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Blue Martell Blue Martell

Alice havia passado por muita coisa. Viu seu amor ser beijado por uma elfa odiavelmente linda na sua frente, foi sequestrada e usada como receptáculo de uma deusa do abismo, sobreviveu a tudo isso e estava prestes a se casar com Akemi, príncipe do Reino de Faywild. Mas o mar sempre traz o que ele leva, de uma forma ou de outra, no seu tempo. E ele também viria pra si, no momento mais oportuno...


Fantasia Medieval Para maiores de 18 apenas.

#romance #hentai #romaduke
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Sublime


O colar combinava perfeitamente com as sandálias brilhantes. O vestido solto e rosado deixava suas bochechas mais coradas do que de costume e os olhos cor de chumbo brilhavam como nunca antes, era incrível como estava feliz! Akemi finalmente aceitara sair consigo e isso a deixava em êxtase, mais feliz impossível!


Ouviu o sino da entrada soar estridente. Seria ele? Ai, encontrava-se a beira de um ataque de nervos. Se aproximando da porta ouviu batidas vigorosas e parou por um momento, curiosa. Akemi jamais bateria na porta desta maneira vulgar. Isso era coisa dele, o cheiro de sal ela já podia sentir. Não precisou ouvir uma segunda batida. Desatou os ilhoses da porta com uma sensação estranha.

A luz invadiu o ambiente e o fulgor vermelho era inconfundível, assim como a camisa de linho adornada de arabescos. Os olhos dourados a fitavam de uma maneira indecorosa e nem coube a ela o feito de não sentir prazer com aquilo. Aragorn tinha algo que mexia com ela mais do que as ondas que banhavam Bradok.

— Olá, Alice.

— Aragorn…? O que faz… Como chegou aqui?

Ele levou a garrafa que tinha a boca e ela viu uma gota descer do queixo até o torso. Certamente uma sorte de poucos. Ele adentrou sua casa ao mesmo tempo em que ela alisava as pregas de seu vestido, de forma a controlar o pouco que tinha de sanidade. Viu-o observar o lustre repleto de velas brancas e derretidas em forma de espiral, os quadros nas paredes, os livros e grimórios na estante curva e por fim abandonar a garrafa na mesa de jantar, indo observar mais atentamente tudo que olhara. Achava impressionante a curiosidade infantil que ele mantinha para si, qualquer um que entrasse ali agora não diria que era Aragorn, Filho de Zeus, Matador de Dragões, Estrela Cadente da Batalha das Três Pontes que estava a pegar livros de lendas em sua estante, e sim algum jovem qualquer. A voz dele a despertou como água a banhar o rosto pela manhã.

— Soube que está noiva.

Levou a mão esquerda à direita num gesto protetivo, quase escuso, ele era observador.

Observador até demais.

— Como soube?

— As notícias correm no mar como as ondas quebram nas costeiras. E digamos que depois de tudo o que aconteceu, não é como se você fosse uma pessoa comum — Ele se aproximou de uma esteira de leitura a qual tinha e abriu o livro, delicadamente — Sente-se, venha. O jovem Akemi teve um compromisso com o reino, ele não apareceria de qualquer forma.


Aproximou-se de forma receosa, sentando ao seu lado e sentindo os pêlos da nuca arrepiarem. O que tinha naquele homem, afinal? A última vez que se encontravam próximos assim, com ela sendo ela e ele sendo ele, em uma hora ela estava sentindo o gosto quase metálico de seus lábios, e no outro estava sentindo o amargor de ver a elfa de corpo longilíneo e cabelos extremamente odiáveis e azuis beijando-o em pleno ambiente de trabalho dela!

— Alice, lembro de já ter lhe explicado essa história. Ynarthian era apenas uma companheira de batalha. Alguém que lutou ao meu lado e consequentemente se envolveu com meu irmão. Aquele a qual você viu beijá-la era ele.

— Aragorn! Não é educado fazer isso!

Ele riu audivelmente, largando o livro no tapete e jogando a cabeça pra trás, se dando conta do que fizera sem nem notar. Estava tão acostumado a desconfiança e ao ritmo das batalhas que não pensava em “abaixar as muralhas” perto de Alice. Rapidamente se virou e enganchou as mãos em sua cintura, puxando-a no mesmo momento que disse um sonoro “vem cá”, ouvindo um esgar de susto mas ignorando mesmo assim, mergulhando o rosto em seu pescoço e sorvendo de seu aroma suave e floral. A mão, tão rápida para sacar uma espada, subiu até chegar no quadril largo, fazendo-a sentar em seu colo, e logo desceu até o pedaço de pano que separava-o de seu objetivo. Enrolou o indicador na peça íntima de maneira indecisa, quase curiosa, largou o pescoço tão amado e olhou-a nos olhos no mesmo momento que o barulho de pano rasgando ecoava no ambiente. Como adorou aquela expressão no rosto corado... Ela não o encarava, e não conseguia dizer se isso era adorável ou engraçado, descobriria assim como queria descobrir outras coisas. Coisas que o faziam salivar, de todas as formas...


Passou levemente os dedos pelas bochechas dela, vendo-a fechar os olhos, totalmente a mercê de seus caprichos. Aquela aliança era um mero enfeite, um adorno a qual se coloca sem valor algum, como a pena enganchada em sua orelha esquerda. Aquilo não representava um compromisso, Alice era sua e não havia como discordar quando o calor de suas coxas era sentido por seu abdômen e baixo ventre. Aproximou os lábios dos dela, levemente mais finos que os seus, e finalmente deu início ao ósculo que tanto queria, o que realmente fê-lo descer do navio que ia rumo a Siruth Kar. Rastok poderia arrumar outro meio de visitar a elfa impetuosa. Mas chega de pensar em Ynarthian, Rastok, Zaryel e todo o resto. A única que importava estava a sua frente e mordiscava seus lábios de maneira deliciosa.


Para uma donzela, certas atitudes o faziam pensar diferente. Principalmente as mãos que deslizavam por todo seu corpo de maneira afoita. Ela tirou sua camisa de linho e beijo-o de maneira mais quente, todo o ambiente estava com a temperatura mais elevada, ela tinha a pele tão macia…

Desceu a mão mais para baixo, sentindo o calor que ela exalava, considerava que ela estava pronta pra isso. No momento que tocou-a em seu ponto mais íntimo, ouviu o som mais doce que os cânticos dos anjos que costumava ouvir no Olimpo. Queria ouvir mais. Muito mais. Desceu mais e invadiu-a com um dos dedos, sentindo a barreira que impedia-o de tomá-la, era gostoso ouví-la gemer daquela forma urgente. De dor ou de prazer, e ouviu dizer que era uma dor doce, no fim das contas. Olhou-a nos olhos outra vez, como se pedindo permissão para fazer o que queria. Mas raciocinou além da vontade que sentia de tomá-la.


Arrancou o vestido que estava nela, expondo os seios rosados. Decidiu aproveitá-la mais, ter mais, a sede que tinha ainda não havia sido saciada. Por isso sugou os mamilos até ouví-la soar mais, como quando fazia com seu Sentido Divino, e ouvia sinos. Só que nesse momento, ele que estava fazendo-a ressoar, e isso não se comparava a magia alguma, em qualquer lugar de Romaduke que fosse. Sem interromper o beijo que estava quase anuviando sua mente, levantou-se com ela no colo sem dificuldade alguma, carregando-a como se fosse a mais leve cota de malha, feita do mais puro Mithril.


Ao carregá-la, sentiu-a enganchar as pernas em sua cintura de maneira forte, molhando seu abdômen de uma forma que o fez morder os lábios dela durante o beijo que já estava o fazendo-o respirar pelo nariz., mas estava longe de interromper aquele beijo só pra respirar. Precisava se controlar, controlar suas emoções, era a primeira noite dela e a vontade que assolava sua mente era a de debruçá-la sobre uma janela e investir contra ela ensandecido por como ela o deixava. Essa ideia lhe deu uma sensação de familiaridade, e por isso ela era tão gostosa. Pegou a garrafa que estava em cima da mesa de jantar, aquela parte ele não podia esquecer, e subiu as escadas com Alice em seu colo. A cada degrau, fazia questão de apertá-la mais, chupá-la mais, degustá-la mais... De quanto mais precisaria para se saciar? O que tinha de tão delicioso naquela meia-elfa?


Chegaram no que aparentava ser o quarto dela, era bonito, predominantemente azul e em cores de um fraco roxo, não sabia bem, não tinha tempo o suficiente de olhar tendo as unhas dela arranhando cada pedaço de pele que encontrava, passando pelas suas costas e a língua a morder de seu lóbulo até seu pescoço. Era uma distração generosa para que ele perdesse a atenção. Jogou-a na cama com certa rudeza, mas não conseguia, e ela parecia até gostar. Sorria pra ele de maneira ladina, hora com as bochechas coradas e hora puxando-o de maneira ansiosa. Não demorou para estar com as mãos nelas novamente, mas ela sentou-se e parou seus movimentos, o que o fez piscar os olhos confuso. Ouviu a voz dela, um tanto ruidosa, devido ao calor do momento:

— Deixe-me aproveitar você também, por favor… — ela disse, olhando pra baixo e tentando evitar de o olhar nos olhos — E-eu tenho um desejo ao qual quero saciar. E quero que ele seja com v-você.

Olhou-a de maneira arrebatada, não esperava tal atitude, ainda mais de uma donzela. Assentiu de maneira que fê-la prosseguir de maneira lenta, quase receosa. Deduziu que na sala o calor do momento havia a enchido de coragem, mas agora, com os seus olhos a fitá-la daquela forma, ela demonstrava a timidez da jovem que conhecera na Guilda da Águia.

Puxou-a novamente para perto de si, levou as mãos o rosto dela, de modo que ela o olhasse nos olhos. Dizendo de maneira resoluta:

— Não sinta receio de seus desejos para comigo. O que tanto aflige você para ficar nesse estado?

— Eu… Ahn… — ela abaixou os olhos novamente — Eu… Prefiro fazer do que mostrar.

Até pretendia interrompê-la, dizê-la que devia olhá-lo nos olhos, mas ela querer mais fazer do que falar atiçou sua curiosidade como um atiçador de brasa. Assentiu com um ar tentador, esperando por ela.

Então ela saiu de seu colo e desceu da cama, colocando-se de joelhos à sua frente e puxando os cordões da calça que vestia. Quando ela expôs seu membro, ficou atônito com tantas possibilidades, e um sorriso brincou em seu rosto de relance.

Ela não ia fazer aquilo, não podia…-

Oh,

Oh.

Okay, ela podia, podia muito. Pela espada que manejava com maestria, podia demais.


Vê-la colocar seu membro entre os seios delgados e movê-los daquela maneira… Só isso já o fizera molhar aqueles mamilos intumescidos. Queria guardar aquela imagem, porra, queria muito.

Jogou a cabeça para trás, em deleite, no momento que sentiu algo quente em sua glande, circundando de um lado a outro, fazendo tudo aumentar de temperatura. Apertou os lençóis, em busca de controle. Nunca tinha tido essa sensação antes, não ao mesmo tempo, e era bom demais…


Levou uma das mãos ao cabelo dela, fazendo-a receber mais de si, ao mesmo tempo em que apertou os lábios, ainda tinha uma dignidade a zelar e não ia perdê-la no começo das coisas. Fê-la parar e observou a cena mais bela. Os lábios inchados e rosados de sugá-lo, assim como as bochechas, sugavam o ar de maneira afoita.

Pegou o próprio membro com a outra mão, colocando-o contra a boca dela, sentindo-a acolhê-lo com a língua outra vez, retomando o oral de maneira mais urgente. Ia tão fundo, seu controle ia se esvaindo à medida que mais de si ela engolia. Passou os dedos pelo lábio inferior, vendo as gotículas de agua se acumularem no canto dos olhos dela, por tão fundo que ia.

Desistiu. De tudo.

De sua sanidade, de sua dignidade, do orgulho e do maldito anel de enfeite no dedo dela.

Largou os cabelos loiros e puxou-a para cima rapidamente, jogando-a na cama de forma rude, quase com raiva. Se colocou em cima dela, dizendo de maneira resoluta:

— Eu tentei ser gentil com você, ser calmo, carinhoso como qualquer donzela desses livros aí embaixo na sua estante diz que sonha, mas você praticamente pede para eu foder você sem o mínimo de remorso.

Pegou a aliança no dedo dela e atirou do outro lado do quarto, ouvindo o tilintar da jóia. Voltou os olhos dourados faiscantes pros azuis e ansiosos, olhos que o olhavam com expectativa. Agarrou a nuca dela, dando início a um ósculo totalmente forte, ao mesmo tempo que finalmente juntou os corpos. Sentiu a fina barreira romper, fazendo-o chegar mais fundo. Finalmente reivindicara aquilo que lhe era de direito. Alice era sua, e nem o Olimpo lhe tiraria aquela dádiva. Quiçá um maldito elfo verde.


Ela mordeu seus lábios com força, as lágrimas descendo roliças pelas pequenas sardas na bochecha denunciavam o quanto havia sido dolorido. Beijou cada uma das lágrimas, tentando acalmá-la, mas devia dizer que o pequeno esforço ali era descomunal, era tão quente… Sentir que ao mínimo movimento seu ela ofegaria. Mas precisava ter calma.

Quando se sentiu seguro e viu que a respiração dela normalizara, se moveu pela primeira vez dentro dela e caralho, não tinha como. Quando ela gemeu seu nome logo após, soube que por mais autocontrole que tivesse, tudo tinha limite. Colocou a mão direita na coxa dela, apertando mais, elevando mais e recebendo mais dela, sentindo ela apertar seu membro no processo. Olhou-a e viu que ela mordia os dedos. Puxou com a outra mão os dedos dela da boca e beijou ferozmente, sentindo-a se contorcer abaixo dele.

— Não ouse. — disse-lhe, interrompendo o beijo e mordendo-a, sua voz soando rouca mais do que seu orgulho permitia. — Não ouse se conter comigo.

Penetrou-a mais forte, soltando a mão da coxa dela e subindo para a base da nuca, expondo o pescoço dela pra si, sugando a pele com força e aumentando a velocidade da penetração. Repentinamente sentiu as unhas descendo por suas costas de maneira lenta e profunda. Então ela gostava assim? Interessante... Mais forte e ritmado. Não era de se render dessa forma, mas ela parecia tê-lo em mãos, com os gemidos lânguidos e o corpo teso, impulsionando o quadril para ter mais de si.


Subiu do pescoço já avermelhado e voltou para os lábios, sugando de forma rude, tentando puxar alguma sanidade de qualquer canto que fosse. Mas só de olhá-la outra vez, vê-la a mercê de si, ouvir seu nome sendo pronunciado daquela forma… A divindade ali não era ele, de forma alguma.

Desceu as mãos da nuca dela, passando pelas costas, acomodando na cintura fina, e apertou de forma a marcá-la, tinha um tesão enorme em olhar o avermelhado e saber que ele era o responsável por isso. Sentou-se e fê-la sentar-se sobre si, de modo a ir mais fundo nela. Puxou-a pelos quadris mais para si, fazendo-a rebolar sobre seu membro e pareceu uma ideia muito apetitosa sugar os seios rosados enquanto tinha ela descendo sobre si sem parar.


Aragorn…


Aragorn…


Aragorn…


Era só o que ouvia, e pelo Olimpo, nunca ouviu som mais doce. Ela abaixou a cabeça repentinamente, tirando o pescoço frágil já com algumas manchas do alcance de seus lábios vorazes e beijando-o de maneira sedenta. A língua se entrelaçando com a sua, num ósculo que não queria que se findasse, que a cada parte que sugava daquele beijo, sentia ela apertá-lo mais. Findou o beijo a contragosto e olhou-a rebolar em seu colo, os seios subindo e descendo, as manchas deixadas por ele em seu corpo, os cabelos grudados no rosto delicado.

Era indescritível.

Pelos Deuses, era indescritível. Ela iria enlouquecê-lo.

Sentia ela mastigando seu membro, o ápice dela estava perto, podia sentir ela comprimindo, caminhando cada vez mais até o Elysium, junto dele, com aquela visão magnífica. Ela jogou os braços por seu pescoço, chamando seu nome de uma forma doce, aguda e desesperada. Esse foi o limite pra ele, além dele, sobre ele. Chegou ao ápice logo depois dela, derramando-se por inteiro de uma forma deleitável. Segurou o corpo dela junto a si, de forma possessiva, sentindo os últimos espasmos percorrerem o seu corpo e também o dela. Olhou-a nos olhos e juntou os narizes, procurando regularizar as respirações. Aquele olhar significava o que ela já sabia, e ele também. Em nenhum lugar ela deixaria aquela conexão, aquela necessidade que tinham. O mar poderia levá-lo, o calor das batalhas, até Zeus poderia tentar separá-los. Mas eram como imãs. Sempre puxando um ao outro para si.


°°°

Piscou os olhos de maneira resoluta, desfazendo a visão mágica. Torceu os lábios em descrença e um pouco de admiração até. Jamais imaginaria isso, ainda mais de seu nobre irmão, sempre esperou que Aragorn fosse resiliente e preso às amarras da justiça e nobreza para cometer tal ato profano. Chegava a ser divertido pra si, que sempre tentou tirá-lo de alguma forma e fazê-lo perceber que nem tudo era dever. Pegou umas uvas da terrina que estava diante de si e caminhou até o segundo andar da torre, encontrando sua princesa esticando uma corda cintilante por um arco torcido, amarrando com delicadeza e cortando com uma lâmina mínima.

Repentinamente, mas não para ele, a lâmina estava em seu pescoço, a fumaça dissipando e as marcas arcanas no corpo apagando. Tirou displicentemente a adaga e olhou nos olhos âmbares, com um sorriso de canto ansioso e falsamente ofendido.

— Eu esperava uma recepção mais calorosa da princesa de Siruth Kar para com um convidado de honra. Ainda mais um celestial. — disse-lhe, de uma forma decepcionada e mentirosa, pousando as mãos na cintura rija, ainda pelo susto.

Viu o riso brincar nos lábios cheios, guardando a lâmina e mirando seus olhos, com a mesma resignação que o olhou pela primeira vez. Os olhos desceram pelos seus lábios, de uma forma totalmente desejosa, e ela se aproximou devagar, o suficiente pra ele sentir o hálito de ervas mentoladas que amava tanto.

— Como se você se importasse com esse casamento, Rastok. Ele não faz diferença alguma.

E imediatamente vira os cabelos azuis que tanto amava pelas costas, ondulando ao vento fazendo as pequenas sinetas tilintarem.

Aproximou-se de súbito, num raio que até os mais habilidosos olhos teriam dificuldade em acompanhar, prensando o corpo dela nas grades da beirada da torre.

— Não ouse me prometer um beijo e não me dá-lo, Ynarthian de Siruth Kar.

Colocou as mãos por entre a bochecha esquerda dela, forçando-a a virar pra si e iniciar um ósculo rude e a muito esperado pelos dois. Virou-o o corpo dela para si, parando o beijo momentaneamente e recomeçando-o de forma urgente. Aragorn não teria a dádiva de ver o que ocorreria ali assim como ele vira-o junto de Alice horas atrás, talvez um ou dois abençoados pelos céus vissem, sendo a torre tão alta. E o porquê? Bem, disso não sabia. Mas adorava ver o pôr do sol com Ynarthian, principalmente quando estava dentro dela, e bem, o sol estava prestes a se pôr...

12 de Setembro de 2019 às 14:46 1 Denunciar Insira 0
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Olá, eu sou a MiRz do Sistema de Verificação do Inkspired. O Sistema de Verificação atua para ajudar os leitores a encontrar boas histórias no quesito de gramática e ortografia; verificar sua história significa colocá-la entre as melhores nesse aspecto. Caso queria que outras histórias suas sejam verificadas, é só contratar o serviço através do “Serviços de Autopublicação”. Sua história está com dois errinhos muito pequenos na palavra “ouví-la”, que não tem o acento no “i” e na palavra “porquê” Quando se tratar de uma interrogativa, imediatamente seguida pela pontuação, o correto é separá-lo, por exemplo, “por quê?”. Por serem dois erros minúsculos e que não comprometem o entendimento do texto, a história foi verificada, mas fica aqui o aviso! ;) No mais, você escreve muito bem. História incrível mesmo, parabéns!
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