A Canção dos Clãs - Um conto de Penina Seguir história

matthewgreek Matthew Greek

Pode alguém deixar uma carta para sua amada já estando ela morta? Para um vassalo perdido na loucura do amor, sim. Prestes a morrer e vagando em seus delírios, ele escreve uma carta para quem chama de Evry. Este é Sir Arold de Mediév, um trovador e poeta que durante anos vagou por Penina, vivendo a dor da perda e lamentando sua donzela levada precocemente. Na carta, Sir Arold empreende contar para sua amada a história que guardou pelo tempo de uma vida; a história que poucos ainda lembram – e que no futuro muitos gostariam que tivesse sido escrita com mais detalhes –, o relato da origem dos poderosos Clãs de Penina. Depois de sua morte, a carta ficaria conhecida como "A Canção dos Clãs", e embora nunca tenha chegado às mãos da donzela morta, tornou-se um dos poucos relatos que correriam pelas terras de Penina e que contaria resumidamente as barbaridades ocorridas naqueles tempos, quando, muito antes da paz ser instaurada, a disputa pelo poder reinava. (Este é o primeiro conto que trás relatos de uma história das terras de Penina, contando a origem controversa dos Clãs que se perpetuam até hoje, muito antes das aventuras de Cristine Nowill nesse lugar fantástico.)



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Epígrafe


"Sou o sonho de tua esperança,

Tua febre que nunca descansa,

O delírio que te há de matar!"


Alvares de Azevedo, O FANTASMA

23 de Novembro de 2018 às 17:10 0 Denunciar Insira 1
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