Ela é sensacional Seguir história

mrseloi Mrs Eloi

Haruno Sakura se vê completamente perdida quando tudo que sonhou escorre como água pelo ralo. A graduação em Medicina não poderia ser mais infernal como hodiernamente. Conviver com seu meio-irmão Uchiha Sasuke era em suma, o pior de seus pesadelos e a tira colo um rottwailer instável afim de devorar o seu inocente felino. No mais, ela nunca fora o tipo de garota que se abala perante os desafios. Peitar o quarterback da universidade e abalar seu reinado era tudo que Sakura precisaria ter em foco, contudo, a vida é sempre repleta de mistérios; e se no final, Uchiha Sasuke não fosse realmente o vilão?


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

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Flor de cerejeira





Ela é sensacional:

Flor de cerejeira.

Escrita por MrsEloi.

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A flor de cerejeira significa a beleza feminina, simboliza o amor, a felicidade, a renovação e a esperança. A beleza das Sakuras é tão inigualável quanto passageira.

Sakura

Por favor, por favor, por favor, rezo pedindo proteção a cada passo que dou pelo piso de madeira da república. Cursar Medicina ocupou meus dias durante todos os minutos da minha vida até aqui. E agora, esse sonho se concretizou; mas não da forma que eu imaginei. Com o par de tênis entre os dedos da mão, desço as escadas com cuidado.

— Aaaa! — gritei alto quando minhas nádegas alcançaram o chão sem piedade. O enorme pulguento e babento me atingiu em um único salto. Entreabri os dedos da mão melecados de saliva.

— Pensei que não iríamos mais nos conhecer. — meus pelos se arrepiaram dos pés à cabeça. Recusei-me a olhar a criatura horrenda parada há alguns metros longe de mim. Certamente era tão desprovido de beleza quanto o ogro de seu pai. — Tive a impressão de que estava a me evitar.

Afastei o Rottwailer que havia se deitado sobre mim e agradeci aos céus por ter sido recebida com lambidas e não, com mordidas. — Controle seu... Seu animal e o mantenha longe do meu gato.

De certa maneira eu estava tendo atitudes de uma criança. Ali estava Uchiha Sasuke, hodiernamente, meu meio-irmão. Certamente eu evitei esse encontro ao máximo.

— Tsc, detesto gatos! — ele afirmou. Aquilo foi o suficiente para fazer meu ódio fulminar e me fazer encará-lo.

Puta merda!

Não acreditei no que meus olhos refletiram. O ar frio embaçou a janela ao lado da porta de entrada, suspirei nervosamente e me esforcei para encarar o lado de fora. Fugaku e minha mãe, Mebuki, só tinham estado casados por três anos. Meu padrasto e eu nos suportávamos, apenas. O pouco que sei sobre a ex-vida de Fugaku era que sua falecida esposa atuava lindamente como modelo internacional, porém, teve sua vida ceifada em um trágico acidente de carro. No mais, dois filhos foram gerados desta união. Acredito que assim como eu, ambos não aceitavam tão bem minha mãe; isso justificava o fato de eu nunca tê-los visto e também, o fato de Fugaku não mencioná-los até agora. E seu filho mais novo, Sasuke, bem punk e tatuado, por sinal, era autorizado a fazer o que quisesse. Sem fotos ou redes sociais, os pequenos Uchihas sempre foram um grande mistério. Ele era deslumbrante, havia herdado os fios negrumes de sua mãe, Mikoto e os olhos opacos de Fugaku. Segundo minha mãe, aos quinze anos o Uchiha mais jovem possuía dezessete tatuagens, cinco passagens na polícia e um alvará de encrenca por menores de idade bebendo e fumando drogas. Por fim, para o meu imenso desgosto, era um apreciador de cachorros. Apesar de Sasuke fazer diversas fornalhas, nunca teve a punição devida por ser um Uchiha. Isso mesmo, sem arcar com as consequências de seus atos imprudentes.

Em minha inocente ingenuidade, a Universidade de Konohagakure era tudo que eu precisava para me destacar na carreira de Medicina; outrora, o destino não á de ir com minha cara, pois, depois de matriculada, tive o enorme desprazer de descobrir que meu meio-irmão, além de veterano em Medicina, dividirá comigo os corredores da república. Desde então, unicamente sete dias fora o estopim para que eu conseguisse me camuflar de sua presença ameaçadora.

Esse era um pensamento estranho. Todos esperavam que nos déssemos bem, afinal, como filha única, era expectável que eu quisesse um irmão. Não se trata por irmão, mas eu me convenci de que era um mau presságio. Percebi que agora ele não me olhava e assim como eu, sua cara não era de melhores amigos. Aproveitei a oportunidade para fitá-lo melhor. Só assim me dei conta de que minhas bochechas provavelmente estavam rubras. Meu estômago dá um nó. Droga. Eu odeio ter revelado mesmo que um traço de fragilidade na frente desse homem. Soltei um granido com a garganta, demonstrando minha insatisfação com toda a situação que nos envolvia. Ele estava com uma regata de tonalidade cinza no qual frisava muito bem o número 10. O busto delineava perfeitamente a malha fina da camiseta e os bíceps ridiculamente chamavam bastante atenção; ambos os pulsos envolvidos por uma munhequeira preta com o símbolo dos Uchihas na lateral, a calça de moletom larga e o tênis esportivo da mesma cor.

Não percebi quando ele se aproximou, no entanto, fui desperta de meus devaneios quando a ponta dos seus dedos acertou o centro da minha testa. Foi então que meus joelhos desejaram desfalecer ao se deparar com o discreto sorriso ladino. — Você teve sorte, caloura. Terá a proteção de Uchiha Sasuke.

Dizendo isso, ele e o cão sumiram escadas acima.

***

Ironicamente, acabei me perdendo no corredor de troféus da universidade. Aparentemente, prezavam bastante o esporte. Gargalhei internamente de algumas peças que apareciam nas fotos. Só então notei que Sasuke aparecia em diversas delas. “Uchiha Sasuke: presidente do projeto Um saquê para salvar uma vida.”.

— Ele parece diferente... Da foto. — pensei alto, com o dedo indicador entre os dentes. As sobrancelhas róseas unidas na tentativa de conseguir ler as letras miúdas do jornal em que ele se destacava.

— E você parece muito simples. — saltei metros ao ser pega de supetão pela voz rouca e presumivelmente conhecida.

Voltei meu olhar para o interior do corredor e avistei a silhueta imponente escorada na parede, com um cigarro entre os dedos esguios e captei o memento exato em que os lábios voluptuosos libertaram a fumaça cinzenta.

Minha garganta se fechou e rapidamente, agarrei uma mecha do meu longo cabelo rosa. Naquele momento, era inútil tentar disfarçar o quanto sua insinuação me fez abalada. Ele me olhava dos pés à cabeça como um Iceberg. E era quase quanto impossível descrever o que se passava em sua cabeça.

Apesar de arrogante, Sasuke era incrivelmente bonito, seu nariz era reto e a mandíbula definida. Fisicamente, eu o definiria como o cara perfeito. O sonho e talvez, o pesadelo de qualquer mulher.

— Um merdinha, Sasuke. — alguém depositou a mão sob seu ombro. — Aliás, me chamo Itachi.

— Vá à merda, Itachi. — Sasuke cuspiu toco de cigarro, amassando-o com a sola do sapato e esbarrando em seu ombro ao sair. Senti um frio na barriga e a tensão daquele círculo desconhecido.

— Perdoe-me o comportamento agressivo do meu irmão, Sakura. — o homem estendeu a mão para cumprimenta-la.

— Vocês dois são inexplicavelmente semelhantes! — envergonhei-me por parecer exasperada.

— Estava lhe procurando, mas não foi difícil encontrar você por aqui.

— Acredito que não tem muitas garotas de cabelos rosa no setor da Medicina. — sorri.

Apesar de manter o receio, Itachi transmitia uma energia boa, completamente diferente do irmão. Eu tinha conhecimento que ele era um renomado Doutor, mas não imaginava que atuava como docente na Universidade de Konohagakure.

— Eu só quis lhe desejar as boas vindas.

Quando acompanhou Itachi partir, notou que Sasuke ainda permanecia por perto e teve a irritante impressão de que estava sendo vigiada por um cão de guarda. Pensou em tirar satisfação, mas teve sua concentração voltada para a porta de entrada da sua nova sala.

A garota morena estava estirada no chão, enquanto tentava inutilmente recolher seus objetos. Alguém riu e se afastou dela. Apressei-me em sua direção e Sasuke me acompanhou com os olhos negros.

— Você está bem? — estendi minha mão e a ajudei a se levantar.

— Claro, a calourada sempre recebe os trotes dos veteranos. — ela se afastou, me retribuindo com um sorriso gentil. — Hyuuga Hinata.

Absorver o problema alheio não é algo que devamos fazer, afinal. Impulsionei meu corpo e corri, alcançando o idiota que atingiu Hinata. Fechei o punho e só percebi quando o fiz. Acertei um soco em seu nariz quando ele se virou para me encarar. Ele recuou alguns passos, alcançando o nariz com as mãos, manifestando dor.

— A calourada disse olá! — rangi os dentes, ainda dominada pela adrenalina. Eu poderia dar outro, se quisesse.

— Sua... — ele ameaçou revidar, mas Sasuke se pós de pé na minha frente e agora, acompanhado por mais alguns caras garndes.

— Escutou a coisinha, Pain. Se não sabe brincar desce do play. — ele estalou as juntas da mão.

— Venha, vou te tirar daqui. — uma garota platinada me puxou pelo braço e foi aí que eu percebi a burrada que eu havia feito.

“Céus!”

16 de Julho de 2019 às 21:11 0 Denunciar Insira 1
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