The Truth Untold Seguir história

trivia_singularity Trivia Singularity

“Para aqueles que afastam-se de Omelas não há felicidade ou calor do sol numa manhã invernal. Não há nada além de dor e solidão”. Eis o lema do vilarejo ao qual Kim Namjoon dirigia-se para trabalhar ao lado de seu irmão adotivo, Jeon Jungkook. Em Omelas, a tristeza azul não existia, mas sim as díspares tonalidades das emoções felizes, entretanto, algo dentro de Namjoon ainda permanecia azul após o falecimento dos avós, pais de criação, portanto, não conseguia enxergar nenhuma vívida gradação sem atiná-la falsa. Sabendo não poder demonstrar emoção negativa em Omelas, sua nova conjuntura tornar-se-ia assustadora, se não fosse o encontro com um estranho mascarado dentro de um florido campo azul. O Fantasma de Omelas: singular em todos os sentidos. [Namjoon x Taehyung] [Jungkook x Jimin] [Hoseok x Yoongi] [VMon] [JiKook] [YoonSeok]


Fanfiction Bandas/Cantores Impróprio para crianças menores de 13 anos.

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Aqueles Que Afastam-se De Omelas

“Para aqueles que afastam-se de Omelas não há felicidade ou calor do sol numa manhã invernal.


Não há nada além de dor e solidão”.


– “The Ones Who Walk Away From Omelas”, Ursula K. Le Guin, 1973.


*


Manhã ensolarada, infinito empíreo azul e árvores que corriam ao lado oposto para onde seguia.


Sol deveria representar lucidez e felicidade, mas não quando acompanhado de um firmamento de nuança tão fria e sufocante quanto o azul, que consternava qualquer ser sensível. Pior eram as macieiras: fugiam do local para onde a carruagem corria e Namjoon não sabia proferir se fazia certo indo para tal vilarejo tão afastado dos demais feudos.


Os pulos da carruagem foram cessando à medida que os cavalos relinchavam frente a portões grandes de ferro que abriram-se num rangido ensurdecedor, dolente aos tímpanos. Namjoon vergou lábios, moveu nos fios alaranjados e fechou um olho, percebendo a porta da carruagem abrir-se por um guarda e o cocheiro conversar amigavelmente com outro. Nenhum deles parecia má pessoa, entretanto, Namjoon sentia que era tudo muito, hã...


Forçado.


- Lamentamos o inconveniente. – mesurou o guarda, enquanto Namjoon descia com a bolsa nos ombros. – Apenas nobres seguem à mansão de carruagem. Novos empregados precisam caminhar o restante.


- Sem problemas, obrigado. – mesurou somente com a cabeça, avaliando o longo caminho à mansão em tons azulados e brancos. – Como um pedaço de céu nas nuvens...


Embora não parecesse paraíso ou paz astral.


- Não preocupe-se, garoto. – riu o cocheiro, fazendo-o virar-se para cravar seu sorriso escaldante. – Basta seguir reto. Não há como perder-se.


- Tudo bem, eu—


- Cheguei! – um garoto de cabelos negros e levemente bagunçados apareceu correndo, apoiando-se nos joelhos para retomar fôlego. Assim que ajeitou a postura e sorriu, Namjoon arregalou o olhar e saudade aflorou timidamente até descer pelo olho. – Acompanhá-lo-ei à mansão. Desculpem-me pelo atraso: estava cuidando das flores.


- Imagine, Jungkook, você é o melhor jardineiro. – sorriram os guardas, enquanto Namjoon media-o: nem parecia a criança que conhecera com aquela altura e ombros largos, todavia, o sorriso delatava que era seu irmão adotivo. – Cuide bem do novato.


- Pode deixar! – meneou, enfim encarando Namjoon e rindo ao vê-lo secar o canto dos olhos. – Qual é, prometeu que não faria isso.


- Complicado quando não vemo-nos há mais de sete anos e só conversamos por cartas. – suspirou, abrindo os braços para aconchegar aquele que por tantos anos protegera, mas saíra de casa quando a fome fora maior, parando em Omelas como empregado daquela mansão. – Senti sua falta, Kookie...


- Também senti a sua, Mon... – afastaram-se, sorrindo um ao outro. – Vamos? Preciso mostrar-te o local, já que amanhã seus trabalhos começarão.


- Serei jardineiro contigo? – Jungkook assentiu, ambos caminhando. – Sabe que não entendo nada de flores e minha facilidade é destruir coisas, não criá-las e embelezá-las.


- Vai por mim: conseguirá. Quando cheguei aqui não sabia nada, mas ninguém precisou ensinar-me para que eu aprendesse.


- É que não existe nada que você não faça.


- Não existe nada sabido que eu não faça. – corrigiu Jungkook. – Certamente há algo que nem tentando farei, só ainda não descobri o que é.


- Quando descobrir, avise-me. – fê-lo rir, enquanto admirava cerejeiras, algo insueto tendo em vista as macieiras de antes de atravessar os portões. – Ei, Kookie: esse vilarejo é estranho, não acha?


- “Estranho”? – piscou confuso. – Estranho como?


- Diferente talvez seja a palavra correta, mas... – fitou-o curioso. – Pouco antes de entrar em Omelas, vi pobreza, fome e violência: tudo esquecido e deixado de lado, como o vilarejo em que crescemos. – fitou o céu azul. – Bastou entrar aqui que o firmamento não é mais gris, o sol brilha e pessoas riem por nada.


- Qual seu problema, hein? – suspirou Jungkook. – Não gosta de ver pessoas felizes?


- Não é isso: gosto de vê-las felizes, mas tudo parece muito mágico e surreal.


- Mon... – Jungkook parou e pousou a mão no ombro do mais velho, ambos sérios. – Vovô e vovó partiram. – Namjoon baixou o olhar. – Sei que é complicado ver beleza quando nossos “pais” faleceram há menos de uma semana, mas em Omelas não existe infelicidade ou angústia. Ninguém chora, entendeu?


- Quando cheguei, chorei ao revê-lo—


- Foi a primeira e última vez. – sorriu e Namjoon estranhou. – Confie: sua nova vida aqui, ao lado da minha, será repleta de felicidade e risos diários. Nunca mais conhecerá tristeza.


- Como saberemos o que é felicidade se esquecermos o que é tristeza? – fê-lo revirar os olhos e voltar a caminhar, seguindo-o. – Estou disposto a enfrentar nova vida, lidar com novidades ao seu lado, é só um pouco estranho ver tanta gente feliz aqui e tantos infelizes lá fora.


- Talvez seja: há eras não saio da mansão. Enfim, conhecerá os nobres, mas não os servirá: seu trabalho é cuidar dos jardins comigo, certo? – piscou um olho. – Ensinarei tudinho, só cuidado para não apaixonar-se por algum nobre, hein? Empregados e realeza não podem criar vínculos.


- Não sou fácil de apegar-me às pessoas. – riu, estranhando o aviso de Jungkook. – Por que esse comentário súbito?


- Nada—


- Kookie. – fora a vez de Namjoon parar Jungkook pelo antebraço, obrigando-o a encará-lo. – Quem é?


- “Quem é” o quê? – riu nervoso. – Não há ninguém—


- Sete anos conversando por cartas não deixou-me menos sensível com relação à você e suas esquivas. – fê-lo desfazer o sorriso e agitar os dedos. – É da realeza, não é? Pode contar-me?


- Segredo, entendeu? – Namjoon assentiu e Jungkook sussurrou em seu ouvido. – O filho mais novo do casal.


- “Mais novo”? – iterou, vendo-o assentir quando afastou.


- Embora seja mais velho que eu. – vergou os lábios. – Não parece, mas é e tenho de desfazer-me desses sentimentos pela felicidade de Omelas.


- Não entendi...


- Se qualquer regra for quebrada, todos ficarão infelizes, então preciso seguir a norma de não apaixonar-me por alguém da realeza.


- Seguir a regra infelicita-te, percebeu? É assim que as coisas são por aqui?


- Precisamos de empatia—


- Impressão minha ou você realmente não parece-me feliz, mas tentando transparecer felicidade com sorrisos falsos? – silêncio de Jungkook, que volveu a caminhar assim que baixou o rosto. – Kookie, ei. – pegou-o novamente pelo antebraço. – O que é este vilarejo? E diga-me se ele realmente alegra-te.


- Sequer eu sei, Mon, mas preciso seguir as regras impostas. – olhou de um lado ao outro, checando se estavam sozinhos. – É verdade que finjo alegria boa parte do tempo, mas talvez seja porque viemos de fora. Pessoas que crescem aqui são felizes.


- Ou fingem muito bem. – Jungkook ponderou, concordando. – Como chama o garoto?


- Jimin... – corrigiu-se. – Park Jimin.


- Pensei que o sobrenome real fosse Kim igual ao meu, não Park. – estranhou Namjoon.


- Ele é adotado, mas não registraram-no como Kim, então digamos que não é real, só que é simultaneamente. Bem complicado. – suspirou Jungkook, massageando as bochechas para sorrir. – Enfim, não chore em público ou fique com expressão longínqua de quem pensa demais, entendeu? Não é apreciado esse tipo de coisa: não faz-te simpático e poderá perder o emprego e a estadia em Omelas.


- Tá, entendi... Eu acho...


Jungkook alargou o sorriso satisfeito e volveu a caminhar, contando como era a rotina e adiantando tarefas que Namjoon aprenderia. Apesar de ouvi-lo, o mais velho não atentava-se a nenhum verso conforme beiravam-se da entrada da mansão, avaliando grandiosos jardins e coloridas flores.


Muito trabalho, pensou, mas era paradisíaco, com pétalas dançando a cada vento refrescante e atraindo cumprimentos entre empregados e nobres, todos muito amigáveis. Mesmo que tudo fosse perfeito, Namjoon sentia seu coração apertar e um vazio preencher seu estômago: Jungkook talvez tivesse razão ao dizer que só estava triste pela morte dos avós, pais de criação por todos aqueles vinte e cinco anos.


Quiçá só estivesse desconfiando de tudo por não estar em condições de aceitar felicidade.


Precisava desatar-se do passado e viver presente e futuro ao lado do antigo, mas não de sangue, irmão mais novo.


- Ah, Kookie! – um louro garoto pequeno pulou degraus da entrada da mansão assim que avistou-os, correndo no jardim e erguendo pétalas.


- Oi...! – o modo nervoso e aparente coração acelerado de Jungkook fez Namjoon automaticamente reconhecer aquele por quem ele apaixonara-se. – O que faz aqui?


- Estou passeando. – parou na frente e Namjoon avaliou-os: Jungkook era mais alto e com ombros largos, parecendo mais velho. As roupas eram simples, resumindo-se numa camiseta branca, pouco manchada de terra molhada, e calça rasgada. Já Jimin tinha expressão dócil e vestes reais, arrumadas e limpas. – Ah, você é o irmão mais velho do Kookie?


- Hã? – Namjoon saiu assustado dos devaneios ao perceber que a informação, que deveria ser sigilosa, o mais novo dos nobres conhecia. – É, eu—


- Jiminnie, fale baixo... – pediu Jungkook e Jimin tapou a boca, olhando ao redor. – É segredo, ouviu?


- Perdão. – juntou as mãos e fê-lo rir, rindo fofo junto. Namjoon percebeu algo: não eram só gentis um com o outro, mas íntimos. Talvez houvesse mais segredos entre eles, ponderou. – Ah, sou Park Jimin!


- Kim Namjoon. – mesurou sorrindo. – Pelo visto ouviu falar de mim.


- Ouvi e alegro-me por finalmente conhecê-lo. – sorriu fofo, virando-se e acenando a dois garotos mais velhos: um de vestes similares a sua e cabelos rosa, e outro ruivo com uma espada na cintura. – Jinnie! Hobi! Venham cá! – acenou. – Vejam!


- Ah! – sorriu o nobre rosado, rapidamente beirando-se e estendendo a mão a Namjoon. – O novo jardineiro, irmão de Kookie. – sinalizaram sigilo e este sussurrou perdão. – Esqueci que há relutância em aceitar empregados que tenham parentesco com algum daqui. – sorriu. – Sou o mais velho, Kim Seokjin, mas chame-me somente de Jin.


- Kim Namjoon. – encarou Jungkook de soslaio, que claramente era próximo da realeza, sobretudo de Jimin ao vê-lo retirar uma pétala do cabelo dele, fazendo-o rir fofo. – Prazer conhecê-lo.


- Sou Jung Hoseok, uma espécie de mentor ou guarda-costas, você decide. – cumprimentou Namjoon com um sorriso caloroso. – Precisando de ajuda em adaptar-se, estou aqui.


- Hobi é encarregado de ajudar novatos a tomarem posições e acostumarem-se com a vida daqui. – esclareceu Jungkook, encarando-o. – Mas por que está com a espada? Sairá hoje?


- Mandaram-me ao subúrbio fora de Omelas para checar uma ilegalidade, então tenho de ir assim. – suspirou, acenando. – E minha carruagem espera-me no final dessa entrada longa, então estou partindo. – encarou Namjoon. – Na volta te ajudarei no que precisar, certo?


- Obrigado. – auferiu dois tapinhas nos ombros, sorrindo.


- Kookie, precisamos que avise aos empregados onde Namjoon ficará, enquanto Jiminnie e eu vamos à reunião de nossos pais. – pediu Jin. – Pode fazer isso?


- Claro, esqueci ontem. – moveu nos cabelos. – Vou lá.


- Ótimo, então até mais tarde. – Jin pegou o antebraço de Jimin, puxando-o. – Vamos, vamos, não fugirá das obrigações novamente.


- Ah, Jinnie...! – rezingou, sorrindo. – Até depois, Kookie, Moni!


- “Moni”? – iterou Namjoon, acenando e cruzando os braços, avaliando a expressão culpada de Jungkook. – Contou a eles sobre mim?


- Não preocupe-se: são boas pessoas e os únicos que sabem. Cuidaram de mim desde que cheguei: somos íntimos. – suspirou. – Comunicarei sua chegada e, enquanto isso, dê uma volta nos jardins e aprecie, já que amanhã cuidará deles com todo carinho.


- Ferrou... – fê-lo rir, vendo-o acenar e correr. – Criança quase de tudo ainda.


Ajeitando a bolsa nos ombros, Namjoon caminhou pela grama dos jardins podados perfeitamente, imaginando se conseguiria fazer igual e se adaptar-se-ia. A saudade dos avós era grande dentro do peito e, por mais bonito que tudo fosse, Namjoon sentia-se deslocado e errado por não conseguir sorrir verdadeiramente: é como se empregasse uma máscara para simular algo que não pertencia-lhe.


Não era inerente a seu cerne.


Passava os dedos nas pétalas perfumadas e macias dos corredores: amarelas, rosas, lilás, verdes, laranjas, brancas, pretas... Todas as cores, contudo, uma rosa chamou-lhe atenção por sua singularidade: era azul e perdida no meio do caminho que dava aos fundos, local isolado. O corredor não era iluminado pelo sol devido à estrutura da mansão e o vento era gélido, soprando de um caminho solitário.


Pegou a rosa do chão e admirou-se com a gradação que pintava-a nas pétalas e em sua alma: um azul lindo, mas tão dolente. Curioso, caminhou vagarosamente, percebendo como as rosas azuis tornavam-se maioria com o avançar dos passos, substituindo o arco-íris de demais flores até tornarem-se as únicas atravessando um portão torto de ferro. Namjoon esgueirou o olhar por entre a grade, já que a porta estava trancada, avistando alguém com uma máscara e sobreveste negra, curtindo o vento no meio de rosas azuis, pouco iluminado pelo sol.


Quando o incógnito virou seu rosto, Namjoon arregalou os olhos.


Quem era o misterioso detrás da máscara?


- Flores azuis e... – o castelinho atrás do mascarado era interessante e quiçá impossível de manter-se em pé. – Habitação de areia...?


Seus olhos perderam-se no estranho mascarado parado em meio às flores azuis. Queria entrar, ver melhor aquele que aguçara sua indiscrição, contudo, teve a mão pega e puxada quando tentou abrir a porta. Olhou a quem puxava-o apressado e reconheceu as costas de Jungkook, nervoso e apreensivo.


- Ei—


- Nunca mais volte lá, entendeu? – parou sério, ambos ainda no corredor sombrio e vazio. – Não volte.


- Mas—


- Desculpe-me. – arrancou a rosa azul das mãos de Namjoon e jogou-a no canteiro, escondendo-a com terra. – Esqueci-me de contar que esse local não deve ser visitado por ninguém e a gradação azul é impureza, maldição, por isso tão singular.


- Não entendi... – semicerrou o olhar. – Quem era aquele, Kookie?


- Não importa. – Namjoon virou-se com a réplica de Jungkook, fazendo-o correr atrás e impedi-lo ao parar na frente. – Tá legal: gradação azulada é sinônima de tristeza e catástrofe, entendeu? E aquele é o Fantasma de Omelas, por isso mantenha distância. – fitou o portão envolto pelas flores azuis. – Precisarei podar novamente...


- Ainda não explicou, Kookie. – fitou o local atrás de Jungkook. – Quem é esse “Fantasma”?


- É o responsável pela nossa felicidade, mas também será responsável pela infelicidade caso obtenha atenção. – puxou Namjoon. – Explicarei direito depois, apenas saiba que não pode vir aqui, ok? Nunca.


Namjoon não relutou em ser arrastado para longe do portão com pétalas azuis, contudo, imaginou o que incidia e quem era aquele Fantasma de Omelas, que parecia tão solitário e triste quanto si.


Semelhava o único sensato de que a vida não eram flores coloridas como aparentavam os residentes.


O singular.


*


“Neste jardim


Cheio de flores de solidão,


Cheio de espinhos,


Enforquei-me neste castelo de areia”.

19 de Setembro de 2018 às 00:00 0 Denunciar Insira 0
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