Desejo Seguir história

atila-titi-senna Atila Senna

O prazer realizado com desejo em uma pessoa quase desconhecida. + 18


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Desejo

M uitas vezes saio a passear, gosto de lugares frescos, porque adoro a natureza. À tarde enfim era de sol quente, amarelava-se tudo e sentia o mormaço. Longe de casa, junto das árvores e a brisa checas, percorrendo a trilha virgem e apertada, curiosa com os objetos naturais do mundo.


Temia algo de errado quando escutei um leve gemido a percorrer, sumiu e logo se repetiu. Acreditava estar sozinha. Percebia no ato do gemer o prazer. Corei-me. Envergonhei-me ao imaginar, por alguns instantes, achei inapropriado e dera eu passos suaves para trás a se afastar toda boba relembrando a primeira vez. Novamente pude sentir desejos e minha acidez pelas boas lembranças.


Disparada tropecei ao enroscar numa das grandes raízes de uma árvore. Rimos do meu modo sempre desastrado. Depois, apoiei-me sua mão a levantar-me, ficamos a nos observar ansiosos. Queria-o. Mais menina e meiga como sou não me daria se não fosse dele a atitude de levar-me ao caminho da perdição num abuso pecaminoso. Ria-me intimidada com seu corpo branco e nu próximo ao meu protegido. De repente dei-lhe as costas e deixei-o caminhei um tanto apresada voltando para casa, com tara na mente em ser devorada como — uma qualquer — por um conhecido que parecia-me desejar-me. Mas dou-me ao respeito partindo.


Perseguindo travou-me segurando-me pela mão e fez-me virar a focar meu rosto tímido em meu rosto perverso. Respirava profundamente, sei que não queria ser revelado, pedia que não conta-se a ninguém. Jamais contaria. Sorrimos intimidados. Pude sentir, mesmo com toda a espessura de meu vestido, duro e pulsante tocar em mim.


— Já somos conhecidos, menina.


Sussurrava perversamente ao toque de seus lábios em meu ouvido.


Cabisbaixa intimidava-me maliciosamente a confirmar, já erramos conhecidos, mas com cabeça baixo via o ferro e todas as suas veias à luz natural o dia, no lugar que havia escolhido para distrair-me, surpreendi-me. Desejava-o. Não parecia ser eu, toquei a mão em seu peito com intenção de afasta-lo delicadamente, mas acabei que escorri sobre peitoral direito até o membro. Envolvi em meus dedos seu saco rosado e percorri sob as veias até soltar e colocar a mão sob o rosto para esconder-me. Safada. Segurava-me para não liberar-me, sou boa menina, de família, mais não existe santos. Virei-me de costa de modo a não dar olhos a ele e perdi meus olhos ao fingir não ter a intenção de roçar minha bunda redonda nele.


— Não devo!


Duro tocara-me, não devia ter planejado isso. Sem permissão erguera suavemente meu vestido a escondê-lo duro entre o rego e o tecido. Tocava a roçar a pele da bunda e desejava dá-lo. Devagar passeava suas mãos sobre minha barriga a abraçara-me de costas, completamente nu, sedento a sussurrar em meu ouvido a frase repetida: “já nos conhecemos”. Queria-o! E mesmo dessente forcei a carne contra a dele para tentar fazer entrar o máximo em mim antes de correr dele. Logo atrás de mim, ele, rápido como um bom conquistador tarado, alcançou-me novamente pegando-me a mão a puxar-me mais veloz a corremos junto com passos largos e malicioso até a grande árvore Colosso. Meus cabelos saltitavam ao acompanhar de meus movimentos, agitando-se no ar meu vestido negro elevava-se revelando toda a extensão das coxas. Quem sabe algo a mais devido ao frenesi do vento da tarde. Por isso sorria. Era por perversão. Queria sentir minha pele livre a exaurir o odor natural do tesão como a dele. Erramos dois corpos claros em destaque a natureza verde a amarela distante da cidade. Descalços como crianças arteiras adorando ver o percorrer do corpo nu do parceiro a movimentar a carne bunda clara a guiar-me.


Próximo à árvore, donde se encontra os arranhões dos nomes de meus pais, profundo no casco da madeira sadia, está cicatrizando meu nome, ainda claro devido à primeira vez que aqui estive fazendo o mesmo ainda há poucos dias.


— Tu tens um prego? – perguntei-o.

— Não, claro que não, mas tenho um canivete te serve? — disse-me pegando no monte de suas roupas.

— Quando meus pais se mudaram para cá descobriram essas águas a árvore. Eles sempre tomavam banho aqui. Já tem muitos anos que seus nomes cicatrizaram.

— Mesmo? O seu não. — reparou ele.

— Não. Escrevi o meu aqui há algum dias apenas. Os de meus pais estão aqui ante mesmo que eu tenha nascido.

— Ah, será igual como acontecerá conosco não é mesmo?

— O que? — perguntei desentendida.

— O lugar, nós nos amaremos aqui como seus pais se amaram.


Estávamos repetindo o ciclo, não tinha notado. Ele riu, brincou que eu não poderia ter notado, pois, entre nós ele sempre foi o observador e com isso complementou observação: o local é perfeito. Como pede desinibido assim, não há vergonha, sente-se até bem em estar nu a ajoelhado ao meu lado. Passou-me a mão com ternura a apertar levemente em minha nuca, olhando minha boca como quando era apenas uma colega distante e queria dar-me um beijo, mas naquela época ainda não tínhamos intimidade o suficiente. Molhava-me ao tê-lo ali nu, desejo, vontade de abaixar a cabeça e sentir com a boca todos os detalhes que pudesse sentir. O vento novamente esbravejou e fez-me ficar desentendida do que dissera, fez-me também um apavoramento no tecido de meu vestido esfriando minhas coxas. Fiz cara e bico de frio olhando seus olhos a reparar minhas coxas arrepiadas. Sorriu.


— Agora quero colocar o meu nome aqui.

— O seu? — perguntei.


O vento mais forte veio, junto dele, trouxera calafrios, o clima na mata próximo à água é frio. Coloquei-me em seu colo e pedi que me abrase a me aquecer anulando de meu corpo a tremedeira. Sentia-me excitada. Minhas coxas lisas e descobertas trouxera-me a sensação de querer ser apertada, por de baixo do vestido negro minha bunda flutua entre suas coxas abertas, sinto o calor interno lutar contra o vento gélido enquanto o fervor de seu sexo jorra suavemente lubrificação contra o meu. Sorri ao empurra-lo para o chão sobre as folhas secas acima do tecido branco que, antes de eu estar aqui, estendera sobre o chão. Seu nome é curto, escrevo às duas primeiras letras enquanto me observa jogado ali mesmo a expressar-se em preguiça sorridente e naturalidade como se estivesse acostumado a sempre estar natural desta forma comigo. Pedi que terminasse o que comecei a rabiscar com força. E mais profundo do que eu fiz, sua parte finalizou e disse-me que ficará belo ao cicatrizar. Descubro que tinha desejo por mim. E por um momento parou depois da conclusão, observando alguma coisa que desconheço e eu o observando o ser que é. Com curiosidade, outra vez fui a sua direção, suave e delicada sentei-me em seu colo para senti-lo tocar em mim, decidida a perguntar-lhe porque nunca revelara-me que tanto desejava-me assim.


— Eu te odiava Marília!

— Não fale assim. — perdi a graça.

— Eu odiava você, odiava o seu jeito de falar, de se mexer, juro que foi a garota que eu menos gostei em toda minha vida. Foi assim desde os seus 13 anos. — dizia sorrindo a mim como se estivesse tudo bem.

— Mas tu nem me conhecias!

— És verdade... Pronto, está feito, nossos nomes junto como a gente para sempre.


Soletrou para mim. Depois olhou-me sorridente e ficou apenas com essa reação durante todo o tempo sem a necessidade de piscar seus olhos castanhos. Vejo-o ardentes, como os meus estão no reflexo dos dele. Ambos nós maliciosos pelo desejo sexual. Sinto-me meiga, frágil a ser devorada, mas ao mesmo tempo, sei que serei cuidada pelo amor que me come saciando-se. É ele assim.


— E hoje, o que você vê em mim?

— Hoje há muita coisa que vejo em você Marília, tudo o que significa desejo e amor.


Agradeci. Sinto-me confortável a media em que sorri a mim. Perguntou se alguma vez havia reparado que entre os nomes de meus pais e o meu havia o “&”? Nunca havia dado importância, e surpresa concordo com o argumento que meus pais haviam colocado antes mesmo de terem dado a luz a mim. Fui planejada. E era sim, porque estava provado ali quando traçaram estas linhas antes que viesse sair de meu pai. Sorrimos nos abraçando bobos um para o outro.


— Deveríamos colocar nosso “&” para quando tivermos nossa criança.


Certamente impressionou-me a ideia que teve. Paralisei ao vê-lo adiantar nosso futuro. Sorri. Foi só o que soube fazer. Então tocara meu seio empurrar-me junto a ele em direção ao chão sob pano branco coberto de folhas secas e mortas donde ficamos deitados. Rimos porque batera a cabeça mais forte do que previa. Declarei a mim mesma que era um dia feliz e inesperado, esqueci-me de perguntar o que fazia aqui &, logo nos esquecemos do futuro. Meus olhos negros seguiam os movimentos dos seus castanhos até se perder na proximidade tocando nossos rostos. Abrasava-me nu e gostoso beijando-me suavemente entre dilatados e curtos toques a nos olhamos. Sentia sua ternura. Sentia-o a pressão nua deliciosamente contra mim. De barriga para cima admiro por entre as galhas e folhas da árvore Colosso, dou-lhe caricias pelo corpo excitado. Sento sua pele suave. Vez ou outra me segura pelas poupas da bunda e me puxava para cima de seu colo onde encaixo-me perfeitamente por um longo período a nos beijar. Outrora me joga de lado a fazer cocegas em mim, barulhos estranhos ao tocar seus lábios em minha barriga. Sinto prazer em tê-lo despido enquanto eu não. Beija-me, depositando-se em cima de mim, segurando-me suavemente pela nuca ao roçar duro a entrada do prazer. Abro-lhe a bunda que ficar ao aquecer da luz do sol e toco suave com a ponta dos dedos a acariciar, até que inesperadamente, enche minha boca de ar. Riamos. Levantou-se a praticar exibicionismo preguiçoso em minha frente ao passo em que beijava sua barriga próximo ao meu maior desejo. Seguro pela cintura e sento o revelo dos gomos, o cheiro do corpo no ambiente natural que vem a narina ao mesmo instante em que posso ver seus poros aguçados na ânsia de fazer todas as nossas taras.


Por um estante me privo das vontades carnais, não queremos que pensemos que abusamos um do outro num encontro não marcado, como se fossemos apenas prazer sexual. Mesmo que intimamente tão pouco nos conhecêssemos. Creio que assim demostraremos algo mais que carnal. Mas tão pouco nos demos limites, descansava meu rosto entre suas pernas despidas a esfregar meu rosto fazendo-o tocar-me duro até as bolas a nos darmo-nos em tesão. Olho-o como devassa. Fecho meus olhos ao abrir da boca e respirar o odor do meu paraíso. Deslizo e delicio-me a acariciar todos os orifícios da face, chupo-o deixo assim preço em minha boca. Garganta profunda. A sua abre-se de prazer. Com as mãos aperto a bunda de modo a deixar marcas vermelhas que aos pouco desaparecia. A luz marca nossos corpos a brilhar cada perola de suor. Uso minhas mãos em seu peitoral, distribuo leves beijos femininos, admiro-o a observar com exatidão os detalhamento do desejo rosa, da pele clara. Afasto-me para olha-lo nos olhos, forma-se uma ligação brilhosa de saliva, que ligava como uma corda a cabeça ao lábio inferior da minha boca. Logo se quebra.


O sonho era ser abusado, contava-me para atiçar quando ainda era uma menina criança, e desde lá desejava-o ocultamente, mais nunca fomos íntimos. Por isso a preferencia em sempre querer estar nu primeiro já era conhecida. Aperto-o, viro de costas com vontade de coloca-lo de quatro, mas deitado abro-lhe a carne empinada levemente, outra parte delicada e rosa exposta aos meus olhos. Sento sensação. Os movimentos a lamber lascivamente de baixo para cima. Pratico leves mordidas as poupas, sob o calor da luz, devoro com obsessão de domina-lo e sentir tais movimentos em minha boca. Chupo de tal forma que força minha face de modo a fazer minha língua entrar e, tão pouco contente, com suas mãos segura-me a cabeça para dentro de si e abria-se em desejo ao ser tocado. O vento gélido da natureza toca-o e arrepia. Admiro, aperto-lhe a carne enquanto geme a realizar nosso sonho.


Pousa a mão ao centro dos meus seios a puxar o decote a ponto da cor rosada das auréolas aparecerem a saltar suave para fora. Levemente os beija, mordiscava, puxa o outro em direção à boca para suga-lo. Nenê aconchegou em meu colo até sentir-me sensível. Repentinamente, pegou-me por debaixo dos braços a orientar-me a ficar de pé, nu, divino com um Deus-homem, ajoelhou-se a se colocar sobre o tecido e meu corpo vestido e a abusar-me. desceu-me a peça. Maliciosa, direciono sua cabeça na intensidade. A boca a carne rosa e volumosa faz-me gemer ao toque delicado e acelerado espalhando o gosto da carne apetitosa em sua boca, nos lábios suaves sem barreiras. Por um instante afastei sua cabeça a admirar a forma do rosto, as sobrancelhas arqueadas que se formaram quando olha-me assim. Acaricie os fios de cabelo da cabeça o fazendo voltar a beijar-me entre as pernas úmidas e tremia a revelar-lhe.


— Meu Deus, se nos pegam assim... Mais isso é bom.


A peça que estava esquecida, esticada pelas coxas, fez escorreu até meus pés num encolher de prazer. Segurava-me para não gemer alto, minutos deliciosos a gemer sussurrado. Retribuo sentada a sua frente, passando a mão de um lado para o outro com caricias leves a sentir firme, segurar firme, o masturbo lentamente a ponde de tremer e pulsar em minha mão enquanto tenho o prazer de tocar a genitália do sexo oposto que molha-me a mão com a lubrificação natural. O roçar ao toque por toda a face, depois, enfiar-me o pau a boca. Controla a direção à velocidade e a profundidade. Mama alimentando-me do prazer. Nenê. Sinto-me satisfeita em ser tratada como se merecesse somente sexo, porque me transformo somente em sexo como ele é. Somos isso: sexo. Sem tabus! Encosto o queixo de cabeça erguida em sua cosa a olha-lo com olhos grandes, quase depravados. Em meu pescoço sua língua, encontra a porta da boca a sua, da qual aperta com a mão fazendo volume, assim sugando os lábios. Prazeroso, sinto seu corpo masculino sobre o meu. Duro, desejando que em mim entre, devore e faça de novo seu melhor carinho com a língua ao final de tudo enquanto o delicado gozo escorre. Deixei meus seios de fora a exibir-me. Senta-se a dar em minha cara, novamente se esfregando a carne da bunda e eu chupando e forçando a língua, até que simplesmente abandonou-me só.


Sei que hesitei persegui-lo, mas logo que tive coragem, despi-me e corri. Estiquei minhas pernas a caça-lo por entre a mata. Nua a exibirmo-nos a céu aberto pela pastagem amarela e seca até que adentramos o outro lado da natureza e cansada sentei-me sobre uma gigante pedra para que pudesse secar o suor de meu corpo e observa-lo. Acariciei seu corpo, puxei-lhe a pele e seu corpo outra vez se depositou sobre o meu a rosar o dele com todo o calor do meu intimo até finalmente adentrar-me. Sentia abrir-me de forma lenta, voltava e recomeça a olhar em meus olhos enquanto minha carne envolvia-o febrilmente. Sobre a rocha quente descansava ao ser comida. Geme em meu ouvido. Quero mais fundo e forço contra seu movimento. Nosso suor molha-nos misturando-se com a lubrificação e aqueço-me com o calor do seu corpo e da pedra.


O frio na barriga me trouxe uma ótima sensação quando pulei de lá de cima. Vemos da daqui de baixo, lá o alto da pedra em que estávamos. Brincamos muito pelas águas. Lavei o gozo que escoria, encheu-me de prazer e vida. Rimos alto sem a preocupação de sermos pego. Esquecemo-nos do tempo. Até que então o frio me transformara muito clara, meus cabelos louros mais escuros, ele pálido e, em pouco tempo nos sentíamos como se fosse inverno. Percebe que tremo de calafrios, sinto o odor dos nossos corpos úmidos.


Voltamos para colocarmos a canivete o símbolo &; na árvore. Sem que lhe pedisse colocara em mim o vestido, vestira-se e nos despedimo-nos.

2 de Outubro de 2019 às 02:02 0 Denunciar Insira 0
Fim

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Atila Senna Eu imagino cenas, tento fazer delas histórias.

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