Histórias eróticas DC Seguir história

jace_beleren Lucas Vitoriano

Contos eróticos interligados com os personagens do universo DC.


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Selina Kyle - Pamela Isley

Selina Kyla, mais conhecida como mulher-gato, estava em mais de um dos seus trabalhos noturnos. Ela conseguira realizar o roubo com sucesso e sem grandes dificuldades. Afinal, o que era um sistema de segurança e alguns policiais frente a maior ladra de Gotham, quicar, do mundo?

Mesmo com seu claro sucesso, Selina não era do tipo a comemorar antes da hora. A gatuna corria pelos imensos prédios de Gothan, pulando de um arranha-céu para outro com agilidade e graça. Era uma bela mulher, seu traje feito de couro negro, totalmente colado ao corpo, deixava bem a mostra suas avantajadas curvas e sua protuberante bunda. Óculos circulares, com lentes amareladas, cobriam seus olhos negros. Eram óculos especiais, capazes de lhe proporcionar visão noturna, além de ter outras funções bastante uteis tanto em roubos quanto em combates.

A noite estava uma maravilha. O vento gelado batia em seu rosto e a lua brilhava alto no céu, parecendo sorrir para a ladra. Selina carregava seu chicote na mão direita enquanto, em suas costas, pendia a pesada bolsa com os preciosos itens roubados.

Ela só precisava chegar no seu lugar de destino com aquele pacote, só faltava isso para tornar sua noite perfeita. O destino, porém, não estava tão a favor de ladras naquele dia. Selina estava a correr por mais um dos arranha-céus quando reconheceu o familiar som de um batmerangue cortando o ar. Agindo por puro reflexo, a gata abaixou-se bem a tempo. A lâmina passou raspando acima dela, cravando-se em uma parede.

Selina mordeu o lábio inferior. Isso séria um problema dos grandes. Roubar era moleza, agora deter o morcegão com todo aquele seu senso irritante de justiça seria um trabalho penoso, até mesmo para ela.

Selina virou-se para encarar seu eterno inimigo e amante. Sua expressão, porém, suavizou-se quando percebeu não ser Batman a estar atrás dela e sim a aspirante a vigilante noturna.

- Ora, ora, se não é a Baby-bat – Selina sorriu, deixando a mochila com os itens roubados cair cuidadosamente no chão. Eram itens valiosos e seria um grande desperdício se eles se danificassem com a luta. Claro, chamar aquilo de luta seria um elogio. Selina ia apenas dar uma lição naquela menina e depois voltar para seu destino.

- É Batgirl! – protestou a outra, vermelha de raiva, sacando mais um dos batmerangues e fitando sua adversaria com seriedade.

Selina deu pouco caso. O que via a sua frente era uma adolescente vestindo roupas azuis escuras coladas no corpo, com um símbolo de morcego amarelo bem no meio de seus seios juvenis. A máscara de morcego cobria a parte superior de sue rosto, mas deixava escapar os longos cabelos ruivos da vigilante. Estes desciam pelas suas costas, chegando até dois palmos abaixo dos ombros.

A Mulher-gato já havia visto a garota em ação algumas vezes, não era nada mal até, mas não era uma adversaria a sua altura. Bargirl tinha força e agilidade, mas lhe faltava em experiência de combate. Além do mais, a menina era meio impulsiva quando provocada, o que a fazia agir de forma bastante previsível.

Com um movimento rápido, a Mulher-gato lançou o seu chicote contra a mão da garota, golpeando-a violentamente. Batgirl soltou um gritinho de dor ao mesmo tempo que o batmerangue caia de suas mãos. Selina recolheu o chicote e fitou sua adversaria com um risinho de deboche.

- Eu vi uns pichadores mais cedo Baby-bat, porque não vai cuidar deles e deixa as ladras de verdade para o Batman? A proposito, ele não lhe avisou para não brincar com esses batmerangues? É perigoso e você pode acabar se ferindo.

O efeito de suas palavras foi exatamente o que Selina esperava. Batgirl avançou furiosa em sua direção, furiosa e descontrolada, um erro tolo de amadora. Sem muitas dificuldades, Selina bloqueou os chutes e socos impetuosos de sua inimiga. A garota era rápida, mas estava sendo tão óbvia em seus movimentos que Selina a lia como um livro aberto.

A diversão estava ótima, nada mais prazeroso do que ver a morceguinha frustrada tentando acertá-la. Selina adoraria se prolongar com aquela brincadeira, mas ela tinha um serviço a concluir, não podia continuar com aquilo, infelizmente.

Ela contra-atacou com suas garras. Batgrirl desviou dois primeiros dois golpes, mas o terceiro arranhou-a no ombro esquerdo. Seus ataques atingiram a morceguinha em cheio, rasgando parcialmente aquela roupa de coro colada e arrancando sangue da garota. Depois de três golpes em cheio, Selina concluiu a sequência com um chute bem dado na barriga de Batgirl.

A garota gemeu de dor, caindo de quatro no chão. Sua boca se abria, procurando desesperadamente por ar. Selina pode ver a frustração e vergonha estampados no rosto dolorido da garota. Chegou até mesmo a sentir pena dela, mas o que poderia fazer? Ela havia procurado por isso.

Selina não era do tipo que se vangloriava humilhando um inimigo derrotado, então deu o golpe de misericórdia, encerrando aquela luta o mais rápido possivel. Com um chute firme e preciso, atingiu a garota na bochecha esquerda. A ruiva foi arremessada para o lado, sua cabeça chocou-se na parede com violência e ela acabou desabando fracamente no chão.

Ela gemia, semi-cosciente. Estava muito ferida, mas ia sobreviver. Depois de um ela provavelmente acordaria com uma péssima dor de cabeça e uma ferida bem mais seria em seu orgulho. Selina fitou a garota prostrada no chão. A visão até era interessante. O que Selina podia fazer? Ver a morceguinha estirada com aquela roupa colada parcialmente rasgada era bem excitante.

A Mulher-gato agachou-se ao lado da menina e beijou-lhe na bochecha, deixando ali uma marca de seu batom, uma lembrancinha para lembra-la de sua derrota. Ela ainda pode ouvir uma voz vindo do comunicador da Batgirl, algum cara de meia idade perguntando se ela estava bem.

Selina ignorou a voz, era falta de educação se meter nas conversas dos outros. Ela levantou-se, caminhou calmamente até a mochila com os itens roubados e a pegou. Deu uma última olhada para a menina inconsciente e então se foi, voltando a correr pela escuridão de Gothan.

*****

A doutora Pamela Isley, também conhecida como Hera venenosa, estava sentada na luxuosa cobertura de um dos prédios mais altos de Gothan. Ali, em uma estufa reconfortante, esperava que sua gatinha trouxesse o pacote que havia lhe pedido.

Pamela adorava flores e plantas, de todos os tipos. Encontrava-se sentada em um trono coberto por vinhas trepadeiras. A grama crescia no chão enquanto arbustos e plantas exóticas davam aquele seu pequeno santuário o charme que combinava com sua personalidade. Um perfume agradável de flores silvestres pairava no ar, era um aroma inebriante e relaxante.

Hera venenosa era uma mulher inteligente, poderosa e sensual, dona de si e dos vários escravos que estavam a sua mercê. Pobres criaturas que eram drogadas com seus feromônios, fazendo-os servi-la e amá-la como se ela fosse uma mestra e, de certo modo, ela o era, pelo menos por algumas horas, até o efeito de seus feromônios cessarem.

Ela tinha um corpo atraente, de coloração verde clara. Os seios eram fartos, a bunda, macia e empinada. Tudo que vestia era um traje de plantas que cobria-lhe a cintura e seus seios, ocultando pouquíssimo de sua nudez, mas o suficiente para esconder seus mamilos e seu sexo, sem deixar de estimular a imaginação daqueles que a fitavam.

Mas, no momento, não havia ninguém ali para ela “estimular a imaginação”, ninguém, é claro, sem contar as suas queridas plantas. Pamela estava entediada, levemente preocupada. Já era para sua gatinha ter voltado, por que estava demorando tanto?

Teria o Batman aparecido? Ou algum outro da sua corja de vigilantes noturnos? Aquilo já estava se tornando um grande problema. Todas aquelas lutas intermináveis só tornavam a vida muito mais estressante. Se a Mulher-gato fosse capturada seria um grande problema, não apenas por Pamela perder os itens que a mandara roubar, mas também porque, passada algumas horas, ela sairia do efeito de seus feromônios.

Se isso acontecesse, Pamela tinha certeza que a gatinha viria com as garras de fora tomar satisfações dela. Isso sempre acontecia quando as pessoas a qual ela controlava voltavam a si. Esse era o maior problema do seu controle, era apenas temporário. Se ela quisesse manter sua manipulação por mais tempo, precisaria intoxicar seu alvo a um intervalo várias vezes seguidas. Isso era algo um tanto irritante e, na maioria das vezes, Hera não tinha paciência nem tempo para isso. O mais prático era droga alguem com seus feromônios e mandá-lo fazer um servicinho rápido. Era como... alugar um profissional por algumas horas, com a vantagem de não precisar pagar um centavo por isso.

Para sua agradável surpresa, Pamela pode ver a gatinha chegando. A ladra adentrou na estufa trazendo uma mochila nas costas. Ela caminhou até ficar a apenas um metro de distância de Pamela.

- Aqui está – disse a gata. Ela depositara a mochila aos pés de Pamela.

- Abra – retrucou a outra friamente.

A mulher-gato ajoelhou-se no chão e abriu a mochila. Um sorriso de satisfação surgiu no rosto de Pamela ao ver os inúmeros frascos contendo substancias químicas extremamente valiosas. Ela não ligava tanto para dinheiro, queria apenas o suficiente para viver em luxo e paz. Mas o poder que aquelas substâncias lhe dariam certamente atiçavam os desejos da criminosa. Com elas, poderiam criar plantas e venenosos extremamente eficazes e letais.

A mulher-gato voltou a se levantar, fitando Pamela nos olhos. Selina sentia seu sangue ferver só de estar perto dela. Uma vontade louca de agradá-la e servi-la guiava todos os seus instintos, chegando até mesmo a fazê-la trabalhar para ela. Quem diria que isso poderá acontecer? Selina não era mulher de trabalhar para ninguém, mas por aquela ruiva na sua frente... por aquela ruiva... ela poderia abrir uma exceção.

Pamela levantou-se. Dirigiu-se até bem próximo da mulher-gato, sua mão acariciando o rosto dela com delicadeza. Ela pode sentir a gatinha tremer toda de desejo só com aquele toque. Dominar os outros era tão... prazeroso.

- Por que demorou tanto minha gatinha? Algum contratempo?

- A Batgirl entrou no meu caminho, mas eu dei um jeito nela – respondeu sorrindo sutilmente.

Pamela ficou preocupada por um breve instante. Teria a morceguinha colocado um rastreador na mulher gato? Não, provavelmente não. Esso era algo que o Batman faria. Por precaução, ela preferiu se certificar.

- Ela não a rastreou? – perguntou maliciosa, suas mãos deslizando pelas costas de Selina, descendo suavemente pelo tecido liso de sua roupa até alcançar a sua bunda – talvez tenha algum rastreador aqui? – disse em um tom de brincadeira, embora seus toques fossem bastantes sérios e sensuais.

Selina suspirou de prazer com o toque. As mãos de Pamela a acariciavam de forma indecente, fazendo Selina perder o folego. Ela não se importaria que Hera venenosa continuasse a apalpá-la em busca desse tal rastreador, mesmo tendo certeza que não havia nenhum.

- Eu já chequei, estou limpa – disse, controlando-se para não gemer. Selina colocou as mãos nos ombros de Pamela, acariciando-os sutilmente – mas pode continuar a procurar se quiser.

A ruiva riu com gosto. Suas mãos apertaram a bunda da gatinha com força. Ela a puxou mais para perto em um abraço gostoso, suas bocas se encontrando em um beijo molhado.

Fora um longo beijo, as mãos bobas de Selina logo desceram, explorando os seios fartos de Pamela, sentindo a macies deles, apertando-os com sutileza. Pamela se entregava aquele beijo molhado, de sua boca escapavam gemidos baixos.

Pamela abraçou Selina com mais força, as bocas das duas insistiam em permanecer grudadas naquele beijo interminável. A Mulher-gato retribuía o beijo com gosto. Ela amava ao Batman, mas, naquele momento, toda sua atenção e desejo estavam focados na ruiva a sua frente.

Selina delirava com aquele beijo, não apenas pelos lábios macios de Pamela, mas também pela quantidade de feromônios presente em sua saliva. Hera venenosa estava a drogá-la com sua toxina, rendendo-a aos seus caprichos perversos.

Os planos iniciais de Pamela era de apenas usar a Mulher-gato para aquele roubo, mas ela começava a perceber que poderia se divertir bastante com aquela exuberante gata. Tocando na mascara da Mulher-gato, Pamela retirou-a devagar. O que viu foi uma mulher de curtos cabelos morenos. Pamela não a reconheceu, mas também não se importou, não estava querendo descobrir a identidade da Mulher-gato. Sua única surpresa, porém, era que ela tinha certeza que a gatinha ali era loira. Ladras sensuais sempre são loiras.

Selina sorriu, entorpecida de tanto desejo. Ela abriu o zíper de sua roupa, abaixando-o até a altura do umbigo. Seus seios medianos saltaram para fora, os mamilos já duros de excitação. Pamela apreciou a visão, suas mãos foram de encontro aqueles dois pedaços de pecado, massageando-os devagar, seus dedos estimulando os mamilos, apertando-os de leve.

O gemido baixo que Selina deu perdeu-se entre as flores da estufa. Hera venenosa inclinou-se, encostando seus lábios em um dos gordos mamilos. Ela o beijou com delicadeza, começando a chupá-lo lentamente. Selina gemia baixo, os olhos fecharam-se e ela começava a murmurar algumas palavras desconexas, dizendo que a amava e coisas do tipo.

Pamela sabia que aquelas palavras eram tudo efeito de seus feromônios na Mulher-gato, não eram palavras de amor reais, mas mesmo assim ouvi-las inflava seu ego de mulher dominante. Pamela sempre amou isso, ser desejada, pois o desejo que os outros sentiam por ela lhe dava poder, lhe erguia como uma rainha em um trono.

Ela chupou o seio de sua parceira com um pouco mais de força, sendo recompensada com as garras da Mulher-gato acariciando seus cabelos, deslizando gentilmente por eles. Pamela estava apenas a se divertir, mas aquela brincadeira a estava excitando mais do que imaginava. Era engraçado, como se seus próprios feromônios se voltassem contra ela, fazendo-a sentir muito mais desejo pela morena a sua frente.

Sua língua lambuzava aqueles seios deliciosos, melando-os com saliva. Ela dava leves mordidinhas neles, provocando Selina, fazendo-a gemer mais alto de prazer. Muito excitada, Selina afastou-a delicadamente. A gata ficou a admirar o belo corpo de sua amada, as curvas perfeitas, a nudez tão exposta e natural. Ela terminou de retirar as próprias roupas, deixando que seu apertado colant preto caísse no chão. Em seguida retirou as incomodas folhas que cobriam o corpo de Hera venenosa, revelando seu corpo de ninfa. A ruiva tinha mamilos de um verde escuro e uma vagina lisa e depilada que a gata estava louca para provar o sabor.

Ajoelhando-se, Selina fitou os lábios vaginais da ruiva. Abriu-os com as mãos, revelando seu interior rosado, em seguida, beijou a região, sua língua deslizando em movimentos circulares pelo clitóris de Pamela que não conseguiu conter um gemido alto de prazer.

- Quem diria que a Hera venenosa é tão sensível – provocou Selina, seus olhos de gato fitando a ruiva com malicia.

Pamela já havia matado pessoas por terem falado muito menos, mas sua amante a estava excitando com aquela provocação. Ela apenas riu, manhosa, sua mão direita acariciando os cabelos da gatinha enquanto a esquerda foi de encontro a um de seus seios, massageando-o lentamente.

O corpo todo de Pamela tremia com os estímulos recebidos. Selina fazia magica ali embaixo, beijando e lambendo sua intimidade. Ela dava leves sucções, masturbava-a e voltava a beijar a região. Se Pamela fosse chutar, diria que não era a primeira vez que a gatinha provava do corpo feminino.

Selina foi recompensada com sua primeira dose de leite, o liquido viscoso escorreu da intimidade da Pamela, sendo prontamente lambido e chupado pela Mulher-gato. Ela bebeu tudinho, com lambidas lentas e sensuais. Quando acabou, fitou a ruiva com um olhar safado, o tipo de olhar de quem pede por mais.

- Deite-se – falou Pamela. O plano não estava seguindo em nada o original, mas ela não ia parar com aquela foda nem se a porra do Charada aparecesse com seus ridículos enigmas ou o Coringa, com alguma daquelas piadas ruins que só ele e Alerquina vêem graça – vou lhe dar o melhor momento das suas sete vidas gatinha.

E assim Selina fez, deitando-se de costas no chão. A grama da estufa fazia cocegas em seu corpo, espetando-o levemente. Pamela deitou-se sobre ela, os seios das duas se encaixando perfeitamente. Os lábios delas se uniram em mais um beijo molhado. Elas moviam seus corpos lentamente, esfregando-os um no outro, enquanto continuavam a beijar-se.

Bastante excitada, Pamela controlou suas plantas, fazendo com que raízes se enroscassem nos corpos das duas amantes. Elas foram envoltas por plantas que treparam em seus calcanhares, escalaram por suas coxas até encontrarem o espaço apertado entre suas intimidades. As duas gemeram ao sentirem as raízes esfregando-se em suas vaginas, chegando até mesmo a penetra-las ali o que as fez perderem o folego e aquece-las, ainda mais, os desejos.

Elas se beijavam com mais fome, suas mãos tocando ansiosamente os seios da outra. Pamela sentia Selina mordendo levemente seus lábios. A sensação ficava ainda melhor quando se tinha uma raiz penetrando-a na vagina e outra esfregando-se em sua bunda.

Muitas das raízes estimulavam as duas amantes, transformando aquela transe em algo bem mais intenso e vivido. Haviam raízes por toda parte, acariciando as pernas dela, enrolando-se em seus seios, penetrando em suas bundas e vaginas, ou simplesmente acariciando seus rostos.

Elas suavam e gemiam enquanto trocavam beijos de amor. Pamela arfava, perguntando-se quando fora que perdera o controle da situação e simplesmente se deixara levar pelo fogo que a queimava por dentro. Ela se perdia nos beijos angustiados da gata que estava tão excitada quanto ela, talvez mais.

Selina também estava ardente de tanto prazer. A sensação de ser penetrada por raízes era um tanto esquisita, mas ela só se importou com isso nos primeiros cinco segundos. Ela abria mais as pernas para deixar uma grossa raiz penetra-lhe a vagina. Outras faziam cocegas em seu corpo, sem falar das mãos de Hera venonosa, tocando-a de forma experiente.

Ela teve um orgasmo, gemendo em alívio. Sentia as raízes ainda se enroscando em seu corpo, insistentes, insaciáveis. Aquela noite seria longa e ela queria aproveitar muito mais. E, embora não entendesse as plantas tão bem quanto Pamela, sentia que aquelas ali ainda queriam muito mais de seu corpinho suado.

As duas mulheres ficaram a se amar deitadas na grama, seus corpos melados de suor e orgasmos, seus gemidos soando como uma música inebriante que só elas ouviam. Ou talvez as plantas também, se é que podiam ouvir algo. Elas continuariam a se amar noite adentro, banhadas pela luz pálida do luar.

Esse com certeza não era o plano A da Hera venenosa, mas as vezes o plano B se mostrava infinitamente melhor.

*****

No alto do arranha-céu, Barbara, a Batgirl, acorda com a cabeça pesada. Ela sentou-se atordoada no chão frio, sua mente recuperando lentamente as memórias do que acontecera antes de perder a consciência.

Lembrou-se da luta contra a Mulher-gato e a derrota humilhante que sofrera. Havia sido imprudente, cometendo erros que Bruce jamais cometeria. Também, porque a maldita tinha que ter chamando-a justamente de Baby-bat? Parecia até que ela sabia como seus colegas a irritavam chamando-a de variações de “baby” devido ao seu nome ser Barbara e ela ser a filinha mimada do comissário da polícia. Ou pelo menos eles assim pensava. Barbara não era mimada, coisa nenhuma, mas, bem isso já havia sido a muito tempo, não adiantava ficar pensando sobre.

Ela suspirou, não havia motivos para ficar lamentando sua derrota agora. O melhor era levantar-se e relatar tudo que houve para Bruce, que com certeza lhe daria um baita sermão. Bom, pelo menos o santo Alfred tentaria livrar a sua barra. Ele sempre a defendia em situações tensas.

Barbara foi-se dali direto para a batcaverna. O que ela não sabia, porém, é que quando chegasse lá, não teria que aguentar apenas a bronca de Bruce, mas também seu sarcasmo referente ao fato dela voltar com uma certa marca de batom no rosto.

10 de Outubro de 2019 às 10:54 0 Denunciar Insira 0
Leia o próximo capítulo Floyd Lawton (Pistoleiro)– Louise Lincoln (Nevasca)

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