Killing the Love Seguir história

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Sid, uma garota tímida e calma, passa a gostar de David Wilson, um dos garotos mais bonitos e populares da faculdade de Belas Artes. Com sua obsessão pelo garoto, a menina decidi então seguir David até sua casa, mas ao descobrir o que havia lá dentro, revela quem ele realmente é.


Horror Horror teen Para maiores de 18 apenas.

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Um Erro



Sid Morris


Eu me chamo Sid Morris. Sou uma garota, mesmo esse nome sendo masculino pra maioria das pessoas. Gosto de um menino, David Wilson... Ele é lindo, alto, corpo definido, basicamente, é perfeito e muito atraente para várias meninas - e meninos -. O conheci na escola, no ensino médio, mas ele nunca percebeu que eu estava lá, olhando para ele, vendo o quão grande é sua beleza. Quando terminei a escola, decidi fazer faculdade de Belas Artes, uma coisa que eu amo é a Arte, sua história, suas modalidades, sua rebeldia... E eu estou na área de Artes Visuais, a que eu mais gosto. Comecei bem, nos primeiros dias de aula, eu vi que David tinha entrado na mesma faculdade que eu, mas estávamos em salas diferentes. Isso foi uma puta coincidência e com um pouco de sorte, o cara que você gosta entrar na mesma faculdade que você se inscreveu, isso é muito bom!


Ainda me lembro da primeira vez que conversamos... Na verdade, não foi bem uma conversa, foi só uma troca de olhares. Foi bem rápido, durante uns 6 segundos... Mas, eu consegui sentir que ele disse um "Oi" com os olhos, de um jeito que eu fiquei até com vergonha, e então retribui. Acho que depois das aulas nesse dia, cheguei em casa correndo, fui até meu quarto e comecei a me masturbar deitada na cama, ofegante, com a imagem dele olhando pra mim na minha cabeça, gemendo seu nome repetidas vezes, suando. Sempre imaginei com ele em cima de mim, segurando meu pescoço com força, com seu suor escorrendo pelo seu corpo e sorrindo para mim, com um sorriso malicioso, enquanto arranho seu corpo, dizendo seu nome em meio aos gemidos, e a gente fazendo sexo. Mas isso não passa de uma imaginação minha, ninguém quer fazer isso com uma garota magra pra caralho que parece uma vara.


Falando em físico, eu sou branca, na verdade pálida, alta - 1,80 metros de altura -, leve como uma pena - 48kg -, tenho cabelo liso, curto e com franja - castanho claro acinzentado, com as pontas azuis acinzentadas -, meus olhos são pretos e tenho muitas olheiras, parece até que estou morta, mas, falando sério, eu realmente sou muito magra, acho que até anoréxica. Pulsos finos pra cacete, costelas visíveis, pescoço fino demais... Provavelmente se alguém me bater eu quebro no meio igual um graveto.


Já o David tem um corpo forte, definido, branco, mas não muito, igual eu. Tem aquele típico cabelo coreano, castanho escuro, mas as pontas são verde menta... O jeito que ele deixa o cabelo bagunçado é até que excitante, faz ele ficar mais sexy. Não sei como ele consegue ser o centro das atenções, todo mundo gosta dele, ele é meio que um "Amigo do Mundo". Além de bonito, é gentil com as pessoas e amigável, parece até que ele é inocente igual uma criança de 6 anos.



Sid Morris (Agora)


Estaria saindo da faculdade com uma "amiga" minha, que sempre me acompanha na hora de ir embora pelo simples fato da casa dela ser na mesma rua que a minha. Ela se chama Ana, tem minha idade - 22 anos -, é baixinha, cabelos castanhos, compridos, enrolados e sua pele é negra.

— No que está pensando Sid? *Diz Ana ao meu lado, olhando pra mim por alguns segundos e depois voltaria a olhar pra frente, esperando com que eu respondesse*

— A-ah... Em várias coisas. Por quê? *Respondo rapidamente, olhando de canto a menina, um pouco tímida*

— Por nada... Você está bem? *Olharia pra mim novamente, com um leve sorriso em seu rosto*

— Estou sim Ana, e você? ... (Que tédio, por que ela simplesmente não vai embora sem mim?) *Andando um pouco mais rápido que a garota*

— Acho que sim, tirando o fato de que estou doente.

— Ah é mesmo? Espero que fique bem então.


Enquanto a menina falava várias coisas, vi David no outro lado da rua se despedindo de um cara que provavelmente era um de seus amigos e indo embora. Meu coração acelera de acordo com o tempo que eu ficava o olhando ir andando em direção à sua casa. Sem pensar antes de agir, decido segui-lo sem nenhum motivo, mas talvez haja, e um dos motivos é que eu quero ver ele por mais tempo... E que ele retribua o olhar mais uma vez.

— Ana, hoje não vou poder ir embora junto com você. *Digo, esperando com que ela aceitasse isso, engolindo seco, ansiosa olhando várias vezes para David que estava ficando cada vez mais longe*

— Ah... Por que? Vai sair com alguém, sei lá? *Com um olhar confuso, cruzando os braços*

— S-sim... Mas amanhã a gente vai embora juntas de novo, tudo bem? *Pergunto para Ana*

— Tá mas- *Antes que ela terminasse, interrompo me despedindo dela e indo até David*


Começo a andar mais devagar de acordo com a distância entre nós, e ficando em silêncio para que ele não percebesse que eu estava atrás dele. Demorou uns 10 minutos pra gente chegar na sua casa, ele morava em um bairro até que movimentado, mas não muito, era calmo e havia algumas pessoas andando por lá. Não sei como ele ainda não tinha percebido que eu estava seguindo ele, muita gente sentiria que tem alguém atrás dela e então viraria, mas acho que ele não sentiu isso. Ele abre o portão de casa e entra, subindo as escadas e abrindo a porta deixando a mesma e o portão abertos, não sei por quê.

— P-por que ele deixou tudo aberto? ... Será que... Ele sabe que estou aqui e ele quer fazer uma "armadilha”? ... *Sussurrando para eu mesma, agachada atrás da parede, espreitando no portão entreaberto* Talvez eu deva entrar? ... Ou será que-


Minha fala é interrompida quando David sai de casa carregando uma bicicleta com as duas mãos, esbarrando um pouco nas coisas, desajeitado. No momento em que ele olha para o portão, eu me escondo, ficando encostada na parede, suando frio, me perguntando se alguém que estava passando na rua estaria se questionando o por quê de uma garota estar se escondendo para poder entrar na casa de um cara. Ouço ele vir até o portão, e, com muita sorte, ele não dá nem conta de olhar para onde eu estava, fechando o portão - sem trancar - e em seguida sobe em cima da bicicleta e começa a pedalar, indo para a direção oposta à mim.

— Nunca fiquei com tanto medo na minha vida... *Olhando David se distanciar cada vez mais com sua bicicleta, me levantando rapidamente, ainda suando* Não sei por quê estou fazendo isso, acho que sou louca. *Vou até o portão e percebo que o garoto não trancou a porta, só fechou* Ele é bem descuidado de deixar isso aberto enquanto está fora de casa, se bem que... Aqui é um lugar até que tranquilo...


Abro o portão, entrando na casa de David, fazendo com que me dê calafrios, ainda me questionando o por quê eu ainda estou aqui. Começo a andar até a porta, olhando ao meu redor, cada detalhe do lugar. Abro-a devagar e cuidadosamente, começando a andar pelo corredor. No lado direito um pouco a frente tinha uma escada que levaria ao 2º andar, no final do corredor estava a cozinha, tinha algumas portas nesse corredor, duas do lado esquerdo e uma do lado direito. No esquerdo, o primeiro cômodo era a sala, com um sofá pequeno, uma televisão e outras coisas... E o segundo era um quarto, com uma cama, escrivaninha, um guarda-roupa gigante e entre outros objetos e móveis. Já o lado direito tinha apenas um banheiro - não muito grande -, com banheira e chuveiro, e, obviamente com um pia, um espelho e uma privada.


Vou rapidamente até o quarto empurrando a porta devagar. Quando entro no local, já começo a sentir o cheiro de David. Vou até a cama e me deito de bruços, afundando meu rosto no travesseiro, o cheirando intensamente. Coloco rapidamente minha mão por dentro da calça e começaria a me masturbar, ofegando seu nome diversas vezes, com um tom baixo e leve, e com a outra mão eu segurava o travesseiro fortemente.


Depois de um tempo, estava caminhando pela casa, indo até a cozinha, procurando algo para comer... Sei que eu sou claramente uma pessoa doida, obsessiva e estranha por entrar na casa de um cara que nem me conhece, cheirar sua cama e suas roupas e andar por aí como se eu morasse aqui também, mas... Não consigo resistir, eu quero sentir ele, já que não consigo senti-lo fisicamente, ele provavelmente não iria querer nem encostar em mim pela minha aparência. Decido ir até a geladeira, onde normalmente tem comida, abro a parte debaixo, mas não havia muita coisa, só manteiga, leite, ovos... Mas não havia pão pra colocar a manteiga, não gosto muito de ovos e não tomo leite puro... Tinha outras coisas, mas elas não iriam encher minha barriga o suficiente. Sem pensar eu fecho a geladeira e abro o freezer, na parte de cima... Mas, no momento em que olho pra dentro do mesmo, vejo algumas carnes congeladas, o que realmente iria saciar minha fome. Começo a mexer nas carnes, vendo quais tinham, mas não conseguia saber que tipo de carne era, de boi, galinha, porco... Não sabia, mas era parecido com de porco por conta de seu cheiro. Enquanto vasculhava em tudo, acho um pote de vidro que estava no fundo do freezer, escondido. Curiosa como sempre, pego o recipiente e começo a vê-lo, tentando descobrir o que havia dentro.

— Que porra é essa? ... *Olhando atentamente, entretanto, na hora em que tiro um pouco do gelo com a mão que estava cobrindo o frasco... Percebi que eram olhos, não de porco ou de qualquer outro animal... Era olhos humanos* ... C-como assim... Por que e-ele guardaria isso na geladeira? Será que... Não... E-e-ele não faria isso. *Começo a segurar o pote cada vez mais forte, olhando assustada para os olhos e o sangue que continha dentro, com uma expressão perturbadora estampada no rosto, com os olhos arregalados e suando friamente, engolindo seco, sentindo o ambiente ficar com um ar mais pesado, tremendo e sentindo fortes calafrios na espinha - na verdade no corpo inteiro -*

No tempo em que estava pensando em tudo que David faria para ter olhos humanos guardados dentro da sua geladeira, me arrependendo de ter vindo, a cada pensamento que aparece na minha mente, ouço a porta da frente ser aberta... Tudo parou nesse período, até o tempo... Imaginando ele ver que estou aqui, invadindo a casa dele, com um olhar sério e bizarro pra mim, descobrindo que ele mata pessoas e tira seus olhos pra guardar no freezer (Puta que pariu ele vai tirar meus olhos!).



David Wilson


Estava andando de bicicleta com meus amigos da faculdade para descontrair, parar de pensar apenas naquilo... Chego depois de um tempo em casa, descendo de cima da bike e encostando ela na parede, indo até o portão.

— Porra, sério que eu esqueci de novo essa merda destrancada? ... *Resmungaria, abrindo o portão e voltando para fora para pegar a bicicleta, puxando-a para dentro, com um pouco de dificuldade pelo fato de ser apertada a entrada, deixando ela no chão no canto do quintal* Eu tenho que ser mais cuidadoso e esperto quando for sair, assim vão acabar invadindo e roubando minha casa.


Depois de subir os 5 degraus da pequena escada em frente à porta de casa, pego minhas chaves e à coloco na fechadura, girando a mesma para abrir.

— Mas o quê...? Sério isso? ... *Percebendo que tranquei a porta porque já estava aberta, destrancando e depois tirando as chaves da tranca, coçando a testa* Acho que tenho memória curta, igual à de um peixe, haha.


Pegaria meu celular que estava no bolso de trás da calça enquanto abriria a porta. Depois de entrar, já tiraria meus tênis e ficaria parado por uns 4 segundos...

— Que fome cara, acho que vou fazer um omelete, na verdade deveria ir fazer compras, só tem ovo na geladeira, ou então eu deveria faze- *Ao olhar para frente, dando uns 2 passos, vejo a garota em frente à geladeira na cozinha, no final do corredor, assustada* Quem é você? ...

— E-eh... *Sid gagueja, tremendo as mãos, sem tirar o olhos de mim, que estava a alguns metros de distância dela*

— Hm? ... *Olho para as mãos de Sid e percebo que ela estava segurando o pote com os... Olhos que guardei. Ficaria surpreso, com os olhos mais abertos que o normal, tirando minha expressão calma e fria* ... Merda.

— ...


6 de Outubro de 2019 às 22:03 0 Denunciar Insira 2
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