Amizade, amor e desejo Seguir história

jace_beleren Lucas Vitoriano

Xion e Roxas são melhores amigos, mas, além dessa amizade, os dois também sentem uma forte atração um pelo outro.


Fanfiction Jogos Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

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Capítulo único

Mais uma missão havia sido realizada e, como já havia se tornado tradição, Roxas retornou até ao prédio mais alto de Twinlight Town, a torre do relógio, e se sentou na borda do local. O grande relógio marcava 18:20, indicando que o sol já estava se pondo no horizonte, mas ele não precisava olhar no relógio para perceber isso, pois fitava o céu com suas cores alaranjadas e vermelhas e via ali o sol se escondendo de vista para, em breve, dar lugar a lua.

Roxas tinha cabelos castanhos escuros, curtos e espetados. Vestia o longo e abafado sobrtudo de couro negro, uniforme de todos os membros da organização XIII. Ele gostava do uniforme, achava-o estiloso e sombrio, mas ao mesmo tempo era muito abafado dentro dele. Roxas era um adolescente de dezesseis anos. Todos os dias era incumbido de uma nova missão, todas secretas envolvendo derrotar os monstros conhecidos como heartless. Ao final do dia se reunia ali, em Twinlight Town, e ficava horas conversando com seus únicos dois amigos: Xion e Axel.

Ultimamente porem seus encontros eram apenas com Xion. Axel havia partido havia muito tempo ao Castelo Oblivion e, dali, nunca retornara e ninguém sabia seu paradeiro. Roxas temia o pior, que seu amigo estivesse morto, mas ele preferia não pensar nisso. No fundo acreditava, ou melhor, sentia, que Axel estava vivo.

A vista ali de cima era linda. Roxas podia comtemplar os inúmeros prédios de Twinlight Town, os trilhos de trem que circulavam o local, a zona comercial, a praça central. Ele gostava particularmente das ruas pequenas e estreitas. Sempre tivera a curiosidade de investigar cada uma daquelas ruas, descobrir todos os segredos que rondavam Twinlight Town, como um explorador desbravando um continente novo. As missões porem tomavam todo o seu tempo e, só raramente, ele percorria as ruelas de Twinlight Town em busca dos mistérios do local.

- Desculpe o atraso.

Roxas se virou e via Xion com um sorriso suave nos rostos. Xion aparentava a mesma idade que ele, seus cabelos pretos eram curtos e bem arrumados. A garota também vestia o uniforme da organização XIII, os pequenos seios poderiam ser perceptíveis por debaixo do tecido do uniforme, duas elevações discretas. Já fazia um tempo que Roxas prestava atenção demais aqueles seios assim como a outras partes do corpo de Xion.

- Sem problemas. Como foi sua missão?

Xion sentou-se ao lado de Roxas, a apenas alguns centímetros dele. A garota apenas sorria levemente e, após uma rápida, porem intensa, olhada para o sol no horizonte respondeu.

- Foi boa... meio complicada e louca porque – ela deu um risinho parecendo se recordar de algo – estive no país das maravilhas e tudo é meio louco lá não acha?

- Nem me fale! Todas aquelas coisas bizarras que nos fazem crescer e aumentar de tamanho. É um mundo bem estranho... em todos os sentidos que a palavra “estranho” possa ter.

Os dois riram juntos e depois voltaram a ficar em silêncio. Observaram a vista dali de cima. Roxas queria dizer algo para quebrar o silêncio, mas toda vez que pensava em algo para falar concluía que era algo estupido e acabava ficando calado mesmo. Foi porem Xion quem quebrou o silêncio, sua voz saiu melancólica, com um ar de tristeza.

- Tenho medo que Axel nunca volte... que ele tenha morrido...

Não foi algo dito esperando uma resposta, Xion havia apenas desabafado algo que sentia a muito tempo. Roxas encarou a amiga ela estava com o olhar baixo e pensativo. Timidamente o garoto envolveu a mão da amiga na sua e a apertou com carinho e delicadeza.

- Ele vai ficar bem. É o Axel não é? – Roxas sorriu lembrando do amigo – não é fácil matar ele, não mesmo!

Um sorriso triste surgiu no rosto da garota e Xion fez sinal positivo com a cabeça, embora não parecesse tão convencida assim de que o amigo estaria bem.

- Hey! – disse Roxas tentando anima-la – ele ficara bem e logo vai voltar para nós. Enquanto isso eu estou com você entendeu? Pode contar comigo para qualquer coisa.

Xion olhou para o amigo, um olhar intenso, enigmático, até mesmo inquietante. Roxas não sabia como reagir aquele olhar. Os olhos azuis de Xion o encaravam e o atraiam como dois buracos negros.

- Promete? Que nunca vai me abandonar Roxas? – ela perguntou com uma voz frágil, seus olhos suplicavam carinho e afeição e Roxas sentiu seu coração pesado. O garoto tremeu, sem saber bem o porque e seus olhos não conseguiam fitar outra coisa se não os olhos de Xion...

Então ele a beijou. Não foi uma atitude planejada, o beijo simplesmente aconteceu. Roxas aproximou o rosto do da amiga e, quando menos percebeu, seus lábios estavam unidos em um beijo lento e molhado. Xion não parecia surpresa, talvez esperasse por isso, talvez desejasse. Roxas não sabia, mas ele desejava aquilo e desejava ainda mais.

O beijo se prolongou por mais alguns instantes e, por fim, terminou. Roxas sorria meio bobo e Xion sorria de volta, um pouco tímida. Um clima estranho pairou no ar e os dois pareciam não saber como agir depois daquele beijo. Foi então que Xion riu e seu riso quebrou o gelo.

- Nosso primeiro beijo hein? – disse em um tom animado, a tristeza de antes parecia ter se dissipado ou, ao menos, se recolhido para um canto escuro da mente da garota.

- Foi bom? – perguntou Roxas inseguro, o sorriso bobo ainda estampado no rosto.

- Hmm não sei... não me lembro bem da sensação – brincou e Roxas entendeu o recado. O garoto aproximou o rosto do dela e os dois se beijaram mais uma vez.

Dessa vez Roxas teve pode sentir com mais calma as sensações que lhe invadiam. Era carinho, amor, amizade e desejo. Ele gostava de Xion, já havia percebido isso a um bom tempo, mas uma coisa é gostar de alguém e outra, bem diferente, é ter esse sentimento retribuído. Ele ficou mais próximo de Xion e, com naturalidade, beijou uma terceira vez. A cada novo beijo ele percebia o quanto gostava da garota e o quanto esse sentimento era solido, firme. Ele estava feliz como poucos poderiam estar. Naquele momento Roxas se sentia pleno e em paz.

- Já faz um tempo que eu gosto de você – admitiu Xion com um sorriso tímido – eu só... não queria dizer porque tinha medo de isso acabar com nossa amizade.

- Nossa amizade não vai acabar Xion, nunca – disse Roxas encerrando aquele assunto com mais um beijo.

Eles voltaram a se beijar. Logo os beijos se tornaram a única forma de comunicação entre eles. Os dois não precisavam de mais nada além de suas bocas se tocando com suavidade e suas línguas se enrolando uma na outra com amor.

Roxas sentiu seu coração acelerar e, aos poucos, os beijos foram avançando para algo mais intenso. Ele sentiu a mão de Xion acariciar seu abdômen e, pouco tempo depois, era a mão dele a acariciar o corpo dela.

De inicio Roxas acariciava o rosto da amiga, depois o ombro, suas mãos desceram lentamente até as costelas de Xion até repousarem nas coxas da moça. Xion não parecia se incomodar, na verdade ela parecia estar gostando daquilo. A garota encerrou os beijos e se afastou alguns segundos para recuperar o ar. Estava levemente ofegante, as bochechas coradas, mas os olhos demonstravam que estava determinada a ir em frente. A garota tocou no zíper que fechava seu sobretudo, bem perto do pescoço, e, lentamente, começou a abri-lo.

Roxas observou excitado aquele zíper descendo lentamente, revelando a pele branca da garota que, para surpresa de Roxas, estava totalmente nua por debaixo do sobretudo. Xion abaixava o zíper lentamente, tão lentamente que chegava a ser torturante para Roxas. Ela abaixou o zíper até a altura do umbigo e parou ali. Seus lindos seios estavam bem visíveis, não eram muito grandes, mas Roxas finalmente pode vê-los. Não mais tinha que se contentar em apenas observar seus contornos por debaixo do sobretudo e imaginar como seriam de verdade.

- O que foi Roxas? Está ai parado babando feito uma criança – provocou Xion com um olhar sensual. Roxas não se lembrava de quando uma garota tão jovem e fechada como ela, de apenas quinze anos, havia se tornado tão sensual.

Ele percebeu outra coisa que não havia se dado conta: estava realmente babando, no sentido literal do termo. Sem jeito limpou a saliva com as costas da mão. Seus olhos ainda fitavam aquele belo par de seios e, sem dizer uma palavra sequer, os apalpou.

Xion ficou parada, observava corada enquanto seus seios eram tocados e gostava daquilo. Roxas não era experiente, e, nossa! Ele a estava tocando com as mãos ainda enfiadas em luvas! Xion riu baixinho, mas ela sabia que era tão inexperiente quanto ele e devido a isso preferiu não provoca-lo.

Apesar de muito jovens ambos eram muito maduros para suas idades. O estilo de vida que seguiam exigia isso deles. Sempre os dois estavam em missões perigosas, arriscando-se, tendo em seus ombros uma carga de responsabilidade maior que muitos adultos suportavam. Talvez por isso se sentissem tão prontos para um passo tão importante como transar.

Roxas continuou a massagear os seios de Xion com desejo, mas logo percebeu que suas luvas estavam atrapalhando muito e as tirou deixando-as no chão, então continuou o que estava fazendo. Xion gemia baixo, sentindo-se feliz por ser tocada, por ser desejada. Ela retirou as próprias luvas e começou a abrir todo o zíper do sobretudo de Roxas. Ele também estava totalmente nu debaixo do sobretudo e, destacando-se por seu tamanho e ereção, estava o pênis do garoto, firme como uma rocha.

- Sempre imaginei como ele séria – disse a moça com carinho, desejo e curiosidade. Sua mão direita foi até o pênis iniciando uma masturbação desajeitada, mas que mesmo assim arrancou gemidos abafados de Roxas.

- Isso é tão bom... nem parece real – disse Roxas e os dois voltaram a se beijar sem cessar os carinhos que faziam um no outro. Seus gemidos se uniam como um único som e se perdiam no ar.

Xion estimulava o membro de Roxas com movimentos lentos. O pênis latejava de prazer fazendo o garoto não conseguir mais se controlar. Ele se levantou da beirada da torre e sentou-se no chão de joelhos, conduziu Xion e pediu que ela se senta-se em seu colo. A garota terminou de abrir o zíper de seu sobretudo, revelando um belo corpo e uma vagina rosada que fizeram Roxas ficar ainda mais duro. Com cuidado a garota sentou no colo dele, de frente, e, ao faze-lo, Xion sentiu-se ser penetrada pelo membro duro do amigo.

Xion soltou um gemido alto e abraçou Roxas por instinto. Ele retribuiu o abraço de forma carinhosa e protetora, mas também com desejo. Ela precisou de alguns instantes para se acostumar aquele volume dentro de si, e, quando enfim se acostumou, começou a se mover na cintura de Roxas, cavalgando e rebolando.

Ela gemia fechando os olhos com um pouco de força. Podia controlar o ritmo das estocadas enquanto rebolava e devido a isso se movia a uma velocidade não muito rápida. Queria desfrutar de cada estocada, sentir o pênis de Roxas golpeando-a por dentro. Ela gemia mais e mais. Roxas também gemia e, com movimentos apressados, colocou suas mãos na bunda da garota, por debaixo do tecido do sobretudo. Ele apertou aquela bunda pequena e macia deixando marcas vermelhas na pele branca.

- Roxas prometa que vai ficar sempre comigo... ficaremos sempre juntos – dizia ela quase que em transe, seus gemidos escapando de sua boca.

- Xion! – ele gritou o nome da garota. Estava tão excitado que não ouviu as palavras da amiga e, em um ímpeto de força, teve um forte orgasmo na garota.

Xion soltou mais um gemido e desabou sobre Roxas. Os dois ainda estavam abraçados. Eles suavam e arfavam. Precisaram de alguns minutos para se recompor. Xion saiu de dentro de Roxas com um pouco de esforço e sentou-se no chão com um suspiro cansado.

- Xion... – Roxas ofegava, seu pênis já estava mole entre as pernas e dele ainda pingava orgasmo – você me disse algo agora a pouco... eu não ouvi direito...

- Não é nada de importante bobo – respondeu ela corando e, como se apressada em mudar de assunto, levantou-se e começou a fechar o seu sobretudo.

Roxas fez o mesmo, mas não conseguia deixar o assunto de lado. Não achava que algo dito na primeira transa dos dois poderia ser algo sem importância.

- Serio Xion o que você disse? – perguntou se levantando e também se vestindo.

- Foi algo obvio Roxas, esqueça isso – disse ela com um sorriso enigmático e então saiu risonha.

Roxas a seguiu insistindo com a pergunta, mas não conseguiu resposta nenhuma. Quando os dois voltaram para o castelo da organização XIII, o lugar que chamavam de lar, estavam de mãos dadas e com um sorriso cumplice em seus rostos.

23 de Outubro de 2019 às 23:04 0 Denunciar Insira 0
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Conheça o autor

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

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