Destinados Seguir história

ya-young1554031536 Ya Young

Tanjiro e Inosuke vão descobrir que ser destinados é a melhor coisa do mundo.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#abo #omegaverse #KimetsunoYaiba #Zenitsu #Nezuko #Tanjiro #Inosuke #Inotan #KnY
0
1.2mil VISUALIZAÇÕES
Completa
tempo de leitura
AA Compartilhar

É ele...

Ouvi a voz alta e longe de Zenitsu, olhei pra trás vendo o rapaz de cabelos amarelados correndo atrás de mim.



— Não me viu? Estou atrás de você desde a saída da faculdade.

— Me desculpe Nitsu, mas estou com pressa Nezuko vai estar em casa, e me pediu que fosse pra la direto, alertando que levaria o seu novo amigo.

— Refere-se ao tal ômega que socou aqueles alfas que importunavam a Kanao?

— Acho que sim, Nezuko não para de falar nele, e em como ele e incrível mesmo sendo um…

— Vamos pra sua casa então. — Tanjiro viu o amarelado puxar o pirulito da boca e sorrir.

Zenitsu nem disfarçava a alegria em ir ver sua amada, Tanjiro gostava desse namoro ainda bobo dele com sua irmã mais nova.

Os dois caminhavam lado a lado hora discutindo sobre como os professores eram exagerados em suas aulas ou sobre o fatídico dia que Kanao foi salva pelo ômega misterioso.

5 meses antes…

Nezuko caminhava pela beira do rio que era caminho de sua casa até a biblioteca, onde combinará de se encontrar com Kanao para seus últimos dias de férias, sua prima e melhor amiga, logo entraria na faculdade e ela retornaria ao Kimetsu School onde concluiria seu último ano do ensino médio.

Foi olhando para o longe tentando proteger os olhos do reflexo do sol na água, que viu uma moça ser arrastada para baixo da ponte que liga um lado do rio ao outro.

Gelou no lugar, queria muito correr e gritar, más o corpo parou ao perceber quem era a pessoa sendo arrastada, só acordou ao ver uma cabeleira azulada passar por ela e correr para onde a movimentação estava.

Seu instinto beta pode dizer na hora que o azulado é um ômega que esta no cio, e mesmo assim correu para o perigo, ao chegar perto pode analisar melhor a situação, Kanao estava sendo segurada por um cara gordo que usava seu peso para prende-la.

O rapaz socava com muita raiva, e mesmo em menor número estava dando conta dos alfas. Logo o som de apito foi ouvido, atos como esse que Nezuko estava presenciando eram abominados pela sociedade, mas nada que violações não fossem noticiadas em jornais, e bem ali esta ocorrendo uma.

Os policias betas chegaram e quase levaram o azulado junto se não fosse a Kanao, vitima de tudo se segurar nele olhando-o com lagrimas nos olhos. Nezuko explicou toda a situação e ligou para o irmão na mesma hora o pedindo ajuda, se aproximou do azulado e pode o analisar melhor o ômega.

Um rapaz alto fora dos padrões de ômegas, cabelo preto com as pontas azuladas, olhos verdes e só olhando o rosto pode dizer que ali estava as feições mais afeminadas, pois, o corpo era bem torneado.

Sentiu Kanao a abraçar, acariciou as costas da prima e inalou o cheiro de seus feromônios bem fracos, Kanao estava entrando no cio, fechou os olhos por tudo que vivenciou ali procurando se acalmar para não deixar o ser a sua frente mais nervosa.

Foi quando ia agradecer que percebeu que só estavam às duas ali, o rapaz foi embora sem deixar elas saberem ao menos seu nome, ouviu a voz do Tanjiro chamando sua atenção.

— Vocês estão bem? — a voz doce de Tanjiro acalmou um pouco os nervos de Kanao.

— Vamos acompanha-lá até em casa Tan, depois eu explico melhor o que aconteceu.

(Tanjiro povs.)

Senti o cheiro fraco de Kanao no rapaz que corria, mas o cheiro dele era melhor, lembrava o cheiro de glicínia, árvore que havia no fundo do quintal dos meus avós.

(Batummm) Tanjiro estava tão cego de raiva, que nem sentiu o falhar no bater do coração.

Queria o parar e socá-lo até não poder mais por machucar minha família, más não pude ele era rápido demais.

Avistei às duas em baixo da ponte e corri até elas.

— Vocês estão bem? — minha voz saiu doce para acalmar as duas.

— Vamos acompanha-lá até em casa Tan, depois eu explico melhor o que aconteceu.

Seguimos para a casa de Kanao, e a deixamos aos cuidados de sua mãe, na volta para casa Nezuko só sabia falar de um tal azulado o rapaz que a ajudará. Foi só Nezuko comentar sobre o agradável cheiro de glicínia que o rapaz tinha, que ele se tocou que o rapaz que passou por ele não era ruim e sim o herói daquela tarde.

— Tan, está me ouvindo? — Nezuko parou a frente do rapaz o encarando.

— Sim, sim.

Hoje… Casa dos Kamado.

Nezuko estava orgulhosa olhando os pratos sobre a mesa, e principalmente por receber o sorriso enorme de sua mãe.

— Sera que aquele javali não vai aparecer? — perguntava a si mesma olhando o relógio.

— Okaasan , chegamos. — a voz do Zenitsu ecoava pelos cômodos da casa. Nezuko correu para abraçar o namorado, e claro receber o afago na cabeça do seu irmão, quando iam retornar para a cozinha, ouviram a campainha tocar. Tanjiro fez gestos de que ele iria receber o convidado deixando Nezuko com um sorriso enorme no rosto.

Caminhou até a porta e ao abrir se surpreende com o que vê, do outro lado do portão estava parado um rapaz alto, de um olhar frio, uma suposta tatuagem no pescoço e cabelos mais curtos com as pontas em tom azulado.

— AQUI É A CASA DA KAMABOKO? — a voz grossa que saia gritada do ser ali parado arrepiou os pelos da nuca do Tanjiro.

— Eu já disse é Kamado e pare de gritar. — Nezuko surgi atrás do Tanjiro. — Entra, o portão esta aberto.

Inosuke abriu o portão baixo, olhando os irmãos Kamado o observado, analisou o mais novo Kamado. Os cabelos cor borgonha, olhos cor marrom avermelhados, bem diferentes dos rosados da Nezuko.

Conforme se aproximava, sentia um leve desconforto em seu interior, sentia um desequilíbrio em seu ser.

— Vamos entrando, e sem gritar. — Nezuko sorria ao puxar o amigo e ir apresentando o azulado aos familiares.

Tanjiro não estava diferente sentia como se um animal estivesse a sair do seu peito, olhou o rapaz fixando seu olhar no rosto do mais novo, a feição afeminada se perdia no olhar ameaçador do azulado.

Apelido que Nezuko dera desde o fatídico dia que conhecera Inosuke, mordeu os lábios ao sentir o cheiro bom de glicínia que vinha do ômega.

— Inosuke você está entrando no cio? — a voz de Nezuko saiu tremula.

— E DAI. — o silêncio reinou ali.

— Nezuko e melhor levar ele para o seu quarto, vou pegar um inibidor quem sabe acalme isso. — a voz suave da mãe dos Kamados acalentou um pouco o ambiente.

Tanjiro deu um passo em direção ao ômega, e dois para trás caminhando para fora. Apos as coisas se acalmarem Zenitsu entrou acompanhado do amigo, o cheiro já fraco das feromonas de Inosuke afetavam o Kamado.

O jantar foi quase um silêncio, se Inosuke não começasse a gritar e conversar sobre sua vida com a mãe dos Kamados. Tanjiro comentava sobre a faculdade com o pai e Nitsu, mas de ouvidos na conversa do ômega.

— Nossa você deve ter sofrido tanto. — a matriarca da família disse antes de abraças o azulado, surpreendendo todos ali.

Tanjiro sentiu o coração pesado ao ouvir as palavras do outro, ser abandonado por ser ômega na porta de um senhor de idade e ainda por cima sem nome e num dia frio de inverno, era de dar pena a qualquer um que ouvisse.

Nezuko já havia contado que os motivos do amigo gritar e por causa da pouca audição do seu avô, ela temia que o jeito do amigo fosse mal-entendido pela família e já vinha preparando todos para o encontro.

Inosuke afundou o rosto no peito quente e nos abraços apertados da mulher que lhe acariciava as costas, era pra ele o primeiro carinho de uma mãe.

— Pode vir aqui quando quiser, sera sempre bem-vindo. — ela disse se afastando.

Nezuko quebrou o clima pesado indo buscar a sobremesa na geladeira e já servindo a todos, o entardecer fora a horas e a conversa se mantinha animada, mas nem tudo dura.

Inosuke tinha que voltar para casa, más Nezuko temia pelo amigo mesmo com a aura mortal em seu entorno ele ainda e um ômega, olhou para Tanjiro fazendo sinais para o irmão se oferecer para acompanhar o amigo.

— Eu vou com você… — não precisou terminar, Inosuke já o fuzilava com os olhos.

— GONPACHIRO KAMABOKO, NÃO PRECISA EU SEI ME VIRAR.

— Eu sei, más preciso mesmo comprar um mangá e assim eu aproveito a caminhada.

Inosuke olhou para Nezuko vendo a amiga sorrir e confirmar coma cabeça que estava tudo bem, o mais novo caminhava na frente e como se fosse visível o cheiro de glicínia o perseguia.

E isso atiçava o alfa atrás dele, como se o atraísse para o perigo. Tanjiro não aguentou e puxou Inosuke para uma rua mais escura. Roçou o nariz no pescoço do mais novo inalando seu perfume de ômega, subiu os dedos pela nuca de pele branca, arrepiando os pelinhos daquela área.

Inosuke fraquejava ao tentar empurrar o alfa, depois de sentir o cheiro de seus feromônios, o alfa tem cheiro bom de almíscar, cheiro que lembrava o pequeno animal que ele brincava quando criança.

Um pequeno Javali selvagem, que invadia a pequena horta de seu avó, Inosuke fez o mesmo afundando o nariz no pescoço do mais velho.

— Eu devo estar ficando louco, eu não estou resistindo ao seu cheiro, melhor eu te levar em casa e voltar… Mas antes. — Tanjiro segurou firme o queixo do mais novo, dando-lhe um beijo.

Inosuke socou a cara do mais velho, jogando ele no chão, más logo sentiu o vazio de ficar longe do outro. Estendeu a mão ajudando o outro a se levantar.

O caminho foi em silêncio, só na frente da casa dos Hashibira, que Tanjiro abriu a boca.

— Boa noite, sonhe comigo. — Tanjiro não ficou para ouvir os gritos de Inosuke.

Caminhou lento o vazio de estar sem o outro o machucava, foi sorrindo ao lembrar do cheiro de Inosuke que lembrou dos dizeres da sua avó, “ Lembre nesse mundo grande pode haver o seu destinado, e se um dia encontrá-lo vai saber na hora.”

Parou de andar e olhou a lua alta agradecendo os dizeres de sua avó, Inosuke é seu destinado e ele fara de tudo para o ter ao seu lado.

7 de Outubro de 2019 às 12:43 0 Denunciar Insira 0
Leia o próximo capítulo Festival

Comentar algo

Publique!
Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a dizer alguma coisa!
~

Você está gostando da leitura?

Ei! Ainda faltam 4 capítulos restantes nesta história.
Para continuar lendo, por favor, faça login ou cadastre-se. É grátis!