Coisa de Menina — vkook taekook Seguir história

chimfada Roy taekook

Coisas de meninas, eram somente coisas de meninas, e tudo isso estava incluso em suas próprias bolas de estereótipo. Era coisa de menina ter um namorado, e principalmente usar um short curto. Mas não importava, se eram coisas de meninas, talvez isso fosse muito além da sua compreensão. Pois Jeongguk era um homem, assim como Taehyung, mas adorava coisas de meninas. ||| + 18


Fanfiction Bandas/Cantores Para maiores de 18 apenas.

#lemon #oneshot #bts #kpop #gay-hot #erótico #HoyMinjoon #chimfada #taehyung-top #jungkook-bottom #taekook #vkook
Conto
32
6.0mil VISUALIZAÇÕES
Completa
tempo de leitura
AA Compartilhar

Capitulo Único: Boy


Oh, baby baby don't you see. I got everything you need. Only a genius could love a woman like me...


Jeongguk cantava a música junto com os chiados mesclados de todas aquelas pessoas, eram cabeças flutuantes de sombras, amontoadas umas às outras dançando e se divertindo. O dançarino não prestava atenção em todos, focava em seu próprio divertimento, e apesar daquele não ser o seu tipo de ambiente predileto, não podia negar o quão excitante era sentir a energia que todo aquele público transmitia. E o principal, não era a fonte de atenção daqueles vozes, daquela “torcida”, o moreno estava escondido dançando com os braços e a cabeça, no máximo balançava o quadril de um lugar para o outro ao ritmo de SIA, sentindo a bebida que havia ingerido mostrando efeito em seus reflexos, porque era como se estivesse em outra dimensão.


Era como se tudo fosse muito contínuo, o tempo não parava e quando ousava olhar no relógio se deparava com minutos que se passaram em meios segundos, estava bêbado e estava em sua folga. As pessoas passavam por si como vultos, mal sentia os empurrões, seu corpo estava dormente.


Por baixo do cropped masculino escuro de mangas curtas que usava, estava um regata branca com tecido finíssimo que lhe marcava a cintura e pregava na sua pele, toda vez que o moreno se animava mais um pouco e começava a dançar da forma que adorava. Dava uma volta, ou outra, e o cabelo já pregava em sua testa e pescoço. Não tinha madeixas muito grandes, mas era o bastante para grudar em sua pele. Seus braços e rosto estavam lotados de glitter e suor, o pouco de batom e o delineador que havia usado mais cedo havia derretido e sumido em dois tempos.


E também usava um short. Esse que havia roubado de uma das bailarinas por estar puto demais com o como havia ocorrido em seu dia. Ser rejeitado não é para todos, muito menos para Jeongguk. Ele usava aquele jeans apertado e curto junto com uma meia calça de tecido fino escuro, sentia como se estivesse livre naqueles trajes casuais. O short lhe apertava no começo de suas coxas e comprimia o membro adormecido do moreno, nada que não estivesse acostumado. Mas daquela vez era diferente pelo simples fato de que dessa vez não carregava dores de cabeça por conta das horas que ficou fazendo seu cabelo até que ficasse perfeito, muito menos porque estava com ressaca depois de uma das noites que dormira bebendo para esquecer as dores que tinha em seu corpo.


E tinha Taehyung, ah o loiro… Ele estava fazendo falta naquele momento. Estava diferente porque o mais velho lhe via em momentos dolorosos e o apoiava, cuidava de si, contudo, ele não estava ali agora.


Agora quando Jeon tinha tudo a oferecer e um pouco mais, sua noite de folga seria não só dedicado a furtos de shorts que seriam devolvidos mais tarde, ou a baladas bem conhecidas com estilos musicais quentes, e também não seria apenas bebidas somado com a sensação de liberdade ao não usar calças masculinas e sim uma peça feminina em suas partes inferiores. Seria Taehyung, seria ambos, seria o divertimento de dois que se amam e se compreendem em vários sentidos.


Jeon acabara de sair do ensaio final, estava produzido horas antes, usava um dos melhores figurinos que já usara na vida. Seria uma grande apresentação, sua tutora dissera que aquela era a sua chance de começar uma verdadeira carreira como bailarino. Mas o moreno estava nervoso, dormiu mal na noite anterior, e falhou tão feio que foi substituído e levou esporro da mulher mais velha que conduzia a apresentação. Jeongguk fez a descoberta do quão esmagador era a sensação mesclada de raiva, tristeza e insegurança.


Se notou substituível demais; não desejava tanto aquele lugar na apresentação, afinal, haveria outras oportunidades, mas queria poder ser cobiçado como um grande bailarino clássico para mostrar as pessoas que duvidaram de si o quão grande poderia ser.

Grande, forte, simétrico. Acima do palco ou a frente do espelho da sala de ensaio nada saía errado, tudo era perfeito, doía e ardia. Jeongguk passava dias sentindo seus músculos rasgarem, aquela ardência conhecida que o deixava eufórico. Seus pais não entendiam, não viam tanta beleza em um rapaz dançando delicadamente.


Passos leves. Jeongguk pisava no chão como uma pluma pousava no chão, mas não entendiam a destreza da técnica que era usada nisso, ou nem imaginavam a força que era levada em um chute que ia do chão ao topo da sua cabeça.


Coisa de menina; era feminino demais para seus familiares usar roupa colada e de cor clara, beirando o azul bebê ou rosa.


Arrumava o cabelo, se maquiava, tirava seus pelos, sempre tentava manter suas unhas em ordem, por mais que na maioria das vezes acordava com roxos nas pernas e nos pés, e calos nas pontas dos dedos, assim como unhas encravadas que nunca se curavam.

Jeongguk gostava de outros tipos de roxos.


— Aceita uma dança? — perguntou cortês um rapaz de voz grossa e lábia insuperável. Jeongguk conhecera aquela voz no primeiro segundo e não deu-se o trabalho de virar o rosto para sentir a mão de Taehyung se arrastar por sua cintura e firmar um lugar o puxando para perto, aproximando o rosto para sentir o cheiro que o pescoço do bailarino transmitia.


— Não devo, — Jeon falou tomando um gole da bebida que segurava em suas mãos, tinha o gosto crítico de limão e fez com que o mais novo curvasse um dos cantos do lábios formando um sorriso que Kim não pudera resistir; — meu namorado está chegando.


Kim riu soprado rente a parte anterior da orelha pequena e adornada de brincos que raramente via ali.


— E onde está ele? Esse cara só pode ser louco por deixar alguém como você sozinho, usando essas roupas no meio de tantos. — Kim falou apenas entrando na brincadeira, jamais fora do tipo que prendia Jeongguk a si, ou lhe oprimia na hora de se vestir. Muito pelo contrário, o mais velho fazia era questão de dizer o quanto o outro ficava bonito naquelas peças, e ainda mais irresistível quando tinha a expressão de torpor ao receber um pingo de liberdade.


— Está atrasado — respondeu dando o último gole que havia no copo longo e transparente, fazendo o loiro o seguir com os olhos e ver uma gota do run descer da sua boca até o pescoço, se escondendo em meio as vestes escuras do mesmo.


— Pobre infeliz, deve ser muito ocupado. — Jeongguk riu se virando para sua frente antes largando o copo na bancada de marmores próximo ao casal, enquanto a mesma mão que lhe circunda a cintura permanecia imóvel, apenas se mantendo mais firme em um aperto e pegada que Jeon adorava.


Suspirou quando após rir sentiu a outra mão pousar sobre sua bunda dando tapinhas discretos, que naquele ambiente escuro se tornavam invisíveis, ao não ser para Jeon que se desestabilizava lembrando que as mesmas mãos que o batiam de forma fraca seguindo as batidas da música, também eram capaz de muito mais, quase o fazendo choramingar quando Taehyung usava aquelas malditas mãos para controlar-lo sabendo que o mais novo gostava quando o mesmo era dominador.


— Eu também sou ocupado, mas nunca me atraso.


— E ainda é mal falado pelas costas, tadinho. Acredito que ele merece uma segunda chance, não acha? — perguntou movendo o corpo junto com o moreno, os abdômen de ambos estavam grudados, assim como as pernas. Jeongguk colocava uma das pernas entre as de Taehyung gostando a sensação da textura da meia calça se esfregando com o jeans do loiro. Suspirou mordendo os lábios, estava muito mais quente que Kim, já estava lá há tempos pensando no mesmo e sentia saudades do mesmo. O seu cheiro a sua pele a sua aparência e principalmente a sua voz mexia com Jeon de uma forma que não poderia explicar.


— Discordo, se não estivesse vacilando com sua pontualidade agora mesmo, o que estaria esperando para me beijar? — mordeu os lábios novamente vendo Taehyung rir soprado e apertar mais sua cintura começando o beijo imediato, o mesmo lábio que era mordido pelo bailarino agora era maltratado pelo mais velho, que o chupava e rodeava com a língua fazendo um carinho na carne macia que fazia Jeongguk suspirar com a delicadeza.


Jeon levou as mãos até a nuca do loiro passando as unhas por ali, sentia falta disso, sentia falta principalmente de ser mais selvagem entre beijos e afegos, ambos rapazes estavam muito ocupados e todo o cansaço no tempo livre de ambos transformava tudo em uma sessão de carinho e uma bola de rotinas monótonas. Sentiu a pele amorenada arrepiar abaixo dos dedos e isso fez parte do seu ego subir por ver que depois de todo aquele tempo de namoro Taehyung continuava facilmente afetado aos seus toques.


Kim começou a pedir passagem para a língua e foi concedida a permissão que Jeon não poderia negar em seu estado, mesmo que não quisesse negar isso em hipótese alguma, o short era curto e a mão grande do seu hyung lhe apertava as pernas quase erguendo-as para a altura da sua cintura. Taehyung estava possesso por Jeongguk e ambas respirações já saiam do seu estado de normalidade.


Outra música começou a tocar e para a sorte do casal a batida era mais quente ainda, a letra fazia a imaginação dos dois voarem e se esquecerem que precisava de alguns segundos para recuperar a respiração. Àquele passo o beijo já tornava-se um absurdo ponografico, e não ligavam para a plateia ao seu lado. Kim seria o único meio tímido no meio daquela gente, Jeongguk estava acostumado a se entregar com toda a sua alma e corpo no meio de tantos, mas a diferença é que no meio de todos aqueles, jamais ficava tão excitado quanto ficava em apenas saber que havia a presença do seu hyung.


Taehyung estaria mentindo se falasse que não enlouquecia quando via Jeon dançando, as bailarinas atiradas e as coreografias inspiradas obviamente em romance heterossexuais sequer abalavam o mais velho, porque sabia que no fim da apresentação, seria o príncipe do romance que dançaria sem roupas para o rei.


Coisas de menina, eram somente coisas de menina. Tudo isso, e até mesmo suas apresentações onde atuava como um homem perfeitamente apaixonado pela personagem da história.


Era feminino usar rosa, assim como usar batom e se divertir com os vários sabores que um brilho labial podia ter. Eram coisas de menina querer usar uma peça mais fina e delicada, porque isso tiraria seu gênero. Absurdo, era o que Taehyung dizia. Nenhuma cor, ou fetiche dava direito das pessoas pensarem o que queriam.


Já tivera amigos, que ditos como experientes na área LGBT, diziam que repudiavam o crossdresser, que isso era feminizar um homem e provar para a sociedade que homens gays querem ser garotas. Doera lembrar de uma amiga que lhe contou sobre como havia sido sua saída do armário, sua mãe o chutou para fora de casa insinuando que agora só faltava que ela cortasse o cabelo e começasse a se vestir como homem.


Absurdo novamente, quem impôs isso? Queria saber quem fora o primeiro a dizer e regrar que batons e sapatilhas eram somente para mulheres. Jeongguk concordava sobre haver diferença entre os gêneros, acreditava que cada qual tinha uma “cultura.” Assim como estava claro em sua cultura de que um homem tendia a ter a aparência viril.


Não discordava, mas não queria fazer o mesmo, era delicado, contudo não deixava de ser másculo. Não trocaria o seu corpo e não gostaria de ouvir que estava sendo garotinha demais por agir daquela forma. Garotinhas agem da forma que quiserem, e Jeongguk também.


Suave; Jeongguk era leve, maleável, era doce a forma como a qual falava e era poderoso a forma como seus músculos comprimiam ao receber o peso sobre humano em cima das pontas dos dedos dos pés.


— Por que se atrasou? — Jeon perguntara ofegante se separando do beijo, para o loiro em sua frente, vendo esse tirar a mão de sua cintura e levar até o queixo afilado, acariciando toda a extremidade da mandíbula. Carinho que fez o moreno tremer sentindo a excitação no meio das pernas ser esmagado pela forma como o quadril do platinado se movia.


— Você sabe que Hyun fez uma bagunça com os papéis. Novatos são um saco — desabafou observando o sorriso gradinho que surgira em Jeongguk simplesmente por ver como a voz de Taehyung estava luxuriosa.


— Veteranos também são, acham que sabem tudo. — Jeon viu o loiro fazer um bico mesmo que isso não tirasse sua masculinidade. Taehyung era um exemplo claro disso, naquele mesmo momento usava um casaco rosa com uma blusa branca e fina por baixo da mesmo, o rosto tão absurdamente lindo era feminino e as calças coladas que usavam marcavam suas pernas. Mas era fato, Kim era tão feroz e masculino que bastava ele por a mão sobre Jeon para que fosse vista a capacidade de fazer o mesmo se derreter em seus dedos.


Também era coisa de menina gostar de meninos, mas então por que Jeon gostava tanto?


— Acho que isso não importa mais, hm? — Kim falou apertando as mãos nas nádegas do moreno sentindo-se enlouquecido pelo quão curta era aquela peça, e o quanto acentuava suas curvas. Jeon era maravilhoso, tinha uma cintura estreita e as pernas mais deliciosas que já vira, e o mesmo achava Taehyung perfeito, mesmo que muito ao contrário de si o loiro tivesse uma barriguinha mole e adorável, mas jamais se assustava ou deixava-se abater pelas inseguranças do moreno, ou seus machucados nos pés feios. Claro que também o achava inegavelmente atraente.


O moreno o puxou novamente prendendo os dedos no cabelo do outro voltando a beijá-lo com mais veracidade, Taehyung podia sentir o gosto de menta e bebida na língua do outro e estava adorando isso, chupando a língua e mordendo os lábios que se tornavam inchados e vermelhos. As suas mãos percorriam por toda a silhueta do bailarino sentindo-o tremer em suas mãos e morder sua boca respirando pesado. Kim podia sentir o tórax do mais novo subir e descer encostado no seu, e o quadril gostoso rebolar sobre a pelvis do platinado. Ambos estavam em uma bolha de tesão que fazia com que a música sequer fosse ouvida por ambos.


Jeon por segundos perdeu sua sanidade e se separou da boca do outro apertando mais os fios quando com os olhos fechados esticou o seu pescoço e virou o rosto para o outro lado indicando que Taehyung podia fazer o que bem quisesse ali. O loiro salivou de ansiedade, não era sempre que o bailarino o deixava marcar com mordidas e beijos ali, Kim era um pouco bruto e não podia evitar fazer algumas manchas na tez clara do mais novo.


Kim sentiu sua cabeça ser empurrada até o vão do pescoço alheio e não demorou mais que meio segundo para começar a beijar e deixar mordidas leves e lentas que deixava o garoto viciado. Jeon soltava um ou dois suspiros conforme Kim lhe prensava contra a bancada da balada, o barman que cuidava do lugar nem se importou considerando já estava ocupado demais atendendo os clientes na outra ponta do balcão.


Os beijos macios e mordidas fraquinhas eram deixada pela epiderme clara e os dentes se arrastavam em linhas invisíveis até os seus pelos da nuca ficarem em pé. Jeon contorceu o pescoço levemente diminuindo o espaço do loiro na intenção de fazê-lo pará-lo, por pouco Taehyung estava tão concentrado em apertar o corpo do moreno e beijá-lo sentindo o salgado da pele alheia que demorou alguns segundos para descontinuar suas ações, erguendo o rosto e olhando arfante e meio confuso para o moreno que havia bloqueado seus beijos. Jeongguk estava com os olhos fechados e as mãos fechadas em punhos presos no casaco do platinado, tentando recuperar a respiração com a boca semi aberta e as pálpebras trêmulas. Estava duro rápido demais.


— Está tudo bem, amor? — o timbre de voz do loiro foi muito bem escutado por Jeongguk que até se assustou e engoliu a própria saliva se sentindo fraco com a voz gostosa do seu homem.


— Espera um segundo, não fala nada — o moreno umedecendo os lábios, estava à um passo de ficar insano. Taehyung mexia consigo dessa forma, e a sua mão que não conseguia parar quieta na coxa do moreno só piorava a situação.

Taehyung sorriu cretino, e fora no mesmo momento em que Jeon abrira os olhos para negar com a cabeça com as sobrancelhas franzidas em uma expressão sôfrega, sabia o que aquele loirinho pensava. E não foi necessário muitas caras e bocas para Kim lhe puxar mais um pouco e apertar o seu membro contra o do mais novo, aproximando a boca da sua orelha chupando e mordendo seu lóbulo antes de soltar um pedido.


— Vamos para o banheiro?


Não foi preciso uma resposta, Kim o puxou pelo braço vendo que o moreno não negaria, jamais, principalmente naquele dia. E quando chegaram lá, a porta não foi aberta pela mão de nenhum dos dois, o corpo de Jeongguk bateu contra a madeira e abriu a mesma quando Taehyung lhe segurou a cintura pela décima vez e dessa vez impôs força para Jeongguk impulsionar suas pernas e pular no colo do Kim.


O loiro foi o guiando até a pia, e escutou apenas um bêbado rindo antes de sair e bater a porta. Estavam sozinhos e isso não duraria muito tempo, Kim começou a passar as mãos pelas curvas do moreno mais uma vez, adentrando o tecido da blusa e tocando a pele febril. Jeongguk o abrigava no meio das pernas ocupado demais com o beijo bom que se desenvolvia para pensar em qualquer outra coisa.


Ambos gemeram em uníssono quando o moreno agarrou suas pernas na cintura do loiro e fez com que a pélvis de ambos fricicionassem uma contra a outra causando uma sensação deliciosa, os pelos de Taehyung estavam em pé sentindo as unhas do mais novo se arrastando em cima da blusa clara que usava, estava novamente enlouquecido, sem perceber quebrou o botão do short roubado de Jeongguk e ouviu o jovem resmungar sobre a peça mordendo o seu lábio com força, a ponto de sentir o gostinho ralo de sangue na boca. Não se importava, gostava de toda essa tensão.


O moreno afastou as mãos do mais velho e o empurrou abrindo os olhos e descendo da pia o empurrando até uma das cabinas, que por sorte não fedia como o inferno. E mesmo que fedesse não estavam ligando muito, estavam ocupados demais se derretendo de calor para se importar com o que se passava ao redor.


Kim caiu sobre a privada suspirando de alívio pela tampa está fechada e viu o moreno fechar a porta e lutar contra a tranca por um segundo, ansioso demais pelo que acontecia naquele momento. O moreno se virou para si novamente e olhou para o outro, negando com a cabeça e mordendo os lábios depois que vira o estado do botão, sequer estava lá. Não acharia aquele pequeno objeto nunca mais, talvez apenas comprasse um novo para sua colega já que o short estava até mesmo melado pelo membro gotejante de Jeongguk que era apertado pelo zíper. Taehyung o puxou pelos bolso da frente, abaixando a peça de uma única vez e lambeu os lábios assim que viu o que tinha em baixo.


— Porra, Jeongguk — sussurrou vendo que o garoto não usava nada ali em baixo além da meia calça, e podia ver como a ponta rosada do seu pau estava em uma situação crítica se apertando contra o tecido fino e transparente. Jeon sentiu suas bochechas arderem e o pé da sua barriga formigar, era meio vergonhoso, mas extremamente excitante como o loiro o olhava com fome e avaliava seu corpo naquela peça, como se já fosse estimulante o fato da peça ser dois números menor que o seu, e ficar pregado em todas as partes.


Jeongguk queimaria como chama se o outro continuasse parado daquele jeito. — Hyung… Você gostou? — falou na intenção de despertar o loiro, e a ação funcionou com êxito quando viu os cabelos flamejantes e desorganizados o olharem de baixo com fome e intensidade, o devorando dos pés a cabeça. Kim achava até aquela cara de sonso irresistível.


Kim o afastou dois passos e se agachou no chão sem encostar os joelhos no piso imundo, e puxou o resto do short fazendo o tecido descer até os tornozelos finos do garoto, e arrastou as mãos no começo a panturrilha até as partes anteriores da coxa, subindo até sentir a bundinha coberta do namorado. Jeongguk suspirou quando viu o que o namorado iria fazer.


Kim colocara sua boca próximo ao membro rígido do garoto, e começou a beijar toda a extensão do mesmo, dando uma atenção especial a glande inchada. Subia e descia a língua, a enrolando e umedecendo, vendo o moreno fechar os olhos e soltar arfares e ofegos longos. Kim continuava a aperta as pernas do bailarino enquanto provocava o mais novo o vendo delirar com sua boca quente e gulosa. Passou a mão entre o vão das coxas do mesmo e as separou vendo o mais novo se entregar facilmente. Puxou uma delas sobre seu ombro, enquanto Jeon apoiava a coluna na porta da cabina colocando suas mãos agarradas no cabelo do namorado enquanto este descia sua boca até os testículos.


Começou a chupar uma a uma, colocando entre os lábios e passando a língua nos testículos em círculos escutando gemidos gostosos e altos do mais novo que hora ou outra abaixava a cabeça não aguentando tudo aquilo. Estava se segurando para não gozar com tantos incentivos, sem razão específica, apenas sentia que ainda não era a hora.


Taehyung levou as mãos de volta até a parte traseira do mais novo e fincou as unhas no lugar escutando dois gemidos esgasgardos saírem da boca pequena e os apertões no seu cabelo aumentar. O loiro deixou facilmente vergões na bunda branquinha do moreno, rasgando a meia calça, mas não completamente. Prosseguiu com tapas e apertões passando dois dedos entre o vão da bunda do mais novo. O ouvido gemer longo e sofrido com a voz rouba quando o tecido da meia calça passava por cima da sua entrada se contraindo no tecido.


O membro de Kim doía como o inferno, preso dentro da calça ainda mais, o boca do mesmo não parava, enquanto sua blusa e principalmente casaco incomodavam pela quantidade de suor que seu corpo expelia. A calça estava absolutamente pregada em suas pernas ajustadas as coxas roliças, e o cabelo estava úmido com as pontas arrebitadas dando uma impressão feroz para o mais velho. Sem perceber Taehyung também gemia afoito vendo o quanto Jeongguk era delicioso, e no fim das contas não resistiu parar toda aquela provocação e se erguer com as articulações do joelho doloridas, tirando o casaco desesperadamente e vendo Jeongguk absolutamente arrasado levando as mãos até o membro já se sentira frio nas partes baixas, sem a boca quente o loiro o chupando. Mas logo a teria de volta ali.


Jeon ajudou o namorado desabotoando a sua calça enquanto esse tirava a blusa, e Kim sentiu um alívio absoluto quando seu cinto foi puxando e o zíper foi aberto liberando um volume grande na cueca clara. Kim havia molhado tanto o tecido, que a transparência se assemelhava a da sua blusa. Jeongguk lambeu os lábios com vontade de ver como o loiro ficava quando enfiava o falo fundo na sua garganta e gemia e grunhia de prazer.


Porém não teve chances, Kim o virara de costas, pouco se importando para a sua calça incomoda e se agachou novamente chiando com a visão da bunda do outro, até mesmo virou o rosto para o lado se controlando para não perder o juízo, Jeon o olhara sobre os ombros vendo o loiro piscar para si e sorrir com a língua entre os dentes, levando a boca até a sua entrada e lambendo novamente por cima do tecido, dessa vez fora Jeongguk que perdeu o juízo.


Fechou as mãos em dois punhos, sentindo as mãos do Kim lhe puxar o quadril, fazendo com que o mesmo ficasse empinado e com as pernas abertas, deixando que Kim passava a língua e rodeasse todo o botãozinho pulsante da bunda do mais novo. Jeongguk esganiçou-se em um gemido quando este rasgou o tecido no meio e começou a esfregar sua língua e invadir sua cavidade com o músculo, indo e voltando deixando o moreno sem voz. Fechara os olhos com força sentindo suas pernas tremer, Kim não lhe dava pausas, não tinha rodeos, era direto e muito esfaimado pelo corpo do bailarino. Nem se preocupava com sua vez naquela brincadeira, mesmo que estivesse explodindo nas calças com a forma que apenas a voz sussurrada do moreno o deixava desestabilizado, pois sabia que o teria rebolando em si em breve.


E parece que foi premeditado quando o loiro parou de penetrar a língua na cavidade apertada do outro, e o viu absolutamente arrebatado, seu corpo todo tremia, as pernas estavam até mesmo um pouco juntas buscando comprimir os testículos em um aperto ele, as mãos segurava o início das paredes, com os dedos para fora da cabine. Jeongguk estava uma bagunça, os fios amarronzados se misturavam em filetes na frente do seu rosto fazendo a palheta de cores que ia do marrom escuro ao claro graças ao olhos amorenados do mais novo.


Jeon demorou um tempo para puxar o seu quadril para frente e se virar para o loiro que não parava de o assistir cedido daquela forma, andando os únicos três passos em zigue e zague pela falta de orientação, olhou para as pernas de Taehyung e apontou o dedo para a calça do mais velho o mandando tirar. Foi pedido foi feito na hora, o platinado abaixou suas calças até sentir o peso do tecido quase encharcado sobre os sapatos e logo em seguinda o mais novo estava sentado sobre seu colo.


Sorriram cúmplices, encarando — ambos, — as bocas sem perder tempo em juntá-las e iniciar mais um dos beijos além dos que já foram dados durante a noite. Jeongguk sentiu as palmas alheias apertarem seu quadril e o moreno gemeu impaciente considerando que estava bem sensível, para não falar ao ponto de gozar. Foi puxado para mais perto sentindo o membro grosso do outro bombear de baixo do seu.


Taehyung pode sentir tudo, as bolas o pau bem acentuado e a bunda sobre seu colo, arfou quando Jeon tomara um pouco de força que ainda o restava para rebolar sobre seu colo. Esse era um dos feitos que fazia o loirinho ficar hipnotizado, assim como naquele momento, Kim olhava a curva das coxas dobradas, as dobras finas da cintura e principalmente a cara de satisfação do bailarino que rebolava com um gingado e profissionalismo que ninguém jamais tivera.


Jeon era ótimo naquilo, e sabia que só precisava dizer que estava afim de “cavalgar” no seu hyung, bem ali, rente ao seu ouvido, que via a mandíbula do Kim tremer e as rédeas serem tomadas para algo mais urgente. Ambos sequer aguentavam mais.


O mais novo começou a dançar sobre o colo do outro, segurando em seus ombros enquanto aproveitava a pegada de Taehyung, que deixava uma de suas mãos livres para massagear o pontinho traseiro do mais novo. Estavam apressados, sabiam muito bem que tinha um certo ponto da noite em que as pessoas paravam de dançar e lotavam os banheiros para enchê-los de vômito e sexo, e o casal tivera a oportunidade de serem o primeiros da fila.


Jeongguk continuou a ritmar o balanço do seu corpo, sentindo Taehyung gemer com a boca grudada na sua, em uma dessas investidas o mais velho desferiu um tapa em sua coxa e separou os lábios gemendo em alívio por finalmente está recebendo a atenção que queria. Puxou a camisa do mais novo para cima pouco se importando para onde caía, naquele ritmo Jeon sairia pelado, mas por mérito de sua inteligência e obrigações, recebeu a ligação mais cedo, quando ainda estava indo para a balada, falou que tudo tinha ido para a merda então Kim passou no estúdio para pegar sua bolsa, e lá tinha obviamente junto ao seu figurino, roupas sobressalentes. Já não se podia dizer o mesmo de Kim, se a blusa tivesse caído em um lugar muito imundo, provavelmente saíra de lá apenas com as calças.


O boca carnuda deixou beijos pelos ombros e desceu até o mamilo rodeando a língua pela auréola, atitude que fez o mais novo suspirar aumentando a velocidade do rebolado. O pau de Taehyung já melava toda a bunda do mais novo, e o membro de Jeongguk se esfregava de forma rápida na barriga do mesmo. Jeongguk ergueu um pouco o quadril e segurou o pau do Kim o vendo tremer perdendo a força nas pernas que o sustentava em seu colo, e não pudera evitar rir com isso. Direcionou a sua entrada e começou a inserir pouco a pouco, assim mesmo, sem preação. Todo o semen que o loiro expelia era o bastante para de fato amenizar um pouco a dor, mas mesmo assim não era lá grande ajuda.


Jeongguk não se importava, iria a seco mesmo, estava sedento e com pressa. Estava com o nariz torcido pela dor, mas quando o membro grosso do outro se encaixou até o fundo, respirou lento e fechou os olhos, sendo paciente para não se acabar de uma vez naquele loiro e sair de lá no braço do mesmo por não conseguir andar.


Com paciência e as carícias que eram feitos por seu namorado, o moreno começou a se mexer a muito custo, fazendo aqueles mesmos movimentos que Taehyung adorava, e em pouco tempo o garoto começava a subir e descer entre suspiros e gemidos sem parar por um segundo sequer, o falo do loiro ia fundo, mas outra hora fugia do aperto de Jeongguk, e se encaixava novamente. Kim erguia o quadril estacionando suas mãos nas bordas do vaso tomando impulso para jogar seu quadril para cima.


Jeongguk começou a gemer alto e desesperado sentindo seu interior ser socado com a força do loiro, tudo aquilo poderia ser agoniante em muitos momentos, mas sentindo toda a raiva que sentia antes, com a sensação de adrenalina que se alastrava pelo seu corpo agora, não poderia pensar em nada mais delicioso de se vivenciar. Jeon deixou Taehyung reger aquilo da forma que queria, e começou a gemer seu nome incentivando que o mesmo continuasse com os movimentos.


Ambos rapazes escutaram a porta se aberta com brutalidade e passos alheios percorrem o espaço, Jeongguk tapou a própria boca, já Taehyung tivera a única opção de morder os lábios e fechar os olhos sem conseguir parar as estocadas. O esperma escorria em abundância e o seu pau escorregava com facilidade agora, o interior de Jeongguk era como um algodão de tão macio, e quente como o inferno. O loiro estava com a respiração presa na garganta igualmente ao moreno que começou a cavalgar no loiro tentando agilizar o processo, e no meio disso, fizera a gafe de fazer isso tão bem que conseguiu sentir a sua proposta sendo massageada, gemeu esganiçado em sua própria mão, assim que Taehyung notara esse detalhe e começara a investir naquele mesmo ponto, fazendo os olhos arredondados do mais novo marejarem de prazer. Uma das mãos foi até o próprio membro esquecido e agarrado por cima do tecido da meia calça que não estava rasgada ali. Os movimentos do quadril de Jeon faziam com que seu membro saísse e voltasse a própria mão fazendo o moreno se contorcer no colo do mais velho.


Taehyung não aguentou, acabou soltando a respiração e gemendo longo. O que com certeza, chamou a atenção de quem estava no banheiro. Não era sempre que se tinha a cena de Jeongguk rebolando em cima com uma meia calça e uma expressão de luxúria tão bem estampada na sua cara.


— Filho da puta — Jeongguk falou como se tivesse perdido um jogo, Kim conseguiu aumentar os seus movimentos e o gemido deste fez todo o seu corpo se arrepiar com sensações simultâneas. Não aguentou e se juntou ao namorado, gemendo alto e arrastado sem se importar com o que acontecia fora daquela cabina. Parecia que os dois estavam em outra realidade, combinavam bem demais, por segundos Jeongguk que gostariam ao mesmo tempo, combinando com toda esse mutualismo, mas Taehyung viera primeiro se derramando em seu interior e entrando em êxtase enquanto aproveitava do orgasmo que estava tendo. A velocidade das suas estocadas começaram a diminuir e o moreno gemeu entre-cortado quando podia sentir o gozo quente do namorado se arrastar nas suas paredes internas e tentarem fugir pelo início da sua cavidade quando o mais velho tirou o pau com uma lentidão absurda. A sua mão agora foi coberta pela de Taehyung que começou a ajudar o moreno na masturbação e rasgou o resto do tecido que cobria o membro dolorido do mais novo, empurrando a mão delicada e começando com um vai e vir rápido e necessitado. Precisava ver Jeongguk gozando.


— Q-quas-... Ah, Taehy-... — Sentia o corpo todo ferver, e quando Taehyung começou a beijá-lo novamente obviamente sem fôlego pelo cansaço, Jeon teve o incentivo que precisava para gozar forte.

Prendeu o pescoço do loiro e arranhou todo o braço de Taehyung gemendo alto em seu ápice, era completamente diferente, chegava a ser entorpecente a sensação que fazia todos os seus músculos contraírem e depois relaxarem, como espasmos que alongavam o orgasmo prendendo o gozo em seu interior e depois soltando três vezes ao mesmo tempo que a mão de Taehyung continuava a bombear o seu pau. Jeongguk nunca havia gozado tanto em sua vida.


O loiro parou de mover a mão, quando o corpo do mais novo desabou sobre o seu, e ficou com os rostos próximos. Taehyung segurou os braços de Jeongguk e os apoiou em seu ombro sentindo a respiração forte do moreno chegar a sua franja e mexe-lá fraquinho conforme ele inspirava e soltava o ar.

Taehyung riu, estava apaixonado demais. A boca avermelhada e fina parecia fofa e atraente, nem mesmo em uma situação suja e impudica como aquela parava de sentir que o bailarino era adorável. Começou a deixar selinhos no lábio inferior, vendo pouco a pouco a respiração do moreno normalizar.

Até que um estrondo grosseiro fizeram os dois pular e começar a se vestir com a fala de um homem do lado de fora da cabine que queria usar a privada.


— As menininhas não vão sair daí?!?! Eu quero usar essa merda já faz meia hora!!! — Jeongguk riu baixinho acompanhado de Taehyung. Talvez no final das contas, coisas de menininhas estavam muito além da sua compreensão, mas uma coisa era certa, há coisas na vida que são boas demais para ficar padronizando.


Se olharam com afeto, sorrindo cumciples ao que o moreno estava tentando enfiar os shorts apertados que sequer tinham botão. Taehyung subiu a calça sem conseguir achar sua blusa e a porta fora aberta pelo namorado enquanto esse saía às pressas cobrindo parte do rosto de tanta vergonha do homem que os julgava com uma cara feia.


Taehyung saiu por último acompanhando o moreno que saiu do banheiro sem nem mesmo se olhar no espelho e ver seu estado, com chupões e pouca roupa. E o Kim fez o mesmo, agarrando o braço do moreno enquanto ambos fugiam daquela realidade para outra melhor ainda.


Fora do banheiro estava tudo escuro, barulhento, tocava outra música e o barman continuava a atender apenas um lado do balcão. Era como o mundo tivesse pausado pausado para os dois que havia descobridor a porta de “Nárnia” no banheiro, só que muito mais profana e para maiores de 18 anos. Então era lei, a noite só estava começando e Taehyung sequer havia bebido um gole de álcool.


Jeongguk estava dolorido, um pouco cansado, mas em sua folga nada o impediria de fazer mais coisas de menina, como dançar com um shortinho todo arrebentado até fecharem a balada, ou dar amassos com o namorado no carro, ou perder o sono e obrigar o mesmo a assistir filmes românticos consigo. Bem, pelo menos uma coisa era certa, no dia seguinte seu cabelo estaria cheirando a flores, porque era o cheiro do seu shampoo predileto. E muito provavelmente iria se maquiar e se arrumar para sair com Taehyung, assim como o próprio também faria isso, pois iria aproveitar seu dia de folga para comprar lingerie com ele.


Estava muito além da sua compressão, coisas de menina ou não, Jeongguk sabia que era um homem, e acreditava que agia como um. Porque enfim, era somente isso o que importava.

29 de Julho de 2018 às 15:56 0 Denunciar Insira 11
Fim

Conheça o autor

Roy taekook taekook e yoonmin/kook squad

Comentar algo

Publique!
Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro a dizer alguma coisa!
~

Histórias relacionadas