Lagrimas de Sangue Seguir história

l_rell

Nada será como um dia já foi... a guerra nos extingue ou nos fortalece. Quantos destinos podem ser criados ou existir? São infinitas possibilidades A terra já não possuí terráqueos e o espaço não tem fronteiras ou limites, as guerras de poder e extermínio tomam conta por todos os lados, não existe apenas um grande tirano, mas vários deles em busca de domínio e poder...uma guerra maior que a própria vida. Que o melhor vença! Mas no meio da guerra sempre haverá os que sofrem, vivem, ou ganham com ela. O espaço mesmo infinito pode ser palco de encontros a muito tempo adiados... Dor, sangue, remorso, tudo anda lado a lado e do ódio e do medo pode surgir algo raro... Amor.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

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Calamidade

A luz piscava num tom levemente amarelo na sala fechada. O braço destro estava estendido quanto um laser azulado queimava sobre a pele cicatrizando um ferimento a pouco aberto. Na mão esquerda ela girava um karambit de punhal negro e lâmina colorida feita de rocha estelar, uma das mais duras achadas no espaço. O anel do karambit já se mostrava um pouco gasto pelo movimento respetivo sempre feito daquela maneira. As botas negras estavam sujas de poeira lunar de sua ultima saída. Ao lado da maca de ferro que estava sentada tinha sua capa colocada desajeitadamente. O ser de pele escamosa e cor vermelha piscou os olhos mais uma vez ao finalizar com o laser e olhou para os orbes negros e frios.

-já acabou? – perguntou com certo tédio

-si, está completamente reparado, sem nenhum dano

-Tá aprendo a trabalhar direito finalmente, só precisou de algum incentivo – a voz era fria e sádica e o sorriso delineado nos lábios era extremamente malicioso

O ser olha nos braços suas próprias cicatrizes e olha para karambit na mão que ainda girava compulsivamente. Ele engole o ódio e o repudio daquele ser que não carregava consigo nenhum apelo emotivo. Frio e vazio

Ela se levanta com um pulo da maca e puxa a capa a vestindo, o karambit finalmente é girado e preso ao cinto acoplado em seu corselete. Nas costas um par duplo de lâminas era presa cruzadamente.

Ela sai da sala e caminha por um corredor que tinha acesso as varias portas e passagens. Ao digitar uma senha num painel ela acessa uma outra área daquele lugar. Não demora e o ambiente era claro e de ampla convivência. Circulando ali havia vários alienígenas diferentes de varias raças, uns grandes, outros pequenos, habilidades diferentes... tudo habitava aquela patio.

Ela caminhava entre eles e mantinha o olhar fixo em seu caminho sem desvia-lo, logo um alienígena de pele clara olhos verdes cristalinos e cabelos vermelhos se aproxima dela, perto dele era poderia ser considerada baixa. A armadura dourada cheia de estacas de marfim de klantriu espacial e ossos recobertos de ouro mostrava a alta patente do ser. Os olhos eram claros com a pupila negra dilatada pela luz. O porte do ser era de guerreiro

-Vejo que a bastarda voltou com mais uma missão fracassada – falou em deboche o ser

-Pense de novo – fala a garota com uma certa arrogância tirando um ovo pequeno cristalino de dentro de um bolso e mostrando ao ser

-Só isso? – ele desdenha

-é o que basta – ela fala

-Perdeu homens valiosos somente por isso?

-Seus homens não me valem de nada, são patéticos – ela rosna de forma agressiva o olhando de igual

Os caninos pontiagudos do ser fica a mostra e rosna quando desfere um tapa na face da garota que sente o corte no lábio levando os dedos vendo o sangue.

Ambos parados frente a uma imensa porta negra e cromada que possuía quatro guardas a posto. Eles estavam frente a frente se encarando com uma imensa rivalidade e ódio. Ninguém desviava o olhar, de repente a porta se abre e uma voz imponente fala alto

-Não gosto quando brigam crianças – o ser de pele clara e olhos verdes escuros fala sentando do que seria um trono

Os dois que até então brigavam se viram e se curvam respeitosamente

-Perdoe-me meu pai – fala o ser de armadura – o expurgo que insiste em chamar de igual não me respeita

-Ora T’rurv é o príncipe, deveria ter melhor modos – fala o ser – venha aqui criança – ele fala e a garota caminha até ele se ajoelhando frente ao trono com a cabeça baixa.

Ele leva a mão a face dela e o polegar desliza sobre o ferimento sentindo o sangue deslizar. A mão puxa ela ao seu colo. Era como uma garotinha. A língua do ser desliza sobre o corte provando do sangue.

A face de nojo e desaprovação de T’rurv era evidente e o ser que estava no trono deu um sorriso prepotente.

-Não gosta? – ele pergunta segurando a face da garota e a virando frente a ele – sangue humano...é tão...raro nos dias de hoje...tão... intenso

-Não colocaria essa porcaria na minha boca – rosna T’rurv

O ser gargalha

-Sempre tão...preso aos seus ímpetos moralistas

A garota permanecia calada e parada

-Ela perdeu meus homens por pura incapacidade – fala o ser de armadura – deveria castiga-la

-Seus homens não são tão bons quanto acha que são – finalmente a garota fala novamente e sente o aperto na garganta das mãos grandes

-Não lhe dei autorização para falar – o ser ao trono fala impiedoso – parece que viver frente as ações dos meus homens tiraram os seus modos diante do seu mestre

Ele a solta e na garganta ficou mantendo a marca do aperto na pele clara. Ele a tira do seu colo. E ela volta a se ajoelhar com a cabeça abaixada.

O ser se levanta do trono e caminha até T’rurv e com a mão gerando uma espécie de lâmina de fogo transpassa o ombro com armadura e tudo do guerreiro de armadura que segura o grito de dor trincando os dentes

-Nunca toque nela, devo lembra-lo que ela me pertence e o quão raro são os humanos no espaço agora?

-Não senhor – balbucia o jovem contendo a dor enquanto a mão se mexia dentro do seu ferimento

-Vai treina-la ainda mais, tenho interesses quanto a novos planetas, teremos uma reunião em poucos dias com os arcosiano. Temos negócios em comum

-Sim senhor meu pai – fala o jovem e o ser tira o a mão do ferimento e com um gesto dispensa o filho.

Um dos seus guardas entrega uma espécie de toalha que ele limpa o sangue azul de seu filho na mesma e joga novamente ao guarda.

-Quanto a você criança – ele volta a se sentar no trono – trouxe o que pedi?

Ela leva a mão ao bolso e tira o ovo cristalino erguendo e ele pega das delicadas mãos

-Boa menina – ele dá um sorriso – parece que mantê-la viva teve seus benefícios, quem disse que humanos não poderiam ser guerreiros e assassinos? Estou completamente satisfeito com sua lealdade minha pequena chichi, matou todos os homens desleais ao meu trono sem hesitação...então...meus parabéns. Pode descansar...por hoje.

A terráquea se levanta e com a autorização sai dali e vai em direção ao que seria seu quarto naquela imensa construção Dorakeana.

Ela retira a capa e o cinto que prendia suas lâminas. Destravar o corselete foi um exercício de pensamentos e o fez com certa calma até se livrar. Sentando-se na cadeira remoeu as botas as jogando de lado e por fim retirou a calça.

Pelo corpo muitas finas cicatrizes espalhadas em vários estágios de cicatrização, quase todas feitas por lâminas e garras, outras nas costas feitas por chicotes e açoites. A mão sobe aos cabelos e puxando uma ponteira de ferro libertou a cascata negra e entrou para a ducha de água quente sentindo a água caindo em seu corpo.

Mais uma vez ela fechava os olhos e sua memoria desenhava as naves Gubrus que invadiam a terra, eles foram caçados e mortos como animais, foram tratados como gado de uma raça carnívora e sanguinária. Vendidos em lotes... ela se lembra do cheiro de morte que tinha as naves deles.

Abriu os olhos e terminou seu banho se enrolando na toalha saindo dali. Na sua cama estava sentado t’rurv que a olhava com atenção. Ele levou a mão até uma parte da sua armadura e destravou removendo a mesma e a colocou no chão e com um gesto com a mão buscou a terráquea tirando a toalha da mesma deixando o corpo pálido exposto e a puxou para si em seu colo. Os lábios mordiscavam o pescoço e as mãos tocavam os seios femininos.

-Vejo que sua fraqueja continua não sendo meu sangue – murmurou a terráquea e sentiu seu corpo sendo virado sobre a cama e os olhos verdes do príncipe a devorando.

-Seu corpo me vale mais – ele fala direto antes de beija-la e começar a possuir a humana.

(...)

No planeta Kajik-79

Sentado ao alto de um vale um ser de cauda castanha e peluda observava com certo tédio a briga entre os dois seres mais a frente. Os braços se espreguiçam e a atenção dos três se voltam ao quarto ser que pousa ali perto deles

-Acabou a farra idiotas, hora de acabar com esse lixo de planeta. – Fala o ser de cabelos em forma chamas negras

-Já não era sem tempo, esse lugar é um tédio – fala o ser alto de cabelos pontiagudos que desafiam a gravidade

-Fala por você irmãozinho – zomba o outro de cabelos longos negros gesticulando

Os quatros seres de cauda saem dali em direção aos pontos vitais do planeta e começam a executar toda a raça sem o mínimo de compaixão ou piedade

-Acha realmente que essa droga vale alguma coisa? – rosna irritado o ser de cabelos pontiagudos

-Claro que vale imbecil – fala pelo scouter o ser de cabelos longos

O ser de cabelos pontiagudos mata alguns dos seres varando seus corpos usando as mãos

-Odeio essa viscosidade – fala fazendo uma careta

-Aposto que posso matar mais deles com as mãos que vocês – fala o ser grandão e careca

-Feito – responde os dois em uníssonos

O ser de cabelos chamas revira os olhos

-Eu não vou sujar minhas mãos com esse sangue imundo – ele fala por fim – isso é coisa de vermes como vocês.

Os três trocam sorrisos cúmplices pela liberdade dada pelo seu príncipe da sua raça para matarem a bel prazer e divertimento

A sangue era pouco naquele extermínio

Três, foi o que foi preciso para derramar todo o sangue daquele planeta.

O scouter faz mais uma comunicação, dessa vez para fora do planeta.

-O que foi soldado? – pergunta alguém com desdém do outro lado

-Terminamos com a droga do planeta – responde seco - estamos partindo dessa droga

-Negativo, não dessa vez vegeta, o grande freeza-sama espera vocês imbecis no planeta 23

-Rwnnr, o que ele quer agora?

-Dobre sua língua soldado, não quer ser castigado novamente não é vegeta? – ri o ser do outro lado

Vegeta tremia de raiva

-Vocês sayajins...sempre os mesmos animais sem modos, como exigir educação de seres tão... selvagens? – ri malicioso

A língua do sayajin se dobra para responder quando a chamada é desligada

--desgraçado! – rosna vegeta irado – um dia...acredite...uma dia e arranco esse seu sorriso com sua cabeça inteira Zarbon.

Ele abre contato com todos os sayajins

-Vamos embora seus vermes, Freeza nos quer no planeta 23

-Oba! Comida de verdade – brada o sayajin de cabelos pontiagudos

-Sempre inconveniente né terceira classe? – vegeta fala

- Não tenho culpa se não tem apreço por nada --- fala o sayajin

-Não o irrite kakarotto, vegeta-Sama não me parece em seus melhores humores – repreende o sayajin de cabelos longos

-Me quando o príncipe dos sayajins se encontra bem-humorado Raditz? Quando isso acontecer, aí sim será algo novo – zomba kakarotto ao irmão depois de cortar comunicação no scouter.

Eles entram em naves esféricas individuais e programam as naves de volta ao planeta base Freeza 23, seriam alguns dias até chegarem.

Assim que chegam ao planeta base, eles se dirigem ao alojamento dado aos soldados rasos, uma instalação altamente fortificada naquele planeta. O prédio era geométrico e haviam muitos andares, por todos os lados se viam alienígenas de varias raças. Os sayajins andavam seguindo os espaços e corredores que haviam ali, as cores se alternavam.

O sayajin de cabelos pontiagudos entra no que seria um vestiário de uso comum, havia um pequeno ser de pele azulada e três olhos ali que terminava de se vestir, ele olha com certo repúdio ao ser da raça.

-Parece que ainda tá magoadinho – fala o ser

-Não gosto de trapaceiros - fala kakarotto olhando ao ser ao parar frente a ele

-Se quiser, garanto uma revanche

-Se for lutando, quem sabe? – fala o sayajin

-Sabe que eu não teria chance kakarotto

-Mais para usurpar minha unidade você é bom

-Sem magoas, foi uma aposta justa

-Foi roubada e quando eu descobrir como fez farei questão de arrancar pessoalmente seus braços goblin – ameaça o sayajin ganhando um sorriso capcioso do ser

Kakarotto destrava a armadura e a tira, e depois retira o traje e caminha até as duchas acionando uma ali. A água fria caia no corpo do sayajin que fecha os olhos deixando o corpo mergulhar na sensação térmica da água fria que contraia seus músculos. O flash vem rápido, seus pais ficando para trás e a nave deixando para trás o seu planeta, o seu lar... ele tentava resgar o que sentiu naquele dia, toda vez aquilo voltava em sua mente e sempre sem som, sempre sem sentimentos, é como se sua memoria bloqueasse tudo.

-Achei algo divertido para fazermos hoje enquanto freeza-sama não chega – fala Raditz assim que entrou ali

Kakarotto abre os olhos e fita o irmão dando atenção

-Teremos uma rinha alienígena ilegal – Raditz fala empolgado e kakarotto franzi o cenho – oh, não se preocupe, não vamos apostar, bom, você não, te inscrevi para lutar. – E kakarotto revira os olhos – não seja tão relapso, sei que gosta dessas coisas, depois é o caçula, me deve obediência. Questão de ordem.

O sayajin terminou de tirar a armadura e o traje e acionou uma das duchas se banhando também

-Odeio você – kakarotto fala olhando para o irmão – se me meter em confusão de novo eu não vou ser tão bonzinho

-Confia kakarotto, afinal quando eu te meti em uma confusão tão grande que eu não pudesse tirar? – Raditz fala capcioso

E kakarotto se prepara para abrir a boca quando dois alien do exercito de Freeza entram ali

-Olha, sayajins! – desdenha – pensei que estivessem em extinção? - Fala um em tom de zombaria

-E estão – o outro fala – afinal são os últimos da espécie tão sozinhos – zomba

-olha, não são Camirialianos? – Raditz vira-se para kakarotto que consente – foi semana passada que estivemos lá não foi? - pergunta o sayajin mais velho ao irmão que consente com um sorriso malicioso – e como são frias e frigidas as fêmeas de lá...principalmente uma fêmea vulgar chamada Aka..

-Mas sabe que pra uma fêmea fria ela gemeu bastante e como pediu por mais – zomba kakarotto olhando para a cara furiosa do soldado que era segurado pelo outro

-Eu vou matar vocês – rosnou o soldado

O sayajin de cabelos longos se aproximou do alienígena e falou próximo ao ouvido

- Vou esperar na cama da sua mulher novamente – zomba o sayajin e o ser de pele arroxeada prepara uma esfera de ki, mas foi bloqueado por uma das mãos de Raditz e ele segurou o mesmo pelo pescoço o prendendo contra a parede do vestiário, o olhando nos olhos. O ser via toda malicia e frieza do sayajin que sorriu diabolicamente. E o soltou no chão.

Kakarotto jogou um novo traje ao irmão e assim que se vestiram pegaram as armaduras saindo dali para o refeitório.

(...)

O guarda koramujin empurrou mais forte pela segunda vez que dispersava os escravos de volta aos seus postos. Os olhos azuis logo localizam sua posição dentro do grande laboratório cientifico. Assim que cada escravo estava em seu ponto as algemas são destravadas. Ela massageia os pulsos marcados a muito pelos ferros da sua algema, não importava quanto tempo estava ali, os anos não a faziam se acostumar com aquilo, os pulsos sempre se feriam. Os olhos correm pelo lugar vendo apenas mais dois humanos que ainda haviam ali fora ela, felizmente uma delas era sua amada irmã. As mãos sobem e prendem em um rabo de cavalo os cabelos azuis. Então se volta a prancheta de projetos que estava desenvolvendo para aquela raça. A sua expectativa de liberdade se reduzia a sua mente e a cada novo dia que se passava mais ela tinha certeza que jamais sairia daquele lugar, se bem que sair pra onde? A ultima vez que ouviu falar de sua amada terra ela estava sobre domínio de provilianos. Não importava pra onde iria, ou era escrava, ou comida, as opções não eram as mais atrativas, mas melhor ser escrava a virar jantar, é um belo pensamento covarde, mas ela não ligava, a vida que lhe foi roubada ainda habitava sua mente e ali ninguém poderia tirar. Era o seu mundo pessoal e seguro, embora que por vezes não fosse tão seguro assim, principalmente em se tratar da invasão da terra, depois de tudo aquilo ela ainda se lembra de todo caminho que percorreu até estar ali, nos seus novos donos e carrascos, era sempre assim com escravos científicos, os usavam, sugavam até não terem mais interesse e os vendiam, era animais em um mercado crescente e bem valioso. Que detinha do melhor sempre estava na frente. Era uma briga interminável de poder e domínio, mas principalmente de egos e no meio disso tudo, ficavam as raças inferiores, era fácil de intender, fácil de reconhecer, mas difícil de aceitar e ela carregava no corpo as marcas da sua teimosia. Mesmo que ainda uma ou outra vez ainda acontecia de retalhar, ela não era a droga de um animal, mesmo que por vezes assim fosse tratado o seu intelecto merecia um grande palácio isso sim, perdeu as contas de quantas coisas maravilhosas e únicas já havia criado e quantos reis e dominadores haviam se tornado ainda mais ricos e poderosos as custas da sua mente brilhante, mas o que recebia em troca?

Isso mesmo, nada além do direito a três refeições, banho, cama e roupas e com sorte não sofrer nenhuma punição por mal comportamento, em outras palavras...animal.

As vezes se perguntava se havia muitos da sua raça no espaço, quem sabe um dia... um dia e viverão livres...

Livres da tirania, livres da dor... livres simplesmente.

2 de Outubro de 2019 às 11:06 0 Denunciar Insira 0
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