O Amor de um Soldado Louco Seguir história

loveyandere Bianca Queiroz

Flaky acorda sem suas memorias. Com ferimentos e em um quarto desconhecido, Flaky se assusta com a figura de um homem sentado em uma poltrona negra no canto do quarto. Ele diz ser o novo responsável dela até que a mesma recupere as memorias e volte para sua família. Um homem aparentemente gentil, mas que traz calafrios em Flaky.


Fanfiction Desenhos animados Para maiores de 18 apenas.

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Prólogo

Ele apreciava a imagem do pequeno corpo enfaixado sobre sua cama. A opera que era tocada na vitrola não lhe impedia de acompanhar a respiração calma de Flaky, que já havia aberto os olhos.

No canto mais escuro do quarto Flippy permanecia sentado em silêncio, ansioso para que a garota notasse por si mesma sua presença.

O gemido de dor que saiu dos lábios da menina ao tentar se mexer na cama fez arrepios subirem pela espinha de Flippy, que soltou o ar pela boca ao se esquecer de respirar.

Confusão passava pelos olhos da ruiva, que rolava as orbes sobre cada detalhe do quarto, curiosa para saber onde estava.

Foi quando seus olhos finalmente caíram sobre Flippy, que sorriu sentando em sua poltrona.

— O que... Quem...

A voz rouca de Flaky soou fraca pelo quarto, quase não conseguindo formar palavras por toda confusão que tomava sua cabeça.

Flippy levantou-se da poltrona, andando lentamente até a cama que a ruiva deitada tentou se arrastar, porém falhando ao sentir a forte dor percorrer todo seu corpo.

O homem de cabelos verdes esticou as mãos até a vitrola, parando o disco que era tocado nele.

Por algum motivo Flaky sentiu-se aliviada com isto. A opera que tocava apenas deixava aquele ambiente escuro mais assustador.

Com calma Flippy sentou-se na beira da cama, ao lado da pequena que o olhava com olhos assustados e confusos.

— Eu me chamo Flippy. Estou aqui para cuidar de você.

Flaky pareceu confusa.

— O que aconteceu?

— Não lembra-se de nada? - Flippy arregalou os olhos, e ela negou lentamente com a cabeça. - Ah, entendo. O medico confirmou que não houve lesões em sua cabeça. Talvez sua perca de memoria tenha sido causada pelo trauma que terá durante a guerra.

O homem franziu as sobrancelhas, segurando o queixo pensativo.

— Guerra? Do que está falando?

Flaky ficou agitada. Agoniando-se por não saber de nada.

— Acalme-se. Não é bom que fique tão estressada na situação que está. - Flippy sorriu, tocando o ombro nu da garota, como se dissesse que estava tudo bem.

Flaky se incomodou com o toque gelado do rapaz. Não gostava da intimidade que ele tinha com ela.

— Nós nos conhecemos?

Ele negou com a cabeça.

— Apenas a encontrei nos escombros de uma casa destruída. - Ele tomou um tom melancólico. - As enfermeiras encontraram isto nas suas vestes. - Ele tirou do bolso da calça um envelope manchado com sangue. - Não continha nada dentro, mas ainda sim tem um nome escrito no verso. Flaky. Esse seria seu nome?

— Flaky...?

Repetiu para si mesma, forçando-se a lembrar de algo. Uma forte dor de cabeça a atingiu, e as dores do corpo se intensificaram.

A menina fechou os olhos, segurando um gemido de dor.

— É melhor eu ir pegar o seu remédio. - O homem levantou-se, fazendo a cama ranger por não ter mais seu peso sobre ela. - Irei fazer um lanche para você. Então descanse até eu voltar.

Flippy largou o envelope sobre a escrivaninha, andando sem pressa até a porta. Flaky ouviu o ranger das dobradiças já desgastadas, e então o calmo bater da porta que fora fechada por Flippy.

Conseguia ouvir os passos do rapaz se afastarem pelo corredor, e foi quando se deu conta de como o silêncio era esmagador naquela casa.

Sozinha e sem condições para se mexer ela permaneceu ali, encarando o teto de madeira do quarto sombrio.

Se perguntava o porque do rapaz deixar as cortinas fechadas. Se incomodava tanto com um pouco de claridade?

Os olhos da menina caíram novamente sobre o envelope, encarando bem o seu sangue já seco no papel.

Quem havia lhe entregado aquilo? Algum familiar? Eles estavam procurando por ela? Ou já haviam aceitado sua morte e desistido dela?

O medo por não saber de nada a assombrava, criando diversas paranoias em sua mente.

Realmente tinha uma família para qual voltar?

Ela fechou os olhos mais uma vez, os apertando por de baixo das pálpebras. Forçava sua mente a lembrar de algo, porém apenas conseguindo intensificar sua dor de cabeça por se esforçar de mais.

Gostaria de ir embora logo dali, porém na situação que se encontrava conseguia nem mesmo comer por si só.

Aquele lugar a assustava.

Talvez por ser escuro de mais? Ou sera por causa da impressão ruim que teve ao acordar e ser recebida por aquela opera horrível? Ou talvez a imagem de Flippy sentado no escuro a observando?

O rapaz parecia ser alguém muito gentil, porém Flaky não confiava plenamente nele. Ele continha algo que a intimidava.

Por quanto tempo ainda teria que ficar na companhia de Flippy?

17 de Setembro de 2018 às 20:41 0 Denunciar Insira 0
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