Três pontos de prazer Seguir história

l_rell L_Rell NL

Bulma era uma garota descolada, super amada no mundo virtual, super segura, mas na realidade era uma garota jovem cheia de inseguranças como tantas outras, mas alem da insegurança, Bulma, tinha uma atração secreta que era certamente proibida, mesmo diante da incompatibilidade que tornava aquela atração impossível de se realizar, um momento de descuido dará vida a tentação proibida. Será que o fruto proibido é tão saboroso quanto parece?


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#fetiche #cliche #diferença #daddy #hentai #hot #proibido #romance #amor #gine #bulma #bardock #Barbul
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Um

Ela estava ali, e talvez aquela fora a quinta ou sexta vez que ela apagara o texto que escrevia para publicar em seu blog pessoal: “Uma garota de atitude” assim se intitulava.

Era incrível, era entusiasmada, moderna, liberal, super na moda! O termo era: descolada.

No auge dos seus dezoito aninhos ela já tinha uma coleção envaidecida de sucesso com o seu Insta, Twitter e canal no Youtube... ela era o que era considerado como digital influencer, mesmo sendo jovem sabia exatamente o que queria e quem queria...

Pena que a realidade era esmagadora...

A voz rouca e deliciosamente perturbadora a distraiu a atenção e roubou o juízo quando aquele homem incrivelmente alto e forte batera na sua porta que estava apenas encostada e chamou o seu nome, era um martírio!

Ela sentira as pernas imediatamente vibrarem e o coração acelerar,

—O que tá fazendo coisinha? – ele perguntara colocando apenas parte do tronco e a cabeça para dentro do quarto, vendo aquele mundo incrivelmente rosa e Barbie girl dela.

Ela de imediato virou-se de sua confortável poltrona da mesinha que estava e encarou aquele par de olhos negros que faziam seu corpo ficar em labaredas.

—Padrinho! – gritou a garota de cabelos azuis levantando-se eufórica e jogando-se nos braços do homem forte de braços largos e peito rígido, braços enlaçados no pescoço dele e ela tirava sua casquinha, com a porra do perfume dele, como era bom!

Na verdade, aquele homem todo era gostoso por Deus! Aqueles braços fortes que a apertavam contra aquele corpo que era um poço de músculos. Quando foi que ficou tão safadinha assim?

Suspirou resignada ao ter que se afastar dele. Tanta droga de garoto no mundo e ela o que? Desenvolve um amor platônico logo por seu padrinho... também, quem mandou sua mãe ter tanto bom gosto? Ainda bem...

Olhou o moreno de cabelos negros rebeldes, pele ligeiramente bronzeada, calça jeans azul levemente apertada que modelava as coxas grossas, a camiseta preta da policia civil e pra completar sua fantasia excitante, o par de algemas prateadas e a arma no coldre.

Puta que pariu! Ela sentia que só precisava daquilo e já ficava molhada, era só olhar pra ele.

—Eu... tava escrevendo e... - Ela começou

—Então tá bom, coisinha, e como estão os namoradinhos? teu pai me falou do sujeito que tá vindo aqui – disse ele com uma cara de mal que a deixava ainda mais louca e levou a mão a arma – já sabe né? Se ele sair da linha...

Ela corou-se miseravelmente, podia ser a mulher incrível no mundo virtual, mas perto dele não passava de uma garotinha boba e excitada.

Então apenas sorriu sem jeito, sem graça... o que ele diria se ela só se atirasse nos braços dele?

Bom ela sabia, ele levava na brincadeira, porque era assim, ele nunca a levava a sério como uma mulher, porque no fundo ainda via a garotinha baixinha gordinha e de aparelho nos dentes, ou talvez fosse outro motivo, mas em fim...

—Eu... sei padrinho, meu pai fala mesma coisa – ela disse sem jeito era frustrante falar algo como aquilo logo com ele, mas já que ele entrara naquele assunto a sua deixa estava dada – e o senhor...

—Senhor não... – ele corrigira – vão pensar que eu sou mais velho que parece

—Tá... e você? Como estão as namoradinhas? – ela perguntou tentando parecer séria. E viu ele sorri torto.

—Vou levando – disse – cadê teu pai guria?

—Ahhh ele... ele tá lá na oficina como sempre mexendo naquela porcaria de lata velha!

—Hei! Respeita os clássicos gatinha – ele disse e piscou o olho para ela que roçou levemente as coxas.

—Você... viu? Eu... cortei o cabelo – ela pedira novamente a atenção

—Olha... não é que é verdade, nem tinha reparado – ele dissera – assim vai arranjar encrencas pra mim guria, não quero ter que surrar marmanjo por tua causa não – ele disse em tom descontraído.

“pode surrar... eu nem ligo” ela pensara se sentindo encharcada agora vendo aquele sorrido roubador de virgindades dele. Ela surtaria e talvez viveria o assombro de imaginar aquele homem nu, se bem que uma vez ela quase o pegou assim ao entrar no vestuário da piscina de forma inconveniente quando ele trocava de roupa...

—Vai lá escrever teu diarinho coisinha vai! – ele disse em tom de despedida e zombaria e ela fez um bico.

—Hei, eu não escrevo diários, eu sou uma mulher influente e... muito incrível e linda e... tenho milhares de seguidores...

—Teus seguidores sabem que tu dorme de pijaminha de unicórnio guria? – ele riu dela o que a fez ficar uma fera principalmente quando ele a dera as costas andando no corredor rumo a garagem.

—Pra sua informação unicórnios estão super na moda, tá padrinho! – bradou irritada e entrou no quarto batendo a porta e jogou-se na cama abraçando o travesseiro. – porque deus? Em vez de olhar os unicórnios podia olhar minha bunda, meus peitos... eles também cresceram sabia? Podia dizer nossa guria como você é incrivelmente gostosa e aí me fazer de lagartixa e me jogar na parede e me prensar com aquele corpo e... puta que pariu de homem gostoso do caralho!

Assim que chegara a garagem viu o homem de cabelos lilases enfiado no motor do carro velho que havia sido completamente desmontado e desbastada a pintura por jateamento.

—E aí sai ou não sai essa relíquia? – bradou o homem de cabelos rebeldes negros batendo na lataria do carro assustando o homem de cabelos lilás que batera a mão com a chave de boca.

—Ahhh Bardock seu filho da mãe! – riu Linus, o pai da coisinha de cabelos azuis e pegou uma flanela limpando as mãos sujas de graxa e cumprimentou o amigo de longa data e padrinho de sua filha caçula. – Espero que esteja animado pra sujar as mãos...

(...)

Ele chegara em casa depois de um tempo com seu velho amigo Linus Briefs, pelo visto a reforma no Impala caminha as mil maravilhas, uma boa conversa com seu amigo dotempode escola ainda, ele tirou o coldre e as algemas as deixando sobre a mesinha de cabeceira no quarto. Tirou a camiseta a largando no cesto de roupas ao entrar no banheiro do seu quarto, abriu a fivela do cinto de couro preto e abrira o botão da calça quando o celular vibrara no bolso o lembrando que o aparelho ainda estava ali. Desbloqueou o mesmo vendo a nova notificação no seu Insta, deveria deixar de lado, queria colocar uma musica pra rodar no spotfy enquanto banhava, mas com certa pontada de curiosidade abriu vendo a coisinha postara uma nova sessão de fotos. Parecia que tinha ficado ressentida com o unicórnio pois os usara e muito em suas fotos, à medida que ele passava as imagens no aplicativo ele ia tirando a calça se preparando par um banho mais que merecido, mais para quando caiu em uma foto em especial em que ela usava um top com um: “I love my daddy” e uma calcinha fofa e colorida de unicórnio, daquelas que pareciam um shortinho pequenininho e apertado. “puta que pariu!” foi o que ele pensara olhando a foto, e não só elas, as curvas novas ganhava do corpo jovem dela. Os seios recém adquiridos.... roliça, espetacular, uma porrinha de ninfeta de cabelos azuis, ohhh ele praguejou mentalmente principalmente quando sentiu seu amigão latejar despertando para o que não devia.

Lembrou-se dela de mais cedo com aquele maldito cheirinho de morango doce e aquele bico rosado fazendo graça, tudo para chamar sua atenção.

—Pervertido do caralho! – ele rosnou consigo mesmo em estar tendo aqueles pensamentos com a coisinha... como era gostosinha, mas era um maldito fruto proibido...

Ele deixara o celular de lado na bancada do banheiro e se livrando da cueca se dera conta em como realmente havia ficado. Ligara o chuveiro e deixou a água começar a cair sobre o corpo, de olhos fechado a imagem da garota da foto invadira a mente. No celular tocava um sertanejo muito apropriado para o momento.

“Eh mundinho que dá tanta volta

Cheguei na ex gordinha, tá ainda mais gostosa

Olha eu correndo atrás, tudo que ela queria

Nem tô acreditando, mudou da noite pro dia”

A mão destra deslizou pelo comprimento fálico que estava duro como pedra agora, imaginava a coisinha tão erótica quanto estava naquela foto, talvez até mais, o peso na consciência gritava ao pensar no seu melhor amigo, mas caralho... não dava, também que mal tinha em pensar, afinal o que criava-se na sua mente, ficaria ali trancado... e sentindo a onda crescente no seu corpo ele latejou duro quando jorrou seu gozo pensando nela, na coisinha de cabelos e olhos azuis...

—Bulma... – murmurou ofegante – você é mesmo um filha da puta Bardock! – recriminou-se logo em seguida ao começar a banhar-se.

Era sexta a noite e tudo que ele queria era curti a solteirice de sempre como todo garoto, saiu do chuveiro e enrolou a toalha na cintura e usou a outra nos cabelos os secando frente ao espelho, o celular tocou com um amigo ligando, era só mais um dos esquemas da noite.

(...)

Ela terminava de colocar o vestido preto curtíssimo de paetês, quando virou a traseira para o espelho empinando vendo como a peça acentuava o volume do bumbum, preso na curva do pescoço e do ombro: o celular que ela jamais desgrudava-se, estava no meio de uma ligação com sua melhor amiga Lazuli.

A balada já estava combinada, bem como toda a janela daquela noite. Bulma pegara os saltos e os calçara e parando frente ao espelho, desligou a chamada e levou as mãos nos seios os ajeitando no sutiã de bojo dando mais visibilidade nos seus gêmeos. Completara a make da noite, precisava coroar aquela droga de sexta, com muita sorte ocuparia sua cabeça com coisas mais sadias que um moreno de um e oitenta de altura, puro musculo, tentação feita na medida pra ela e que ainda de quebra era solteiro convicto.

—Ohhh mamãe... porque me deste um fruto proibido e pura tentação de padrinho? – suspirou a garota chorosa e fez um biquinho frente ao espelho.

Pensou que podia ser vadia o bastante pra mandar um nude pra ele de uma vez, seria bem ousada, mas... o que ele diria? Provavelmente a daria uns bons tapas na bunda

—Não ia ser tão ruim – ela sorriu do próprio pensamento nada puritano em estar no colo dele recebendo palmadas por ser uma garotinha malcriada – puta merda bulma! Deixa de ser vulgar cacete, ele é teu padrinho cara, ele... praticamente trocou tuas fraldas, acha mesmo que um homão da porra daqueles ia perder tempo com uma fedelha como você?

—Falando sozinha amor? Hohoho mania boba querida – disse animosamente Panchy a mãe de bulma ao entrar no quarto da filha.

—Bobagens mamãe! – disse Bulma ajeitando os cabelos levemente ondulados pelo babyliss que usara nas pontas a fim de dar volume aos cabelos muito bem cuidados, a garota era de uma vaidade extrema tal como a mãe que parecia nunca sofrer com a ação do tempo. – Só pensando no...

—Yamcha? - Perguntou a loira ao referir-se ao namorico recente da filha.

—é... – Mentiu rindo sem jeito e a mãe nem um pouco boba – só parecia – fingiu acreditar no que ficou nítido como uma mentira. – Bom, eu tenho que ir agora, beijinho e não me espera cedo hein?

—Eu sempre espero querida, sou sua mãe – riu a loira ao ganhar um beijo no rosto dado pela filha.

(...)

As cervejas long neck iam sendo esvaziadas rapidamente deixando os baldes de gelo com as garrafas vazias sobre mesa, a roda de amigos estava animada com conversas cada vez menos tensas.

—E aquela ali, tá dando um mole danado pra tu mermão! – disse Toma dando um toque com malicia em Bardock.

—Não vai rolar – riu Bardock – tem cara de dona encrenca desesperada olha lá – ele riu – mas pô... vai lá...

O grupo continuava animado...

Do outro lado da avenida, não muito longe dali, naquela noite a roda de garotas também estava animada, agitada... uma super balada eletrônica, os drinks coloridos e adocicados eram virados. Os garotos dispensados em um novo artigo dela de seu blog: “cem foras e uma noite” um tanto egocêntrico ela sabia, mas era divertido, suas leitoras e seguidoras em sua grande maioria garotas novas como ela, ela superestimava a auto estima feminina, se enaltecia é claro, afinal vivia em um mundo que se vendia a sua imagem, talvez um reflexo ainda fútil e juvenil que tinha.

Faculdade?

Aquele era o seu momento...

Foi cortada pela presença de Yamcha ali.

—Ei gatinha, não acha que já bebeu demais? – ele perguntara e ela riu

—Não... na verdade olhando bem, acho que rola mais alguns – e suas amigas gargalharam junto.

O jovem pretencioso enlaçou a cintura dela a puxando para si a beijando.

—Com tanto que no fim disso tudo a gente se divirta na minha cama eu nem ligo bulminha – ele sussurra no ouvido dela, mas ela não estava tão afim assim, mas precisava. Afinal tinha um puta calor causado pelo seu amado padrinho para ser apagado.

—é né – ela resmungara e por um momento fechara os olhos sentindo os beijos do jovem em seu pescoço e pensava como seria ter Bardock ali, aquela boca dele chupando sua pele...

Empurrou Yamcha, queria e precisava beber um tanto mais.

Mas isso não tinha nada pra acabar bem...

Lá pelas tantas, Yamcha estava mais que enciumado com a garota, não aceitava tão bem essa popularidade dela, queria que a noite acabasse ali e fossem para casa, mas bulma queria divertisse e o que não estava bom piorou quando ela o dispensara, o que fez com que ele surtasse e o que veio a seguir fora uma briga feia entre eles que não passara batido pelos expectadores e alguns filmavam aquela discussão a postando de imediato.

Bardock estava um tantinho calibrado, nada de exageros, mas tão pouco estava safo. O celular estava agitado com notificações, mas ele distraído com uma morena que estava sentada no seu colo e bebia uma caipirosca de morango, o que trazia serias lembranças olfativas nele.

—Silencia logo essa merda! – riu Leek do celular dele sobre a mesa

—Puta que pariu cara! – ele rosnou mais riu – deixa aí, tá incomodando?

—Tá muito ligado no trampo cara! – riu Beets – mania de policial de bosta – riu e Bardock deu um curto sorriso torto, eram todos uns merdas filha da puta mesmo, felizmente eram todos amigos.

Contrariado ele pegara o celular e preparava-se para bloqueá-lo completamente quando abriu as notificações, as marcações, não precisava de muito, tudo estava bem ali na tela do celular.

—O que se fez coisinha? – ele murmurou ao bloquear o celular e tirar a garota do seu colo colocando então o aparelho no bolso, tinha visto pelas marcações o lugar, não era longe dali.

—O que se tá fazendo? Vai a onde? – perguntou Toma.

—Já volto! É emergência – disse sério vestindo a jaqueta de couro marrom novamente e os amigos olharam com aquela cara de: sei que tipo de emergência – é sério... é minha afilhada, tá aqui perto e...

—Que que alguém vá contigo? – perguntou Leek

—Não, não... eu me viro – disse o homem de cabelos rebeldes e cicatriz no rosto.

(...)

De moto, ele não precisou de poucos minutos mesmo para estar ali na frente da boate, do lado de fora tinha agora uma pequena aglomeração de jovens e os tons alterados, não foi difícil reconhecer os cabelos azuis, mas o restante que tinha junto certamente era de tirar o folego de qualquer marmanjo.

Entrando no meio deles, Bardock não teve problema em se destacar e puxar bulma.

—Ei coisinha, que merda é essa? – ele perguntou para a garota que estava irritada e logo que o viu ali agarra-se a ele o abraçando e começou a chorar.

—Tira a mão dela o babaca! – bradou Yamcha se enchendo de uma coragem que era até ridícula para Bardock.

—Como é moleque? - respondeu Bardock com uma voz grossa, imponente, e intimidadora – Vai... te vaza daqui antes que eu te perca o bom senso.

—Então é isso bulma? Fica com velhotes agora? Que bela vadia você está se revendo – começara Yamcha, mas antes que pudesse terminar sentiu o soco forte no rosto que o derrubou desnorteado no chão

—Eu avisei seu merda! – disse Bardock e abaixou-se segurando o garoto pelo colar o levantando e o encarou – Fica longe dele entendeu? Ou vou arrebentar isso que você chama de cara seu puto! E te mostro como se vira vadia na cadeia você quer saber o que é uma vadiazinha lá?

O garoto tremulo negara com a cabeça completamente envergonhando tendo sua humilhação embalada pelos risos, e o baque do chão terminou de machucar seu ego quando o homem alto o soltou de uma vez.

Bardock sentia o fraco latejar da mão pelo soco, só porque era habituado a treinar, criara uma certa resistência. E sorriu torto ao ver o garoto se levantar saindo com ódio no olhar.

—Acabou a merda do show – disse alto e autoritário dispersando aquilo.

Segurou o rosto da garota de cabelos azuis. Que além de chorar estava extremamente constrangida e envergonhada por seu padrinho ver aquele showzinho.

—E então coisinha... o que aconteceu? -ele perguntara a olhando e ela com soluços de choro apenas negou com a cabeça.

—E-ele é um imbecil...

—Isso eu já vi – riu torto Bardock – em, vou te levar pra casa e...

—P-por favor eu... não quero ir pra casa assim e... vai falar para o meu pai, não é?

—e eu preciso coisinha? Seu pai é velho como eu mais temos acesso a internet sabia?

—Ai que vergonha disso! – voltou a garota a chorar e ele a abraçou forte, ela podia sentir aquele perfume dele, e o calor aconchegante e acolhedor que ele tinha.

—Ainda é uma guriazinha, vão ter muitas vergonhas – ele disse afastando o rosto dela e secando as lagrimas – vem, vamos sair daqui.

—O-onde vamos? – ela perguntou e olhou para moto

Ele também olhara para a moto e para mínima roupa que ela vestia agora. Puta merda...

No entanto ele subira na moto e ela subiu ficando logo atrás dele, timidamente a mão puxara inutilmente o vestido curtíssimo. E ele sentiu o encaixar do corpo miúdo dela nas suas costas e soltou um suspiro que beirava o desespero quando ela se agarrou e si envolvendo os braços no seu tórax e apertou forte encostando a cabeça nas suas costas.

—Segura bem, pra não cair, não vamos querer você toda ralada agora hein coisinha? – ele disse

—Eu sei que você cuidaria bem de mim – ela disse e sorriu ao afundar o nariz nas costas largas dele sentindo aquela porra de perfume que a deixava louca.

E ele? Bom, aquilo era demais pra ele processar calibrado como estava. Puta merda de sorte...

Dera então partida na moto, queria acalmar a sua coisinha chorona e entender o que aconteceu.

E bulma adorou e ao mesmo tempo gelou quando sentiu o arranque da moto, os cabelos azuis logo se agitaram com o vento.

Pararam já bem longe dali, próximo a vários foods truck que havia, sentaram-se em uma das mesinhas que havia ali e ele pediu algo para eles comerem, bulma, resignada não queria aprofundar na historia do traste, e vira e mexe tentava parecer mais “madura”

Já ele se concentrava no lanche para não se pegar prestando atenção no que não deveria, em como por exemplo, a porra daquele vestido era curto demais. E quando estava terminando, bulma se levantou e sentou-se de lado no colo de bardock envolvendo o pescoço dele com os braços.

Os olhinhos brilhantes azuis a faziam parecer angelicalmente tentadora e a porra da vozinha que veio a seguir terminou de fuder com tudo. Ela não deveria estar no seu colo!

—Eu podia dormir na sua casa né padrinho lindo? – disse a garota com um biquinho pidão

—Bulma – ele começou não se sentindo confortável com aquilo e levando a mente a pensar em um milhão de coisas, menos na maldita ninfetinha que estava agora tão vulgarzinha sentada no seu colo, e pra piorar? Ela ainda se remexia com a desculpa de se ajeitar, era muito. – Eu vou te levar pra casa coisinha – ele disse com a voz pesada.

—Pra sua? – ela disse arqueando uma sobrancelha tentando conter o riso eufórico

—Pra sua coisinha! Pro teu pai e tua mãe cuidar de você, teu pai me mata! – ele disse se preparando para se levantar.

Mas ela deslizara o nariz de forma sutil no pescoço dele.

—ahhh vamos padrinho... você nem tem tempo mais pra mim... podíamos ver um filme – ela disse e terminou com um biquinho.

Ele sentia a respiração pesada e sinceramente aquela porra de ereção não tinha mais como se controlada, ele só precisava urgentemente tira-la do seu colo e foi o que fez, e mesmo contra tudo que gritava em sua mente pra deixa-la em casa, ele fez o contrário.

—Nada de filmes de garotinhas, já vou logo avisando – disse ao pagar o lanche e ela o seguiu de perto com uma imensa euforia, seria um filminho agarradinha com o seu padrinho gostoso... pra que dormir melhor depois daquele maldito fiasco?

29 de Setembro de 2019 às 22:04 0 Denunciar Insira 0
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