Doce Estigma Seguir história

alliora Melissa Leal

Ambos desencadeariam algo que não poderá ser contido ao permanecerem juntos. Ambos marcados pela dor, por essa Doce Dor. . . . *PLÁGIO É CRIME* Conforme o Art.184º do Código Penal Está história é original de minha autoria! Se encontrar algo parecido por favor denuncie!


Romance Suspense romântico Todo o público.

#Alliora #Estigma #doce #colegial #drama #trauma #adolescente #romance #original
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Prólogo



“Eu tenho escondido isso....”

Stigma



Nas casa dos Andrades uma garota descia às pressas as escadas logo indo em direção a uma grande porta.


-Papai precisamos conversar - disse


-Se for o que eu estou pensando a resposta é não! - Respondeu sem tirar os olhos do papel


-Irei fazer 18 em novembro o que custa o senhor deixar apenas por esse ano até meu aniversário - disse não demonstrando desistência.


-Me diz onde está a graça de estudar em uma escola pública se você tem seus professores particulares - Disse tirando os óculos para olhá-la


-Pense nisso como uma experiência para sua grande futura escritora hã, por favor quando eu completar 18 eu saio da escola eu vou usar um nome falso também apenas mexa uns pauzinhos sei que o diretor foi seu professor vai.... Não se esqueça que o senhor estudou nela! - insistiu ela


-Luna minha filha - disse massageando as têmporas - Okay você venceu eu vou conversar com Igor sobre a sua matrícula, sinceramente dou o que eu sempre quis a você e o que você faz? quer ir pra uma escola pública - disse cansado


-Agradeço muito pelos estudos de qualidade Sr.Oregon - Disse Luna usando o Pseudônimo de seu pai - Mas eu preciso dessa experiência, agora se o senhor me der licença vou providenciar meu material a porque a Nalu aqui vai para escola - falou Luna dizendo seu próprio nome falso que ela iria usar


Luna mal podia esperar, aquilo que almejava por dois anos finalmente havia conseguido!


No dia 1 de março a escola pública Campos de Carvalho iria receber em breve uma nova aluna!.


****


Inglaterra 10:00 da manhã......


Um aluno estava pulando o muro da escola falhando em sua tentativa de não conseguir ser pego


-Ora ora se não é o jovem Martini, chegando atrasado pela vigésima vez esse mês - disse o inspetor ao avistar um jovem terminar de pular o muro


-Ora ora se não é o Gabriel que coincidência não? - respondeu ironicamente


-Olha como fala comigo Arthur, vá direto para a diretoria! Dessa vez você volta para casa - disse com um sorriso maléfico


Arthur não disse mais nada e entrou dentro da escola, quem olhasse em seu rosto poderia ver um pequeno sorriso, aliás finalmente ele iria embora daquele país que estava morando a 2 anos graças ao seus pais que disseram que seria uma ótima oportunidade de ter um estudo de qualidade e uma nova experiência, só que Arthur nesses dois anos, não se enturmou com ninguém e nem fez amizades muito menos quis aprender aquele idioma horrível segundo ele, que o fez ter aulas adaptadas especialmente para si.


Ao chegar na diretoria acompanhado de Gabriel que estava conversando em outro idioma com o Diretor que o fuzilava com o olhar, aliás ele tinha quebrado todo tipo de regras esse mês e aquela seria a tão esperada última.


-Espero que esteja feliz Jovem Martini o senhor está oficialmente expulso de nossa escola não queremos um estrangeiro manchando nossa reputação - Disse Gabriel


-Devo lembrar-lhe que também é um inspetor - responde


-Não me compare com você - disse arrumando o terno - Iremos contatar seu pai para dar conclusão a expulsão e o senhor poderá voltar para o seu país, você não precisa mais ficar nesta escola pode se retirar está liberado - disse


-Com licença - disse Arthur se levantando

E logo deixou aquela sala, queria sair logo daquela escola e ir para o seu apartamento.


****


Arthur havia chegado em seu apartamento, largando seus pertences pelo caminho indo em direção ao seu quarto e se jogando na enorme cama se sentindo aliviado, pois, finalmente iria embora daquele lugar, e não deixará que seu pai se distancie de novo aliás eram uma família não eram?

Ele nunca conseguiu entender o porquê desta distância, qual era a necessidade de manter seu segundo filho longe de casa? Qual motivo mandar uma criança de 11 anos para morar com os tios e depois de uns anos manda-lá para Inglaterra? Ignorando sua suplicas para não ir.

Arthur se lembrava muito bem da pessoa que nunca veio ao seu socorro nestes momentos - “Se tornar o herdeiro da empresa da família deve ter afetado seus neurônios” - era o que pensava na época e ainda pensa sobre seu irmão que se tornou distante desde que se lembra.


-Mamãe não iria querer que ficássemos desse jeito - murmurou


Mas agora as coisas iriam mudar, seu pequeno esforço havia dado resultado Arthur voltaria para casa, sua verdadeira casa! E seu pai não iria afastá-lo não desta vez, viveriam em família sob o mesmo teto.

31 de Outubro de 2019 às 18:31 1 Denunciar Insira 1
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4 de Novembro de 2019 às 12:54
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