Fortuna Seguir história

mayfoliver May F. Oliver

For·tu·na (latim fortuna, -ae) substantivo feminino 3. Combinação de circunstâncias ou de acontecimentos da vida que se acredita serem inevitáveis. = Destino, fado, fatalidade, sorte. Exemplo: Leah finalmente encontra sua fortuna ao olhar para os olhos de Nahuel.


Fanfiction Livros Todo o público.

#Nahuel #Leah-Clearwater #Saga-Crepúsculo #crepúsculo
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Capítulo Único

Notas iniciais do capítulo

Um final feliz para a nossa garota que mereceu muito mais do que o canon ofereceu a ela. *História reeditada 07/08/2019*


“Cada qual é artífice da própria fortuna.”

Júlio César


Tudo está bem quando acaba bem.

A grande batalha que esperavam por semanas, aquela para qual tinham preparado seus corpos, mentes e espíritos, enfim acabou em uma reviravolta muito anti climática. Leah estava aliviada e feliz por todos do bando, de sua família e o resto de La Push estarem ilesos e vivos milagrosamente.

Contudo, ela não conseguia conter a frustração de sua loba, bem como a sua própria. Ambas passaram semanas cercadas de vampiros, negando seu instintos de matá-los. A perspectiva de batalha iminente junto com o medo havia criado em Leah uma mórbida antecipação de se entregar aos seus instintos e descarregar toda essa raiva engarrafada em um ataque de fúria aos vampiros “malvados”.

Mas isso não aconteceu e agora Leah tinha que lidar com sua loba arranhando suas paredes mentais e bufando de raiva dentro de sua cabeça. Meses atrás ela já teria atacado o primeiro incauto que aparecesse em seu caminho, fosse com palavras ou punhos, o que viesse primeiro. Curiosamente, o fato de ter sido obrigada a conviver com vampiros por tanto tempo de forma pacífica, ou melhor, de forma não agressiva havia feito coisas miraculosas com seu controle.

Ela tinha aprendido na marra a controlar mais sua loba e seus próprios instintos, isso, no entanto, não mudava a forma como se sentia no momento. Sua melhor aposta nesse instante foi ir para a floresta para esfriar sua cabeça. Leah estava no lado Cullen e não pensava em cruzar a linha do tratado, já que estava com zero paciência para encontrar qualquer um da matilha de Sam.

A ideia de virar se transformar e correr pela floresta, uma das poucas coisas que amava em ser uma loba, tinha passado pela sua cabeça, afinal a mudança era sempre o jeito mais rápido de acabar com a frustração e energia raivosa correndo em suas veias. No entanto, Leah não estava disposta a aguentar ninguém na sua cabeça agora, isso acabaria por inflamar ainda mais sua raiva ao invés de apaziguá-la.

Apreciando um pouco da solidão que apenas a sua forma humana conseguia proporcionar, Leah andou até uma clareira e deitou no chão. A terra misturada a gelo enchia suas mãos, esfriava um pouco seu corpo constantemente aquecido. O vento uivava uma canção triste e bela. Ao longe roedores de algum tipo voltavam para a toca. Embalada pela melodia da floresta e o silêncio em seu peito, poderia encarar a verdade.

Não foi apenas sua raiva, frustração ou sua loba que a trouxeram até aquele lugar. Era bem mais que isso, algo que ela tinha dificuldade de até admitir para si mesma e que, no entanto, não tornava o real motivo menos verdadeiro.

Ela fugiu.

Havia fugido das comemorações de fim da batalha que estavam acontecendo na mansão do terror. Fugindo da alegria nauseante de todos a sua volta. Fugindo de ver todos eles juntos e felizes. Fugindo de suas próprias emoções sobre isso.

Leah não suportava a acidez que borbulhava em seu estômago quando os via. Se sentia como uma criança sozinha no frio assistindo através de um vidro embaçado, uma família feliz abrindo seus presentes aos pés de uma árvore de natal.

Ela era amarga, sabia disso. Mas era difícil não ser assim depois de perder tanto em tão pouco tempo. Gostaria de ser resiliente, positiva ou afundar menos em auto piedade. Às vezes a raiva ajudava, mas em momentos como esses se sentia fraca e tola e cansada demais para fazer algo, além de sentir pena de si mesma e odiava isso.

Embora Leah tinha que admitir que, comparado há alguns meses, as coisas tinham melhorado muito. Ter cortados os laços com a matilha de Sam e seguido Seth, algo que ela fez não só para proteger seu irmão como também para se salvar, foi a melhor decisão que ela tinha tomado. Poucos momentos depois que a conexão de Seth com a matilha tinha sido quebrada, Leah soube que era sua chance, uma oportunidade única de deixar seu passado para trás e tirar Sam da sua cabeça, literalmente.

Seguir Seth e ficar ao lado de Jacob e suas razões equivocadas, era muito melhor que ficar algemada a Sam. Os espíritos não foram gentis quando amarraram seu destino ao de Sam de modo tão intrincado. Uma relação que ela teria superado talvez de forma mais rápida, se tornou impossível de curar. Ser uma loba tendo Sam como seu alfa arrastou sua relação moribunda a uma morte ainda mais lenta e dolorosa para ela. Esquecer e curar suas feridas, para por fim seguir em frente, era quase impossível sob àquelas circunstâncias. O que a atitude de Jacob deu a ela foi uma chance única e por isso ela foi grata, mesmo que essa nunca tenha sido a intenção dele.

E ao longo do tempo eles se aproximaram. Eles foram uma matilha de verdade, tendo um verdadeiro líder comandando as coisas. Pela primeira vez Leah sentiu que ser uma loba não era uma maldição imposta a ela, porque ela fazia parte de algo maior, algo melhor, um tipo de comunhão e irmandade que nunca teria conhecido se não tivesse seguido Jacob.

Ele entendia sua dor e não sentia pena, mas sim empatia. Então, por um minuto, Leah decidiu baixar a guarda e confiar, contar com alguém, acreditar que estariam juntos. Não por um sentido equivocado de lealdade ou alguma ideia boba de romance, mas sim porque ele era seu alfa, sua família em todos os sentidos que importavam, assim como Seth, assim como um verdadeiro bando tem que ser.

Mas, então, surpresa! O imprinting aconteceu e não havia mais nada. Ela tinha perdido tudo de novo para o imprinting. E agora que a expectativa, o medo e o senso de finalidade tinham se evaporado como éter, Leah podia pensar de novo e encarar essa nova realidade com olhos bem abertos.

Imprinting não era mais um fenômeno raro que acontecia com os lobos: era uma regra cuja a única exceção era ela, possivelmente. Afinal, ela era a primeira loba na história da tribo e seu destino como tal era muito incerto. Logo Seth e Embry também seriam vítimas desse “raro” fenômeno. Mesmo sua mãe tinha conseguido seguir em frente com Charlie Swan, de todas as pessoas.

Todos estavam seguindo com suas vidas. E a cada momento desse pós-batalha em que ela enfim podia encarar a si mesma, não podia deixar de notar que só ela ainda estava presa ao passado. O último revés com Jacob a fez perceber algo, no entanto. Desde que sua relação com Sam tinha começado, ela sem perceber tinha se tornado uma dessas garotas que desprezava tanto. O tipo de garota que vivia em função de suas relações, fossem elas de amizade ou não. Ela esqueceu de si mesma. Ela tinha se perdido em algum lugar no meio do caminho e começado a basear sua felicidade, sua vida, seu próprio senso de identidade em suas relações e não em si mesma.

É claro que quando todas essas coisas aconteceram a atingiram com força. Ela não tinha forças em si mesma para enfrentar melhor essas situações, mas agora que, por fim, conseguia enxergar melhor tudo o que tinha acontecido e encarar a si mesma sem medo, talvez ficasse mais fácil. Ela precisava se fortalecer, talvez se afastar e encontrar novamente a si mesma.

Era difícil ver todos seguindo com suas vidas ou prestes a isso. Mas ela não estava mais sem opções. Ela não precisava sentar e sofrer; ela não precisava fazer todos a sua volta sofrerem para distraí-la da própria dor. Longe de Sam, ela não estava mais acorrentada, ela era livre.

Tinha toda sua vida pela frente, tendo Jacob como alfa, sabia que poderia seguir seus sonhos, todos aqueles que ela sufocou em seu peito quando soube que não se alinhariam com os desejos e sonhos de Sam enquanto ainda estavam juntos. Todos aqueles que ela foi obrigada a esquecer, quando descobriu que era uma loba.

Então por mais sozinha que pudesse estar, ela agora tinha sua vida de volta, tinha suas escolhas, tinha seus sonhos e poderia ir tão longe quanto seu coração desejasse. E isso a enchia de uma coisa que ela tinha perdido desde que seu pai morreu e ela descobriu ser uma loba.

Esperança.

Talvez daqui há alguns anos, depois de parar de se transformar e terminar a faculdade, de fazer um mestrado e doutorado e construir uma sólida carreira como bióloga, ela poderia começar a pensar em adoção e ter uma família. Ela poderia ter tudo. Ela estava diante de um mundo de possibilidades muito reais.

Mas tão bom como seria dividir sua vida com alguém e partilhar esses sonhos, com uma pessoa que se importasse, ela não iria mais cair nessas armadilhas e permitir que alguém detivesse a chave de sua felicidade. Ninguém mais teria tanto poder sobre ela.

Leah nunca se sentiu tão em paz consigo mesma até chegar a essas conclusões. Isso tornava muito mais fácil deixar tudo para trás, olhar para tudo o que aconteceu com menos mágoa, embora ainda doesse e talvez sempre fosse doer. Mas agora nada mais a segurava e por isso a vida começava a ganhar um sabor um pouco mais doce.

Nada e nem ninguém poderia completá-la: ela era inteira por si só. Talvez um pouco quebrada e afiada nas bordas, mas inteira. Isso não a impedia de querer, de desejar. Como quando era mais jovem e achava que precisava dividir sua vida como alguém, mas agora ela sabia que não precisava. No entanto, percebia com cada vez mais clareza nesse momento que ela queria desejar muito alguém. No entanto, talvez fosse melhor fingir não querer, até que fosse verdade e se focar naquilo que ela poderia ter.

Fechou os olhos, apreciando sua realização. Mais uma vez estava consciente do mundo a sua volta, apreciando seu corpo tocando a terra semi congelada e era bom só sentir. Seu momento de realização foi perturbado pelo som de passos se aproximando, o que fez seu corpo tencionar por instinto, pronto para qualquer coisa. Seria sua sorte, depois de tudo o que passou e tudo o que concluiu, ser morta por algum desconhecido?

Leah sabia que quem se aproximava com bastante rapidez não era um lobo, ou qualquer dos vampiros que ficaram acampados perto a mansão dos horrores. O cheiro era diferente, mas a lembrava de algo... De qualquer forma não importava, permaneceria deitada tão imóvel quanto possível, para pegar desprevenido o intruso.

Decisão tomada, relaxou seu corpo suavemente para não chamar a atenção. Assim que o estranho chegou perto o suficiente, ela girou já em posição de combate, seu corpo tremendo pronto para a transformação enquanto encarava seu adversário.

No momento que seus olhos cruzaram com os escuros olhos castanhos, seu corpo entrou em um imediato estado de calmaria e seu mundo de novo tomou uma derrapada feroz para o desconhecido. Todo seu mundo, suas relações, suas angústias presentes, passadas e futuras, tudo o que ela foi, tudo o que ela era e tudo o que um dia ela poderia ser não foram se desfazendo como seria de se esperar. Enquanto olhava para o homem meio humano e meio vampiro, se agarrou a tudo o que foi, era e seria com todas as suas forças, no entanto, aceitou todos os laços que estavam conectando ambos de forma tão definitiva e irrevogável.

Fechou os olhos por um momento, reconhecendo que o homem à sua frente não era uma ameaça e, sobretudo, aliviada por não ter capitalizado tudo que era por ele. Ela ainda era Leah Clearwater, seus pensamentos, seus sonhos e desejos ainda eram os mesmo de antes de encontrá-lo. Nada tinha mudado, e ao mesmo tempo. Tudo tinha mudado.

Mas aquele homem não seria o centro do seu mundo. Ela percebeu não sem um pouco de choque. Tudo o que ela passou até então a tinha preparado para ele e para não sucumbir de forma irrevogável sua identidade, vida e sonhos a ele. Ela sabia que era apenas sua pura força de vontade, teimosia e o entendimento de que era ela que tinha o controle da sua felicidade que a impediram de abrir mão de tudo por ele.

Toda a perda, dor, decepção e rejeição a tinham preparado para o que os espíritos tinham colocado em seu caminho, talvez como uma maneira de manter sua identidade intacta e não se tornar uma idiota doente de amor pela força avassaladora desse imprinting.

Talvez os espíritos soubessem que ela nunca seria feliz de forma plena se não aceitasse que ninguém detinha poder sobre sua própria felicidade, além de si mesma. E que se ele a rejeitasse como tinham feito antes, ela teria forças o suficiente para sobreviver a isso também. Pois, agora mais do que em qualquer outro momento de sua vida se sentia forte o suficiente para enfrentar o seu destino, que vinha na figura do homem diante dela.

Era diferente do que Jake tinha descrito que aconteceu com Nessie. Talvez para cada lobo fosse diferente ou talvez ela fosse teimosa demais para aceitar ser basicamente acorrentada por cabos de aço a alguém, depois de Sam. Mas com ele, Leah não se sentia presa ou acorrentada: ela se sentia ligada, conectada e, sobretudo para Leah, essa era uma diferença fundamental.

Era impossível, mas de alguma forma ela tinha dominado o imprinting e segurado sua essência e sua vontade. Era impossível também ser uma loba, mas ela, de alguma, forma também fez isso e sendo a primeira na história da tribo, ela tinha cruzado o impossível e feito dela.

Ela abriu os olhos pronta para encará-lo de frente.

— É você! — Leah nunca soube que poderia haver tanta surpresa, esperança e felicidade em duas simples palavras, mas o híbrido conseguiu passar tudo isso e mais.

Ele sabia! Não deveria ser possível ou provável, mas era verdade. Ele poderia não saber o que era imprinting, não com todas as letras, mas ele sentia a conexão poderosa que os ligava. Nunca havia acontecido isso antes, mas então todas aquelas que tinham tido um imprinting com um lobo, para exceção de Nessie, eram humanas, muito diferente dele. Talvez seu status como um ser sobrenatural em seu próprio direito, mesmo que não fosse um lobo, permitia que ele percebesse a ligação que eles tinham de forma muito mais clara que qualquer ser humano.

Mas antes que pudesse especular mais profundamente, ele fez um movimento súbito a abraçando de forma íntima. Com uma das mãos na sua cintura e a outra segurando sua cabeça, os lábios dele apenas um suspiro dos seus e a respiração dele se misturando com a sua. Ela esperou por um beijo que não veio, já que ele ficou imóvel, aumentando a tensão.

Talvez ele quisesse que ela fizesse a rendição final o beijando, no entanto ao mirar os olhos dele, ela logo percebeu que não era sobre antecipação, sedução ou mesmo rendição. Era sobre escolha, a escolha dela. Ele estava dando a ela a oportunidade de avançar ou recuar e isso mais que qualquer coisa tornou sua decisão de fechar a lacuna que separava seus lábios dos dele muito mais fácil.

Seus beijos com Sam sempre tinham sido doces e entusiasmados, repletos de um sentimento de satisfação e vertiginoso encantamento. Ela tinha beijado antes e depois dele e até então ela não acreditava que nada superaria os beijos de Sam. Mas essa emoção crua e poderosa repleta de paixão, ternura e uma adoração que ela nunca sonhou que pudesse existir, tinha empalidecido a quase nada todos os seus momentos mais íntimos com Sam.

Ele eclipsou todos os seus pensamentos, até que ela só podia sentir, sua pele e seu gosto, a forma como ele acariciava seus cabelos ou a forma como ele só sabia como que por instinto, quando provocar e quando recuar, quando dominar e quando permitir ser dominado.

Assim que o beijo terminou só conseguiu olhar para aqueles profundos olhos castanhos que tinham mudado tanto e nada ao mesmo tempo, porque ela ainda era a mesma, só que... mais.

— Não pense que só porque você beija muito bem que… — começou ainda atordoada com o beijo — eu vou te seguir até o fim do mundo como um cachorrinho! Porque isso não está acontecendo com essa garota aqui, não mesmo. — terminou mortalmente séria.

Ela tinha sentido toda a força do imprinting com esse beijo com certeza. Mas ela não seria mais aquela garota que deixava tudo para trás por causa de um homem ou que se tornava uma sombra de si mesma enquanto permitia que um homem fosse o centro do seu mundo e seu maior objetivo de vida.

Iria doer muito vê-lo partir, mas a dor era uma velha conhecida e se essa ia ser maior que todas as outras, que fosse. Leah tinha muitas coisas para preencher sua vida agora, em especial porque ela recuperou seus sonhos e ela não os abandonaria por macho nenhum, mesmo que fosse seu imprinting. Mas ela também não precisava fechar a porta a todas as possibilidades, racionalizou. Ele não tinha feito nada contra ela, não tinha se mostrado uma decepção e ela não poderia ser tão dura e inflexível em relação a ele, não seria justo. Respirou fundo antes de proferir a próxima sentença, suas feições e espírito se suavizando por entreabrir a porta, ao dar uma escolha a ele e uma chance a eles.

— Mas se quiser ficar, pra gente se conhecer melhor, eu não faria nenhuma objeção. — seu tom de flerte há muito enferrujado, não foi perdido para nenhum dos dois.

O meio vampiro abriu um sorriso lindo.

— Acho que eu não ia querer de nenhuma outra forma, seria um prazer te conhecer em seu habitat natural — disse a última parte sarcasticamente, arrancando um risinho involuntário e muito feminino de Leah, que colocou as mãos sobre os lábios em surpresa.

Leah Clearwater nunca dava risinhos femininos, nunca mesmo, mas talvez para seu imprinting ela abriria essa exceção, mas apenas essa.

Nahuel tirou suas mãos dos lábios e a envolveu em outro beijo de fazer o mundo tremer.

— Vou ficar aqui, enquanto você me quiser — falou, os olhos intensos focados no seu, enquanto suas testas permaneciam unidas.

— Se você se comportar... — estreitou os olhos, a advertência a nada de sangue humano foi clara. — Você pode ficar o tempo que você quiser. — seu tom terminou mais suave e íntimo.

— Se depender disso, acho que só para sempre pode ser tempo suficiente, Leah. — A surpreendeu ao falar seu nome, algo que ficou claro no sorriso que deu a ela.

— Acho que eu não me importo de um para sempre, principalmente se for precedido de um felizes, tão clichê quanto isso possa parecer.

Deu um risinho mais uma vez por seu comentário tolo, mas não se importava: seu futuro, no momento, parecia muito brilhante e com tantas possibilidades que se sentia eufórica. Seu riso logo foi silenciado por lábios que prometiam felizes para sempre e todas as coisas que ela estava com medo de sonhar.

A vida era boa de novo e seria difícil também, ela tinha certeza, mas nada que era bom de verdade era conseguido sem muito esforço e algumas lágrimas, ela tinha aprendido essa lição e sabia que aprenderia muitas outras, só esperava que pudesse ser acompanhada.


Notas finais do capítulo

Essa história surgiu depois de uma conversa no grupo do face De Volta a Forks, quando falamos sobre Leah e quem poderia ficar com ela, quando eu mencionei que a imaginava com Nahuel canonicamente seria muito possível, depois da surpresa algumas meninas concordaram comigo. Por isso, decidi escrever um breve vislumbre do que eu acredito ser cânone para mim do final feliz de Leah. Me dêem sua opinião, principalmente porque essa é minha primeira one, digam o que acharam, bom, ruim, não pode opinar? Rsrs...

7 de Agosto de 2019 às 23:25 0 Denunciar Insira 0
Fim

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