Hell's Game: Red Spots Seguir história

alucardnosferatu Shadowlord Mawhell

No planeta Carporir, no país Kaalemar, especificamente no 17º distrito Shadowoak, existe uma luta pelo poder entre vampiros e lobisomens. Os dois lados usarão todo o poder necessário para ser o vencedor dessa guerra, seja o poder dos humanos ou dos ghouls. Várias discussões determinam as brigas, sejam política e até mesmo religião. Diante o brilho das belas luas que variam cada noite de Carporir, a história é contada segundo a visão de Sextannor Levi. Um vampiro que é um dos representantes do Partido Conservador e da igreja evangélica do Santo dos santos. Diante de toda a guerra, terá que lutar para defender sua família, seus pensamentos e as palavras de Deus.


Suspense/Mistério Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#vampiro #política #hellsing #378 #256 #227 #385 #ação #arma #wolfmen
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Starting the blood

Olá, irei me apresentar para vocês. Me chamo Sextannor Levi. Sou um dos representantes da igreja evangélica do Santo dos santos e do Partido Conservador.

Vivo no planeta Corporir, país Kaalemar, no 17º distrito Shadowoak. O mundo é uma merda misturada em uma panela. Antigamente, nosso distrito era perfeito. Nós, vampiros, vivíamos em harmonia com nós mesmos e os humanos viventes do distrito... até começarem com a palhaçada de inclusão de lobisomens em nossa sociedade. Entraram como uma praga e destruíram nossa pacífica sociedade. Agora estamos nessa merda de discussão entre lobisomens e vampiros. E os humanos no meio, coitados, têm que decidir qual lado apoiar para não se darem mal... alguns até criaram milícias para lutar contra os dois lados, mas se torna impossível. Após terem causado a separação, vampiros começaram a se rebelar e criar suas facções. Já não bastasse humanos e lobisomens... agora tem vampiros e ghouls.

Tirando essa confusão, vem a religião. Algo que me cansa. Existem muitas pessoas querendo propagar a palavra de Deus para benefício próprio... e ainda dizem ser os escolhidos de Deus.

O fato é que tem muita merda rolando e vocês irão acompanhar bem de perto, segundo a minha visão como Sextannor Levi.

20 de Outubro de 2019 às 01:11 2 Denunciar Insira 2
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Karimy Karimy
Olá, autor! Tudo certo? Sou da equipe de verificação e venho lhe parabenizar pela Verificação da sua história. Devo dizer que achei sua história bastante interessante, principalmente por unir "vampiros" e religião, já que normalmente esses seres são descritos como demoníacos e servos do sangue apenas. A união da sociedade e também a discriminação por debaixo dos panos — mas ao mesmo tempo não tão oculta assim —, é algo particularmente intrigante. Seres com diferentes instintos, diferentes maneiras de agir e pensar, diferentes religiões e escolhas políticas, pensantes e modificadoras de seu meio tendo de conviver e interagir, mesmo depois de muito tempo compartilhando apenas o ódio uns pelos outros. Isso com certeza mostra que ainda virá muitos problemas pela frente! Eu simplesmente adorei a forma como Levi e a esposa interagem entre si. São engraçados, fofos e parecem se respeitar demais apesar das diferenças que existem entre os dois. Confesso que o ponto alto de tudo o que li foi ver como eles se complementam! Apesar de todos os pontos positivos da história, gostaria de deixar algumas dicas sobre gramática para caso você tenha interesse em fazer uma correção: "ele se vira" — no presente — "encostei" — no pretérito. É importante escolher apenas um tempo verbal para a história. Caso contrário, o leitor pode se confundir com o tempo em que a história está sendo contada e ter dificuldade em descobrir se algo que está sendo dito está de fato ocorrendo no momento da narrativa ou se já aconteceu antes da narrativa propriamente dita. Além disso, notei o uso de vírgula depois de "pois" e de "mas" quando não há uma frase deslocada após essas conjunções, como em "pois, a fé é algo que não se toca" em vez de "pois a fé é algo que não se toca" e em "mas, você usar para materializar a fé" em vez de "mas você usar para materializar a fé". Também há o uso de "á", porém não existe "a" com acento agudo e isolado no português, apenas o "à", que é o fenômeno da crase. Falta de vírgula em vocativos, como "Oi pessoal!" em vez de "Oi, pessoal" — o vocativo não faz parte da frase, por isso deve ser isolado por pontuação. "pediu para que possamos pegar" em vez de "pediu para pegarmos"; "voltar a se reunir" em vez de "voltar a nos reunir" Bom... É isso! Espero que sua história faça muito sucesso e que esses personagens queridos ganhem o coração dos leitores como ganharam o meu, e que eles sejam fortes o suficiente para aguentar as tretas que estão por vir!!! Até mais!

  • Shadowlord Mawhell Shadowlord Mawhell
    Muito obrigado!! Os erros de gramática acontecem por que eu sempre escrevo de madrugada e com sono... é quando estou inspirado. Irei revisar e corrigir. Agradeço muito mesmo os elogios! 1 week ago
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