Guarda-costas de um demônio Seguir história

mrseloi Mrs Eloi

Assim como os anjos, os demônios também são compostos por uma hierarquia; cansado de lidar com o inferno Fugaku – Lúcifer, resolve propor a seus dois filhos a ascensão ao trono. Herdeiros do diabo com a maior demônia de todos os tempos Mikoto – Lilith, Itachi e Sasuke seriam os mais capacitados para substituí-lo e governar o maior temor da humanidade. Enviados à Terra em uma missão desconhecida, Sasuke e Itachi acabam se distraindo com a imensidão daquele universo, e também, com a espécie humana. Conduzido para descobrir o real objetivo de Lúcifer, Naruto possui o dever de aproximar-se Sasuke sem que ele note sua verdadeira identidade – um anjo. O que ele não contava era que toda essa maluquice iria uni-los verdadeiramente. Haruno Sakura, mãe solteira e segurança profissional dos maiores ícones administrativos, se vê obrigada a ser a guarda-costas do arrogante, convencido, proprietário de uma casa da noite, no qual ludibriava em se denominar demônio, Uchiha Sasuke.


Fanfiction Anime/Mangá Para maiores de 18 apenas.

#romance #mistério #naruto #sasusaku #hentai #anjos #demônios #ação
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Capítulo 1: Prólogo

Guarda-costas de um demônio

Capítulo 1:

Prólogo.

Escrito por MrsEloi;

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Tóquio –  Japão

Ano de 2017.

 

O moreno bebericou o líquido escarlate da taça, torceu a lateral dos lábios em um sorriso cínico. A mulher da cabeleira azulada ao seu lado se curvou, enrugando o nariz ao inalar a podridão exalada pelo corpo da garota – já em óbito.

— Os seres humanos são tão medíocres. — comentou, retornando a posição inicial. Soltou um bocejo e encarou as próprias unhas esmaltadas.

— Mais uma para o inferno. — o rapaz de sobreveste negrume como a noite afirmou, enojado.

— No inferno ela não poderá se suicidar. — a mulher foi irônica.

— Certa vez, Fugaku mencionou que suicidas desejam matar a dor, e não a vida — o moreno tiritou os dedos pelo cristal da taça, para logo em seguida esmaga-la em suas mãos. —, quanta tolice.

— Onde acha que Itachi está agora? — ela perguntou, arqueando as sobrancelhas bem delineadas enquanto aguardava a resposta.

— Não me importo. — declarou, ríspido.

— Mantenha seus inimigos perto, Sasuke.

— Eu irei vencer, Konan — o Uchiha se levantou do sofá. Seus olhos flamejavam. — o trono do inferno pertence a mim.

 

(...)

 

Perth – Austrália

Ano de 2017.

 

O moreno firmou a mão direita em formato de concha, a levou até a testa, estreitando os olhos ao finalmente avistar uma cidadela. Tentava imaginar se seu pai havia sido tão cruel com Sasuke como fora com ele, afinal, nem as chamas do inferno eram tão infernais quanto aquele clima.

De início, esteve empolgado com o desafio de seu pai – Lúcifer, no entanto, jamais imaginaria a rigorosidade daquela disputa entre os irmãos demônios. Qual seu objetivo, afinal?

— Algo para amenizar o latejo de minha garganta, por favor. — pediu ao se sentar na banqueta da barraca de drinks. O velho proprietário o olhou confuso, por um momento, no entanto, retornou com um copo americano na mão e uma garrafa de água.

— Não irei lhe cobrar. — disse.

— Cobrar? — Itachi indagou após virar goela a baixo todo o líquido de uma fez. — O que é isso? Não tem gosto de nada, mas é bom.

— A água? — o senhor riu, estático. — Quer comer algo, peregrino?

— Você tem almas aqui? — o moreno se surpreendeu, jamais imaginaria que na Terra havia algo assim.

— Do que está falando, rapaz? Você perdeu a memória, ou algo do tipo?

— Claro que não — ele se sentiu ofendido. Aquele velho só poderia estar debochando dele. — Demônios se alimentam de almas, não é mesmo?!

Itachi sorriu maliciosamente, seus olhos negros se tornaram vermelhos e seus caninos níveos cravaram em seu lábio inferior. O velho não tentou gritar, pois já estava preso na ilusão proporcionada pelos orbes do Uchiha. O corpo do homem despencou no chão ao ter sua áurea sugada.

O moreno entrou na barraca e começou a vasculhar os pertences do velho.

— Ei, moço — ele se surpreendeu. Virou a sobressalto e encarou a miniatura tentando se manter de pé. Chutou o corpo do velho para debaixo do balcão, sem que a garotinha percebesse. — Cadê o velho?

— Teve uma dor de barriga, então me pediu para substituí-lo. — foi a pior desculpa que conseguiu inventar.

— Eu não ia com a cara dele — resmungou. — poderia me dar algo para comer, já que ele não está aqui?

— Você come almas? — indagou, surpreso. Observou a criatura de cabo a rabo, concluindo que era muito pequena para tal.

A menina bufou, revirando os olhos. — Você é estranho.

— E você bem petulante para sua idade.

— Me dá um desses salgadinhos, vai, antes que ele volte. — a garota apontou para o pacote verde na estante e Itachi o entregou a ela.

O moreno pegou o que achou necessário e saiu, caminhando lentamente.

Após andar alguns minutos, percebeu que estava sendo seguido. — Qual é a sua, pirralha?

— Posso ir com você? — a menina rodeou o moreno, com as mãozinhas esticadas para trás.

— Onde estão seus pais?

— Eu não tenho pais.

— Que seja. — Itachi deu de ombros, voltando a caminhar pela calçada.

— Para onde você vai? — ela perguntou, andando ao seu lado.

— Estou perdido. — confessou, olhando nos olhos castanhos da menina de esguelho.

— Eu ajudo você, se me deixar ir junto. — ela propôs.

Itachi franziu o cenho e pensou por um momento.

— Qual seu nome?

— Izumi. E o seu?

— Itachi.

5 de Novembro de 2018 às 16:40 0 Denunciar Insira 1
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