Imortais (Em revisão) Seguir história

barchier Karine Barcelos

Samantha é uma assassina perigosa e astuta, foi treinada para isso. Ela tinha o controle total de sua vida até o governo Brasileiro precisar de uma pequena ajuda em casos isolados e ela ser obrigada a voltar ao seu país de origem. A volta ao Brasil faz Samantha perceber que ela não estava preparada para tudo, muito menos para uma irresistível paixão. Completo. Todo os direitos reservados. Plágio é crime.


Ação Impróprio para crianças menores de 13 anos.

#luta #378 #romance #258 #ruivas #imortais
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VOO

Acordei assustada, tive o mesmo pesadelo de sempre:

Estava sozinha em frente à entrada de uma ponte antiga, musgo e ervas daninhas rodeavam a estrutura fazendo com que as pedras parecessem perigosas só ao olhar. Havia uma névoa espessa por todos os lados e do outro lado da ponte não se via absolutamente nada, como se a ponte acabasse em um precipício de breu. Mais ou menos oito metros de onde eu me encontrava havia uma criança de uns cinco anos de idade, ela estava parada me observando. A pequena tinha olhos negros, mais negros que a escuridão, e me observava com um olhar diferente, mas não tive tempo de analisar... Logo ela erguia a mão e me chamava com um gesto simples, como quem chama outra criança para brincar, virava-se e corria para o lado escuro da ponte. Naquele momento eu sentia meu coração afundar com a perda da menina, com medo de que algo acontecesse a doce criança, porque no fundo eu sabia que a escuridão nunca trazia algo bom.

Há várias noites o mesmo pesadelo me assombrava.

Minhas malas estavam prontas, meu voo para o Rio de Janeiro estava marcado para as nove da manhã, o pesadelo havia me tirado da cama mais cedo do que eu previa acordar, então resolvi ir logo para o aeroporto. Me arrumei calmamente e entreguei o quarto de hotel, não eram nem sete da manhã, logo peguei um táxi, que não demorou mais de vinte minutos para chegar ao Aeroporto Internacional John F. Kennedy.

Fiz o check-in sem problemas e despachei as poucas malas que tinha. Caminhei até um restaurante que ficava ao norte da sala de embarque, que a essa hora não estava tão lotada como de costume, o que era incomum em Nova York, tudo sempre tão cheio e movimentado.

Chegando ao restaurante sentei-me na primeira mesa que vi e esperei alguém vir me atender. Durante a esperava observei o local, era amplo e iluminado, com muitas cadeiras e mesas ocupando o espaço e também havia uma janela de vidro que ligava diretamente a cozinha ao salão onde eu me encontrava, assim os clientes poderiam observar seus pratos sendo feitos, uma música ambiente tocava ao fundo.

Minha observação foi interrompida quando um jovem garçom veio me atender, ele tinha uma voz suave e doce.
– Com licença senhorita, deseja fazer seu pedido? – perguntou em inglês.

– Sim! – peguei o cardápio que ele ofereceu – Vou querer este aqui. – disse também em inglês ao apontar para o cardápio. – E um cappuccino.

O Garçom se afastou sorridente e eu esperei minha refeição, um desjejum leve com croissant, me distrai observando o movimento do local.

Depois do café da manhã segui para o saguão de embarque para esperar meu voo, não demorou muito e ele foi anunciado, segui em direção a plataforma que estava descrita no meu cartão de embarque, ao entrar no avião as aeromoças me trataram com simpatia e apontaram minha poltrona, eu havia escolhido a janela.

Até então não havia ninguém na poltrona ao meu lado, o que eu sabia que iria mudar, já que voos internacionais na maioria das vezes são lotados.

Dei uma olhada no kit que a aeromoça trouxe para mim, havia um tapa olhos, escova, pasta de dentes e uma escova de cabelos ornada delicadamente com o símbolo da companha aérea, um garçom trouxe o menu e me deixou um copo de água, gelo e limão.

Pouco depois uma discussão começou no hall de estrada do avião, era um homem bem grosso que gritava com a aeromoça, algo sobre locação e voo cancelado, foi tudo que consegui ouvir antes de colocar meus fones de ouvido e fechar os olhos. A viagem de volta ao Brasil iria ser longa, cansativa e eu não estava nada segura em relação a sua importância em minha vida e em minha carreira. Eu, definitivamente, achava que nunca voltaria ao Brasil.

Ligando o Ipod a voz nostálgica de Gavin James encheu meus ouvidos e ele cantou Always para mim fazendo meu estado de espirito mudar drasticamente e me levando para um lugar bem longe dali.

Porém fui interrompida, brutalmente e fisicamente, de minha tentativa de apreciar a música. O mesmo cara da discussão com a aeromoça se sentou na poltrona ao lado, quase ocupando a minha também e me fazendo ficar exprimida na janela.

Abri os olhos furiosa, sem dizer uma só palavra tirei os fones e o analisei: mais ou menos 1,85m, forte, cabelos cor de mel em um topete, estava vestindo jeans escuro e um casaco proporcional para o frio que estava fazendo, tênis e óculos escuros.

– Desculpe – disse em inglês com a voz grossa e carrancuda.

– Sem problemas. – respondi em uma voz fria colocando-me novamente em meu lugar e voltando os olhos para o Ipod a minha frente.

Talvez fosse cisma minha, ou habito do trabalho, mas pude perceber que o sujeito me olhava, por um ou dois segundos, diversas vezes. Para não correr o risco de ter um vizinho tagarela me alugando a viagem inteira resolvi não me incomodar com as olhadelas e me concentrar em relaxar novamente.

Já haviam se passado quase duas horas que estávamos no avião quando abandonei de vez as tentativas de dormir, estava ansiosa para que chegássemos logo ao Rio de janeiro. Meu irmão mais velho, Estevam, iria me buscar no aeroporto.

Nesse tempo todo que fiquei fora Estevam e Marie, minha irmã mais nova, foram os únicos a me visitar em Nova York, meu pai nunca foi muito afetivo e minha mãe nunca aceitou o fato de eu preferir estudar fora do país, apesar dela entender que, infelizmente, nosso país em matéria de estudos fica um pouco a desejar e uma educação fora ia me dar um currículo excelente.

Mas a verdade é que eu nunca fui muito família, acho que herdei muito do gênio de meu pai, e apesar de ter um grande amor pelos meus irmãos na primeira oportunidade que tive, e que surgiu assim que terminei o segundo grau, reuni forças e juntei uma boa grana, claro que isso contava com um empréstimo bem gordo de Flávia, o qual nunca paguei. E assim fui para Chicago com o objetivo de ampliar meus estudos e adquirir um ótimo currículo.

Isso é uma meia verdade... A história aceitável para que não me impedissem de ir. A verdade mesmo, a qual eu só pude contar depois de formada, é que havia um grupo em que eu havia sido previamente selecionada, pelas ótimas notas e porte físico, para fazer parte de uma equipe de elite, preparada para resolver qualquer problema que o país tivesse. Fomos escolhidos a dedo, e teríamos um treinamento mais especializado que a CIA e o FBI, seríamos a elite. Qual jovem idealista não seria facilmente comprado por essa ideia?

Foram selecionados jovens de várias partes do mundo. No dia de admissão eu estava eufórica, queria fazer parte de uma coisa grandiosa e essa era a chance. Eu tinha apenas 19 anos, não tinha noção de como era o mundo lá fora, fora do meu mundinho, eu era ingênua e pensava que aquela seria minha única oportunidade de fazer algo que realmente fosse importante, não só para mim, mas também para o mundo.

No dia da seleção fomos recebidos em uma sala ampla e fechada, onde eu e meus amigos junto de mais jovens como nós ficamos isolados por cerca de meia hora, só maiores de 18 e menores de 21 entravam naquela sala. Quando começaram a explicar o que era aquela equipe e o que faziam é que eu comecei a entender aquilo tudo, e me apaixonar mais pela vida que eu iria ter.

A equipe se chamava “IMORTAIS”, pelo fato de terem um bom treinamento... E eu só fui entender o nome depois que comecei a treinar e ter resultados, e quando digo que o treinamento era bom, não se pode ter ideia da dimensão disso, é um treinamento que nunca pude sequer imaginar, coisas que você acha que não vai ter resultado nenhum, mas na prática é a coisa mais evidente a se fazer e se você não tivesse aprendido você nunca usaria, nem... Nem... Sei lá... Nem, se estivesse escrito no ar, você não acreditaria que iria dar certo.

A equipe IMORTAIS, IMT, treinava os jovens para que esses trabalhassem para eles logo que o treinamento acabasse. Teríamos benefícios e um salário, mas somente se ficássemos. Teríamos que nos esforçar, e muito, para sermos os melhores. E só assim os benefícios aumentariam.

Isso era o bastante, tudo que eu precisava saber para querer fazer parte daquilo e um dia me tornar uma IMORTAL, e foi isso que fiz, tudo que pude, tudo que estava ao meu alcance e também além.

Hoje sou uma IMORTAL.

Abri os olhos, a aeromoça que me recebera e que também era brasileira chamava meu nome:

– Senhorita Bitart? – chamou em uma voz baixa e calma.

Olhei para o lado, o homem carrancudo também me olhava, ele estava mais relaxado, porém não fiz questão de manter contato visual.

– Sim.

– Recebemos um chamado, um homem deseja falar com a senhorita, urgentemente, pode me acompanhar?

– Claro!

Era Donato, meu padrinho dentro dos IMT's, ele me diz os nomes de quem devo procurar, logo me envia um arquivo que contém tudo sobre a vida do alvo, coisas como: horários, parentescos e tudo mais... Tenho três semanas para estudar o alvo e uma para matá-lo.

O homem que estava sentado ao meu lado levantou-se para que eu saísse, agora seu rosto estava neutro, sem expressão. Passei por ele e pude perceber que a aeromoça estava suspirando com seu físico, acompanhei-a até o telefone perto da cabine do piloto.

– Samantha. – disse ao pegar o fone.

– Tenho o nome. – Donato tinha uma voz firme, mas ao mesmo tempo gentil. – Pode anotar?

– Pode me dar uma caneta e um papel? – perguntei para a aeromoça, ela logo se mexeu e me entregou um bloco e uma caneta esferográfica preta. – Pode falar.

– Felipe Lamardo. – anotei o nome – Onde? – Donato se referia ao local onde deveria mandar o arquivo do alvo.

– A casa dos meus pais.

– Tem certeza? – perguntou apreensivo.

– O mais rápido possível.

– Cuidado.

Coloquei o telefone no gancho que estava pendurado, rasguei a folha do bloco e deixei-o junto à caneta no balcão.

Dobrei o papel e coloquei no bolso do jeans, caminhei de volta para a minha poltrona, o homem carrancudo levantou-se novamente para que eu me sentasse.

– Olha... – ele disse em português se sentando novamente, parecia escolher as palavras – Desculpe-me por ter lhe incomodado na hora em que cheguei, eu estava... Estressado, não quis descontar em você.

Revirei os olhos internamente, agora ele iria querer socializar.

– Sem problemas! – dei um sorriso leve balançando a cabeça.

– Henrique Romão! – ergueu a mão para apertar a minha.

– Samantha Bitart! – Apertei a mão dele firmemente.

Olhei o relógio, faltavam menos de 4 horas para chegarmos.

Estava com sede, logo que a aeromoça brasileira passou pedi uma garrafa de água sem gás e lacrada, Henrique pediu um suco de laranja.

– Me acompanha no suco? – perguntou me olhando.

– Não, obrigada.

A aeromoça voltou trazendo nossas bebidas.

Coloquei novamente os fones e fechei os olhos.

Quando acordei estava sendo pronunciado no alto falante nossa chegada ao Rio, em pouco pousaríamos.

Apertei o cinto.

O avião pousou e desembarcamos, peguei minhas malas e sai do salão de desembarque.

Meu irmão me esperava com um buquê de rosas vermelhas nas mãos e com um sorriso lindo no rosto, a cena era patética, um homem enorme, forte e alto, traços leves, ruivo e de olhos verdes, segurando um buquê lindo de rosas, parecia cena de filme.

Senti-me constrangida, Estevam sempre fez muito sucesso com as mulheres, e ali no aeroporto todas que passavam olhavam para ele, logo que o vi pensei:

"Moram de inveja meninas, as rosas são para mim".

Corri para abraça-lo, pulei em seu pescoço como uma criança.

– Minha nossa, você está um espetáculo! – a voz dele era maravilhosa, grossa e atraente.

– Você também, quando ganhou esses músculos? – sorri, inalando seu perfume amadeirado.

Ele sorriu também, eu estava tão perto que senti seu hálito fresco, provavelmente acabara de tomar suco de abacaxi com hortelã, seu favorito.

Por um segundo Estevam olhou por cima de meu ombro e apertou os olhos quase fechando-os, me virei seguindo seu olhar e me deparei com Henrique Romão vindo em nossa direção, sorrindo, seu rosto era relaxado e o andar leve, ele realmente era bonito, olhei novamente para o rosto de Estevam e ele também sorria.

Henrique caminhou até onde estávamos com seu carrinho de bagagens e parou a dois passos de nós, olhou para mim, para as rosas, depois para Estevam.

– O que faz aqui Henrique? – Estevam perguntou. – Esqueceu que aqui é a minha área? – ele parecia falar sério, sorria, mas seu olhar era irônico.

– Vou respeitar os limites Estevam, não se preocupe! – Henrique sorria ao falar e ao contrário de Estevam seus olhos também sorriam. – Olá novamente, Samantha! – falou olhando em meus olhos.

– Vocês se conhecem? – Estevam perguntou assustado.

– Sentamos juntos no avião! – Henrique respondeu ainda me encarando.

– E vocês? – perguntei. – De onde se conhecem?

– Estudávamos juntos na Academia de Polícia.

– Voltou para ficar? – Estevam perguntou a Henrique antes que eu pudesse dizer alguma coisa sobre o assunto.

– É, meu amigo, acho que vamos ter que brigar por território! – eles riram.

– E se você não parar de olhar para a minha irmã desse jeito vamos ter que brigar por isso também. – Estevam riu.

– Irmã? – Henrique olhou para mim e depois para Estevam.

– Claro, pensou que fossemos o que? – perguntei incrédula.

– Namorados... – Henrique riu olhando para as flores em meus braços.

Nós nos olhamos e também rimos.

– Melhor assim, parecendo seu namorado nenhum urubu dá em cima de ti. – Estevam ria ao falar.

– Ainda não vi a parte boa... – sorri. - Nós somos idênticos, não tem como confundir! A conversa está ótima, mas eu estou cansada, podemos ir?

– Claro, Sam!

Henrique anotou na agenda do celular o número de Estevam e Estevam fez a mesma coisa, nos despedimos e Henrique foi embora, ele olhou para trás e me senti uma idiota por fazer o mesmo, mas preferi não pensar muito sobre isso. Pegamos minhas malas e caminhamos até o carro.

– Ainda não acredito que você voltou!

– Nem eu! – disse frustrada.

Chegando ao carro, Estevam colocou minha bagagem na mala enquanto eu me sentava no banco da frente. O carro era um Jepp novo, ainda estava com o plástico de proteção nos bancos, era grande e preto.

– Ainda lembra o caminho de casa, Sam? – perguntou ao entrar. – Quer dirigir?

– Melhor não.

Ele colocou o cinto e apertou o botão redondo para dar partida no motor.

– Gostou dele? – perguntou se referindo ao Jepp.

– Eu adorei. – respondi sentindo o cheiro de coisa nova em toda parte.

– Que bom, mas se você não quiser a gente pode ir lá e... Trocar.

– Como assim?

– O carro é seu, ou você acha que eu vou andar de Jepp por aí? – ele sorriu.

Estevam sempre preferiu carros esportivos, rápidos e minúsculos, que de preferência só portassem dois bancos. Carros grandes sempre foram os meus favoritos.

– Sério? – sorri também, passando a mão pelo banco.

– Meu presente de boas-vindas!

– Caramba, eu amei!

1 de Agosto de 2019 às 20:46 4 Denunciar Insira 3
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Joel Paz Joel Paz
muitio interesante
Karimy Karimy
Olá, autora! Tudo certo? Faço parte do Sistema de Verificação do Inkspired e escrevo para parabenizá-la por sua verificação e também para falar um pouquinho sobre essa beleza de história. Cara, adorei o primeiro capítulo. A Samantha é cativante demais! Normalmente prefiro histórias escritas em terceira pessoa, pois odeio aquela sensação de estar lendo o diário de alguém que textos escritos em primeira pessoa podem passar. No entanto sua protagonista realmente fez com que eu visse isso tudo de forma diferente: em vez de me sentir invadindo a privacidade dela; graças ao tom que você usou para a narrativa, senti como se, na verdade, ela estivesse me contando a história dela enquanto tomamos um cafézinho. E isso é bom demais. A história também é bastante coerente e interessante: sempre fico mesmo imaginando que devem ter organizações estilo o IMT por aí... Quem sabe! E a maneira que os Imortais foram apresentados, como uma "escola militar supersecreta", acabou soando bastante natural. A única coisa que realmente não fez muito sentido para mim foram os nomes escolhidos para os irmãos da Samantha: "Estevam e Marie"; isso porque eles são brasileiros e eu estava esperando um nome usado no país em vez de um nome estrangeiro (e tudo bem que existem brasileiros chamados Michael Jackson e etc, mas não é algo legal). Percebi que você não usa muitas descrições; mas esse não foi um problema, acredite. Eu gosto muito de ficção científica e fantasia, então sou amarrada em detalhes e tudo o mais, só que a sua história tem um tom leve e amigável, o que faz, como já disse, parecer que estamos conversando com a personagem. Portanto a sua escolha de não usar tantos detalhes para descrever as coisas foi uma boa jogada. Também gostei muito da sua escrita: é suave e com pouquíssimos erros, o que acaba por ser mais um atrativo para a história. Entretanto gostaria de apontar algumas coisas que encontrei e que ocorrem com frequência, para caso você resolva fazer uma correção algum dia: falta de vírgula em vocativos, como em "Com licença senhorita, deseja fazer seu pedido" em vez de "Com licença, senhorita, deseja fazer seu pedido?" (é importante lembrarmos que o vocativo não faz parte da frase e por isso deve sempre estar isolado por pontuação); falta de vírgula em advérbios deslocados, como em "Depois do café da manhã segui para o saguão" em vez de "Depois do café da manhã, segui para o saguão"; Uso de vírgula para unir frases que deveriam estar separadas por ponto, como em "Dei uma olhada no kit que a aeromoça trouxe para mim, havia um tapa olhos, escova, pasta de dentes e uma escova de cabelos ornada delicadamente com o símbolo da companhia aérea, um garçom trouxe o menu e me deixou um copo de água, gelo e limão." em vez de "Dei uma olhada no kit que a aeromoça trouxe para mim: havia um tapa olhos, escova, pasta de dentes e uma escova de cabelos ornada delicadamente com o símbolo da companhia aérea. Um garçom trouxe o menu e me deixou um copo de água, gelo e limão." — após a primeira frase, troquei a vírgula por dois pontos, para melhor marcar a enumeração que viria a seguir. Ao terminar de falar sobre a escova, o pensamento chave da frase é concluído e completado, pois ela diz sobre tudo o que queria dizer com relação ao kit entregue pela aeromoça e é por isso que precisa de ponto após a frase: para marcar o fim da ideia e o começo de uma outra ideia. Veja: depois disso, inicia-se um novo núcleo de pensamento, que diz respeito ao garçom ter ido atendê-la. Observar também: "hall de estrada" em vez de "hall de entrada"; "habito" em vez de "hábito" ; "Moram de inveja" em vez de "Morram de inveja". São coisinhas pequenas e que não atrapalharam minha leitura, mas que quis expor a você para contribuir com sua escrita. Enfim. Realmente adorei o começo da sua história e espero que ela faça muito sucesso. Beijos!
7 de Agosto de 2019 às 06:26

  • Karine Barcelos Karine Barcelos
    Olá! Muito obrigada por tudo, eu amei a ajuda com os erros! Adorei tudo o que você falou sobre minha história e me fez ficar muito orgulhosa! Sei que ainda tenho muito o que melhorar, irei fazer uma revisão! Obrigada! 11 de Agosto de 2019 às 17:21
  • Karine Barcelos Karine Barcelos
    Olá! Muito obrigada por tudo, eu amei a ajuda com os erros! Adorei tudo o que você falou sobre minha história e me fez ficar muito orgulhosa! Sei que ainda tenho muito o que melhorar, irei fazer uma revisão! Obrigada! 11 de Agosto de 2019 às 17:21
  • Karimy Karimy
    <3 12 de Agosto de 2019 às 06:00
~

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