Perdição Seguir história

indrakimura Amaterasu '

Eu me perdi. Não deveria amar e amei, deveria ser somente algo casual, um encontro marcado e sem qualquer ligação sentimental. Mas a menina moça me deixou perdido, incapaz de me encontrar, sem esperança de redenção.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#hentai #sasuhina
Conto
1
3.4mil VISUALIZAÇÕES
Completa
tempo de leitura
AA Compartilhar

Menina Moça

Não cruze as pernas!

Não cubra o rosto, mostre aquilo que está a esconder, permita que eu escute a sua voz, que eu me perca em seu corpo, que eu viaje em seu mundo, mulher permita que eu te levar ao paraíso!

Moça, com corpo de mulher e alma de menina.

Amo sentir seu toque sobre mim, apesar de preferir te tocar, dar prazer a mulher de cabelos longos e escuros. Deixe-me lhe ensinar tudo que sei, permita que eu te mostre como fazer, não o aperte somente o segure, suba, devagar e desça. Não vá até o fim, somente até minha metade, deixe a ponta por último.

Irei fazer o mesmo em seu corpo, tocarei em sua parte intima com delicadeza, visarei seus pontos específicos de prazer, não irei brincar, somente farei com que meu nome escape de sua boca, princesa, o meu desejo é somente que você me chame! Delirante, que diga meu nome enquanto apalpo os seus seios, enquanto te masturbo, tocando sua região úmida e me deliciando do mel que sai de ti. Anseio por isso. Necessito te sentir, te ter a todo instante, a cada segundo, preciso de ti doce menina.

Por isso não me toque, me coloque de lado, deixe que somente eu o faça, que a você tudo o que merece. Afinal, me sinto instigado, excitado em demasiado sempre que te vejo apalpar seus seios volumosos, quando tenta segurá-los e massageá-los, tocando nos bicos rígidos avermelhados e sensíveis, às marcas que deixei em sua pele te deixam mais bela, tão intensa quando o fogo, tão feroz quanto um furacão e destruidora como um tsunami; ela é mortal, como o mais cruel dos sádicos.

Essas coisas não deveriam ser assim, eu não deveria perder o controle e nem você me roubá-lo. Roubando o meu controle, o meu equilíbrio.

Os lábios carnudos e a língua que me acompanha com dificuldade, os músculos de seu tronco que se contraem a cada movimento, a respiração descompensada, o ar que é tragado com dificuldade, o nó branco de seus dedos se dá a força com que ela agarra o lençol.

Luzes apagadas, a lua a iluminar o quarto, do apartamento do último andar do impotente edifício. As janelas abertas, a brisa fresca que bate em suas costas, a nudez que não é escondida.

Pecado! Pecado! — é isso que a minha mente está a gritar. Todavia, deixei de obedecer, importar, a única coisa que importa é o prazer.

Tão pecaminosa, a minha menina moça, a menina que cresceu e se tornou uma mulher de tirar o fôlego. De fazer com que ereções se formem nos piores momentos, que me obriga a tomar banhos gelados e passar por apertos — principalmente dentro de minha box — sempre que nós nos vemos.

Os corpo desenvolvido, as curvas ocultadas pelas roupas longas, as mangas que escondem o braço fino, e as meias que ocultam as pernas delicadas e as coxas grossas. Gosto de tocar em sua perna, brincar com seus pés, que são tão sensíveis quanto seu pescoço, peito e barriga. A saliva se acumula em minha boca ao me recordar das meias três por quatro, do salto e da mini-saia, o sutiã de renda e o oculos, o visual professora seyx me rendeu mais do que uma transa rápida dentro do Lamborghini, me deu uma lembrança, uma memória mais do que satisfatória.

Seus dedos seguram o meu cabelo com força, meu rosto se encontra entre suas pernas, ela disse que nunca recebeu sexo oral, que nenhum homem nunca a tocou, meu ego infla, meu lado possessivo grita. Ordenando que eu use a gravata presa em meu pescoço, para que eu intensifique o prazer que eu sinto, que ele também deve sentir, pois observá-la tocar a si mesma me deixa louco, possesso.

Paro. Removo a peça escarlate de meu pescoço, com delicadeza seguro os pulsos pálidos, os levantando até altura de sua cabeça, os prendo com um nó simples, dando uma última volta no ferro da cama. Ela pede para que eu a solte, que eu deixasse os pulsos e a mão livre, nego, voltando a ficar entre as pernas da jovem. Que choraminga, pedindo para que eu a deixe se tocar, nem que fosse para tocar somente em seus seios.

A escuto gemer, da sua forma ela tenta se soltar, se livrar do que a impossibilita de mexer. Sorrio. A penetrou um dedo, fecho os olhos, tento imaginar o seu corpo, cada lugar, cada ponto sensível, as partes que posso explorar e tocar. Passo a língua entre a sua entrada, com o dedo maior aliso seus abdômen, subindo e descendo, ela diz que sente arrepios,

A menina me manda parar, pedindo para que eu a encarasse, pois sentia que algo estava errado. Ri da cara que ela fez, espantada ela pediu um beijo, que eu focasse em seu rosto, que namorasse o vale de seus seios, que desse atenção para os volume crescente em seu peito.

Subo, todavia, permaneço com os dedos entre sua entrada, estimulando seus pontos de prazer, explorando a intimidade da mulher.

Beijo. É como uma pequena brasa, que com as mãos bobas e o calor que domina cresce, se tornando um incêndio alto e constante, como uma chama quente e envolvente, que domina e faz com que um simples gesto toma outras proporções.

Ela disse que não é nenhuma especialista em beijos, que por isso permite que eu o guie, que eu comande cada um. Os lábios que me seduzem, a induzi a me acompanhar, a forço a seguir o meu ritmo — quente e viciante, completamente enlouquecedor.

Poderíamos passar a noite assim, entre beijos e carícias. Assim, juntos, a noite toda, deitados sobre a enorme cama observando a lua que ilumina o céu noturno.

Os olhos fechados, o clima quente, o cheiro de luxúria e sexo. Os dedos que se movem de forma involuntária, a mulher que tenta se tocar, apalpar aquilo que quero preservar, seu desejo é que eu pare, ela não quer gozar assim, não a obedeço. Sussurro em seu ouvido, digo a ela quem está no controle agora, é que caso eu passe no controle e para dizer a palavra: roxo. Que no ato irei parar, ela nada diz, somente faz um sinal positivo. Sorrio.

Levanto a minha destra, observo o líquido que escorre entre meus dedos, ela corada, desvia o olhar. Sussurro em seu ouvido, digo a ela o que quero fazer, se ela tem alguma objeção, se deseja inverter as posições, sou aberto a opiniões, a fetiches e desejos, estou aqui para realizar seus sonhos.

Me levanto, o falo inchado e o membro ereto lhe chamam a atenção, ela me encara animada. A penetro com lentidão, o interior apertado, a região úmida, sinto a minha ereção ser cumprimida, apertada por suas paredes internas. Gosto da sensação que ela me proporciona, de estar dentro dela, de escutar a sua voz suave entrando em meu ouvido.

Desfaço o nó da gravata, a solto da cama e daquilo que a impedia de se tocar — de me tocar —, soltou seus braços que descem em direção às minhas costas, subindo para minha nuca, puxando meus lábios para os seus, mordiscando e o beijando de forma intensa.

Movimentando os quadris e a cintura, aperto as nádegas, forçou seu corpo a se aproximar do meu. Viciante. Enlouquecedor. Ela me tira do sério, como se eu parasse de raciocinar, sentir e fazer, os movimentos são involuntários, estou a ficar perdido, a me perder nas curvas do corpo feminino.

O autocontrole é somente uma palavra sem significado aparente, pois em nosso mundo, dentro dessas malditas quatro paredes ele não importa, eu disse a mim mesmo que jamais cairia em tentação, que ela seria somente mais uma, sem qualquer compromisso. Todavia, essa é a quarta vez que eu a procuro, que eu a toco, antes éramos do contra, íamos direto ao que realmente importa, sexo! Mas agora eu senti necessidade de dar prazer, somente dar, receber seria algo que seria feito em um futuro próximo.

Ela vicia. Como se fosse a mais forte das drogas, entorpece os sentidos, lhe roubando reações.

Não deveria ser assim, eu não deveria me perder. Cobiçar demais, ela amanhã voltará para a vida normal, usando a saia até a altura do joelho, prendendo o cabelo em um coque forte e usando óculos que ocultam a beleza existente em seus olhos.

Odeio ter que dizer que estou preso. Desprezo o fato de eu não gostar que outros a toquem, eu me apaixonei por quem não devia, me vi preso a alguém que não é meu, ela é somente a minha menina moça e eu o seu lúcifer, o demônio que desvirtua anjos.

O interior quente e úmido me aperta. Eu me controlo, estou chegando ao meu limite, mas ela ainda não chegou lá, a minha pequena diz que ainda falta algo, somente o que, ela não sabe. Pego um de suas mãos, peço para que ela se toque, para que se masturbe enquanto trabalho com seus seios.

Não os apertou, somente escondo meu rosto em seu meio, mordendo suas laterais, inalando o cheiro de frutas e flores que vem de sua pele. Paro. Escuto o coração que bate rapidamente, analiso a musculatura que se contrai e relaxa, a dificuldade em que ela pronuncia o meu nome, o chamando em tons baixos que começam a ficar alto nos instantes em que entro e saio.

Ela é tão sensível, no menor dos toques se excita, enlouquece, em certos momentos ela se esquece como se respira. Se prende ao prazer, se entrega a ele, se entra a mim! Quero mais dela, apesar de não me achar no direito de cobrar.

— Sasuke... Sasuke! — vejo os olhos perolados rolarem para trás. Seus ombros se curvam para frente.

— Princesa... diga, pronuncie o meu nome, me chame. Sussurre em meu ouvido, diga em voz alta o que está se passar com o seu corpo.

— Eu sinto vergonha. — ela tira a mão de entre as suas pernas, as levanto até o rosto corado. — Tenho vergonha do que estou sentindo, droga, eu já fiz isso tantas vezes, mas agora sinto vergonha.

Vamos menina moça, diga o que está sentindo — ela se assusta ao me sentir tocar onde seus dedos estavam —, não fique tímida, vamos princesa, me diga o que você está sentindo, diga para mim meu amor.

— Diga, me chame, novamente, de amor.

Diga meu amor, o que está sentindo!

— Prazer! Eu sinto que irei derreter, isso é estranho, nunca me aconteceu antes. — a fala sincera da mulher me enfurecido.

Dar prazer e não esperá-lo em troca é algo errado, ela somente o deu! Nunca o recebeu, por isso não compreende o que estou a fazer, o rubor em sua face, a voz que oscila, ela não é tímida, somente não sabe explorar os pontos de prazer existente em seu corpo. Desde a ponta de seu pé até o último fio de seu cabelo podem dar a ela o que dei quando toquei em sua intimidade.

Saio de dentro de si. Ela se me chama, pede para que eu continue, para que não pare. Seus olhos está avermelhados, seguindo o rubor em seu rosto e lábios, que desce para as marcas em seu tronco, indo em direção as mordidas em sua coxa e pernas, até com seus dedos do pé eu cheguei a brincar — mas isso fora em outro momento, pouco antes de chegarmos até a minha casa, antes de eu lhe arrancar a roupa e roubar um beijo.

A palavra controle me foge a mente sempre que a vejo. Todavia, desta vez algo foi diferente, não é somente o meu eu está agir de forma estranha, mas também ela... a mulher jurei que não iria se apaixonar, mas foi para ela que jurei cuidar e proteger, apesar de não poder tê-la como minha. Amigos de sexo.

Amizade colorida. Somos o apoio um do outro, apesar de que haver momentos que eu ultrapasso esse limite, desejando ser bem mais do que seu amigo, ansiando me tornar seu amante, eterno namorado, marido.

Queria dizer isso a ela enquanto a jovem saboreei seu d’leite, queria dizer em voz alta como me sinto. Meu lado romântico, possessivo e que anseia por sua felicidade manda que eu o faça, apesar de que meu coração pede para que eu fique em silêncio, que demonstre o que eu sinto com atitudes e palavras.

Nosso amor não é real, ele existe na minha cabeça, tudo para nós se resume a consolo e a sexo. A prazer e a perdição, tentarmos um ao outro com fotos e áudios é um das formas de nos conectarmos, de deixarmos tudo separado, ela é a minha tara, mas não é minha amada.

Queria que ela fosse a minha mulher. A minha doce menina, o meu amor, todavia, ela é somente Hyuuga Hinata, uma contadora, uma mulher vista como uma pessoa chata. Sem charme.

Mas eles são dizem isso por não conhecer, por não verem o real de Hinata, a verdadeira mulher por trás da roupas de senhora e do cabelo preso. Tolos, são o que eles são por não notarem a rainha que tem do lado.

Queria que fosse mais do que uma noite de prazer. Queria ser o único em sua vida, meu desejo é ser capaz de fechar todas as suas feridas e dar o amor que ela merece, dar a ela o mundo. Pois o meu pequeno girassol, merece mais do que céu e suas estrelas, a minha rainha merece o universo e toda a perdição existente em meu ser.

Droga, como eu queria que o nosso amor fosse real.

16 de Maio de 2019 às 00:53 0 Denunciar Insira 119
Fim

Conheça o autor

Amaterasu ' Ela queria ser um arco-íris, por isso desejei ser o céu atrás dela.

Comentar algo

Publique!
Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a dizer alguma coisa!
~