Sanatory Seguir história

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Eu sabia que não era uma boa ideia quando vi o hotel. Sabia que deveria voltar para casa ou procurar outro lugar para ficar, mas naquela época o meu grupo não pensava dessa forma. Conforme os dias passavam, mais eu tinha certeza do que estava por vir, mais eu tinha certeza de que acabaria assim, mais a loucura me consumia e a morte estava próxima. História também postada no AO3 e no Nyah.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

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Cap.1

As aulas finalmente acabaram. Teríamos um longo período de férias. Todos conversavam sobre seus planos para as férias enquanto eu ficava desenhando alheio a tudo.

- Você quer parar de desenhar?! Estamos falando da maior aventura das nossas férias! – Disse o loiro escandaloso de olhos azuis, seu nome era Uzumaki Naruto.

- Como se ficar em um hotel velho fosse grande coisa. – Disse um moreno arrogante de nome Uchiha Sasuke.

- Eu ouvi dizer que aquele hotel é assombrado. – Falou o moreno de nome Inuzuka Kiba.

- Não acredito que você acredita em fantasmas. – Dessa vez foi o ruivo, Sabaku no Gaara.

- Claro que não acredito! É só um boato que ouvi por aí.

- De qualquer forma, vamos avisar às garotas, o pessoal do som e a Akatsuki.

Nossa escola é dividida em grupos como em qualquer outra. O grupo do som são pessoas da nossa sala que fazem parte da banda da escola, as garotas, são as garotas da sala mesmo, a Akatsuki é um grupo mais velho que tem esse nome, mas não me pergunte a razão. O meu grupo é conhecido como os indefinidos. Não é um nome legal, mas veja bem, tem o escandaloso do Naruto, o estranho do Rock Lee, o enigmático Aburame Shino, os arrogantes Sasuke, Hyuuga Neji e Sabaku no Kankuro (que repetiu o ano, assim como a irmã), o canino Kiba, o psicopata Gaara, o comilão Chouji, o bicho preguiça Nara Shikamaru e eu, o desenhista antissocial dos sorrisos falsos.

Eu ainda não me apresentei. Meu nome é Sai (nome ambíguo com o verbo sair e com a arma usada pela Elecktra e pela Mileena, mas geralmente só se lembram do verbo), estudo em uma escola comum, sou órfão e não tenho um sorriso verdadeiro desde que meu irmão Shin morreu em um incêndio.

- O que acham? Todo mundo na minha casa às 8? – Disse Naruto animadamente me tirando dos meus pensamentos.

- Com certeza!

- E você também vai ou vamos até a sua casa e te arrastaremos até lá. – Falou Kiba para mim.

No dia seguinte, sete carros lotados saíram da casa do Naruto. A viagem demorou mais do que eu esperava, tanto que almoçamos na estrada mesmo. Finalmente a gente tinha chegado. Estávamos em frente a este hotel: http://25.media.tumblr.com/tumblr_m80m40BiC61rc4k82o2_1280.jpg

Já estava de tarde. O vento morno soprava algumas folhas, mas apesar da sensação agradável, eu sentia que não deveríamos entrar nesse hotel.

- É-É-É assustador. – Disse Hyuuga Hinata, uma garota de cabelo preto azulado que mais parece um anjo e prima do Neji.

- Não me diga que está com medo de um hotel velho. – Haruno Sakura, uma garota escandalosa de estanhos cabelos róseos, arqueou uma sobrancelha para a amiga.

- Talvez não devêssemos entrar. – Eu falei sem nenhuma expressão no rosto. Por um lado foi bom, já que ninguém me zoou por parecer sombrio demais, mas por outro lado ninguém me levou a sério.

- Que isso! É só a porra de um hotel abandonado! Não precisam se cagar de medo por causa disso. – Disse Hidan, um cara que eu não gosto muito.

Entramos no hotel. Até que ele era diferente do que eu pensava. Estranhamente não era empoeirado, o saguão era simples, mas bem decorado, os quartos possuíam uma cama de casal, um banheiro e um armário. Nesse hotel ficaríamos eu, Naruto, Sasuke, Shikamaru, Chouji, Lee, Neji, Kiba, Shino, Kankuro, Sakura, Ino, Hinata, Temari, Tenten, Karin, Shion, Tayuya, Konan, Pain, Deidara, Sasori, Kisame, Itachi, Hidan, Kakuzu, Zetsu, Tobi, Kimimaro, Suigetsu, Juugo, Kidomaru e Sakon e Ukon.

Andei até achar um quarto que gostasse. Achei um que era mais frio que os outros e possuía um aspecto assustador, mas o que eu poderia fazer? O quarto me atraia como um imã. Decidi ficar nele até o fim das férias. Comecei a vasculhar o quarto e o banheiro e tudo o que eu encontrei foram um desenho de um incêndio e uma chave com uma a palavra “arquivo” gravada. No momento não achei nada de mais, mas era o indício do que estava por vir.

Enquanto os outros vasculhavam o hotel com hipóteses, eu fiquei no quarto desenhando. Claro que sabia os caminhos mais importantes e estava curioso para andar por aí, mas não queria fazer isso com alguém falando de fantasmas. Senti alguém me observar, mas não dei importância. Continuei desenhando até que vi umas mechas de cabelo preto do meu lado.

Ao olhar para o lado, vi uma garota de cabelos negros até o tornozelo, olhos também negros, pele muito branca e usando um tipo camisola branca de mangas curtas. Eu não me assustei com sua presença e a encarei por um instante. Ela deu um sorriso psicótico e de seu peito brotou sangue. Lágrimas de sangue escorreram pelos olhos dela e mais fios de sangue escorreram da boca dela, mas eu não me importei. Se alguém achava que podia me assustar com uma brincadeira de mau gosto, estava enganado. Voltei a desenhar.

Este foi o começo de uma série de coisas estranhas. À noite ouvimos um grito e corremos para ver o que era. Quando chegamos na sala, não tinha ninguém lá, apenas uma mensagem escrita com sangue dizendo para sairmos daquele hotel se tivéssemos amor à vida. Eu não fiquei lá para ouvir baboseiras de fantasmas e subi para o meu quarto. Ao trancar a porta e me virar, me deparei com aquela garota de novo.

- Se acha que aparecer assim vai me assustar, é melhor desistir.

- Você acredita em fantasmas? – Pela primeira vez eu a ouvi falar.

- Não.

- Então é melhor começar a acreditar. – Ela pulou, deu uma cambalhota, mergulhou no chão e desapareceu.

- Isso foi estranho. – A cabeça dela emergiu do chão.

- Saia deste lugar enquanto ainda há chance, a não ser que deseje a morte.

- Aquela mensagem foi coisa sua?

- Sim.

- Por que fez aquilo?

- Porque é verdade. Se não acredita, olhe bem para aquele desenho e pegue a chave que está ao lado dele.

Depois disso ela sumiu. Eu fui dormir, já que não tinha mais nada para fazer.

22 de Outubro de 2019 às 13:41 0 Denunciar Insira 0
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