As Aventuras de Conner Kent Seguir história

sophiagrayson Sophia Grayson

Conner Kent era o famoso clone do Superman. Meio anti social, quase não saía do Monte da Justiça depois de uma súbita paz com os super vilões, ficando o dia todo esperando uma brecha para assistir seu desenho favorito na televisão: Ladybug. Ele finalmente sai e seu ócio ao por descuido ao deixar queimar algo que deveria estar cuidado. E depois fazer um favor a sua mãe, Lois Lane-Kent. | Realidade Alternativa | | Tentativa de comédia | | Dia a dia | | ConnerXOC |


Fanfiction Comics Todo o público.

#dia-a-dia #superman #Batman-Beyond #Batman-do-Futuro #Young-Justice #Justiça-Jovem #comedia #drama #nonsense
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Ato Um - Preste atenção no que faz

Monte da Justiça – Em um dia qualquer.


A tarde estava ensolarada e sem nuvens no QG secreto em uma ilha igualmente secreta da Justiça Jovem. Mesmo dentro das variadas camadas de tecnologia e construção, dava para escutar o canto dos pássaros e outros bichos que moravam naquela ilha.

Estava tudo muito calmo. A maioria dos membros estava fora, pois como estava tudo tranquilo e sem nenhum problema para resolver, decidiram tirar uns dias de folga e relaxar. Ficando somente Conner, seu fiel companheiro Wolf, e M'gann. Que não tinham lá muitas opções para onde ir. Mesmo que o clone do Superman fosse convidado a cada dois dias para o apartamento de Lois e Clark em Metrópoles e as inúmeras mensagens no Wattsapp de Jon, seu irmão mais novo, lhe aperreando.

A jovem marciana estava na cozinha terminado de fazer um bolo com algumas dificuldades. Procurava loucamente nos armários leite condensado que tinha comprado uns dias antes e o pote de achocolatado, para fazer a cobertura do bolo. Ela grunhiu de raiva batendo a porta da geladeira ao ver que os morangos também haviam sumido. Sentia que isso tinha dedo do Wally. O ruivinho tinha um poder de comer tudo que via pela frente. Mesmo que tivesse etiquetado no qual claramente identificando que não era dele.

Conner que estava no sofá de costas da bancada da cozinha, desviou seu olhar de puro tédio da televisão que exibia somente estática para a jovem esverdeada, com um pouco de curiosidade pelo o que deveria estar havendo. Wolf ao seu lado fazia a sua eterna atividade: dormia.

A garota pegou sua bolsa ao lado da bancada, checando se sua carteira e celular estavam lá, logo depois voltando seu olhar ao amigo que a encarava.

— Vou precisar ir ao mercado Conner. Pode cuidar de tudo aqui? — o moreno acendeu — E faz um favor para mim? Poderia tirar o bolo do forno daqui a quinze minutos?

Conner piscou, ele iria ficar mesmo sozinho ali? Era um sonho por acaso? A felicidade corria em seu corpo. Não entendam mal, ele amava seus amigos, mas nem sempre podia ser ele mesmo na frente deles. Tinha que ter aquela máscara de raiva contida e tediosa. Como se o mundo todo fosse contra sua pessoa. E aquele grande receio que tinha se soubessem como ele era mesmo, das suas horas intermináveis assistindo Ladybug, X-Men Evolution, entre outros, e que seus amigos o achasse um idiota infantil e indigno de carregar o nome Superboy.

Tudo bem, talvez tivesse um tiquinho de vergonha também. Mas nunca admiraria. Muito provável que esse era um dos motivos por sempre deixar a televisão em estática.

Sentiu o olhar da marciana queimar em sua pele. Ele estava divagado demais.

— Sim, claro. Não se preocupe, M’gann — deu um sorriso amarelo disfarçando o que sentia, passando as mãos nos pelos brancos de grande lobo ao seu lado.

A jovem sorriu tranquila e saiu para o portal que levaria a cidade. Conner voltou a sua posição inicial encarando a televisão estática. Sorriu um sorriso mais lindo que ninguém ainda tinha tido a oportunidade de presenciar. Levantou-se indo até o raque que continha os diversos aparelhos para a televisão e conectou com a rede de canais, tirando a estática. Pegou o controle e colocou no fiel canal da desenhos. Sentou pulando no sofá fazendo Wolf abrir um dos olhos azuis só para ver o que ocorria, e como só era seu dono doido por desenho, voltou a dormir colocando a cabeça embaixo de um travesseiro. Conner tinha tendências a cantar músicas de aberturas.

Sorte do meio kriptoniano. A casa agora por um pequeno tempo era dele. E estava passando Ladybug na televisão! Ele amava aquele programa!

— Sou Ladybug, sempre a melhor! Contra os inimigos vou lutar ~ cantou desafinadamente com os braços para cima. Dava até para ver seus olhos brilhando estrelas.

Quem imaginaria que um rapagão daqueles amava desenhos? Não tinha nada de errado com isso, claro. Era até fofo.

Ele se distraiu tanto que esqueceu de tirar o bolo da M’gann do forno, se lembrado dois episódios de vinte minutos depois, quando o cheiro de queimado dominava o lugar.

Arregalou os olhos assustado, se virando lentamente como personagens de um filme de terror para a cozinha. A fumaça preta saia do fogão. M'gann iria matá-lo. Tinha absoluta certeza.

— Por Rao! — correu abrindo o forno e pegando o bolo com a forma quente sem nenhuma proteção. Invulnerabilidade. Encarou aquele pedaço de carvão que agora era o bolo. Ele era muito idiota.

O que ele faria? Tinha que consertar aquilo antes que a marciana chegasse! Vasculhou rapidamente todo o lugar. Podia fazer outro bolo, talvez M’gann nem percebesse. Talvez. Era uma boa alternativa. Mas... como se faz um bolo? Passou as mãos nos cabelos negros bagunçando-os. Ele tinha toda aquela inteligência colocada pela CADMUS, mas mesmo assim era só o básico. Por que seus irmãos telepatas não colocaram nada sobre culinária em sua mente? Suspirou frustrado.

Passou uns segundos choramingando no balcão, vendo Wolf nem se importando continuando a dormir no sofá. Até que se lembrou de quem poderia ajudá-lo. Ela sempre foi gentil com ele, o tratando como um filho mesmo com o péssimo primeiro encontro onde sem querer deu em cima dela. Sem querer mesmo, por favor né gente? Pescou o celular do bolso indo direito para os contatos favoritos. Logo encontrou “Lois Lane". Soltou o ar que nem percebia que prendia e ligou.

Apenas dois toques e sua mãe adotiva prontamente atendeu.

— Oi querido, está tudo bem? — a voz angelical da jornalista soou em seus ouvidos.

— Sim... quer dizer não! — gaguejou sem saber ao certo como começar a explicar — Estou com um problema, preciso de ajuda!

— O que houve? — a voz da mulher soou apreensiva — É o Metallo? Quer que eu ligue para o Clark?

— O quê? Não, não! — Conner ficou brevemente confuso.

— É o Lex, né? — supôs a mulher novamente — Ele está te oferecendo drogas de novo? Aquele pilantra! Eu vou castra-lo-

— Não é isso, mãe! — interrompeu a mulher, colocando os dedos em seus olhos fechados apreensivos. Que tipo de suposições eram aquelas? Se bem que Lex Luthor realmente tinha oferecido um tipo de droga para ele — Quero sua ajuda para uma receita de bolos-

— Bolo? — a voz de Lois se acalmou e até ficou risonha — Vai fazer bolo para alguém? Que bonitinho, Conner.

— Não é isso! É que eu fiquei cuidando de um e o deixei queimar. Quero fazer outro para que a M’gann não perceba e não me mate!

Escutou um suspiro do outro lado da linha. Do tipo “Inacreditável Conner".

— Estava focado em Ladybug de novo, Conner? — perguntou mais parecido com uma afirmação, a mulher jornalista — Já te disse várias vezes que primeiro as obrigações e depois a diversão, meu filho.

— Eu sei mãe, desculpa! — Conner pediu com um olhar de cachorro que caiu na mudança, mesmo que a Lois não pudesse ver tal expressão — Estava muito contente em ficar sozinho e ser eu mesmo que me esqueci.

— Já disse que não precisa ficar assim, deveria contar aos seus amigos, Conner. Tenho certeza que eles vão gostar de seu lado infantil e amoroso. Todos temos um, você sabe querido.

— Não me sinto confortável.

Escutou um suspiro no outro lado da linha.

— Tudo bem, cada coisa em seu tempo — um barulho de teclado se destacou — Vou mandar uma receita bem simples e padrão. O bolo era de ovos?

Conner olhou para o pedaço fumegante, relembrando vagamente em sua mente o tipo de bolo que sua amiga estava fazendo.

— Hum, sim, era esse mesmo — murmurou pensativo. Acho, pensou.

— Prontinho, querido. Mandei para seu e-mail — o celular de Conner tremeu ao receber a notificação do seu e-mail — Quando é que vai vir até aqui passar uns dias? Seu irmão não para de falar que quer te ver — perguntou recebendo um suspiro do filho “mais velho".

Conner sabia que não poderia fugir por muito tempo. Lois e Clark realmente queriam que ele saísse daquela vida enfurnada no QG, só vendo o mundo as vezes e nessa maioria para salvá-lo. O que não era bom para seu crescimento na visão de seus pais.

Só que na maioria das vezes Conner achava que estava invadindo e incomodando o espaço de casados de seus pais. E do Jon também.

— Em breve.

— Vou cobrar, Conner. Você sabe que não é um incômodo, e nós te amamos muito e queremos seu bem.

— Sim, eu sei mãe. Obrigado — escutou um breve “disponha" e também um grito ao longe que deveria ser do chefe do Planeta Diário, Perry White, fazendo a Lois pedir desculpas e desligar.

Conner olhou por um tempo a tela do celular e checou seu e-mail, vendo os ingredientes e o que precisava comprar para fazer o bendito bolo.

Olhou para o relógio da cozinha. Tinha tempo de sobra. Quando M'gann saía seja lá para onde demorava bastante para retornar. Ela adorava passear na cidade e aprender a cultura local.

Foi até seu quarto pegou uma jaqueta de couro preto e seus óculos escuros redondos, depois de vasculhar para tentar encontrar os falsos de grau. Se olhou no espelho e bagunçou seus eternos arrumados cabelos, ficando parecido com um bad boy. E tudo colaborava para isso, a jaqueta, as botas pretas que usava, a calça jeans de lavagem escura, até a camisa — preta também — com o brasão da família El. Era bom assim até seus amigos não o reconheceriam, já que nunca usou tal visual na presença deles.

Retornou a sala e deixou a televisão em estática de novo. Viu Wolf continuar a dormir. Foi até ele e deu duas batidinhas de leve.

— Cuide de tudo, volto logo — bagunçou os pelos do lobo, que só grunhiu em resposta.

Aceitando isso como um “sim" foi até o teletransporte para leva-lo até a cidade. Reconhecimento: Superboy B-04.


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Metrópoles estava como sempre movimentada e ensolarada. Pessoas de um lado para outro. Gritos felizes de crianças que ecoavam do parque que tinha próximo dali. Era realmente uma cidade radiante e feliz. Pelo menos é o que aparenta.

Conner saiu do teletransporte/orelhão, fechando a porta logo depois. O orelhão ficava escondido em um beco próximo. Se localizava próximo do apartamento de seus pais. Então ele tinha que ser cauteloso para não se esbarrar com o Jon, no qual muito provavelmente uma hora dessas estaria saindo da escola. O menino com certeza se o visse iria puxa-lo para o apartamento. E no momento queria só resolver o seu problema com o bolo. Ajeitou seus óculos que desciam na ponte do nariz pela oleosidade.

Parou um pouco para admirar tudo aquilo. Era tão estranho para Conner. Muito movimentado e para uma pessoa que não via muito o mundo chegava a se incomodar e ficar sufocado. Iria resolver o que tinha o precisava fazer e voltaria logo para casa. Ou pelo menos era isso que imaginava.

Mas de qualquer forma, ele tinha que admitir: a beleza da cidade era incrível.

Arrumou sua jaqueta e seguiu para um supermercado próximo dali, mal percebendo os inúmeros olhares que atraia das pessoas, por sua beleza diferente e exótica.

Checou novamente a lista de compras que tinha: Açúcar, farinha de trigo, margarina, fermento em pó e leite — no qual não tinha mais também no QG.

Depois de uma longa caminhada chegou ao seu destino. Pegou uma cesta dentro do estabelecimento e foi desbravar os inúmeros corredores.

O que não imaginava era encontrar a garota de quem gostava lá. Não soube como parou no corredor que encontrava arroz, feijão e outros produtos relacionados. A jovem moça de cabelos castanhos, olhos avelãs e pele bronzeada, estava tentando pegar uma pipoca de micro-ondas que ficava bem no alto. E olha que ela era uma moça alta.

Reconheceria Sara Singh em qualquer lugar. Ele mesmo a tinha salvado de um incêndio seis meses atrás e depois disso tinham se tornado amigos e bastante próximos. Não entendia como, mas em um curto espaço de tempo sentia que Sara sabia mais dele do que ele mesmo. Ela era uma moça muito sincera e confiável, o que atraiu a atenção do meio kriptoniano.

Conner gostava muito de ficar ao lado da garota.

Ergueu o braço e pegou o pacote que Sara tentava com tanto afinco e entregou para a mesma, sorrindo levemente.

— Ah, obrigada — murmurou a jovem, que demorou uns segundos para reconhecer o Superboy. Piscou, era como se estivesse vendo uma ilusão. Poderia mesmo Conner Kent ter saído do QG onde tanto se confinava? E também tão... bad boy? — Conner? É você mesmo? — externou as suas perguntas.

— Eu mesmo, minha princesa — sentiu um impacto do abraço apertado da garota, fazendo seu coração aquecer.

— Não acredito que saiu daquele muquifo para tomar um ar! — soltou-o, um sorriso adornava seu rosto — É bom te ver!

— Digo o mesmo, Sara — riu da forma como ela se referiu ao QG — Ocorreu que eu preciso comprar umas coisas que por uma falta de atenção minha, a que estava lá se estragou. E cá estou — gesticulou sem graça.

Sara o encarou séria.

— Por que sinto que isso tem a ver com seu vício em desenhos?

Conner ficou mais sem graça ainda. Queria se enterrar e nunca mais sair de lá.

— Está bem óbvio, né? — a moça concordou — Eu deixei um bolo sobre minha responsabilidade queimar — admitiu.

Sara passou a mão no rosto incrédula.

— Não acredito, Conner — suspirou depois negando com a cabeça, resolveu deixar para lá. Raramente o via então resolveu aproveitar que ele estava ali agora e conversar, em vez de ficar dando um sermão. Voltou a fitar aqueles olhos azuis intensos cobertos pelos óculos de sol — Mas me diga como você está? O Luthor está te deixando em paz? — gesticulou para eles continuarem a fazer as compras enquanto falavam.

— Vou bem, eu acho – Conner seguiu a moça que empurrava um carrinho com compras — Sim, até agora Luthor não veio atrás de mim. O que é muito bom.

— Fiquei preocupada quando disse que ele estava te oferecendo drogas — e aquilo de novo. Ele tinha se esquecido que havia contado para Sara também. Conner riu amarelo.

Passaram mais uns quarenta minutos só conversando. Sara era meio tímida as vezes para iniciar uma conversa, mas quando já estava nela falava bastante. Não que Conner achasse ruim, ele amava escuta-la falar. E também ele era um bom ouvinte.

Em pouco tempo Sara contou tudo o que levaria algumas horas se fosse pelo celular, como estava na escola, como não aguentava mais aquele lugar e ainda tinha um ano pela frente. Que havia brigado com o irmão mais velho e estava triste por isso. Conner recomendou que ela tivesse essa conversa sincera com Daniel, o irmão. Sara concordou. Já deveria até ter feito isso. E por fim ajudou o moreno com as compras e deu algumas dicas de cozinhar.

Quando Conner percebeu eles já tinham se despedido. Ficou triste, queria ter passado mais um tempo com a garota. Mas responsabilidades os aguardam. E no seu caso um bolo para fazer.


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Chegando no QG momentos depois, Conner olhou para os lados e aguçou bem sua audição confirmando que M’gann ainda não tinha chegado. Seguiu para cozinha com as compras, atraindo um olhar azulado de seu lobo geneticamente modificado. Era impressionante vê-lo acordado. Acompanhou tudo que o meio kriptoniano fazia, pegando todos os utensílios necessários para fazer o bendito bolo. Alguns ainda estavam na pia para lavar. Conner os lavou e colocou na mesa.

Em poucos minutos estava tudo no seu lugar e Conner olhava para a receita em seu celular atentamente. Não queria fazer nada de errado. Seguiu o passo a passo com cuidado.

Wolf se afastou um pouco quando seu dono espalhou farinha quando abriu o pacote, ficando completamente branco. E o lobo não estava afim de tomar outro banho nem tão cedo.

— Desculpa — sussurrou Conner dando um de seus tantos sorrisos amarelos.

Wolf como um bom animal que apoia o dono, se afastou um pouco mais e se deitou ao lado da bancada de mármore. Impressionantemente não voltou a dormir e ficou assistindo aquele Master Chef desengonçado de Conner.

Uma hora depois estava tudo pronto, a cozinha limpa e sem nenhum vestígio de farinha, ovos — que um deles tinham caído no chão, agora cheirando a desinfetante lavanda — e o bolo no forno. Conner se livrou também do carvão que era o outro. Agora só tinha que dá um jeito nele mesmo que estava terrivelmente sujo. Se fosse Halloween poderia ir sem medo as ruas e assustar as pessoas.

Correu para tomar um banho rápido, no tempo que o bolo assava e com o absoluto cuidado de não o fazer queimar. Se não adeus sua passagem para uma longa vida feliz. Retornou no momento exato, ainda se vestindo e com uma toalha enrolada em seus cabelos negros, tirou a joia preciosa que era aquele bolo e deixou na mesa para esfriar.

— Prontinho, Wolf! Parece que deu muito certo — tirou a toalha dos cabelos, terminado de seca-los — o lobo o seguiu até o sofá, onde se deitou junto ao dono, que colocou a tolha estendida — Não corro mais risco de morrer — bocejou. Estava terrivelmente cansado depois de tudo aquilo. Tinha aprendido a lição e não iria mais ser tão idiota quando tivesse favores para cumprir.

Deitou sua cabeça nas costas fofas de seu lobo e instantaneamente pegou no sono. Wolf se alinhou mais no Conner para os dois ficarem confortáveis naquele sofá. E voltou a fazer sua eterna atividade, dormir. Sua quantidade de sono poderia invejar qualquer um.

Mal perceberam que vinte minutos depois o teletransporte ecoou avisando a chegada de M’gann, com sua típica voz robótica IA. Reconhecimento: Miss Martian B-05.

— Cheguei Conner — anunciou toda sorridente a garota ao entrar na sala que dava para cozinha. Piscou ao ver o rapaz no ninho de pelos de seu lobo dormindo ambos profundamente. Parecia dois enormes bebês. M’gann uniu as mãos como se rezasse, maravilhada com a cena — Tão bebezinho — falou para ninguém em específico. E ela era a única acordada mesmo. Deixou as compras na mesa e foi pegar um cobertor e estender em um lugar ideal aquela toalha abandonada.

Voltou com um cobertor felpudo azul bebê e cobriu o moreno. Sorriu com o trabalho deixando Conner ainda mais parecido com um bebê. Tirou uma foto e ainda postou no grupo de Wattsapp da Justiça Jovem. Para a futura vergonha do meio kriptoniano.

Guardou o celular e foi finalmente ver aquele bolo que deu tanto trabalho para ela. E finalmente fazer aquela cobertura. Ficou surpresa quanto o bolo estava bonito e fofo.

— Finalmente consegui acertar um bolo — pulou feliz com sua inocência. Se ela soubesse o que tinha acontecido realmente.

15 de Setembro de 2019 às 12:43 0 Denunciar Insira 1
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