Eu sou a Líder Seguir história

yamipamuy Gabriela Canevarolo

Após a Terceira Guerra Mundial, regada de sangue e radiações nucleares, a humanidade luta com unhas e dentes pela sua sobrevivência. A Cidade Vermelha, liderada pelo antigo Ditador Norte-coreano, é a mais nova potência mundial, baseada em todo seu armazém bélico e sede de poder. Países completamente destruídos, famílias dizimadas. A Guerra havia acabado com tudo o que se conhecia. Menos com o sofrimento daqueles que não eram mais considerados moralmente humanos - crianças e jovens alterados geneticamente e colocados à frente dos testes mais brutais que poderiam ser aplicados por seus cientistas responsáveis, financiados pelo governo. Eram experiências e, acima de tudo, armas. E mais nada além disso. Presos em sua condição, sem qualquer direito, eles fogem em busca da única coisa que ninguém pode negá-los: a liberdade. A rebelião das jovens experiências liderada pela Experiência 170-8, Nathalie, muda completamente o cenário esperado pelos governantes, Do mesmo modo que a sua própria existência.


Ficção científica Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#distopia #mutantes #385 #ditadura #nuclear #experiências #pós-apocalipse
0
650 VISUALIZAÇÕES
Em progresso - Novo capítulo Todas as Quartas-feiras
tempo de leitura
AA Compartilhar

Capítulo 1 - De volta à Cidade Vermelha

Nathalie abriu os olhos lentamente. Sua cabeça latejava de forma insuportável, como se alguém a tivesse batido no chão, seu corpo ardia em pequenos focos nos seus braços, perna e tórax - que ela deduzira serem machucados – e sentia-se completamente dopada, e talvez realmente estivesse. O foco de sua visão foi voltando aos poucos, olhou para baixo e viu-se algemada a uma cadeira pelos pulsos, estavam em carne viva, ardendo e pulsando, e já conseguia sentir o sangue quente escorrendo por entre seus dedos; suas roupas haviam se resumido em trapos que cobriam apenas suas partes intimas. Seu corpo estava cheio de hematomas e escoriações. Imaginou teria sido presa novamente e que ali mesmo seria torturada, mas surpreendeu-se ao levantar a cabeça.

A sala que estava era totalmente branca – as paredes, móveis e o piso – o que fazia com que ela se sentisse ainda mais suja e machucada do que realmente estava. Nathalie percebeu que a cadeira em que estava presa podia girar, mas preferiu manter-se na mesma posição. Além da cadeira, havia uma tela de vidro, embutida na parede, reproduzia centenas de informações sobre ela, informações da Fundação que relatavam os testes a que foi submetida e até mesmo recordações familiares. Sentiu uma pontada no coração ao ver uma imagem dos pais, onde eles se abraçavam na sala de sua casa. Ela sentia muito a falta deles, era difícil estar sozinha. Sentiu vontade de chorar, um nó se formou em sua garganta, mas não teve tempo. Ouviu passos a uma certa distância e não aceitaria que a vissem assim.

O barulho dos passos foi se aproximando. Eram firmes e sincronizados, acompanhados de vozes masculinas. Nathalie abaixou a cabeça. Mesmo vivendo situações perigosas todos os dias, sentia medo. A porta automática que se encontrava atrás da garota se abriu, ela conseguia ouvir duas vozes, uma aparentemente mais suave e calma, enquanto a outra mostrava autoridade; sentiu vergonha de estar ali e, principalmente, raiva. Queria explodir tudo aquilo, mas não tinha forças nem para manter os olhos abertos. Sua cadeira virou bruscamente, deixando-a de costas para a tela de vidro e de frente para dois homens que estavam sentados em um enorme sofá branco no outro canto da sala. Eram orientais, assim como ela, e vestiam impecáveis ternos vermelhos. Era possível perceber certa diferença grande de idade entre ambos, o mais novo parecia anotar algumas coisas em uma pequena tela portátil, enquanto o mais velho a analisava de cima para baixo com um olhar crítico.

— Então essa é a “queridinha” do Doutor Richtoffen? Achei que ela não estivesse mais no domínio dele – o mais velho foi o primeiro a se pronunciar, com um tom sarcástico e até duvidoso.

— Sim, chefe. Segundo ele, essa garota possui uma herança genética que ainda não foi explicada. E ela possui também uma forte resistência aos reagentes químicos aplicados na Fundação. – Omais novo comentou, sem tirar os olhos de sua pequena tela. – Os soldados tiveram um grande trabalho para captura-la novamente.

— Imagino que, com o treinamento militar da Fundação, ela realmente seria uma grande arma para o fronte... – os olhos do senhor brilharam. Nathalie prendeu sua respiração inconscientemente. A levariam novamente para a Fundação? Ela não aguentaria passar por tudo outra vez.

Ela encarou o homem que a observava, sentia que já havia o visto em algum lugar. Suas feições eram familiares, sua voz e o jeito que se portava. Não podia negar que ele a assustava, sentia como se seus olhos a dissecassem até o fundo de sua alma; como se ele soubesse de tudo que vivera, de cada pequeno detalhe de sua vida. Olhou-o no fundo dos olhos, esforçou-se para lembrar de algo.

"Nathalie era pequena, tinha 12 anos. Havia acabado de ser retirada a força de sua casa e a única coisa que se lembrava era de ter visto os corpos de seus pais estirados no chão; ela chorava compulsivamente, eles eram tudo o que ela tinha, as únicas pessoas que conhecia. Havia passado toda a sua vida trancada dentro de seu quarto, sendo protegida por seus pais, e agora, por culpa dela, eles estavam mortos. Ela sentia uma enorme culpa, mas o medo prevalecia. Não fazia ideia do que aconteceria dali em diante. Encolheu-se no canto da sala. Aquela era a primeira vez que usava algemas.

— Mas o que você quer que façamos com ela? Ela não é como nenhum dos outros detentos, Senhor Kang-Dae, você sabe disso. – Doutor Richtoffen acompanhava um senhor alto.

— Faça tudo o que você quiser, Richtoffen. Teste os reagentes, estude a composição química de seu sangue, tente faze-la falar algo, desde que ela não me dê problemas. Coloque-a no quarto isolado, não queremos que ela prejudique nenhuma de nossas lindas experiências. – o homem andava rápido e parecia muito feliz, como uma criança que acabara de ganhar um presente.

— Você verá, Ditador, ela será a nossa maior arma!"

“É o Ditador...” Nathalie arregalou os olhos, não acreditava no que estava acontecendo. O medo tomou conta de seu corpo, queria se debater e gritar, mas não conseguia, era como se todos os reflexos do seu corpo estivessem adormecidos. Acreditava que ele a mataria, afinal, ela havia destruído parte da Fundação e levado vários detentos junto consigo. Muita coisa fora perdida nesse dia. Provavelmente ele queria faze-la pagar.

— Pena que seus incríveis dotes serão usados para outra coisa. – O Ditador deu um pequeno sorriso.

— Você tem certeza do que está fazendo? – o mais novo tirou os olhos de sua tela pela primeira vez, seu rosto exibia duvidas e desconfiança sobre a situação.

— Você acha que eu não sei tomar boas decisões, Kim Jung-Hee? Está querendo se opor a mim? – a voz de Kang adquiriu um tom mais forte. Nathalie pode perceber a raiva nascendo no homem.

— Claro que não, meu Senhor, apenas não consigo perceber a verdadeira importância de tudo isso. Gostaria que pudesse me explicar... – a voz de Jung demonstrava medo, sabia que havia falado algo errado e estava tentando arrumar.

O Ditador deu um sorriso maior que o anterior, levantou do enorme sofá branco, caminhou até a garota e posicionou-se atrás da cadeira a qual Nathalie estava presa. Ele colocou a mão no ombro da garota. Ela fechou os olhos.

— Jung-Hee, olhe só para ela. Imagine, meu querido, o quanto seria bom se nossa família possuísse as habilidades que ela tem. Meu filho e meus netos nunca sairiam do poder.

O garoto balançou a cabeça de forma positiva, mas Nathalie podia ver que seus olhos não confirmavam a expressão. Talvez ele quisesse sair dali tanto quanto ela. Ele voltou a olhar sua tela, o Ditador, que estava atrás da garota, se dirigiu em direção à saída. Kang deu uma última olhada na menina.

— Antes que eu me esqueça, qual a descendência dessa ratinha de laboratório?

— Segundo os registros, ela nasceu aqui na Cidade. Entretanto, é filha de uma japonesa com um inglês. Pertenciam a casta zero quando estavam vivos – Jung leu todas as informações, provavelmente fornecidas pela Fundação, em sua tela.

— Infelizmente teremos que por um desses no meio de nós – O Ditador falou enquanto saia da sala, deixando Nathalie e o garoto sozinhos – Mas depois dela, seremos como os reis que comandavam o antigo Egito.

Nathalie encarou Jung por alguns segundos, ele passava certa confiança para ela, seus olhos brilhavam de uma forma diferente e sua postura, assim como sua voz, transmitiam calma e segurança. Ela respirou fundo e avaliou a sala mais uma vez, sua visão sobre aquele lugar havia mudado depois de descobrir que era um dos inúmeros cômodos da enorme mansão daquele que destruíra sua vida e a de muitas outras crianças. Ela abaixou a cabeça.

— O que irão fazer comigo? – a voz de Nathalie saiu mais trêmula e fraca do que ela esperava. O garoto se assustou.

— Bom, acho que posso dizer que você é a mais nova integrante da família que governa nossa cidade. Você irá se casar com o filho de Kang-Dae.

— Quem é esse? – Nathalie questionou.

A garota olhava fixamente nos olhos de Jung-Hee, esperava que ele dissesse algo positivo como “ele é uma ótima pessoa, com certeza irá te tirar desse lugar desprezível”.

— Kang-Hee é igualzinho a seu pai. Seu jeito grosso faz com que toda a frieza que existe nele seja transmitida em uma palavra, sempre buscando ser mais importante, e nunca se preocupando com ninguém... Sem dúvidas uma pessoa que ninguém quer por perto.

Nathalie se arrumou na desconfortável cadeira, estava tensa com tantos comentários negativos. Dúvidas e preocupações invadiam cada vez mais sua mente, seu estado de pânico já se tornara completamente visível. Ela não sabia como havia parado ali e nem mesmo todo esforço do mundo seria suficiente para se lembrar de algo.

— Como vim parar aqui? Você sabe?

— Pelo que eu sei, te seguiram enquanto você caminhava por uma cidade abandonada.

— Eu acho que estou me lembrando... Lembro de... – Nathalie olhava para o chão, pensativa. – Picada! Lembro de sentir uma leve picada em meu braço, como se estivesse sendo perfurado por uma agulha.

— Provavelmente atiraram em você com um soro que Richtoffen preparou.

— Soro?

— Desde que você conseguiu sair da fundação, passaram os últimos dois anos preparando um soro que inibisse todos os seus poderes. Era a única maneira de te manter presa sem que você seja motivo de preocupação ou até mesmo uma ameaça.

— Eu não sou uma ameaça! – Nathalie murmurou, cerrando os pulsos.

— Para eles, você é.

— Por que está me contando tudo isso? Por que está do meu lado, afinal?

— Digamos que eu não seja como meu tio. Não quero ser como ele e muito menos quero o lugar dele, nada disso me interessa. Não acho que uma garota inocente como você deve ser punida ou usada para algo, se Kang-Hee quer o poder, ele que faça por merecer.

Nathalie confiava em Jung, via sinceridade em cada palavra dita. Talvez ele pudesse ajudá-la. Talvez ele fosse sua válvula de escape.

— Mas qual a necessidade de me casar com ele?

— Você ainda não percebeu? Apesar de ser o filho primogênito, Kang-Hee não pode assumir o mandato do pai sem estar casado. Essas são as tradições mantidas desde que nossa família entrou no poder. Se Kang não se casar, ele terá que passar a liderança para outro membro da família. – O garoto explicava aquilo como se tudo fosse muito simples, Nathalie ainda assimilava a maioria das informações.

— Mas por quê comigo? Nunca tive nenhuma relação direta com nenhum de vocês! – Nathalie estava tomada por um sentimento de medo e ódio.

— Nem você e nem ninguém. Digamos que pela personalidade “forte” de meu querido primo e pelos ideais de meu tio, nenhum de nós se aproximou de alguém sem que fosse para tratar de negócios. Meu tio possui uma ligação com Doutor Richtoffen e, ao se deparar com tal situação, achou melhor que fosse enviada alguma garota da Fundação, que casaria com Kang sem questionar. Richtoffen escolheu você, mesmo não estando mais na Fundação.

Nathalie cerrou os dentes, mataria aquele engomadinho quando o visse. O Doutor Richtoffen fora o motivo de todos os seus problemas desde o início, ele era obcecado por si e ela sabia o motivo. Queria viver em paz, mas enquanto aquele homem estivesse vivo e a família Kim no poder, esse sonho jamais se tornaria realidade.

Fechou os olhos, pensou em como estariam todos os que peregrinavam com ela em busca de sobrevivência, se estavam preocupados com seu sumiço. Nathalie era o porto seguro de muitas pessoas. Ela precisava sair dali por eles e, acima de tudo, por ela mesma.

— Eu posso tentar ajudar você, se quiser... – Jung olhou fixamente para os olhos de Nathalie, parecia suplicar que ela aceitasse.

— E por que você me ajudaria? Não seria muito mais fácil para você manter-se calado e voltar a viver sua vidinha como se eu nunca tivesse existido?

— Não concordo com as decisões tomadas pelo meu tio, muito menos com suas atitudes. Ver o sangue de inocentes sendo derramado não é algo que me agrade muito e, acredite em mim, conviver para o resto da vida com nosso querido Kang-Hee é uma das piores torturas que se possa imaginar.

— E como você me ajudaria? – Nathalie estava convencida pelos argumentos do garoto, sua sinceridade de certa forma a acalmava.

Jung levantou-se do sofá e, caminhou até em direção a Nathalie e soltou seus pulsos, que estavam presos a cadeira. Fitas de sangue escorreram, sujando de vermelho aquela imensidão branca.

— Tornando sua estadia aqui o menos tortuosa possível enquanto procuro um jeito de te livrar das garras da Cidade Vermelha. Venha, você precisa de curativos e um bom banho. Não se preocupe, essa é uma parte da casa onde somente pessoas autorizadas podem entrar.

Nathalie se levantou e o acompanhou até a porta da sala. Era bom ter alguém em quem confiar no meio de tudo aquilo.

Eles saíram da sala, a garota pode ver um corredor extenso e, assim como a sala, completamente branco. Ela se perguntava como podia haver lugares tão luxuosos enquanto famílias inteiras morriam em lugares abandonados. Será que todos naquele lugar sabiam das coisas que aconteciam fora dali? Nathalie sabia muito bem a resposta, mesmo que aquilo lhe incomodasse.

Jung a acompanhou até uma grande porta de metal, uma das últimas do corredor. O garoto abriu a porta, revelando um banheiro igualmente grande. Diferente de todos os cômodos, apenas as paredes eram brancas, os móveis se mesclavam entre tons de vermelho e dourado; Nathalie lembrou das fotos de grandes palácios europeus que o pai havia mostrado para ela certa vez e se perguntou o motivo de algo tão luxuoso em uma parte afastada da casa. Talvez o Ditador quisesse mostrar seu poder econômico até nos pequenos detalhes.

— Você pode tomar banho e cuidar de suas feridas aqui. As empregadas deixaram algumas roupas separadas pra você, devem estar naquele guarda-roupa vermelho ao fundo. – Jung apontou para um pequeno guarda roupa vermelho escuro.

“Um banheiro bem patriota.” Nathalie pensou consigo, afinal estavam na Cidade Vermelha e ela sabia como as coisas funcionavam. Seu nome remetia ao vermelho do sangue derramado nas guerras, já que a cidade possuía a maior força militar do mundo. Nathalie lembrava vagamente de como eram as ruas da cidade, havia sido levada para a Fundação aos doze anos e nunca mais esteve ali. As ruas exibiam luzes e banners digitais que ofuscavam a visão de qualquer um que não fosse acostumado. Os prédios extremamente altos tampavam o céu quase que completamente e o rosto do Ditador estava estampado em cada esquina. Quem passasse por ali lembraria muito do Japão antes da grande guerra, mas a Cidade Vermelha se localizava onde, antigamente, era a China.

— Eu irei preparar um quarto para você. No plano de meu tio, você deveria ser mandada diretamente para o quarto de Kang, na ala principal da casa, mas não é isso que você quer, certo? Tentarei convencê-lo de que é melhor esperarmos.

O garoto deu um sorriso e seguiu novamente pelo corredor, Nathalie entrou no banheiro e trancou a porta. Pensou em fugir, mas percebeu que não havia janelas naquele lugar, provavelmente preparado para pessoas como ela. Talvez o melhor fosse confiar em Jung e esperar.

Ela olhou ao redor, algumas cadeiras douradas com estofados vermelhos ocupavam uma parte do lugar, próximas de uma mesinha de vidro. O armário ao fundo era acompanhado de prateleiras com toalhas brancas empilhadas, uma grande banheira branca se mesclava ao chão e a parede, embutida entre eles. A garota nunca imaginou que pudesse ver tanto luxo.

Ao abrir o guarda-roupa, um espelho na porta lhe chamou atenção. Encarou seu reflexo, fazia tempo que ela não se olhava em um espelho; seu cabelo estava totalmente bagunçado, podia ver manchas de sangue na parte raspada de sua cabeça, assim como em seus braços e pernas, que estavam com arranhões e pequenas perfurações em vários lugares. Não podia negar que estava magra demais, – não lembrava sequer da última vez que tivera feito uma refeição decente – as poucas curvas que possuía já haviam sumido. Talvez, quem a visse assim, imaginasse que era uma garota frágil, mas passava muito longe disso. Foi obrigada a aprender cuidar de si, e de outros, sozinha, o que, diga-se de passagem, fazia muito bem.

Focou, então, em seu rosto. Olheiras enormes envolviam a parte de seu corpo que chamava mais atenção, seus olhos. Os olhos violetas representavam a herança familiar que possuía, mostravam quem ela era, de onde vinha, e era o motivo de Doutor Richtoffen a querer tanto. Aliás, qualquer um que soubesse de sua existência a perseguiria de tal forma.

Isso a incomodava um pouco, não por se negar a possuir tal herança, mas sim por se lembrar de seus pais toda vez que olhava o reflexo de seu rosto. Uma lágrima escorreu por sua bochecha. Agradeceu por estar sozinha naquele momento.

Olhou dentro do guarda-roupa, não sabia o que esperar dali. Haviam alguns vestidos, calças e camisetas. Nathalie escolheu uma calça jeans, e uma camiseta vermelha e uma sapatilha preta. Virou-se para banheira, qualquer um esqueceria os problemas num lugar daquele, mas ela não.

13 de Outubro de 2019 às 22:49 1 Denunciar Insira 1
Leia o próximo capítulo Capitulo 2 – Sobrevivendo

Comentar algo

Publique!
MiRz Rz MiRz Rz
Olá, eu sou a MiRz do Sistema de Verificação do Inkspired. O Sistema de Verificação atua para ver se as histórias estão dentro das normas do site e ajudar os leitores a encontrar boas histórias no quesito de gramática e ortografia; verificar sua história significa colocá-la entre as melhores nesse aspecto. A verificação não é obrigatória para sua história continuar sendo exibida no site. Caso queria que outras histórias suas sejam verificadas, é só contratar o serviço através do “Serviços de Autopublicação”. Sua história está marcada como “em revisão” pelos seguintes apontamentos retirados do seu texto: 1) Falta de acentuação na palavra “íntima”, “dúvida”, nos verbos de palavras oxítonas terminadas em “a”, “e” ou “o” seguidos dos pronomes oblíquos –la(s) ou –lo(s), como “capturá-la”, fazê-la”, entre outros. 2) Falta de espaçamento entre algumas palavras, como em “[...] omais novo [...]” no capítulo 1 e em vários momentos no capítulo 3. 3) Uso do “porque” errado na frase “[...] — Mas por quê comigo? [...]”. O “por quê” só é utilizado nas interrogativas quando vier ao final da frase seguido pelo ponto de interrogação, ou seja “por quê?”. Eu citei apenas alguns exemplos retirados do seu texto, há mais alguns ao longo dos três capítulos. Caso você estiver interessada em uma nova verificação, após corrigir os erros, basta comentar aqui, que eu farei uma nova releitura, do contrário, se não se interessar em obter a verificação, basta ignorar essa mensagem e não alterar o seu texto. Tenha uma boa semana. :)
~

Você está gostando da leitura?

Ei! Ainda faltam 2 capítulos restantes nesta história.
Para continuar lendo, por favor, faça login ou cadastre-se. É grátis!

Histórias relacionadas