O Trágico Caso do menino Oliver Seguir história

niccax Neeca Ashcar

Oliver era um garoto estudioso e de boas maneiras, todos à sua volta orgulhavam-se do menino, chamando-o de "exemplo". Por baixo da educação um segredos vil era compartilhado apenas com seu melhor amigo, Otávio. As lendas são mesmo reais? “Se você não se comportar, a Cuca vem te levar!”


Horror Literatura monstro Impróprio para crianças menores de 13 anos. © As histórias aqui postada são de exclusividade minha, Plágio é crime conforme a LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998 e Art. 184 do Código Penal – Decreto Lei 2848/40. O Trágico caso do menino Oliver – 2018 – Nicca X Keehl

#brasil #folclore #Cuca #pirlimpimpim
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Nana neném que a Cuca vem pegar…

Notas:

Gatilho: Maus-tratos à animais e descaso infantil.


História semi baseada em fatos reais.História semi baseada em fatos reais.

Olá pessoas lindas, tudo bem?

Trouxe essa história para o desafio Sitio do Pica-Pau amarelo. Lembrei das histórias que meu avó contava sobre a Cuca, e sobre uns casos de psicopatia que tenho na família e cá estou. Se você for sensível está avisado.

Boa leitura todos!

📷

Era mais um dia na vida do menino Oliver. Logo cedo com um beijo amoroso de sua mãe Valéria em sua testa, ele despertou sonolento e coçou seus olhos antes de se espreguiçar.

Tomou banho e lavou atrás da orelha como a matriarca lhe ensinara. Vestiu o uniforme azul-marinho bordado na altura do peito o emblema da escola.

Tomou o café da manhã preparado com amor como em todos os dias desde que nascera, cotovelos ao ar com educação.

Outro beijo caloroso levará sua mãe sempre ocupada para o trabalho.

E menos de dez minutos ele também estava a caminho de seu dever como um garoto de dez anos, partiu com o caderno na mão para a escola…

No caminho para a aula encontrou Otávio o garoto de sua turma, seu melhor amigo feito logo no primeiro dia de aula no primário.

Possuíam coisas em comuns, — nenhum pouco ortodoxas — e antes de mais nada vestiu-se com as boas maneiras para enfrentar outro dia.

Diga com quem tu andas que eu te direi quem tu és…

Para a mãe e os professores os dois garotos eram bons exemplos para os de mais companheiros.

Além das altas notas, do comportamento exemplar em sala de aula e do bom desempenho nos esportes, os dois eram muito queridos pela turma e pelos professores.

Ninguém suspeitava das longas conversas sobre os tais assuntos que compartilhavam em segredo e com toda certeza deixaria a “Prof” Laura barbarizada com tamanha crueldade advindas de dois garotos prontos para comemorar onze anos de idade.

Permaneceram na mesma bolha intocada, os sorrisos exacerbados de gentilezas, as vozes ressoavam baixas sem se alterar, o contato visual era mantido de tempos em tempos. Com um acordo mudo de que nenhum dos dois espalhassem as atrocidades cometidas até ali.

Os passos lentos os levavam pelo mesmo caminho conhecido desde que foram matriculados naquela escola, todavia algo não estava normal como de costume.

A longa avenida sempre cheia, agora estava coberta por um nevoeiro insistente e o frio em demasia faziam os lábios baterem um no outro e fora do normal o caminho estava vazio. Até o sol parecia preguiçoso para apontar no céu nublado.

A distração pelo diálogo interessante sobre lançamento do jogo que mais gostavam, fazia-os com que os garotos ignorassem o ranger insistentes de madeira roçando o asfalto em seus encalços ou notar a estranheza do dia anormal.

E mesmo que um calafrio atingissem as colunas, tal fora assimilado com o frio constante daquela manhã.

Talvez fosse a imaturidade ou a falta de avisos de suas matriarcas e a ignorância sobre.

Contudo como elas saberiam sobre algo imperceptível como a falta de caráter de duas crianças modelos?

O primeiro aviso sobre as atitudes barbáries de Oliver passou bem diante de seu nariz e sem qualquer espécie de conhecimento ou avisos.

Naquele mesmo dia Otávio sumiu de suas memórias, da memória de qualquer um que possuísse contato com o menino ali mesmo na escola e de seu círculo familiar.

De todos os pequenos sinais um passou despercebido para Oliver; o olhar vil e mortal que lhe observava ao longe. Pronta pra lhe pegar a menor falha…

A cota de ruindade esgotara-se para ele.

As mãos de Oliver correram na sua frente para pegar, Suzy, a poodle de sua mãe, a cachorra já sabia o que vinha a sua espera. Todas as tardes eram sempre iguais.

Oliver gostava de testar limites. Pelo menos, era isso que ele mencionava várias vezes ao dia quando a consciência pesava.

E por isso, Suzy, a cadela corria o mais longe possível do menino. A sensação de fazer a pobre cachorra sofrer o instigava deixava-o em êxtase.

Já fizera barbaridades com a pobrezinha, desde queimar a ponta da cauda cortada, como esmurrá-la diversas vezes. Tanto com as mãos ou com algum objeto.

Uma vez bateu tanto na cadela que seus olhos passaram dias esbugalhados, até a mãe sempre ocupada perceber e levar às pressas ao veterinário.

Valéria nunca estava por perto para observá-lo, trabalhava muito. Era isso ou os dois ficariam sem lar, comida e os cartões entrariam nos “órgãos de proteção ao crédito”.

O apartamento simples de dois quartos, sala e uma cozinha que dividia espaço com a sala de jantar modesta, arrancava de seu salário quase metade dele. O resto ficava para contas e alimentação, tudo espremidinho para aguentar até o final do mês. As roupas caras e os videogames eram parcelados em várias vezes no cartão.

Por isso ela foi em busca de outro emprego de meio período. O que resultou em deixar o garoto sempre sozinho.

No início a dona Quitéria, ex-sogra de Valéria, levava o menino para sua casa. Conforme ele foi crescendo, indo para a escola sozinho e passando mais tempo jogando videogame as coisas mudaram.

E com isso a cadela Suzy se tornou assustada.

Valéria se enganava as desculpas prontas na ponta da língua:

“Suzy está velha de mais”.

Fato esse que não passou despercebido para dona Quitéria, a mulher notará antes com seu papagaio Afonso e tentou alertar a mãe sempre ocupada.

“Dona Quitéria não é nada, é extremamente normal para uma criança!” Ela dizia e repetia para si e os outros.

Naquele dia a cachorra apavorada correu e se escondeu em baixo da cama de sua dona e Oliver foi atrás dela pelo vão.

Suzy se arrepiou e começou a latir.

Oliver estava bastante entretido agachado com as mãos esticadas para notar o frio aumentar no ambiente, o quarto pequeno ser tomado por uma neblina aterrorizante e quando as costas se arrepiaram, foi só aí…

Um chiado agudo atravessou sua audição e uma risada medonha percorreu o apartamento.

A risada sádica e maléfica fora o som mais terrível que Oliver presenciou em sua vida, ele espremeu os olhos melindrosos.

Os músculos tencionaram para continuar em sua busca por diversão, assustado em demasia para sai de onde estava, o medo o paralisou.

O garoto sentia o coração tamborilar com rapidez, a respiração alterada e os dedos grudados no gélido chão apertando-o para conter o pânico crescente. E o som medonho de madeira arrastando no piso polido ecoava cada vez mais alto.

Oliver fez apenas o que qualquer criança medrosa faria; escondeu os pés em baixo da cama e reduziu a respiração o quanto pode.

Acreditou que daquela forma a coisa o deixaria em paz.

A situação aterrorizante só comprometeu o juízo do menino no instante em que algo agarrou-lhe o pequeno bracinho, unhas compridas e pontudas fincaram a pele escura do garoto.

O ardor na região veio junto ao sangue quente escorrendo pelos buracos causados no atrito pele e garras.

E sua mente fora invadida com lucidez a mesma voz rouca e medonha, que rira outrora:

“Moleque ou você arrepende-se dos seus atos vil ou será meu!”

A mão monstruosa o largou e a madeira arrastou-se no piso se afastando. Até ele ter a certeza que aquela coisa havia sumido.

E não estava nenhum pouco afim se ser novamente visitado.

Oliver sentia a respiração pouco a pouco se recuperar, enquanto em mente tentava se afastar o máximo possível da cadela.

E o animalzinho ao perceber que o garoto se afastara pode então dormir em paz.

A noite Oliver ainda estava apavorado, nunca antes ouviu tal som tão macabro quanto aquele.

Sua pele queimava pelo roçar da mão calejada, junto as garras afiadas, ainda presente numa cicatriz enorme escondida em baixo da blusa de mangas longas.

Repetia inúmeras vezes; nunca mais chegaria perto de Suzy em sua vida e pediria para sua mãe dar um fim na cadela.

A boa mulher sempre fazia tudo pelo menininho, não o negaria um pedido como aquele.

Era mais confortável dar um fim a cadela do que melhorar a si, sempre é mais confortável culpar terceiros.

Oliver tentara jogar qualquer coisa no seu videogame, mas a concentração desvaiu, os dedos trêmulos e a cabeça borbulhando em volta do ocorrido de mais cedo.

Quando encarou o relógio, vinte uma e cinquenta e nove, só aí lembrou do dever de casa por fazer para o dia seguinte, deu de ombros faria na primeira aula. Escolheu seu time e voltou a jogar FIFA.

Estava concentrado de mais para notar os passos pesados em sua direção, o ranger da bengala que raspava no piso escuro lustroso. Quando percebeu foi tarde demais.

Uma velha mulher de longos e desgrenhados cabelos grisalhos lhe encarava séria. Os olhos dourados lembrava-os de um réptil, o ódio era disseminado por eles e os lábios finos enrugados arqueados numa carranca maldosa.

A pele vincada dava um aspecto escamoso e Oliver podia jurar ver um brilho esverdeado escapar de sua pele envelhecida.

Não sabia ser a mente lhe pregando mais uma peça, ou a iluminação da TV, ou se estava louco.

O menino apavorado se espremeu no sofá de capa escura, cuja escondia os rasgos por sua idade. Ele fechou os olhos na expectativa de aquela criatura horrorosa desaparecesse novamente.

O que Valéria esqueceu foi de avisar à Oliver; as crianças que se comportam mal são levados pela Cuca.

Ele apenas teve o tempo de grudar os dedos na capa do sofá com força, antes dos lábios finos e escamosos virar um sorriso macabro, tal não observado pelos olhos fechados.

Depois disso o garoto não viu mais nada de sua casa, ou viu sua mãe ou até mesmo a cadela maltratada, Suzy.

Ele agora era propriedade do desconhecido.

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19 de Setembro de 2018 às 16:53 11 Denunciar Insira 9
Fim

Conheça o autor

Neeca Ashcar Escrevo uma par de coisas voltado ao publico LBGTQI+. De romances bonitinhos ao que der na telha, cheio de dor e sangue. Não espere constância! ;) Já ouviu a palavra de kakaGai hoje? Mama NagaIta. Best da Sata Nath! Melhor pessoa desse universo! <3 Perfil no Wattpad e no Nyah. ;)

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Karimy Karimy
Olá! Escrevo a você por causa do Sistema de Verificação do Inkspired. Caso ainda não conheça, o Sistema de Verificação existe para ajudar os leitores a encontrarem boas histórias no quesito ortografia e gramática; verificar sua história significa colocá-la entre as melhores com relação a isso. A Verificação não é necessária caso não tenha interesse em obtê-la, então, se não quiser modificar sua história, pode ignorar esta mensagem. E se tiver interesse em verificar outra história sua, pode contratar o serviço através do Serviços de Autopublicação. Sua história foi colocada em revisão pelos seguintes apontamentos retirados dela: 1)Falta de vírgula e concordância em "Por baixo da educação um segredos vil" em vez de "Por baixo da educação um segredo vil". Falta de vírgula em "Logo cedo com um beijo" em vez de "Logo cedo, com um beijo"; "preparado com amor como em" em vez de "preparado com amo, como em"; "No caminho para a aula encontrou Otávio o garoto de sua turma" em vez de "No caminho para a aula, encontrou Otávio, o garoto de sua turma". Vírgula desnecessária em "comuns, —". Falta de vírgula em vocativos, como em "Moleque ou você" em vez de "Moleque, ou você". Vírgula no local incorreto em "sua casa, ou viu sua mãe ou até mesmo" em vez de "sua casa ou viu sua mãe, ou até mesmo" 2)"levará sua mãe" em vez de "levara sua mãe". Os erros acima são apenas exemplos, há alguns outros de natureza similar. Aconselho que procure por um beta reader; é sempre muito bom ter alguém para ler nosso trabalho e apontar o que podemos melhorar e no que acertamos, assim como ajudar-nos com a gramática e ortografia. Caso se interesse, esse serviço também é disponibilizado pelo Inkspired através do Serviços de Autopublicação. Quanto à história, adorei a forma como o clima foi construído; me senti sendo puxada cada vez mais para dentro da trama, torcendo e esperando pelo que viria com atenção total. A maneira desleixada da mãe me horrorizou, principalmente porque consigo acreditar que existam pessoas como ela, e os meninos também não ficaram para trás"... Quando a Cuca apareceu, cheguei a prender a respiração! Ah, e sua capa é linda! Bom... Basta responder esta mensagem quando tiver revisado a história que farei uma nova verificação.
27 de Fevereiro de 2019 às 18:52
Nathy Maki Nathy Maki
É o que dizem né, nos melhores frascos ha os piores venenos.... pera, acho que não era assim, mas agora é u.u Se eu disse que achei bem-feito o destino dos garotos ganho uma passagem de descida de tobogã direto para o lugar onde o verão não acaba? Que pena, porque eu achei sim. Dá uma sensação de justiça, embora isso não seja exatamente justo. Ninguem devia fazer isso com nenhum ser vivo e, mesmo eu tendo levado um arranhao enorme de um gatinho hoje só pelo fato de acariciar ele, nunca faria algo do tipo. Jamais! Então sim, manda ver aí no trabalho Cuca! E or falar nela adorei que tenha usado ela como representaçao, as vezes a coitada fica esquecida no folclore, perdendo espaço pros "famosinhos", entao que maravilha de história <3 Eu amo quando o clima de suspense e tensão fica alto e permanece assim por toda história! Melhor coisa! Infelizmente, eu conheço muitas mães assim, que não querem saber dos defeitos dos filhos e isso é muito triste. Espero que a Suzy tenha ficado muito bem depois de tudo <3 Fui atraída ela sinopse e saí maravilhada com o quão bem narrada e escrita foi a história! Sério, muito in love com ela <3 Continue arrasando, um beijo!
25 de Setembro de 2018 às 20:49
Yasu Wada Yasu Wada
Eu conheço um menino com o perfil do Oliver e agora deu uma vontade enorme de mandar a Cuca vim buscar ele kkk. Que História foi essa em Nicca! Você consegui me impressionar!
21 de Setembro de 2018 às 15:59

  • Neeca Ashcar Neeca Ashcar
    Nossa a Cuca poderia levar ele como fez com o Oliver, né mesmo? Estou feliz que tenha impressionei 💚 gracias por ler e comentar :3 25 de Setembro de 2018 às 10:54
LiNest LiNest
Gente que conto fascinante! Sério, eu to muito fascinada com essa história, Nicca, amei praticamente tudo desde a capa até o final kkkkkk mas vos lá. Uma coisa que vc fez muito bem aqui foi estabelecer a tensão que já se faz presente na primeira parte quando vc dá a idéia de que Otávio e Oliver não eram flor que se cheire, e depois só venho a desgraça (falando nisso acho que seria bom vc colocar detalhadamente os triggers na nota inicial porque, como no meu caso, abuso, principalmente contra animais, pode ser realmente prejudicial e isso não está especificado nas notas, então eu fui pega de surpresa com a parte com a Suzy e, bem, não foi uma sensação legal). Além do horror dos atos dos garotos, o que mais me chocou foi o descaso da mãe, embora compreensivel, é meio alarmante quando tantos detalhes óbvios e até mesmo avisos de outras pessoas é ignorado tão facilmente, falando nisso, teve só um detalhe que me fez perguntar; mas na visita ao veterinário não houve nenhum laudo de agressão? Geralmente é o que acontece nesses casos e o veterinário pode até mesmo acionar a policia. Enfim, só um detalhe pequeno. É só que dá muita raiva de ver que ninguém fez nada pra acudir a pobre cadela além da Cuca e GENTE QUE CUCA FOI ESSA? Eu achei tão iconica a cena da aparição dela, tão apavorante, mas que ainda me fez sentir certo alivio porque eu já queria estrangular aquele pirralho então foi meio que uma "justiça" satisfatória sabe? Tão horrivel quanto seja dizer isso. É tipo ver o Joffrey morrer, eu meio que vibrei quando a Cuca cuidou do problema chamado Oliver lol enfim, ótimo conto, tudo aqui é lindamente bem escrito, embora alguma revisão seja necessária. Perfeito, de verdade <3
21 de Setembro de 2018 às 12:26

  • Neeca Ashcar Neeca Ashcar
    Olá tudo bem? Nossa olha que comentário mais amorzinho 💚 Amei cada dica sua, principalmente sobre a falta de gatilho no caso da mãe. Sério muito Obrigada! 💚 Então sobre o caso de maus tratos a cadela tem uma explicação, na verdade parte da história é real, exceto a parte da Cuca hahahahah. O Oliver e Otávio existem, não sei como está a vida deles hoje em dia, mas naquela época, infelizmente o Oliver (que não é esse nome) passou tudo impune, meu erro aqui foi não ter caracterizado nos anos 90. E a mãe dele também existiu. Na verdade todos do meu ciclo entre cinco e nove anos de idade os pais em questão eram ausentes, por exemplo eu que fui criada pela minha avó, o Oliver que sua mãe trabalhava tanto para cuidar dos dois filhos porque o marido tinha abandonado a família. É tenso. Acontece que nos anos 90 infelizmente não havia essa preocupação com animais, veterinários em geral e eles eram absurdamente caros, e os mais baratos eram tipo ir ao SUS, que nem olhavam direito. Mas minha tia adotou a cadela na história real e ela passou o resto de sua vida feliz. A Cuca é minha diva da salvação, e obrigada por todos os comentários sobre a tensão da cena eu tentei ao máximo não perder essa tensão ao longo da narrativa. Vou corrigir sim 😉 Eu estou mega feliz pelo seu comentário, e peço desculpas pela falta de avisos, é que para mim era tão natural essa espécie de descaso que até esqueci. Beijinhos 💚 25 de Setembro de 2018 às 10:53
  • LiNest LiNest
    Awn que isso, adorei muito o conto viu? Ele até ficou na minha cabeça por uns dois dias porque fiquei realmente ompactada. Sobre vc ter se baseado em fatos reais, infelizmente gente assim existe e na maioria das vezes não é punida mesmo, uma pena imaginar crianças fazendo tais crueldades, mas é mais comum do que queremos acreditar, só uma pena vc ter tido esse caso tão perto do seu ciclo. E sim, acho que faltou ambientar porque não imaginei que se passava nos anos 90, por isso fiquei surpresa com o veterinário não ter notado nada, mas na época sem dúvida faz sentido isso ter acontecido. Enfim, sorte que temos a Cuca aqui não é? Pra crianças como Oliver terem um pouco do próprio remédio. 25 de Setembro de 2018 às 11:15
E C E C
Se eu disse que amei o destino de Oliver, vou para que lugar depois de minha morte? rs Eu adorei que usou a própria cantiga que sempre cantamos e cantamos e não percebemos sobre o que se trata (eu pelo menos kkkk). Uma punição para tais tipo de pessoa (que nem deveriam ser chamados assim, porque não é digno de ser gente) deveria ocorrer sempre. Gostaria de saber que uma Cuca dessas anda por aí assim mesmo, ficaria mais tranquila. Amei ler <3
19 de Setembro de 2018 às 18:36

  • Neeca Ashcar Neeca Ashcar
    Se eu disser que basei o Oliver num escrotão que conheci quando criança e ainda guardo mágoas no meu coração vou para que lugar? Queria mesmo que a Cuca tivesse levado aquele fdp pro inferno, fazer o quê... O nome dele não era Oliver mas a cadelinha chamava-se Suzy. Ela sofreu tanto que ficou agressiva e ninguém podia chegar perto dela, aí minha tia adotou a cachorra e ela passou o resto da sua vida feliz, porém ainda não chegava perto de ninguém exceto minha tia. Eu adoro cantigas, cara eu lembro que quando criança eu roubava as cartilhas da minha prima e tinha uma cheia de cantigas, e passava o dia todo cantando. Não poderia faltar aqui. 😉 Muito obrigada por ter comentado, e compartilhado da minha raiva pelo Oliver, fiquei muito feliz! Beijinhos 😘 19 de Setembro de 2018 às 20:20
Di Angelo Di Angelo
Uau! Ficou muito boa, cada vez você me surpreende mais.
19 de Setembro de 2018 às 15:04

  • Neeca Ashcar Neeca Ashcar
    Obrigada amorzinho por sempre me apoiar, por ler as tranqueiras que escrevo, compartilhar as ideias comigo e ser esse amorzinho sempre 💚 19 de Setembro de 2018 às 20:11
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