Our War Seguir história

fatgum DeanX

Após o término da primeira guerra, os herdeiros seguiram seus caminhos. John "Primordial" Watson permaneceu em Visby e reergueu o clã Primordial, porém deixaram de ser chamados de Primordial para Clã Watson, assim deixando para trás o nome Primordial. E isso aconteceu com os outros três clãs. No século XXII os clãs ainda existiam porém não como antigamente. Agora eles eram assassinos de alugueis contratados pelo o mundo todo. Tanto por bruxos, feiticeiros, magos, gigantes, fadas corrompidas e humanos os contratam e os clãs viviam em uma "paz" entre si. Até que um dia, o atual chefe de um dos clã mandar seu caçula matar a primogênita junto com o genro e a neta do chefe do clã Watson.


Ação Para maiores de 18 apenas.

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A Valsa das Chamas

Era uma madrugada silenciosa e fria em Visby, o vento dançava com os lírios dos jardins, as folhas das árvores balançavam produzindo uma sinfonia única com o vento, as estrelas e lua eram a platéia para a valsa das flores. Nem mesmo os grilos ousavam fazer barulho, com medo de acabarem com a sinfonia produzida pelas folhas. Simplesmente, a madrugada estava agradável.

Mas ao lado leste da cidade, onde se localizava a mansão da primogênita do John XV Watson, acontecia uma terrível tragédia. Chamas começaram a manchar a tranquilidade daquela madrugada enquanto gritos de horrores vindos da mansão podiam ser escutados ao longe, gritos de uma jovem que tinha renegado seu lado assassino para tentar "viver" uma vida comum - mesmo que Visby fosse dominada por assassinos lendários. Gritos de uma jovem que começavam a formar uma família, porém fora arruinado em questão de instantes.

Os assassinos Primordial chegavam para perto das chamas tentando de alguma formar entrar no casarão, mas tudo em vão. Muito tentava ultrapassar as chamas selvagens, mas não conseguiam, para o lado uma jovem de doze anos gritava chorando pelo nome da irmã e de sua sobrinha recém-nascida, era uma cena horrível... O segundo irmão tentava conter a caçula em seus braços sussurrando que não tinha mais o que fazer, que a irmã já tinha ido junto com o marido e o filho. Era triste de se ouvir, especialmente para a criança que tinha um elo gigante com a primogênita.

- Não. Irmã, irmã. Não... - Chorava tentando se livrar do amarro dos braços. - Me larga Luke, eu tenho que salvar minha irmã!

- Não há o que salvar Rhita. Não há o que salvar! - Ditou arrastando a caçula para longe da mansão. - Recomponha-se! Uma assassina não chora por uma vida perdida.

- Mas... Mas... - Não tinha argumentos, sabia que seu irmão estava certo. Então parou de lutar e ser levada para longe.

O trajeto todo a jovem Rhita derramava lágrimas silenciosas. Tinha dado início ao seu luto mudo, era a única coisa que podia fazer pela sua falecida irmã. Afinal, não tinha mais o que fazer. Ela estava morta, sua sobrinha estava morta e seu cunhado também, todos eles estavam mortos e Rhita não podia fazer nada para mudar isso.

- Os bruxos estão vindo. Eles irão apagar o fogo e averiguar se podemos entrar jovem mestre. - Relatou o braço direito de Luke, Henry Watson. - Devemos contatar o mestre John?

- Não, não até descobrimos quem foi o filho da puta que ousou nós atacar. - Luke estava possesso.

- Mas jovem mestre, o senhor John merece saber o quanto antes o que houve com a jovem mestra! - Exclamou indignado sendo ignorado por Luke. - Jovem mestre, jovem mestre, Luke!

Luke estancou o passo - deixando que Henry ficasse diante a sua pessoa. Henry percebeu que tanto seu mestre quanto a jovem mestra estavam destruídos, mesmo que Luke não mostrasse isso... Sem pensar duas vezes, Henry puxou Luke e Rhita para um abraço. A garota de cabelos brancos abraçou a cintura de Henry como se sua vida dependesse daquele ato, porém, Luke apenas encostou sua testa no ombro de Henry, assim deixando suas lágrimas sofredoras caírem pela sua morena - tão diferente da sua irmã caçula que era tão branca como papel.

- Eles serão vingados, eu prometo a vocês. - Segredou Henry olhando para o céu captando os bruxos surgirem montados em suas vassouras, prontos para apagarem o fogaréu.

- Henry... Você não precisa fazer isso. - Resmungou Luke com a voz rouca pelo o choro mudo. - Irei entrar em contato com o conselho, pois isso foi uma violação ao tratado de Armstrong. Um ataque desses é inaceitável, ainda mais a cidade fundadora, cidade Primordial.

- Mas jovem mestre... - Tentou dialogar, mas sabia que seria inútil. Luke era um cabeça dura.

Suspirando Henry aceitou o que Luke ditou. Desfez o abraço começando a guiar os jovens mestres para a sede dos Watson's. A sede era onde os herdeiros diretos de Diabblo "Primordial" Watson e John "Primordial" Watson viviam, apenas empregados e seguranças podiam viver ali, porém a sede também servia como assembleia para que os Clãs possam discutir sobre antigas e novas leis, violações e afins.

Chegando na sede, logo a empregada abriu a porta dando passagem aos seus senhores. Rhita ainda estava agarrada a cintura de Henry, a menina não queria largar o mais velho, ela ainda estava fragilizada com o acontecimento. Ainda era muito jovem para conseguir se recompor da perda, assim como seu irmão, pai e mãe faziam - Rhita ainda estava no seu segundo ano na academia, o ano que aprendia a manusear armas e formar se matar sem deixar rastros. Já Luke fora direto para o seu quarto no terceiro andar da sede.

- Jovem mestra, você precisa me soltar para que a levem para tomar um banho e descansar. - Falou com delicadeza conseguindo fazer Rhita lhe largar a cintura e seguir a empregada.

Suspirando mais uma vez naquela madrugada cinzenta, Henry seguiu para o quarto de Luke, sabia que por mais que Luke passasse a imagem de forte; ele estava sofrendo por dentro com a grande perda... Entrando no quarto, Henry viu seu jovem mestre em frente a grande janela, olhava o horizonte do qual já mostrava o Sol dar o ar das graças. Henry se aproximou tocando com delicadeza no braço de Luke que soltou um suspiro doloroso, fechando os olhos ao sentir o carinho dos dedos longos.

- Eles não mereciam isso... - Começou Luke. - Ela apenas queria ter uma vida comum, papai permitiu que ela vivesse como uma mortal em nossa cidade... Ela já tinha falado que quando Rachel tivesse um ano de idade eles iriam se mudar... Rachel nem chegou a conhecer o mundo direito... Rachel era só uma bebê, uma bebê Henry!

- Eu sei Luke, eu sei. - Henry respirou fundo ficando em frente ao jovem mestre passando a segurar o rosto do mesmo. - Eles irão ter um enterro digno, Rachel irá brincar com as estrelas e... E... E eles serão vingados, eu prometo.

- Não, Henry. Eu já disse, isso é violação do tratado de Armstrong. Se você fizer algo irá ser sentenciado a morte e eu não posso te perder também... - Uma pontada de desespero surgiu na voz de Luke, deixando Henry abismado e fazendo-o repensar no que disse.

- Ok, não irei fazer nada... - Concluiu por fim fazendo um carinho na bochecha do moreno dos cabelos brancos.

- Obrigado... - Agradeceu aproveitando o carinho. Aquilo era tudo o que precisava no momento, precisava de alguém ao seu lado, lhe apoiando nesse momento difícil.

- Disponha, jovem mestre. - Segredou baixinho olhando para o horizonte onde o Sol aparecia cada vez mais.

Aquela madrugada fora batizada, pelos bruxos, como: A Valsa das Chamas, pois estava sendo difícil controlar aquelas chamas, era como se eles tivessem vida própria e dançava por todo o casarão da primogênita de John XV. Uma madrugada trágica e mórbida em Visby.

3 de Setembro de 2019 às 00:34 2 Denunciar Insira 1
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DeanX O que é uma bicuda para quem que já é bicado?

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Karimy Karimy
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