A mercê. Seguir história

A
Anna Docinho


Perfeito, lindo, como um desenho... Maldito dia em que aqueles olhos ambíguos se encontraram com os meus. Perdi a razão e ganhei um motivo. Um motivo para amar, pois ele seria minha perdição. Todoroki Shouto, meu amor, o cara por quem apaixonei. Essa é a história de como deixei de ser o maior playboy da City, para "O melhor namorado do mundo". E sinceramente...? Não vão se arrepender!


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#momojirou #lgbt #kiribaku #todoizu #tododeku #escolar #yaoi #bokunohero
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Carne fresca.

Midoriya Pov's On


Férias, malditas férias que decorriam a acabar. Não imaginam o sacrifício que passei para largas as baladinhas;Tudopara voltar a essa merda. Bem, tudo pela mamãe, sim?

Não suportaria vê-la deplorando, ela era chorona igual o papai. Eu realmente não sabia de quem havia herdado essa personalidade de merda. Então imaginem minha situação, vê-la soluçar para que euvolta-sea faculdade, ou baladinhas?

Eclaro que peguei o jatinho junto com o loiro explosivo ao meu lado –Irmão de consideração –, e voltamos correndo para este inferno, também conhecido como Faculdade (U.A.); Bom... pelo menos éramos os reis aqui.

Sorri, um novo ano, novos “aperitivos”.

– Oh, minha nossa... Parecem ter ficado mais lindos! Como isso é possível!? — Nossofandonsuspirou ao nos ver sair do carro, e tanto eu quantooBakugoumandamos beijos pelo ar.

Acharam que eu estava fazendo algum tipo de piadinha?Éramosos reais aqui, manda chuvas. Os mais ricos, conhecidos como aelite.

E garanto, não era só na escola.

–Izukuseu merdinha, pedaço de feto, eu juro que vou te matar um dia...Tsc. — Revirei os olhos, dirigindo o ‘ver para umBakugouirritado. E puxando os óculos acima da cabeça, crispei os lábios para baixo.

–Hey, não foi culpa minha, okay? Já estávamos atrasados, e você ficou empacando! Afinal, quem diabos tem a ideia de pegar alguém as sete da manhã?! — Olhando a mim irado;Logodesfazia a carranca com nossos sorrisos cúmplices. Ajuntando deum “tocaaqui”, paramos encostados em um tronco grosso. Visitados pelos fiéis cachorrinhos.

Sim, cachorrinhos. Empregados... chamem do que quiser, eu não ligo. Todos seguiamfielmenteo que eu e oBakugouordenávamos.

– Minha nossa... puta merdaIzuku, o que é aquilo? — Segui o olhar carmesim, reparando em umruivinhodaquelesbeeemgostos. E ri, balançando a cabeça.

– Não é ‘pro seu bico, caia fora enquanto tem tempo. — Dei de ombros recebendooutro olhar irritado. Sem embargo, intimei para que todos desencanassem do nós.

Sobrando apenas eu o Bombinha, levei dois dedos à boca assobiando alto. O que claro, chamou a atenção de todos. Inclusive do arruivado;Sendoque abri um sorriso lascivo, percebendo que todos seguiram meu olhar.

Sucedendo-se, gargalhei encarando certas bochechas ruborizadas; Ele correu se apressando para o outro lado do gramado, escondendo a cara atrás de um livro.

– Viu? Deve ser virgem ainda... céus,Katsukiii, o cara nem deve ser gay! — O vi sorrir sacana, roubando os óculos que ele colocou em si. Arqueei as sobrancelhas enquanto o loiro se “arrumava”, jogando a gravata para o lado, caindo nos ombros. Finalizando, bagunçou os cabelos que se tornaram um ninho. TípicoBadBoy.

As gatas adoravam, e os caras se ajoelhavam. Se é que me entendem, rs.

– Nada é impossível, não paraBakugouKatsuki. — Gargalhei dando batidinhas no ombro dele. E lá estava o Bombinha correndo para o outro lado, imprensando o ruivo naparede.E pela cara do gostosinho... devo dizer que alguém iria tomar no cu hoje. E não em um sentido muito bom.

–Midoriyaaa... menino, me segura! — A Castanha se agarrou no braço, balançando o celular em meu nariz. E pela primeira vez no dia, abri a boca em choque o admirando dos pés à cabeça.

Porra, “isso”ao menos tinha defeito?!

– Caralho, quem fez essa arte? Bendito seja esse pau, em... Não, um pincel! — Ela riu o puxando de volta, suspirando enquanto admirava a imagem na tela.

– Ele vai vir para nossa escola! Hoje! Tá todo mundo comentando...Aiiimiga... Me socorre! — Sorri sacana enquanto Ura se abanava com a mão, interessante. Uma nova presa não seria nada mal.

–Huuum, mais um para a listinha...

–Hahaha, não se iludaIzu. Sou fã dele a muito tempo, e tenho certeza de que não é gay. E muito menos faz seu tipo! — Franzi o cenho a vendo se sentar na grama, aacompanhando, ciente de que vinha fofoca. E como se estivesse prestes a contar o segredo do presidente,Urarakase aproximou e cochichou.

– Ele é tipo aqueles puta ator gostoso mesmo, sabe? O cara vem de foraIzu... mó famoso por lá. Não tem um em cada esquina da Coreia que não o conheça, tenho dúvidas de que ele tenha vindo para cá, o Brasil, na busca de sossego, em. — Suspirei, sonhador. O cérebro enchendo de esboçosde como ele ficaria lindo em tal posição, abaixo de mim. Um ator, é...?

Bem, não que fosse a primeira vez que pegaria um. Mas de fora? Era novo.

Seria divertido.

– Estou entretido. Conte-me mais.

– Bem... quando chegou a notícia de que o ator, TodorokiShouto,estudaria com a gente... As meninas surtaram! O chamando de gatinho, tesudo,pintão, ‘cêsabe né? Também estão dizendo que talvez ele entre para a elite, assim como nós... além do mais,Izu, sobre ele não ser pro seubic... — Soltei um muxoxo de raiva, assim que aquela música específica ressoava do celular.

Ecalmamente, sorri amigável o desbloqueando, e atendi:

–Mãaaae! — Corações saiam dos olhos verdes ao me verem, eu a amava. E muito! Mas assim né, se deixa-se... mamãe grudava mais que chiclete.

_ Tá na escolinha? Seus amiguinhos estão te tratando bem? E os professores?! — Ri nervoso, puxando Uraraka que corou acenando.“ Oititia”.

– Mãe, eu não sou mais umbebêzinhooo... — Fiz um biquinho pidão, ela suspirou.Hehe, todas caiam na minha carinha de cachorro abandonado.

_Katsuki?! Onde estáaquele merdinha?! — Vi a donaBakugoupuxar o celular para si, com o rosto preenchendo a tela por inteiro. Eu eUrarakaseguramos o riso.

Meus olhos vagaram para o outro lado, se deleitando no loiro que falhavamiseravelmente. Já que oruivinho tentaçãoestava enfiando o dedo no peitoral dele. Provavelmente dizendo coisas que ninguém ousava falar para umBakugou.

–Hmmm... a senhora sabe como ele é né, está estudando, não é, Ura? — Olhei cúmplice para ela, que segurava uma gargalhada também se deliciando na vergonha deKatsuki. A Castanha sorriu lindamente para as mães, que suspiraram devolvendo mais sorrisos acolhedores.

– É sim! Tias, seus filhos são sempre os melhores aqui. Ficam sempre em primeiro lugar... sempre estudando. Jamais deram trabalho... — E ela continuava elogiando. Cada vez, mordia o lábio inferior, apreensivo pela voz sarcástica daOcchako. Todavia, soltando o ar de alivio ao ver que elas acenavam uma despedida.

_ Certo, certo, se aUrarakaestá dizendo... acredito. Então, irei desligar... eIzuku, querido, mande um beijinho para meu filho, sim? — Acenei divertido, mandando um beijinho de partida para as duas. Desliguei. Que voltando a bufar, guardei o celular.

–Uuuhg, sinceramenteIzu, eu pagaria só para ver a reação de sua mãe se descobrisse as merdas que ‘cêfaz. — Mostrei a língua, elasorriu levantando. E abrindo a boca para falar, fui atrapalhado pelo tornado de garotas saltitantes que correram a um carro preto que havia acabado de chegar. Oh...

– Certo, é minha deixa. — Levantei, andando calmamente ao lado da Castanhanervosa; A cutucando uma última vez, recebi dois olhinhos brilhantes.— Como é a personalidade dele? Do que gosta?

– Por isso te falei que ele não é pro seu bico,Izu!TodorokiShouto, calado e na sua. Às vezes, arrogante. Inteligente daqueles para burro, além da beleza exótica... E você? Um play boy. — Soltei resmungos passando as mãos pelos cabelos, ela riu me fazendo encara-la, irritado.

Contudo, recompus a postura, deslizando a língua pelos lábios. Joguei um charme para a garota ao lado, sendo que em questões de segundos havia ganhado suas luvas pretas.

Bem como, ajeitei o colete escolar, junto com a gravata vermelha que endireitei. Puxando as golas para baixo, coloquei luvas adentro de minhas mãos. Como um verdadeiro metidinho, empinei o nariz levando um dedo ao queixo.

– Que tal agora? — Girei no ar, ela revirou os olhos e cruzou os braços.

– Assim não valeIzu, todos aqui sabem como você é. Não adianta mudar de aparência!Haha. — Balancei os ombros, voltando a andar;Todosabriam caminho ao me ver, a seguir, para opróximo alvo.—Tudo depende do quanto você quer comer alguém, querida. — Mandei um beijo no ar para aOcchako, evirei abrindo um sorriso de lado. Preparado. Foi como estar em um filme.

Aquelas orbesselvagens e ambíguas bateram com os meus, um suspiro involuntáriosaiu, de mim. Puta que pariu, como podia existir alguém tão bonito?

Aqueles olhos eram realmente reais? Um a cor do puro mar, límpido como o oceano. O outro, era escuro. Preto, como estar de frente a escuridão. Eles eram tão lindos, se fica-se a encara-los, poderiafacilmenteme perder;Engolia seco, recuperando o fôlego.

E os... cabelos? De um lado um ruivo forte, como o vermelho vinho. Do outro, totalmente branco, como a neve. Da cor de uma nuvem.

Essa pessoa... era realmente real?

E caramba, havia uma grande cicatriz em toda a extensão do olho azul. Cacete, isto não importava agora! Na verdade, só o deixava mais sensual!

– E aí...é-énovato também? — Me xinguei por gaguejar, parando ao lado dele. Coloquei o braço sobre o ombro alheio, percebendo as sobrancelhas arqueadas doutro, ainda de mãos no bolso.

–Kyaaa! Mal entrou e já é da elite!!

– Minha nossa... oMidoriyae umTodoroki, juntos?!!?

– Posso morrer feliz depois dessa...! — Evitei um sorriso descarado ao vê-lo revirar os olhos. Que penetrantes... eles pareciam ler minha alma.

– Conheço o seu tipo. — OTodorokise desvencilhou, ficando de frente. Ergui a cabeça para olha-lo. Uau, ele era gato, alto esexy.

– Conhece? — Sorri como um nerd, tombando a cabeça para o lado. Há, há, devia estar muito fofo agora.

– Eu odeio gente como você. — Meu corpo bateu contra o carro, o bicolor se aproximou. Fazendo uma espécie de prisão com os braços. Os olhei, eram musculosos. Todavia, estremeci o vê-lo aproximar, com a boca que parou no ouvido, sussurrando.

– Não se meta comigo, não apareça na minha frente. Não ouse abrir a porra da sualindaboca para falar comigo. Gente do seu tipinho quero longe, são todos idiotas se gabando por serem ricos. Entendeu, ou preciso desenhar? — Concordei, lentamente e abasbacado. Cerrando os punhos e de olhos para fora. Pela primeira vez senti medo, um misto de raiva e medo. Pelo menos o animal havia elogiado minha boca.

OTodorokiestava me dando a porra de um fora?! Quem ele pensava que é!? Não, não, querido, eu quem dava os foras!AArgh!

E mais uma vez, este se afastou voltando a colocar as mãos dentro dos bolsos. Andando calmamente, para o enorme prédio. AgradeciUrarakaque expulsava as meninas para longe, mandando beijos para mim ao ar. Provavelmente achando que havíamos virado amiguinhos.

Contudo, dei um murro violento no carro, ignorando os que se assustaram passando por perto.Hunf!

– CaralhoDeku, tá doendo pra porra...! — Voltei a realidade, olhando para oBakugouque tapava a virilha com as mãos. Aposto que o ruivinho havia dado uma boa lição no Bombinha.

–Uooou, pela sua cara não foi nada bem, em... — Provocou-meUraraka. Soltei um “Tsc” vendo o sorrisinho de deboche, e revirando os olhos a dei um peteleco na testa. Ri quando a mesma murmurou.

Que sorrindo simplista, levei as mãos nos bolsos;Abaixeio rosto para fitar a grama, crendo que neste momento minhas bochechas estavam coradas. Com a respiração entrecortada... Louco.

Era a primeira vez que alguém me rejeitava, a primeira vez que tinha tanta vontade de pegar alguém, a primeira vez... Um desafio? Ah, malditoTodoroki, não sabia com quem estava brincando...

– Parece que as aulas não serão tão chatas assim.Hehe.‘ Esorri, olhando para cima, o vento suavemente bagunçou meus fios. Malicioso, o coração acelerou pelas novas brincadeiras que viriam. Tentador, acirrante demais...

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12 de Setembro de 2019 às 15:52 0 Denunciar Insira 0
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Anna Docinho Spirit: DocinhoDeeSakur Wattpad: Ferrarinha8

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