Disturb Seguir história

mrseloi Mrs Eloi

Haruno Sakura passou a maior parte de sua vida nas ruas de Osaka e não ponderou quando teve a oportunidade de roubar um item bastante precioso de um grande milionário; no entanto, ela jamais imaginaria que este, era o chefe da maior gangue do continente asiático. E quando pensou que a vida não poderia lhe pregar uma peça pior, o papel em sua mão indicava um desesperador positivo, que para ela, não havia nada de bom. Estava sendo perseguida pelo maior gangster de todo o Japão, procurada pela polícia pelos diversos crimes, tal como roubo e agressão, desempregada, sem teto e agora com uma criança no ventre. Ser mãe nunca havia sido uma opção. Uchiha Sasuke não medirá esforços até ter sua cabeça em uma bandeja. *** — Você é uma grande filha da puta na minha vida, senhorita Haruno. — o moreno mordiscou o lóbulo da orelha de Sakura, mantendo seus pulsos atados próximos a região lombar. — E você é uma desgraça maior ainda na minha, Sasuke.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 21 anos apenas (adultos).

#hentai #romance #máfia #Haruno-Sakura #uchiha-sasuke #naruto #sasusaku
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Act l: Kill a pregnant



 

Disturb

Act l:

Kill a pregnant.

Escrito por MrsEloi.

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  ҉   ♠   ҉ 

Japan: Tokyo

19:45 p.m.

Sakura estreitou o cenho ao encarar a maçaneta da velha porta de madeira. Talvez estivesse maníaca em demasia ao pensar que tudo ao seu redor era um alerta de perigo. Atravessou o local, arremessando a mochila no sofá, caminhando até a pia. Dobrou o envelope branco que segurava em mãos, guardando-o no bolso traseiro do jeans. Preencheu o copo de plástico com agua da torneira e bebeu.

— Imaginei que não estava sozinha. — depositou o copo sobre a pia de mármore, sem voltar sua atenção para a silhueta estática atrás dela; talvez, uns três ou quatro de si.

— Devo lhe congratular por conseguir se esconder de nós durante todo esse tempo — o homem enfim falou e ela conseguiu reconhecer o tom gélido na voz. Um mísero mês não era lá grande coisa. —, infelizmente, sua recompensa será a morte. Um desperdício, por sinal.

A Haruno se virou, mantendo o corpo apoiado na pia. — O tubarãozinho sempre manda aniquilar as garotas que transa?

Ah, e que foda! ” pensou.

— Ele quer aquilo de volta.

— Claro, o brasão. Acho sexy. — riu, tiritando com os dedos sobre a superfície lisa. — Sasuke é muito egoísta, tem milhares deles.

Mau de tubarões, querem tudo sempre. Tão inflexíveis.

— Fale de uma vez. — ele deu um passo à diante. — Fora que podemos ter um grande problema. — ele apontou o dedo indicador para seu ventre.

— Juugo, não sejas mal educado. Se Sasuke ousou me engravidar, quem irá mata-lo sou eu.

Eureca! “ com avidez, as garras envolveram o cabo de uma faca qualquer. “ Só precisa estar um pouco afiada. “ o devaneio surtiu tal como uma prece.

Foi tão fugaz quanto um felino. Em instantes, o homem se encontrava ajoelhado no chão, e sua orelha esquerda do outro lado da sala. Aproveitou para chutar o brutamonte, derrubando-o de vez. Pegou primeiro a pistola, não poderia ser descuidada.

— Dizem que as mulheres são o grande desafio dos homens — ela vasculhava os bolsos de todo o traje. —, diga ao seu chefe que enfim ele encontrou o dele.

Ela se ergueu, colocando a arma na cintura e chutando a faca para longe, quando o homem tentou pegá-la. Soprou o ar pela boca.

— Filha da puta.

Ela realmente era uma. “ lembrou-se da imagem medíocre de sua progenitora. Sentiu-se enojada.

— O tubarãozinho precisará de muito mais que um pinguim engravatado ruivo e sensual para calar a minha boca. — andou em direção à porta, dando uma ultima olhadela para o homem agonizado e hodiernamente, sem uma das orelhas. — Espero que se lembre do quanto fui bondosa e não o mandei daqui para melhor. Uma pena, pois eu até gostei muito deste apartamento.

Desceu as escadas apressadamente, correndo em direção ao Civic preto no qual pegaria emprestado por algumas horas.

 

Japan: Osaka.

20:06 p.m.

O punho enfurecido partiu o tablet ao meio. Bebericou o copo de whisky por uma ultima vez, arremessando-o na parede da sala. Mordiscou a lateral dos lábios na tentativa de recobrar a calma.

Ele não estava impassível. Estava irado.

Jogou todos os objetos que estavam sobre a mesa de vidro no chão e por fim, socou-a até estraçalhar. Havia se envolvido com uma grande desgraçada, além de ter sido roubado. Chutou a cadeira com os pés e então, fez seus restos atravessarem a janela. Pouco importava se acertaria alguém do lado de fora.

Voltou sua atenção para a enorme bagunça que ele mesmo fez. Retirou o celular do bolso ao se sentar no sofá almofadado e cruzar o calcanhar sobre o joelho, revelando aos seus olhos a meia de cor preta. Discou o número que queria, buscando com os dedos o charuto no blazer. — Seção 187, Juugo.

Declarou, encerrando a ligação. Não admitia falha entre seus homens e o próprio tinha consciência disso.

Buonasera, il mio fratellino.

Itachi estendeu a mão para a mulher ruiva ao seu lado, auxiliando-a desviar dos estraçalho no chão. Sasuke revirou os olhos, tragando o fumo – agora, com maior tranquilidade.

— Meu pessoal anda bastante aflito com suas sorrateiras decisões. — o irmão mais velho se acomodou na poltrona de frente para o outro.

Buonasera, amore mio. — o vestido escarlate delineava lhe o corpo. A mulher depositou as mãos nos ombros de Sasuke, apreciando o tecido requintado dos trajes de seu noivo. Sempre minucioso ao se trajar. — Soube que sua amante estás a lhe causar problemas. — mencionou, rancorosa. Conteve a enorme vontade de lhe apertar os ombros e fazê-lo se justificar.

— Uma mísera mulher tampouco me geraria perturbações.

— A menos que tenha sido descuidado — Itachi riu. Sasuke lhe enviou um olhar no qual exigia explicações. —, as paredes possuem ótimos ouvidos, fratellino.

— Uma ladra, mio caro? — Karin indagou. Sentira-se completamente humilhada quando soube da infidelidade de Sasuke. A ruiva cravou a agulha da seringa na região trapezial do torso de Sasuke, ingerindo todo o fluido sedativo em seu organismo.

O moreno lhe acertou uma cotovelada, erguendo-se como um ogro. Agarrou a seringa, amaldiçoando a mais nova traição. Antes de praguejar, perdeu a consciência. Karin correu até ele, acariciando os fios negros, mantendo os olhos lacrimejantes. — Iremos resolver todos os seus problemas, amore mio.

 

Japan: Tokyo

22:15 p.m.

Sakura estava a alguns minutos encarando o envelope amaçado. Suas mãos tremulavam; bateu a testa no volante do carro, sem coragem para abrir o papel que definiria sua vida de uma vez por todas. Praguejou todo o prazer que sentira naquela noite, dentro daquela maldita Mercedes vermelha.

Sua mãe havia engravidado no auge de seus quinze anos e como consequência, fora expulsa de casa pelos seus avós; o pai jamais quis assumi-la. Infelizmente, os abortivos só funcionaram para lhe tomar os peitos e oferecer uma coloração exótica nos cabelos. Crescera com uma mãe prostituída, drogada, no qual se satisfazia em vivenciar a própria filha ser espancada e explorada por um cafetão. Com nove anos o crime fora aquele que lhe acolheu e roubar era sua forma de sobreviver. Além de detestar qualquer tipo de criança catarrenta, ser mãe nunca fora uma opção. Liberdade era seu princípio de vida. Viu sua mãe morrer em um ataque de overdose enquanto lhe arranhava o rosto, a fim de extorquir-lhe o pouco que conseguira para se alimentar.

Porém, o papel em sua mão indicava um desesperador positivo, que para ela, não havia nada de bom. Estava sendo perseguida pelo maior gangster de todo o Japão, procurada pela polícia pelos diversos crimes, tal como roubo e agressão, desempregada, sem teto e agora com um parasita em seu corpo.

Escutou o tinir das travas das portas do carro, enquanto um mormaço cinzento assumia o resquício de oxigênio. Agarrou a maçaneta desesperada, constatando que estava presa. Seus pulmões reagiram antes de si, expelindo uma tosse sufocada. Usou todo seu peso contra a porta, ignorando a dor de cada golpe.

 — Desgraçado! — berrou, buscando com os olhos alguma câmera escondida. Seus membros formigavam, indicando o efeito do tóxico em seu sistema fisiológico.

Retirou a arma de sua cintura e atirou, pulando para fora assim que o vidro se quebrou, escondendo o rosto com os braços quando o automóvel explodiu em um estrondoso fogo lacerador.

Ela era uma gatinha, por isso tinha sete vidas e Uchiha Sasuke não estava para brincadeira.

— Puta que pariu! — não soube definir se era um praguejo ou um agradecimento. Deixou todos os seus músculos relaxarem, deitada na calçada.

18 de Janeiro de 2019 às 20:27 2 Denunciar Insira 2
Leia o próximo capítulo Act ll: A pregnant woman in distress

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PU Priscilla Uchiha
Poxa, pena só ter dois capítulos escritos
25 de Fevereiro de 2019 às 06:47
Anne Liberton Anne Liberton
Olá! Venho pelo Sistema de Verificação do Inkspired. Sua história está Em Revisão pelos seguintes apontamentos: 1) Vírgulas usadas para unir frases com assuntos diferentes, que deveriam ser separadas com ponto final. Há várias ocorrências, como em “Devo lhe congratular por conseguir se esconder de nós durante todo esse tempo, infelizmente, sua recompensa será a morte”. Eu sei que este trecho em particular está separado pelos travessões, mas ele deveria vir também separado por pontos finais, ficando: — Devo lhe congratular por conseguir se esconder de nós durante todo esse tempo — o homem enfim [...] — Infelizmente, sua recompensa será a morte.” Há outras ocorrências. 2) Uso de mal/mau. Mal é oposto de bem, mau é oposto de bom. 3) Regência. É bom verificar que certos verbos pedem preposições específicas ou não pedem nenhuma. Ex: “... Civic preto no qual pegaria emprestado...” O correto seria, “Civic preto o qual pegaria emprestado”, já que “pegar emprestado” não pede preposição. 4) Passo “adiante”. 5) Lhe vs. o/a. Usa-se “lhe” somente se o verbo pedir preposição. Ex: Devo lhe congratular por conseguir se esconder... >> O correto seria, “Devo congratulá-lo por conseguir...”, já que o verbo não pede preposição. Além disso, vale observar que, quando houver ênclise (pronome vindo depois do verbo), se o verbo terminar em “a”, “e” ou tiver hiato em “i”, ele vem com acento (vide congratuLÁ-lo). 6) Me parece estar faltando alguma coisa no título. Kill a pregnant... woman? Girl? Assim soa um pouco esquisito. Seria bom verificar isso. Sugiro dar uma revisada, talvez passar para outra pessoa ler (um beta reader seria uma boa também). No mais, a história está excelente. Parabéns! Assim que corrigir esses detalhes e, se ainda quiser que a história seja verificada, basta responder esse comentário que avaliaremos de novo. Até mais!
7 de Fevereiro de 2019 às 19:43
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