forte gemido. Não teve pressa com os movimentos sutis que começou a fazer, uma lenta masturbação. Seus dedos pressionavam o clítoris de Betsy, provocando a mutante, intoxicando-a com um saboroso gosto de prazer. A inglesa se contorcia de leve na cama, mordendo, aflita, seu lábio inferior.

Com a mão livre a mutante apalpou os convidativos seios da parceira, eram mais delicados que os seus, com mamilos rosados já bastante duros. Ela tocava na companheira de forma experiente. Conhecia o corpo de Betsy, já o explorara inúmeras vezes, por noites incontáveis. Betsy era sua, não apenas aquele belo corpo com seios suculentos e sua vagina molhadinha, mas também seu coração. Um forte sentimento as unia. O sexo era apenas uma forma de expressarem esse amor, mas haviam outras, muitas outras.

A inglesa continuava a gemer, contorcendo-se mais e mais. Sua boca se movia, balbuciando o nome de Ororo, implorando-lhe para avançar com aquelas cariciais. A mutante aceitou, afinal também estava muito excitada. Sua calcinha já estava encharcada e se tornara bastante incomoda. Com delicadeza Ororo retirou essa pequena peça de roupa, revelando uma vagina protuberante, gorda e inchada, com uma rala pelugem.

- Senti tanto falta disso minha querida – disse, deitando-se sobre a parceira.

Os lábios das duas se uniram em uma caloroso beijo, ao mesmo tempo que suas vaginas se encontravam em outro beijo molhado. Betsy abraçou a parceira com firmeza, prendendo-a bem contra seu corpo, pressionando seus seios nos dela.

Ororo gemeu, fechando os olhos e se entregando ao prazer daquele momento. Elas continuaram a se tocar, agora de forma mais voluptuosa, mais urgente, mais faminta. Seus corpos se entrelaçavam, dançando aquela dança prazerosa. Elas suavam, beijavam-se, tocavam-se. Seus gemidos em coro tecendo uma melodia no ar.

17 de Novembro de 2019 às 11:31 0 Denunciar Insira 0
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