Asahi Seguir história

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Hana, uma garota de 16 anos, vive com seu irmão e mãe adotivos em um país totalmente isolado do mundo. Neste lugar, as regras rigosas previnem contra os ataques de bruxas. Porém, por ter nascido com cabelos roxos e com poderes desconhecidos, Hana precisa fingir se passar por uma garota normal para que não seja morta.


Quadrinhos Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#historia-original #aventtura #mangá #shounem
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Hana

As portas se abrem e de lá saem os guardas com a garota. Enquanto caminham para a praça central, no meio da multidão aglomerada curiosa para ver a nova condenada para a próxima “purificação”. A garota sem mais nenhuma esperança de vida olha para as várias expressões que surgiam nos rostos dos cidadãos: nojo, medo, raiva e espanto. Chegando lá, as tochas se ascendem para que logo sejam colocadas na Purificadora, um monte de lenha que em seu meio há uma estaca aonde a pessoa condenada é amarrada para que seja consumida pelo fogo. Assim, a garota de cabelo roxo é colocada em posição, os guardas já preparados para jogarem suas tochas na lenha, um deles falam em voz alta:

— Para aqueles que ousarem usar magia negra para se voltar contra o rei, que mais esta bruxa sirva de lição para vocês.

O guarda se prepara para ser o primeiro a jogar a tocha na lenha. Então, a garota escuta o grito do menino de cabelos loiros dizendo em tom de choro:

— Nee chaaaannn!!!

Horas antes

Hana desperta com o nascer do sol, se levanta e beija a testa do menino loiro, ainda dormindo no colchão ao lado. Escova seus cabelos pretos, troca de roupa e vai cumprimentar a mãezona, que já estava preparando o café-da-manhã.

— Bom dia...

— Bom dia, Hana-chan. Enquanto eu termino aqui, você acorda o Mitose para comer?

— Mas por que já quer acordar ele? Você sabe que ele levanta tarde.

— Hoje eu tenho que ir mais cedo para a escola. Agora irão ter guardas revistando semanalmente a sala e as matérias que eu passo para os alunos.

— Idiotas...- resmungou a garota.

— Hana, os modos! -falou mãezona, em voz alta. – Mesmo parecendo exagero, é compreensível depois da suspeita de uma das empregadas da corte.

— Não vejo razão para fazerem isso ainda.

— O rei está mais cauteloso agora, ele não quer sofrer mais nenhum risco...

—Risco...

—Não vai demorar muito para que revistem as casas também. E por isso eu quero que você se comporte, ouviu?

—Sim...

— Eu prometi que ia cuidar de você... mesmo não sendo minha, eu te amo... da mesma maneira que eu amo o Mitose. —falou mãezona, sabendo que o assunto é delicado para ambas.

— Eu sei...—respondendo com um certo incômodo.

Indo para o quarto, Hana se assusta com o pulo surpresa de Mitose.

— Nee chaaann!!!

— Mitose!? Já acordado?

— Sim, haha! Queria te pegar de surpresa!

—Ok, conseguiu. Hahaha!

— Olha, olha! — falou Mitose apontando para o joelho—Seu beijo funcionou! O machucado de ontem a noite já sumiu!

— Nossa! Que rápido.

Na cozinha estavam todos comendo o pouco que tinha, algumas frutas que Hana encontrava na entrada da floresta, um pão comprado da venda perto da casa e uma jarra de leite.

— Olha mãe, o beijo da Hana-nee chan funcionou de novo.

— Que bom, Mitose.

Mãezona aproveitou que todos estavam juntos para falar.

— Hoje eu vou ir na fila do refeitório, por isso eu quero que vocês só peguem as flores e a água do rio.

— Vai mesmo encarar aquela fila enorme? quase todo mundo da cidade vai pra receber aquela porcaria que chamam de sopa. —disse Hana.

— Melhor do que vocês ficarem se arriscando na floresta, aonde mora Kagutsuchi. para mim já é um perigo vocês ficarem na entrada de lá. Se eu chegar cedo, consigo pegar antes do toque de retirada.

— E por que eu não posso ir na fila?

— Porque você tem que estudar, como eu pretendo trabalhar como conselheira da corte próximo ano, somente você tem capacidade para ser a próxima professora da escola. Eu me esforcei muito para que permitissem que outra mulher seja professora das crianças nobres.

— Humf...

— E o mitose tem que treinar para ser um dos guardas da corte. Eles costumam pegar os mais novos.

Mitose para de comer por um estante. Hana percebe um leve tremor nas mãos dele, sabendo que nenhum dos dois querem as profissões que lhes foram designados, Hana se levanta pronta para sair da cozinha.

— Hana-chan! —gritou mãezona.

— Olha! — Mitose fala — O Penado chegou!

— Bem na hora. — Suspirou a mulher.

Penado é um pássaro que costuma visitar a casa de Hana todo mês, buscando os farelos do pão que sobrava na mesa. Os três tinham a tradição de escreverem em um papelzinho um desejo para si mesmos e depois enrolar nas pernas do pássaro para que depois volte no próximo mês com a mensagem. Hana costumava deixar o papel em branco, mas fazia questão de participar só para deixar Mitose feliz.

— O que você escreveu no seu, mãezona? — O menino perguntou

— Ah, lembra que não se pode mostrar? O desejo tem que ser secreto para se tornar real.

— Verdade...— responde Mitose todo envergonhado ao olhar para Hana.

Depois de soltarem o pássaro a mulher se despede dos dois e vai embora.

Enquanto mitose lia o livro que mãezona tinha deixado, Hana arrumava a casa para que assim pudessem sair.

No quarto, Hana estava arrumando os colchões, quando de repente ouve uma voz sussurrando no seu ouvido: “calma...” Hana olha pra traz e vê a imagem do seu pai. “está tudo bem, minha flor.”

— Pai... — não era incomum Hana se deparar com a imagem de seu pai, que morreu faz anos. Ele aparecia nas horas que Hana estava sozinha e se sentindo mal. “eu sei o que está sentindo, você não é querida nessa casa e que se sente culpada pela minha morte e da sua mãe. “

— Eu... — ele a interrompe. “minha flor, nós morremos para proteger você, para que não te queimassem viva. Mas não se preocupe, filha. Eu sempre estarei aqui com você”. A imagem de seu pai desaparece e uma lágrima escorre no rosto de Hana.

17 de Setembro de 2019 às 13:59 0 Denunciar Insira 1
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