Encontro na noite purpura Seguir história

agomechan Thais L.

A lua estava cheia, luminosa com seu brilho intenso, purpura, fantasmagórica, o céu revestido em estrelas contra o manto negro do céu, semelhante a pele deles. A gata preta admirava a honra do resplandecer de sua deusa guia, Jaci, nos céus. Ansiosa pela celebração do dia das bruxas.


Conto Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#lésbicas #halloween #bruxa #gata #shoujo-ai #yuri #femslash #romance #gótica #paranormal #fantasia
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Conto

Original!

Eu acho que nunca postei uma original minha nessa plataforma, só em outras.

Esse conto fiz para o Desafio de Halloween do Esquadrão da Escrita, um grupo do face.

Usando 3 imagens como base para escrever que foram 1, 2 e 3

Não precisava ser em ordem, mas acabei escolher em ordem, foi coincidência kkkkkk

Espero que gostem


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No pais era como um dia qualquer. Talvez mais nos centros das cidades que se comemoraria com festas a fantasia, decorações temáticas, eventos na capital do Estado e etc. Mas ali, distante de tudo e de todos, na mata atlântica fechada, tinham a liberdade de sair e comemorar a noite em que seus poderes se aguçavam, a paisagem se modificava, a neblina tornava-se densa como se fosse capaz de pega-la e acolhe-la em mãos.

A lua estava cheia, luminosa com seu brilho intenso, purpura, fantasmagórico. O céu revestido em estrelas contra o manto negro do céu, semelhante a pele deles, extremamente escura, estampadas em pequenos pontos cintilantes, como os humanos tentavam imitar passando glitter em suas peles no calor de carnaval. Mas ali fazia frio, era úmido e aconchegante pare eles que fazia da noite sua aventura.

A gata preta admirava a honra do resplandecer de sua deusa guia, Jaci, nos céus.

Se pôs a correr para fora da visão humana, metendo-se entre a mata.

O âmbar de seus olhos felinos se iluminavam num tom branco, ao ponto que seu corpo se esticava anormalmente, ecoava os sons dos estalos dos ossos de seu corpo que se alteravam. As pontudas garras negras cravavam na casca da arvore. Jogando a cabeça que crescia, para trás, os pelos encolhendo ao longo do corpo, revelando a pele caramelo que contra a luz cósmica roxa tornava-se escura como os longos cabelos se formando em sua cabeça, revestidas em pequenos cristais.

Na forma humanoide, despida, Tainara se esgueirava a procura de um sinal, de um cheiro. Encontro-o. Correu ouvindo o rio e pequena fração de luzes.

A beira do rio via as criaturas como si nas mais diversas formas segurando as velas que derretiam em seus dedos longos, as apoiando nas árvores, decorando a sua maneira o rito, a celebração.

Sorriu exibindo seus caninos notando quem esperava ver ao longe, a olhar furtiva a multidão certamente lhe procurando. Surpreende-se que a bruxa havia chegado antes de si. Ela tinha avisado que poderia se atrasar, tinha ido visitar a cidade. Mas lá estava ela. Arrastando seu longo vestido preto no tom de seus cabelos crespo envoltos a escura lã em dreadlocks. As longas unhas a segurar o crânio feito de taça, os olhos vazios num branco perolado.

A transformada gata atravessou a curta ponte.

— Cuca! — Chamou sua senhora que arregalou os olhos ao lhe ver, lhe encontrar, e sorrir abrindo os braços.

— Minha Tainara.

Se jogou neles e se deixou rodar no ar, sua escuridão tingindo a pele marrom de Cuca, as deixando misturadas como se possuíssem parentesco. Como se fossem uma. Era o que o familiar podia fazer a sua bruxa.

— Você veio ao encontro! Você veio!

Ouviu-a rir.

— É meu dia. O nosso. Como não viria?

A envolvendo pela fina cintura do corpete daquele vestido sombrio, para tocar seus carnudos lábios coloridos de batom preto com os seus. Ficando na ponta de seus pés descalços.

Mesmo assim a bruxa se curvava para ajudar o contato. Tainara era pequena, e Cuca calçava suas botas de salto. A familiar chegou a lamber o vinho que estava escorrendo no canto da boca da outra mulher, que lhe deixou explorar, lhe deixou ser tocada, e ser conduzida para uma dança ao som dos murmúrios das criaturas do reino do outro lado.

Presenteadas pela neblina úmida, o verde dos vagalumes, o canto do murmuro do vento, das almas penadas tenebrosas e o luar cintilante e purpura, refletindo os cristais de suas peles.

Calor dos corpos unidos em ritmo e risadas sinistras, inumanas, que dariam arrepios aos habitantes distantes da cidade ignorante.

As amantes dançavam na sensibilidade noturna, que a deusa abençoava.

Uma boa noite.

11 de Novembro de 2019 às 01:00 0 Denunciar Insira 0
Fim

Conheça o autor

Thais L. Meu nome é Thais, também conhecida como "Kagome chan" por ser fã de InuYasha e ter um canal com esse nome, além de minhas outras contas ter esse nome como usuário, e como na versão dublada fica "Agome", deixei assim por aqui. Escrevo sobre: InuYasha, Spideypool, Amor Doce Pretendo explorar Detroit: Became Human Leio esses citados acima e Harry Potter Minhas outras contas (❍ᴥ❍ʋ) Nyah!; SocialSpirit; AO3; Fanfiction.net

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